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Saúde

UBS Parque Oásis fecha temporariamente para reforma e ampliação a partir do dia 17 de março

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Comunidade será atendida nas unidades Fátima Baixa e Centenário até a conclusão dos trabalhos

A Unidade Básica de Saúde (UBS) Parque Oásis fecha temporariamente para reforma e ampliação a partir do dia 17 de março. Durante os trabalhos, a comunidade será atendida nas UBSs Centenário e Fátima Baixa, que ficam na mesma região geográfica da Parque Oásis. Nesta segunda-feira (06/03), a secretária municipal da Saúde, Daniele Meneguzzi, e diretores da pasta conversaram sobre as alterações temporárias com representantes da comunidade e dos servidores que atuam na UBS. A reunião ocorreu na UBS Parque Oásis.

A secretária explicou que, durante as obras, os atendimentos serão divididos entre as UBSs Centenário e Fátima Baixa. Para facilitar o acesso da comunidade, serão destinados números de WhatsApp exclusivamente para que os usuários do Parque Oásis marquem consulta (quem não utiliza celular poderá marcar diretamente nas duas UBSs). Também haverá agendamento por WhatsApp para atendimento com dentista, que funcionará temporariamente no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), ao lado da UPA Central, uma vez que as UBSs próximas não têm capacidade física. As vacinas de rotina poderão ser feitas em qualquer UBS do município, com preferência para Centenário e Parque Oásis.

“São ajustes temporários. Sabemos que fazer uma reforma não é simples nem quando fazemos nas nossas casas, e que e isso acarreta em algumas dificuldades. A comunidade hoje está acostumada a frequentar a UBS Parque Oásis e teremos algumas mudanças por alguns meses. Mas ouvimos as demandas que todos trouxeram e buscamos uma forma de tentar diminuir os transtornos. Contamos com o apoio dos representantes da comunidade para nos ajudar a informar a população e ficamos sempre à disposição caso sejam necessários ajustes. Queremos também agradecer às equipes das UBSs Parque Oásis, Centenário e Fátima Baixa pela compreensão, pela parceria e pelo empenho demonstrado por todos neste momento”, pontuou Daniele, acrescentando que nos próximos dias os agentes comunitários de saúde iniciarão a entrega de material informativo sobre as alterações temporárias, auxiliados pela UAB e pelo Conselho Municipal de Saúde.

Estiveram na reunião a chefe de Gabinete, Grégora Fortuna dos Passos; o coordenador de Relações Comunitárias, José Reovaldo Oltramari; o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Alexandre de Almeida Silva; o presidente da UAB, Valdir Walter; o presidente da Comissão de Saúde da Câmara, vereador Olmir Cadore; a diretora da Atenção Primária em Saúde, Juliana Argenta Calloni, além de outros representantes da Secretaria da Saúde, da UBS Parque Oásis e da comunidade.

Foto por Cristiane Barcelos

A UBS Parque Oásis segue aberta até dia 16/03. No dia 17, já fechada, começa a remoção de móveis e equipamentos. A obra tem duração prevista de oito meses. A UBS Parque Oásis precisará fechar durante os trabalhos em função de riscos sanitários e também para garantir a segurança de pacientes e servidores, já que haverá grande circulação de pessoas e maquinários. Com a ampliação, a UBS passará dos 201,07 metros quadrados atuais para 382,23 metros quadrados, com aumento também dos atendimentos.

Os trabalhos serão executados pela empresa Toni Incorporadora e Construtora Ltda. A obra é orçada em R$ 1,3 milhão. O projeto foi realizado pelo Escritório de Projetos da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (SMOSP) com colaboração da Secretaria Municipal da Saúde.

A assinatura da ordem de início será realizada no dia 24/03, às 14h, na própria UBS Parque Oásis. Dia 16/03 é o último dia de atendimento na UBS Parque Oásis. Depois ela fecha temporariamente para reforma e ampliação.

Confira abaixo como serão os atendimentos a partir de 20/03 e durante a obra:

– Marcação de consultas: por WhatsApp (número será divulgado nos próximos dias) ou presencialmente nas UBSs Centenário e Fátima Baixa

– Procedimentos como curativos e aplicação de medicação: UBS Centenário ou Fátima Baixa

– Atendimento odontológico: no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), ao lado da UPA Central. Agendar horário por WhatsApp a partir de 13/03 (número será divulgado nos próximos dias).

