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Era uma vez – Contos, Lendas e Cantigas”: espetáculo especial do Dia do Folclore dá vida às lendas gaúchas no Teatro em Família

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A peça que será apresentada no dia 12 de agosto, no Teatro Municipal, revisita contos gaúchos para propor reflexões importantes sobre identidade e diferenças

Crédito: Rodrigo Kão

Em homenagem ao Dia do Folclore, comemorado no dia 22 de agosto, a programação do Téti – Teatro em Família traz aos palcos a peça “Era uma vez: Contos, Lendas e Cantigas”. Com uma abordagem inédita, o espetáculo explora contos tradicionais que fazem parte da rica cultura gaúcha, promovendo reflexões pertinentes ao universo infantil, como o combate ao bullying e o respeito às diferenças. Essa é a quinta apresentação desta temporada do Téti – Teatro em Família, que acontece no dia 12 de agosto (sábado), às 16h, no Teatro Municipal, localizado na Casa da Cultura (Rua Dr. Montaury, 1333), em Caxias do Sul.

A peça reúne o encanto do teatro, a arte da contação de histórias, a elegância da dança e do ritmo da música gaúcha ao revisitar as Lendas de Nossa Senhora Aparecida e do Negrinho do Pastoreio, explorando a intersecção das culturas afrodescendente e gaúcha e abordando temas importantes como o trabalho infantil e a relevância das diferenças na formação da identidade. Uma abordagem que valoriza a identidade cultural do Rio Grande do Sul e também destaca a relevância das lendas e cantigas que fazem parte do folclore da região de forma lúdica e divertida.

A rica ambientação é cuidadosamente elaborada com figurinos inspirados em roupas tradicionalistas e a história é acompanhada por cantigas extraídas do cancioneiro popular gaúcho, bem como composições especialmente criadas para o espetáculo. As músicas são tocadas ao vivo, acompanhadas por violão e percussão. A simplicidade é utilizada com um dos recursos cênicos e o uso de poucos objetos proporcionam um cenário que permite que cada espectador possa explorar sua própria imaginação, criando imagens únicas e se envolvendo com a trama.

Pela importância dos temas abordados, o Grupo recebeu Moção Honrosa aprovada por unanimidade na Câmara dos Vereadores de Gravataí/RS pela trajetória e relevância sócio-cultural do projeto em 2016. Já no ano seguinte o projeto foi contemplado com o Troféu Sônia Paim concedido a entidades que atuam em prol da valorização da comunidade negra.

O espetáculo, que estreou em maio de 2015, já fez mais de 400 apresentações em nove estados do país. Selecionado em editais de Circulação e levando Oficinas de Contação de Histórias para agentes culturais, o espetáculo também já foi indicado e ganhador de diversos reconhecimentos oferecidos ao Teatro, entre eles O Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil, o principal reconhecimento para as artes cênicas voltadas ao público infantil no estado, na categoria de “Melhor e espetáculo”.

Os ingressos antecipados podem ser adquiridos pelo site do Téti ou pelo WhatsApp (54) 9 8434.1531, com valor de R$30 e R$20 meia-entrada. No dia do espetáculo o valor é de R$40. O passaporte família, para até quatro membros, pode ser adquirido por R$80.

O projeto Téti – Teatro em Família é uma iniciativa da Cali Gestão Cultural, viabilizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul e com apoio cultural do Shopping Villagio Caxias e Orquídea Alimentos e apoio da RBS TV Caxias, Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude e Recreio da Juventude.

Sinopse: A partir de dramaturgia inédita, Era Uma Vez: Contos, Lendas e Cantigas revisita as Lendas de Nossa Senhora Aparecida e do Negrinho do Pastoreio, abrindo espaços onde, de forma atraente e delicada, pode-se trabalhar a transversalidade dos elementos das Culturas Afrodescendente e Gaúcha, além de uma reflexão sobre o bullying e as diferenças, trabalho infantil e os aspectos que auxiliam na formação da identidade. É entremeado por cantigas extraídas do Cancioneiro Popular Gaúcho e outras especialmente compostas para o espetáculo, executadas ao vivo acompanhadas por violão e percussão. Vale-se de recursos cênicos simples e poucos objetos, abrindo espaço para que o espectador imagine, envolvendo-se, criando imagens e estimulando o lúdico em uma atmosfera de interação.

