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Por Trás da Máscara

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Livro aborda os bastidores da luta contra a Covid-19

Por Trás da Máscara”, dos médicos André Leite e Vinícius Lain, será lançado em dezembro

Um documento histórico. Assim pode ser definido o livro Por Trás da Máscara: Visões de quem enfrentou a pandemia da Covid-19 em Caxias do Sul, que será lançado no próximo dia 15 de dezembro. De autoria dos médicos André Germano Leite e Vinícius Victorazzi Lain, a obra de mais de 600 páginas revela um panorama dos bastidores do combate ao coronavírus, traçado por quem esteve na linha de frente dessa luta.

Estão ali a primeira traqueostomia, as incertezas de lidar com uma doença nova, sobre a qual pouco se sabia, o aprendizado constante, as mudanças, as escolhas difíceis, a corrida contra o tempo, as perdas. Está ali também o medo, inclusive o de se contaminar, de levar a doença para casa e de morrer – afinal, os médicos e demais profissionais da área que dão seus depoimentos são, antes de tudo, pessoas como outras quaisquer, e a experiência desse período os marcou e os transformou profundamente.

Além de compartilharem a dor de pacientes e familiares, de presenciarem as despedidas de pais e filhos à distância, por telefone, os autores viveram momentos de perda própria, como a morte de colegas infectados (entre os quais o médico Ricardo Casara, à época conselheiro de administração da Unimed Nordeste, a quem o livro é dedicado). A narrativa de episódios como esse traduz a característica mais marcante da obra: seu lado humano. Como explicam seus autores, esse é um documento sem termos técnicos, pensado para o público leigo e mais voltado à questão dos sentimentos e emoções vivenciados na pandemia, como amor, compaixão e solidariedade.

A produção de Por Trás da Máscara levou mais de um ano, da ideia inicial do doutor André de documentar o período à coleta de depoimentos de colegas médicos, enfermeiros, técnicos, administradores, higienizadores e outros. Para ajudar na empreitada, ele convidou o doutor Vinícius Lain, que foi diretor técnico do Hospital da Unimed no período mais crítico da Covid-19 e tinha a responsabilidade de não deixar faltar nada no atendimento aos pacientes.

Ilustrado com fotografias de Javier Masiá Herrera, o Paquito (que passou um dia nas UTIs covid), e de Fran Corrales, o livro se constitui como o retrato de uma doença que abalou não apenas Caxias do Sul, mas toda a humanidade.

A obra, em capa dura, papel couchê e acabamento em alto padrão, será lançada no dia 15 de dezembro, das 18h às 22h30min, no Villa Basilico (Rua Olavo Bilac, 503, Pátio da Estação), em Caxias do Sul. O livro (editora Desdobra, 632 páginas) estará à venda por R$ 100.

Valores arrecadados irão para obra social

Devoto da Imaculada Conceição, o médico André Leite ouviu falar do Recanto da Compaixão Frei Salvador, abrigo para idosos em situação de vulnerabilidade que será inaugurado em 2023, e decidiu direcionar para lá toda a renda a ser arrecadada com a venda do livro Por Trás da Máscara: Visões de quem enfrentou a pandemia da Covid-19 em Caxias do Sul.

O Recanto da Compaixão Frei Salvador – um dos mais de 20 projetos sociais do Mão Amiga – terá a capacidade para 125 idosos.

A publicação do livro foi viabilizada graças ao apoio de empresas patrocinadoras, que dessa forma também estão contribuindo com o Recanto.

Serviço

O que: Lançamento do Livro Por Trás da Máscara: Visões de quem enfrentou a pandemia da Covid-19 em Caxias do Sul

Quem: De autoria dos médicos André Germano Leite e Vinícius Victorazzi Lain

Quando: quinta-feira, 15 de dezembro, das 18h às 22h30

Onde: Villa Basilico (Rua Olavo Bilac, 503, Pátio da Estação), em Caxias do Sul.

Valor do livro: R$ 100 (Editora Desdobra, 632 páginas)

segue entrevista no programa Cotidiano

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Como irão funcionar os serviços municipais neste feriadão de Páscoa

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Ponto da Safra, realizado às sextas, será antecipado para quinta (02.04) nesta semana.

Feiras

Ponto da Safra: será antecipado para quinta (02);

Feira do Agricultor: ocorre normalmente na quinta e no sábado. Na sexta não haverá feira;

Feira Ecológica: ocorre normalmente no sábado;

Codeca: não terá coleta na sexta-feira;

Samae: plantão pelo telefone 115 ou 0800 772.8600;

Trânsito: plantão pelo telefone 118;

Alô Caxias: não haverá atendimento por telefone. Solicitações de serviço devem ser feitas por meio do site sac.caxias.rs.gov.br, no link Alô Caxias;


Conselhos Tutelares Macrorregião Norte e Macrorregião Sul: o atendimento de denúncias é feito pelo telefone de plantão (54) 99620.7633;

Assistência Social: plantão pelo telefone (54) 98404.9921;

Guarda Municipal: plantão no telefone 153;

