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Saúde

Caxias do Sul receberá lote de vacinas contra a covid 

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Paulo Pinto/ Agência Brasil/Arquivo

A Secretaria Estadual da Saúde realiza nesta semana a distribuição de cerca de 65 mil doses de vacinas contra a covid-19 para as Coordenadorias Regionais de Saúde. Cabe a cada uma das 18 regionais distribuir as doses para os municípios da sua área de abrangência. Ao todo, estão sendo enviadas 22.695 doses da vacina do laboratório Moderna e outras 42.230 doses da vacina Pfizer Baby, esta última destinada a crianças entre seis meses e cinco anos de idade.

Além das crianças, são públicos elegíveis para a vacinação de rotina contra o coronavírus os idosos (pessoas com 60 anos ou mais), que devem fazer uma dose a cada seis meses, e as gestantes (uma dose a cada gestação).

A imunização contra a covid-19 conta ainda com a seleção de grupos especiais. Alguns devem fazer uma dose anual, como os trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente e indígenas. Imunocomprometidos (a partir dos seis meses de idade) devem fazer três doses como esquema primário (se nunca foram vacinados) e duas doses anuais.

Caxias do Sul pertence à 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, que irá receber 4.840 doses. 

Veja a distribuição de doses contra a covid-19 por Coordenadoria Regional de Saúde:

1ª CRS (sede Porto Alegre)*

Moderna: 10.360

Pfizer Baby: 5.000

Total: 15.360

*Quantitativo sem considerar o município de Porto Alegre

2ª CRS (sede Frederico Westphalen)

Moderna: 320

Pfizer Baby: 500

Total: 820

3ª CRS (sede Pelotas)

Moderna: 3.835

Pfizer Baby: 1.500

Total: 5.335

4ª CRS (sede Santa Maria)

Moderna: 230

Pfizer Baby: 1.600

Total: 1.830

5ª CRS (sede Caxias do Sul)

Moderna: 240

Pfizer Baby: 4.600

Total: 4.840

6ª CRS (sede Passo Fundo)

Moderna: 385

Pfizer Baby: 3.500

Total: 3.885

7ª CRS (sede Bagé)

Moderna: 385

Pfizer Baby: 700

Total: 1.085

8ª CRS (sede Cachoeira do Sul)

Moderna: 1.195

Pfizer Baby: 1.920

Total: 3.115

9ª CRS (sede Cruz Alta)

Moderna: 340

Pfizer Baby: 270

Total: 610

10ª CRS (sede Alegrete)

Moderna: 1.020

Pfizer Baby: 1.960

Total: 2.980

11ª CRS (sede Erechim)

Moderna: 275

Pfizer Baby: 280

Total: 555

12ª CRS (sede Santo Ângelo)

Moderna: 320

Pfizer Baby: 1.240

Total: 1.560

13ª CRS (sede Santa Cruz do Sul)

Moderna: 645

Pfizer Baby: 1.720

Total: 2.365

14ª CRS (sede Santa Rosa)

Moderna: 75

Pfizer Baby: 600

Total: 675

15ª CRS (sede Palmeira das Missões)

Moderna: 345

Pfizer Baby: 600

Total: 945

16ª CRS (sede Lajeado)

Moderna: 770

Pfizer Baby: 440

Total: 1.210

17ª CRS (sede Ijuí)

Moderna: 230

Pfizer Baby: 1.500

Total: 1.730

18ª CRS (sede Osório)

Moderna: 385

Pfizer Baby: 6.300

Total: 6.685

Porto Alegre

Moderna: 1.340

Pfizer Baby: 8.000

Total: 9.340

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Campanha de Multivacinação 2026 para crianças e adolescentes iniciou nesta segunda-feira em Caxias do Sul

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Com foco na atualização do esquema vacinal dos menores de 15 anos, ação segue até 1º de setembro em todas as UBSs do Município.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) promove mais uma Campanha de Multivacinação. Com foco na atualização do esquema vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos, a estratégia nacional, busca resgatar o público que ainda não recebeu as doses previstas ou que esteja com a caderneta de vacinação atrasada. A ação segue até 1º de setembro, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

 “Muitas vezes uma dose acaba sendo esquecida ou adiada e essa estratégia é uma oportunidade para que as equipes de saúde façam a avaliação da caderneta e completem o esquema vacinal, quando necessário. As vacinas são seguras, gratuitas e representam uma das principais formas de prevenir doenças que podem causar complicações graves, como hospitalizações e até mesmo óbitos. Então, ao vacinar uma criança ou um adolescente, a gente está protegendo não apenas a saúde, mas também contribuindo para uma proteção de toda a comunidade. Vacinar é um ato de cuidado, proteção e responsabilidade. Reforçamos a importância dos pais e responsáveis manter a caderneta de vacinação em dia e procurar as unidades para garantir essa proteção”, pontuou a gerente da Vigilância Epidemiológica da SMS, Andiara Kaefer. 

Imunizações de todo o calendário nacional estarão disponíveis. Porém, agora, com uma atualização. A introdução do segundo reforço da vacina contra poliomilite, para crianças de quatro anos. Com a mudança, o esquema vacinal contra a polio possa ser realizado exclusivamente através da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), aplicado aos dois, quatro e seis meses de idade, com reforço aos 15 meses e agora, também, aos quatro anos. A medida fortalece a proteção das crianças e contribui para manter o país livre da circulação da polivírus.

Atenção – Para vacinar é necessário apresentar a caderneta de vacinação e um documento com CPF da criança e do adolescente.