Ficha Técnica

Texto e Direção: Guilherme Ferrêra

Elenco: Guilherme Ferrêra e Henrique Gonçalves

Cenografia: Conceição Jobim

Figurino: Lúcia Ferreira

Iluminação: Roger Santos

Sonoplastia: Roger Santos, Henrique Gonçalves e Guilherme Ferrêra

Trilha executada ao vivo: Rococó Produções Artísticas e Culturais

Fotografia: Rodrigo Kão

Identidade Visual: Jéssica Barbosa

Assistente de Produção: Alessandra Bier

Produção e Realização: Rococó Produções Artísticas e Culturais

Serviço:

O quê: Espetáculo “Era uma vez: Contos, Lendas e Cantigas”

Classificação: Livre. Indicação para público infanto-juvenil, a partir de cinco anos.

Quando: 12 de agosto, sábado, às 16h

Onde: Teatro Municipal de Caxias do Sul (Rua Dr. Montaury, 1333)

Quanto: Ingressos antecipados por R$30 (inteira), R$20 (meia)

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Tatiéli Bueno estreia espetáculo inspirado na obra de Milton Nascimento

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A apresentação acontece no dia 3 de setembro, no Teatro do Sesc Caxias do Sul, visitando clássicos de Milton a partir de sua própria identidade artística.

A cantora Tatiéli Bueno estreia, no dia 3 de setembro, no Teatro do Sesc Caxias do Sul, o espetáculo Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento – Tudo o que eu posso ser. O novo trabalho propõe um encontro entre a obra de um dos maiores nomes da música brasileira e a identidade artística da cantora.

O repertório que reúne canções como “Travessia”, “Nada Será Como Antes”, “Maria, Maria”, “Encontros e Despedidas”, “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, “Fé Cega, Faca Amolada”, “Paula e Bebeto”, “Nos Bailes da Vida”, “Certas Canções” e “Tudo o Que Você Podia Ser”.

Os arranjos, assinados por Éder Bergozza, partem da essência das canções sem buscar reproduzir suas versões originais. O resultado é uma sonoridade construída para destacar a voz e a personalidade de Tatiéli. Acompanhada por Éder Bergozza (piano), Gustavo Viegas (contrabaixo), Rodrigo Zorzi (bateria) e Mauro Caldart (guitarra) proposta é visitar esse repertório a partir do olhar, da voz e da personalidade de Tatiéli.

Em Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento, a obra de Milton funciona como ponto de partida para uma experiência que fala de identidade, memória e transformação. É um espetáculo sobre canções que permanecem vivas e sobre o que uma intérprete pode ser quando canta essas canções a partir de sua própria história.

Sobre Tatiéli Bueno

Tatiéli Bueno é cantora e intérprete com trajetória consolidada na música brasileira e latino-americana. Ao longo de sua carreira, desenvolveu uma linguagem própria marcada pela pesquisa, pela escuta e pela diversidade de repertórios.

Em 2025, lançou o EP Meu Lugar, indicado quatro vezes ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria MPB. Também apresenta há onze anos o espetáculo Tributo a Mercedes Sosa, projeto que integra sua trajetória na música latino-americana.

Em Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento, a cantora inaugura uma nova etapa de seu trabalho artístico, colocando sua interpretação e sua identidade no centro do espetáculo.

Ficha técnica:

Tatiéli Bueno — voz e direção artística
Éder Bergozza — piano, produção musical e arranjos
Gustavo Viegas — contrabaixo
Rodrigo Zorzi — bateria
Mauro Caldart — guitarra

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Milton Corlati é o novo presidente da Festa da Uva

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Ricardo Rech

A nova comissão comunitária foi anunciada pelo prefeito Adiló nesta semana.

O atual presidente da Festa da Uva S.A., Milton Corlatti, é o novo presidente da Comissão, acumulando as duas funções.

Os vice-presidentes serão o atual presidente da Câmara de Vereadores, Wagner Petrini, representando o Legislativo; o empresário Valter Minúscoli, pelo Comércio; e o presidente da Microempa, Tiago Fernando de Azevedo, por Serviços e Microempreendedores. O vice-presidente de Indústria será indicado em breve pela CIC. A Comissão Social segue sendo conduzida por Paula Viezzer.