Centros de Atendimento ao Turista (CATS) Praça Dante Alighieri e Aeroporto: atendimento das 8h às 13h;

Saúde:

Expediente normal nos serviços considerados essenciais como: Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA Central e UPA Zona Norte), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Central de Exames (regime de plantão para urgências e emergências), Central de Regulação de Leitos, Serviço Residencial Terapêutico, Unidade de Acolhimento Adulto e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Reviver;

Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centro Especializado de Saúde (CES) e Agenda+ não terão atendimento no feriado


Hemocs: fechado na sexta, atendendo apenas hospitais, em regime de plantão. Atendimento normal no sábado

Obras: plantão pelo whats (54) 98418-8477

SMEL: campo Municipal e demais espaços fechados de sexta a domingo

Sala do Empreendedor estará fechada

Procon – fechado, com atendimento pelo site www.proconcaxias.com.br;

Central de Vagas: fechada

Estação Férrea: fechada

Praça CEU aberta das 6h às 22h, porém, o administrativo e biblioteca fechados

Centro de Cultura Ordovás

Cinema Ulysses Geremia, Zarabatana Café, Acervo Municipal de Artes Plásticas – AMARP, Galeria e Sala de Exposições, Teatro Valentim Lazzarotto, estarão abertos das 14h às 22h.

Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima (Galeria Municipal Gerd Bornheim, Teatro Municipal Pedro Parenti e Biblioteca Municipal Dr. Demétrio Niederauer, fechados

Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, fechado

Museus Municipais

Casa de Pedra, Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn, fechados

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Comércio poderá abrir normalmente na sexta-feira santa

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Certificado que possibilita atender com presença de funcionários já pode ser emitido.

O comércio varejista de Caxias do Sul, Flores da Cunha, Nova Pádua e São Marcos têm permissão para atender os clientes com a presença de funcionários na Sexta-Feira Santa (03.04). Para atender regularmente, as empresas da categoria, associadas ou não, devem emitir certificado que pode ser impresso no site da entidade por associados em dia com o setor financeiro. O não cumprimento das exigências pode acarretar em multas de R$ 1 mil a R$ 20 mil, conforme a gravidade da infração.

Pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2025/2027, os funcionários podem cumprir jornada de trabalho máxima de seis horas em um único turno, com um prêmio de R$ 161,00 para os municípios de Caxias do Sul, Antônio Prado, Flores da Cunha e Nova Pádua, e de R$ 147,00 para São Marcos, aplicável apenas aos comerciários sindicalizados.

O Sindilojas Caxias destaca a importância de comunicar os clientes sobre o horário de expediente com antecedência. A Assessoria Jurídica da entidade está disponível para esclarecimentos pelos telefones (54) 4009.5517, (54) 99700.2555 e pelo e-mail juridico@sindilojascaxias.com.br.   

Certificado já disponível    

Para os associados categoria Comércio Varejista em dia com o setor financeiro, a emissão do certificado é gratuita e pode ser feita pela Central do Associado. Não associados devem fazer a solicitação pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br, até o dia 02/04 às 12h, com o pagamento do valor de R$ 99,00 por CNPJ. O certificado será enviado por e-mail após o pagamento, sendo necessário estar regularizado em relação à contribuição negocial/assistencial.Informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 4009.5519 (associado Sindilojas Caxias) e pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br (categoria).

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Destaque

Aprovada a criminalização da misoginia e equiparação ao racismo pelo Senado Federal

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A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais.

O Senado aprovou o projeto de lei que criminaliza a misoginia, definida como ódio ou aversão às mulheres. A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais. Com a equiparação ao racismo, os crimes misóginos não prescrevem e não permitem fiança.

Os senadores rejeitaram um destaque do bolsonarista Carlos Portinho (PL-RJ), que queria colocar no texto direitos que já estavam assegurados na Constituição.

A senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), autora da proposta que segue à Câmara, destaca que a legislação penal já dispõe de normas protetoras como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal, mas não há uma resposta penal específica, mais severa, para a injúria praticada em razão da misoginia, crime cada vez mais frequente.

No projeto, a parlamentar também esclarece o conceito de misoginia: o sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres. “É uma forma extrema e repugnante de machismo, que deprecia as mulheres e tudo o que é considerado feminino, podendo manifestar-se de diversos modos”, conceitua.

Relatora da proposta, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ressaltou que o país viveu, nos últimos anos, uma escalada alarmante de feminicídios e agressões motivadas por desprezo às mulheres.

Apenas em 2025, houve 6.904 vítimas de tentativas e casos consumados de feminicídio, segundo levantamento do Laboratório de Estudos de Feminicídios da UEL.

Nesse contexto, a relatora defende que é impossível ignorar o papel nocivo dos chamados grupos red pill e comunidades que disseminam a falsa ideia de que as mulheres seriam manipuladoras ou inferiores e que encorajam comportamentos hostis contra as mulheres.

“Esses grupos surgiram em fóruns masculinistas e hoje se espalham pelas redes, promovendo violência, desprezo e desumanização das mulheres. Inclusive crianças já estão fazendo parte desses grupos”, lamenta.

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