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Médica-neurologista alerta que saúde do cérebro começa muito antes da velhice

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No Dia Mundial do Cérebro, especialista destaca que sedentarismo, privação de sono e estresse podem acelerar o envelhecimento do órgão, enquanto hábitos saudáveis ajudam a preservar a memória e a autonomia.

O cérebro começa a envelhecer muito antes do surgimento dos primeiros esquecimentos. Por isso, cuidar da saúde do principal órgão do sistema nervoso central não deve ser uma preocupação apenas da terceira idade.

Segundo a médica-neurologista cooperada da Unimed Serra Gaúcha Dra. Paula Caprara Gasperin, diversos fatores do estilo de vida moderno comprometem a saúde cerebral, mas um deles se destaca.

“O principal inimigo do cérebro continua sendo o sedentarismo. Além dele, o uso excessivo de telas, o estresse constante, a privação de sono e o consumo frequente de alimentos ultraprocessados também aceleram o envelhecimento cerebral e aumentam o risco de diversas doenças neurológicas”, explica.

A médica destaca que doenças como o Alzheimer resultam da interação entre fatores genéticos e ambientais. Nesse contexto, as escolhas feitas ao longo da vida têm um papel determinante.

“Existe um conceito chamado epigenética, que mostra que determinados hábitos podem modificar a expressão dos nossos genes. Uma pessoa pode ter predisposição genética para desenvolver Alzheimer, mas fatores como estresse crônico e privação de sono podem favorecer o aparecimento da doença. A boa notícia é que mudanças no estilo de vida também podem reduzir esse risco”, salienta.

Diferença entre esquecimentos ocasionais e sinais de alerta

Outro ponto importante é diferenciar esquecimentos ocasionais dos sinais que merecem investigação médica. Perder as chaves ou esquecer um compromisso esporadicamente nem sempre indica uma doença neurológica. O alerta surge quando as falhas de memória passam a comprometer a autonomia da pessoa e interferem nas atividades do dia a dia.

Além disso, perdas de memória repentinas ou episódios agudos de confusão mental exigem avaliação médica imediata, pois podem estar relacionados a condições neurológicas que necessitam de diagnóstico e tratamento precoces.

A especialista também reforça que manter o cérebro ativo ao longo da vida ajuda a construir uma maior reserva cognitiva, tornando-o mais resistente aos efeitos naturais do envelhecimento. Atividades como leitura, quebra-cabeças, sudoku, palavras-cruzadas e outros exercícios de estimulação mental são aliados importantes, especialmente quando associados à prática regular de atividade física.

“Quanto mais cedo estimulamos o cérebro e mantemos uma vida ativa tanto física como intelectualmente, maior é a nossa capacidade de criar novas conexões neurais. Essa reserva cognitiva funciona como um mecanismo de compensação, ajudando a preservar a memória e a independência no futuro”, pontua.

Para a neurologista, a principal mensagem do Dia Mundial do Cérebro é que envelhecer não significa, necessariamente, perder a memória.

“Precisamos entender que envelhecimento não é sinônimo de esquecimento. Muitas doenças que comprometem a memória podem ser prevenidas ou ter seu risco reduzido com escolhas feitas ainda na juventude. O futuro do nosso cérebro depende das decisões que tomamos hoje”, finaliza.

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UCS e Liga de Combate ao Câncer firmam parceria para criar espaço no Campus-Sede

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Local, no Bloco 70, será uma sala de exercícios para pacientes oncológicos.

Sempre preocupada com as necessidades da comunidade da Serra Gaúcha, a Universidade de Caxias do Sul estabeleceu uma parceria com a Liga Feminina de Combate ao Câncer de Caxias do Sul para prestar cuidados a pacientes oncológicos dentro do Campus-Sede a partir da criação de uma academia de exercícios no Bloco 70.

O espaço será assistido por acadêmicos dos cursos da Área de Ciências da Vida. O trabalho é liderado pelos professores Pedro Lopez e Anderson Rech e pela médica oncologista Janaína Brollo. Os pacientes receberão orientação para uma rotina de exercícios adaptada à sua condição clínica individual. Inicialmente, serão atendidas mulheres com cânceres ginecológicos. Em um segundo momento, serão acolhidos pacientes com qualquer tipo de neoplasia. Os encaminhamentos serão realizados pelo Hospital Geral (HG).

As atividades na academia vão contar com a presença ativa dos pesquisadores que integram o Grupo de Pesquisa em Exercício para Populações Clínicas (GPCLIN), que reúne cerca de 60 acadêmicos. Os discentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) também estarão envolvidos.

Para o reitor da UCS, Asdrubal Falavigna, a parceria reforça a vocação comunitária da Instituição. “O conhecimento ganha seu verdadeiro sentido quando transforma a vida das pessoas. Este espaço representa a união entre o atendimento humanizado aos pacientes oncológicos e a formação de profissionais comprometidos com a excelência”.

A iniciativa é vanguardista no cuidado de pacientes oncológicos no Brasil. Lopez explica que poucos locais no país possuem uma estrutura especializada para esse atendimento. “Uma estrutura pensada dessa forma não é muito comum. Essa iniciativa é comparável a ações semelhantes que ocorrem na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá e na Austrália”, explica.

Para Roseana Pettinelli, presidente da Liga, o espaço será fundamental para colaborar no tratamento. “Será a oportunidade de unir a força da assistência que a Liga presta há mais de 40 anos ao conhecimento científico da Universidade. A academia oncológica vai proporcionar um atendimento baseado em evidências, contribuindo para a qualidade de vida durante o tratamento.” Além da academia, a Liga também vai contar com um espaço de acolhimento. “O projeto vai colocar o paciente no centro de tudo e demonstra que a união entre a UCS e a comunidade pode transformar vidas”, conclui.

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