A representação do Legislativo na vice-presidência acompanha a presidência da Câmara de Vereadores, sendo atualizada conforme a composição da Mesa Diretora do Legislativo.

Fernando Bertotto, que deixa o cargo de presidente da Comissão Comunitária, esteve presente na reunião e recebeu os agradecimentos do prefeito Adiló e do vice Néspolo. Eles ressaltaram o trabalho e a dedicação de Bertotto à frente das três edições da Festa da Uva que conduziu.

A próxima Festa da Uva ocorre em 2028. Antes disso, a Comissão também será responsável pela realização da Festa das Colheitas e pelo concurso de escolha da Rainha e das Princesas da Festa da Uva, ambos previstos para 2027.

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Sonora Brasil apresenta a música indígena contemporânea de Gean Ramos Pankararu em Caxias do Sul

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Artista pernambucano do povo Pankararu se apresenta neste dia 30, no Teatro do Sesc, com espetáculo que conecta ancestralidade, identidade e sonoridades.

A música indígena contemporânea ganha espaço na programação do Sonora Brasil em Caxias do Sul. No dia 30 de agosto, domingo, às 18h, o Teatro do Sesc Caxias do Sul (Rua Moreira César, 2462) recebe o músico, compositor e artista indígena Gean Ramos Pankararu, de Pernambuco. A apresentação integra a 28ª edição do projeto, que neste ano tem como tema “Reverberações Afro e Indígenas” e promove a circulação de artistas de diferentes regiões do País.

Natural de Jatobá e residente na Aldeia Bem Querer de Cima, no território indígena Pankararu, Gean Ramos iniciou sua trajetória musical aos oito anos. Seu trabalho é marcado pelo diálogo entre as ancestralidades indígena e negra e por uma sonoridade contemporânea, em uma produção que valoriza as tradições de seu povo e, ao mesmo tempo, amplia as possibilidades da música brasileira.

A apresentação em Caxias do Sul terá duração de 60 minutos e classificação indicativa livre, com acessibilidade em Libras. No espetáculo, Gean compartilha uma produção artística construída a partir de suas vivências e de sua relação com o território, a memória e a identidade Pankararu, apresentando uma perspectiva contemporânea sobre as culturas e as ancestralidades dos povos originários do Nordeste.

Com uma trajetória consolidada em festivais, mostras e projetos culturais no Brasil, o artista também possui experiências em diferentes linguagens. Em 2016, lançou de forma independente o álbum “Inversões”, indicado ao Grammy Awards e ao Indigenous Music Awards, no Canadá, na categoria de melhor disco produzido por indígenas. O trabalho posteriormente ganhou nova edição, com nova mixagem, masterização e capa.

Ao longo da carreira, Gean Ramos também participou de projetos como a Mostra Música Indígena Contemporânea, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, e criou a Mostra Pankararu de Música, realizada em seu próprio território, promovendo experiências de intercâmbio e valorização da cultura Pankararu. Em 2019, recebeu o prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Cinema de Triunfo pelo filme “Deus te dê Boa Sorte”. O artista também foi vencedor, em 2021, do Festival Edésio Santos da Canção, em Juazeiro, na Bahia.

A apresentação é a segunda atração do Sonora Brasil 2026 em Caxias do Sul. A programação teve início em agosto com o duo baiano Cabokaji, que apresentou o espetáculo “Salvaguarda”. A agenda seguirá nos próximos meses com outras expressões da diversidade musical brasileira: em outubro, o município recebe as Suraras do Tapajós, grupo paraense formado por mulheres indígenas, e, em novembro, dentro da programação da 13ª Aldeia Sesc Caxias do Sul, será a vez do grupo gaúcho Nderé Oblé.

Sobre o Sonora Brasil – O Sonora Brasil cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no País.  Promovido pelo Sesc nacionalmente, já alcançou 750 mil pessoas, com 6.098 concertos, de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras. Ao todo, 431 músicos já se apresentaram no circuito que, a cada biênio, aborda duas temáticas diferentes e promove a circulação dos artistas por todas as regiões brasileiras. 

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