– Farmácia: retirada de medicamentos nas UBSs Centenário e Fátima Baixa. Obs: o usuário que já retira medicamentos controlados na Farmácia Regional Fátima Alta também poderá retirar os demais nesse mesmo local (mediante disponibilidade).

– Vacinas de rotina: preferencialmente UBSs Centenário e Fátima Baixa ou qualquer outra UBS.

– Datas de coleta para exames de laboratório: terças-feiras na UBS Fátima Baixa e sextas-feiras na UBS Centenário

– Guia de agendamento de consultas especializadas e exames: será enviada via WhatsApp (número será divulgado nos próximos dias).

OBS: é importante que o usuário da UBS sempre mantenha seus contatos atualizados.

Endereços:

UBS Centenário: Saturnino Pereira, 160, Centenário

UBS Fátima Baixa: Av. Dr. Mário Lopes, 860, Nossa Sra. de Fátima

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Campanha de Multivacinação 2026 para crianças e adolescentes iniciou nesta segunda-feira em Caxias do Sul

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Com foco na atualização do esquema vacinal dos menores de 15 anos, ação segue até 1º de setembro em todas as UBSs do Município.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) promove mais uma Campanha de Multivacinação. Com foco na atualização do esquema vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos, a estratégia nacional, busca resgatar o público que ainda não recebeu as doses previstas ou que esteja com a caderneta de vacinação atrasada. A ação segue até 1º de setembro, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

 “Muitas vezes uma dose acaba sendo esquecida ou adiada e essa estratégia é uma oportunidade para que as equipes de saúde façam a avaliação da caderneta e completem o esquema vacinal, quando necessário. As vacinas são seguras, gratuitas e representam uma das principais formas de prevenir doenças que podem causar complicações graves, como hospitalizações e até mesmo óbitos. Então, ao vacinar uma criança ou um adolescente, a gente está protegendo não apenas a saúde, mas também contribuindo para uma proteção de toda a comunidade. Vacinar é um ato de cuidado, proteção e responsabilidade. Reforçamos a importância dos pais e responsáveis manter a caderneta de vacinação em dia e procurar as unidades para garantir essa proteção”, pontuou a gerente da Vigilância Epidemiológica da SMS, Andiara Kaefer. 

Imunizações de todo o calendário nacional estarão disponíveis. Porém, agora, com uma atualização. A introdução do segundo reforço da vacina contra poliomilite, para crianças de quatro anos. Com a mudança, o esquema vacinal contra a polio possa ser realizado exclusivamente através da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), aplicado aos dois, quatro e seis meses de idade, com reforço aos 15 meses e agora, também, aos quatro anos. A medida fortalece a proteção das crianças e contribui para manter o país livre da circulação da polivírus.

Atenção – Para vacinar é necessário apresentar a caderneta de vacinação e um documento com CPF da criança e do adolescente.

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Médica-neurologista alerta que saúde do cérebro começa muito antes da velhice

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No Dia Mundial do Cérebro, especialista destaca que sedentarismo, privação de sono e estresse podem acelerar o envelhecimento do órgão, enquanto hábitos saudáveis ajudam a preservar a memória e a autonomia.

O cérebro começa a envelhecer muito antes do surgimento dos primeiros esquecimentos. Por isso, cuidar da saúde do principal órgão do sistema nervoso central não deve ser uma preocupação apenas da terceira idade.

Segundo a médica-neurologista cooperada da Unimed Serra Gaúcha Dra. Paula Caprara Gasperin, diversos fatores do estilo de vida moderno comprometem a saúde cerebral, mas um deles se destaca.

“O principal inimigo do cérebro continua sendo o sedentarismo. Além dele, o uso excessivo de telas, o estresse constante, a privação de sono e o consumo frequente de alimentos ultraprocessados também aceleram o envelhecimento cerebral e aumentam o risco de diversas doenças neurológicas”, explica.

A médica destaca que doenças como o Alzheimer resultam da interação entre fatores genéticos e ambientais. Nesse contexto, as escolhas feitas ao longo da vida têm um papel determinante.

“Existe um conceito chamado epigenética, que mostra que determinados hábitos podem modificar a expressão dos nossos genes. Uma pessoa pode ter predisposição genética para desenvolver Alzheimer, mas fatores como estresse crônico e privação de sono podem favorecer o aparecimento da doença. A boa notícia é que mudanças no estilo de vida também podem reduzir esse risco”, salienta.

