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Estoques de sangue do Hemocs precisam de reposição antes do feriado

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Tipo O+ está em estado crítico, já os tipos A+ e O- estão em estado de alerta na unidade.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio do Hemocentro Regional de Caxias do Sul (Hemocs), alerta para a situação dos estoques de sangue no Município. O balanço atualizado nesta quinta-feira (16/04), aponta que o tipo O+ está em estado crítico, já os tipos A+ e O- encontram-se em estado de alerta na unidade.

O diretor-técnico do Hemocs, Roque Domingos Lorandi, reforça o pedido para que a comunidade se mobilize antes do feriadão, já que o Hemocs estará fechado para a coleta nos dois dias (segunda e terça), atendendo apenas hospitais em regime de plantão. “Venho fazer um convite a todos para que compareçam ao Hemocentro para fazer sua doação de sangue. Nós precisamos muito garantir que os estoques estejam adequados para esse feriado que está vindo. Então a gente vem fazer esse apelo para você vir fazer esse ato maravilhoso que é salvar vidas, que é doar sangue”, ressaltou.

A SMS salienta a importância da participação da comunidade nesse gesto solidário, visto que o Hemocentro de Caxias do Sul atende 100% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) na área de abrangência da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, que compreende 49 municípios da região Nordeste. O estoque é essencial para garantir o suporte aos hospitais e pacientes em situações de urgência e emergência, relembrando que cada doação de sangue pode salvar até quatro vidas.

Interessados podem realizar a doação de forma espontânea ou com agendamento prévio pelo WhatsApp (54) 98418-8487 ou telefone (54) 3290-4580. O Hemocs está localizado na Rua Ernesto Alves, nº 2.260, ao lado da UPA Central, e atende de segunda a sexta-feira, das 8h15 às 16h45 (sem fechar ao meio-dia) e aos sábados, das 8h às 12h.

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Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período

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Rendimento médio do trabalhador foi de R$ 3.726.

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. 

A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”.

O levantamento aponta que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.

A população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas).

Pnad

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, sejam com ou sem carteira assinada, temporárias e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Rendimento

O rendimento médio mensal do trabalhador ficou em R$ 3.726 no trimestre encerrado em maio, estável em relação ao trimestre móvel anterior (R$ 3.756) e 4% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Os valores são reais, ou seja, já levam em conta a inflação do período.

Informalidade

A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,3%, o que representa 38,3 milhões de trabalhadores. Um ano antes, o indicador era 37,8%. O IBGE considera informais os empregados sem carteira assinada e autônomos sem CNPJ, por exemplo. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo terceiro salário.

Contribuição para a previdência

A pesquisa revelou que 66,6% dos trabalhadores contribuíram para a previdência. Isso equivale a 68,4 milhões de pessoas.

Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.

O instituto esclarece que um trabalhador informal (por conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.

Marcos históricos

O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1% no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.

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Cultura

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Após os lançamentos realizados em Nova Petrópolis e Porto Alegre, a autora Vanessa Canever promove em Caxias do Sul neste sábado (27), a apresentação do livro Potenciologia – Consciência, Escolhas, Potência. O evento será das 15h às 17h30, na Biblioteca Parque da Fundação Marcopolo (Júlio de Castilhos, 441).

            A obra é resultado de quase duas décadas de estudos e experiências de Vanessa na área do desenvolvimento humano e propõe uma reflexão sobre o protagonismo de cada pessoa na construção da própria trajetória. O livro convida a observar os padrões que influenciam suas decisões diárias, ampliar a consciência sobre as escolhas e reconhecer potenciais que muitas vezes permanecem ocultos pela rotina.

Mestre em Educação, com pós-graduações em Gestão de Pessoas, Pedagogia Empresarial, Dinâmica de Grupos e Educação a Distância, Vanessa é especialista em Inteligência Emocional e Métodos Ágeis. Em 2018, fundou a Avaloki Desenvolvimento Humano, organização dedicada à formação de líderes e à facilitação de processos de autoconhecimento, transformação pessoal e organizacional.

            Dividido em três partes — O Jogo da Vida, Virando o Jogo e No Comando do Jogo —, o livro apresenta conceitos, reflexões e exercícios que transformam a leitura em uma experiência participativa. A proposta é estimular cada pessoa a reconhecer recursos internos já existentes e utilizá-los de forma mais consciente na vida pessoal, profissional e social.