Diferença entre esquecimentos ocasionais e sinais de alerta

Outro ponto importante é diferenciar esquecimentos ocasionais dos sinais que merecem investigação médica. Perder as chaves ou esquecer um compromisso esporadicamente nem sempre indica uma doença neurológica. O alerta surge quando as falhas de memória passam a comprometer a autonomia da pessoa e interferem nas atividades do dia a dia.

Além disso, perdas de memória repentinas ou episódios agudos de confusão mental exigem avaliação médica imediata, pois podem estar relacionados a condições neurológicas que necessitam de diagnóstico e tratamento precoces.

A especialista também reforça que manter o cérebro ativo ao longo da vida ajuda a construir uma maior reserva cognitiva, tornando-o mais resistente aos efeitos naturais do envelhecimento. Atividades como leitura, quebra-cabeças, sudoku, palavras-cruzadas e outros exercícios de estimulação mental são aliados importantes, especialmente quando associados à prática regular de atividade física.

“Quanto mais cedo estimulamos o cérebro e mantemos uma vida ativa tanto física como intelectualmente, maior é a nossa capacidade de criar novas conexões neurais. Essa reserva cognitiva funciona como um mecanismo de compensação, ajudando a preservar a memória e a independência no futuro”, pontua.

Para a neurologista, a principal mensagem do Dia Mundial do Cérebro é que envelhecer não significa, necessariamente, perder a memória.

“Precisamos entender que envelhecimento não é sinônimo de esquecimento. Muitas doenças que comprometem a memória podem ser prevenidas ou ter seu risco reduzido com escolhas feitas ainda na juventude. O futuro do nosso cérebro depende das decisões que tomamos hoje”, finaliza.

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UCS e Liga de Combate ao Câncer firmam parceria para criar espaço no Campus-Sede

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Local, no Bloco 70, será uma sala de exercícios para pacientes oncológicos.

Sempre preocupada com as necessidades da comunidade da Serra Gaúcha, a Universidade de Caxias do Sul estabeleceu uma parceria com a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Caxias do Sul para prestar cuidados a pacientes oncológicos dentro do Campus-Sede a partir da criação de uma academia de exercícios no Bloco 70.

O espaço será assistido por acadêmicos dos cursos da Área de Ciências da Vida. O trabalho é liderado pelos professores Pedro Lopez e Anderson Rech e pela médica oncologista Janaína Brollo. Os pacientes receberão orientação para uma rotina de exercícios adaptada à sua condição clínica individual. Inicialmente, serão atendidas mulheres com cânceres ginecológicos. Em um segundo momento, serão acolhidos pacientes com qualquer tipo de neoplasia. Os encaminhamentos serão realizados pelo Hospital Geral (HG).

As atividades na academia vão contar com a presença ativa dos pesquisadores que integram o Grupo de Pesquisa em Exercício para Populações Clínicas (GPCLIN), que reúne cerca de 60 acadêmicos. Os discentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) também estarão envolvidos.

Para o reitor da UCS, Asdrubal Falavigna, a parceria reforça a vocação comunitária da Instituição. “O conhecimento ganha seu verdadeiro sentido quando transforma a vida das pessoas. Este espaço representa a união entre o atendimento humanizado aos pacientes oncológicos e a formação de profissionais comprometidos com a excelência”.

A iniciativa é vanguardista no cuidado de pacientes oncológicos no Brasil. Lopez explica que poucos locais no país possuem uma estrutura especializada para esse atendimento. “Uma estrutura pensada dessa forma não é muito comum. Essa iniciativa é comparável a ações semelhantes que ocorrem na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá e na Austrália”, explica.

Para Roseana Pettinelli, presidente da Liga, o espaço será fundamental para colaborar no tratamento. “Será a oportunidade de unir a força da assistência que a Liga presta há mais de 40 anos ao conhecimento científico da Universidade. A academia oncológica vai proporcionar um atendimento baseado em evidências, contribuindo para a qualidade de vida durante o tratamento.” Além da academia, a Liga também vai contar com um espaço de acolhimento. “O projeto vai colocar o paciente no centro de tudo e demonstra que a união entre a UCS e a comunidade pode transformar vidas”, conclui.

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