A narrativa combina conceitos, questionamentos e exercícios que transformam a leitura em uma experiência participativa, permitindo que cada pessoa estabeleça suas próprias conexões com os temas abordados. Além de desafiar o leitor a refletir sobre quantas de suas escolhas diárias são realmente conscientes.

            Segundo a autora, muitas pessoas passam anos reagindo às circunstâncias sem perceber que possuem recursos internos para construir caminhos mais alinhados aos seus valores e propósitos. É justamente nesse ponto que a Potenciologia se insere: como um convite para ampliar a consciência, qualificar as escolhas e acessar potenciais que já existem, mas nem sempre são percebidos. “Não se trata de tornar-se alguém diferente, mas de reconhecer e aprimorar aquilo que já existe em cada pessoa”, resume Vanessa.

            Entre os leitores dos originais, o médico especialista em Neurociência Comportamental Arnoni Caldart, autor do best-seller Ative Sua Mente, definiu o livro como um convite ao despertar da consciência e à escolha de caminhos mais leves e virtuosos. “Uma mensagem para assumirmos o protagonismo no cotidiano e percebermos que o mundo se transforma a partir de nossas escolhas”.

            Além da sessão de autógrafos, o evento de lançamento em Caxias do Sul vai proporcionar experiências interativas para os participantes e terá a presença confirmada de Isamar Ordovás Sartori, presidente da Casa Anjos Voluntários, instituição que será beneficiada com 10% do valor arrecadado com a venda do livro no local. A Casa Anjos Voluntários, desenvolve trabalho voltado ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.             O livro também está em pré-venda no site  www.potenciologia.com.br/livro

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Caso Americanas: PF deflagra segunda fase da Operação Disclosure

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Supostas fraudes estão estimadas em R$ 54 bilhões.

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (25), a segunda fase da Operação Disclosure, para aprofundar as investigações sobre supostas fraudes contábeis estimadas em aproximadamente R$ 54 bilhões.

Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão, incluindo buscas pessoais, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro também determinou o sequestro de bens e valores em nome dos investigados até o limite de R$ 54 bilhões.

“Segundo as investigações, os suspeitos teriam conhecimento de supostas fraudes contábeis praticadas ao longo de anos, relacionadas a operações de risco sacado e a contratos de verba de propaganda cooperada (VPC) supostamente contabilizados sem lastro econômico”, informou a PF.

Ainda de acordo com a nota, as apurações apontam indícios dos crimes de manipulação de mercado e associação criminosa.

Entenda

A primeira fase da Operação Disclosure foi deflagrada em junho de 2024, quando policiais federais cumpriram dois mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão contra ex-diretores da empresa Americanas. Também foram cumpridos o sequestro de bens e valores que somavam mais de R$ 500 milhões.

À época, a PF informou que as investigações tiveram a colaboração da atual diretoria da empresa. Os policiais apuraram que os então diretores da Americanas praticaram fraudes contábeis relacionadas a operações de risco sacado, que consiste numa operação na qual a varejista consegue antecipar o pagamento a fornecedores por meio de empréstimo junto aos bancos.

As investigações também constataram “fraudes envolvendo contratos de verba de propaganda cooperada (VPC), que consistem em incentivos comerciais que geralmente são utilizados no setor, mas no presente caso eram contabilizadas VPCs que nunca existiram”, informou a corporação.

Ainda em 2024, as notícias envolvendo a operação que mirou a antiga cúpula do Grupo Americanas trouxeram à tona desafios e limites da regulamentação do mercado financeiro no país, conforme avaliação de especialistas ouvidos pela Agência Brasil e do próprio órgão regulador estatal, que reconhecem fatores que impedem o melhor acompanhamento de balanços contábeis e governanças de grandes companhias.

Entre os aspectos apontados pelos entrevistados estão a necessidade de um equilíbrio entre regulamentação estatal e do próprio mercado; conflitos de interesses que minam a autorregulação; sofisticação de fraudes empresariais, com um “time” estruturado para manipular dados; e orçamento inadequado e falta de pessoal no quadro de funcionários do órgão regulador estatal.

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