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Saúde

Vigilância Ambiental em Saúde divulga resultados do terceiro levantamento de infestação pelo mosquito da dengue em 2023

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A coleta de dados consiste em visitas a imóveis em quarteirões definidos por sistema de computador, abrangendo a todo o Município

A Vigilância Ambiental em Saúde, ligada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS), divulga o resultado do Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes aegypti (LIRAa) realizado entre a segunda e a terceira semanas de agosto (09 a 16/08). O LIRAa é realizado quatro vezes ao ano, por meio de uma meta pactuada em legislação federal, e serve para identificar o nível de infestação do mosquito da dengue na cidade. O levantamento ocorre por meio de visitas em quarteirões definidos aleatoriamente em um sistema de computador, abrangendo a todas as regiões do Município.

A exemplo de pesquisas anteriores, a equipe da Vigilância Ambiental em Saúde superou a meta de visitas a serem realizadas para o estudo: foram realizadas 7.998, um total de 1.068 a mais do que o previsto, que era de 6.930. Foram coletadas 27 amostras, entre lavas, pupas ou mosquitos adultos. Destas, exames em laboratório confirmaram que três eram de Aedes aegypti (duas delas em um único imóvel, contabilizando dois focos no total).

Em função desta edição do LIRAa ter sido realizada no inverno, período em que historicamente o nível de infestação é considerado pequeno, o resultado apontado é de baixo risco de epidemia no momento. Mesmo assim, o diretor técnico da Vigilância Ambiental em Saúde, Rogério Poletto reforça que os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue precisam ser mantidos, uma vez que os ovos são resistentes ao frio e a reprodução do inseto tende a acelerar no período do calor. “O ideal é não ter nenhum ambiente que acumule água parada para não arriscar. Em locais com recipientes de captação da água da chuva o cuidado deve ser redobrado. As calhas e extravasores (ladrão) devem ser telados, tampas das caixas bem vedadas e que não tenham rachaduras ou buracos. As caixas não devem ficar abertas em nenhum momento do dia, afinal o mosquito é bem esperto e entra por qualquer espaço para colocar seus ovos”, explica.

Independentemente do período do ano, os agentes de combate às endemias seguem com visitas domiciliares, atividades educativas e monitoramento quinzenal em 197 pontos estratégicos (locais onde há grande probabilidade de surgirem criadouros). As orientações para a população repassadas pela Secretaria da Saúde permanecem as mesmas: limpar pátios, guardar recipientes abertos em locais fechados, descartar corretamente lixo e pneus, higienizar bem bebedouros de animais para impedir a proliferação do mosquito.

Caxias totaliza em 2023, até o momento, 710 focos da dengue e 39 casos da doença (sendo dois contraídos no município).

Foto por Cristhine Martins Goulart/Divulgação

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Hospital Geral de Caxias do Sul recebe R$ 2,5 milhões destinados pela deputada federal Denise Pessôa para área cardiovascular

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Mariana Ávila

O valor será utilizado na realização de cirurgias cardíacas e deverá fortalecer a estrutura e a ampliação do serviço de cardiologia.

“Estamos direcionando esse recurso para uma área que concentra alta demanda na região da Serra e atende casos de grande complexidade. Fortalecer o serviço de cardiologia do Hospital Geral é garantir mais acesso, reduzir filas e, principalmente, salvar vidas. Nosso compromisso é seguir investindo em um SUS mais estruturado e capaz de atender quem mais precisa”, afirmou a deputada.

A destinação dá continuidade a um trabalho já realizado pela parlamentar. Em 2025, Denise Pessôa já havia destinado R$ 2 milhões ao hospital para a mesma área, justamente em razão da alta demanda por atendimentos cardiovasculares. A destinação atende a uma solicitação da bancada do PT na cidade, composta pelas vereadoras Rose Frigeri, Estela Balardin e Lucas Caregnato.

Referência para a Serra Gaúcha, o hospital atende pacientes de média e alta complexidade, sendo a cardiologia um dos serviços mais procurados. O reforço no investimento busca garantir mais agilidade, qualidade no atendimento e ampliação do acesso pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Estoques de sangue do Hemocs precisam de reposição antes do feriado

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Tipo O+ está em estado crítico, já os tipos A+ e O- estão em estado de alerta na unidade.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio do Hemocentro Regional de Caxias do Sul (Hemocs), alerta para a situação dos estoques de sangue no Município. O balanço atualizado nesta quinta-feira (16/04), aponta que o tipo O+ está em estado crítico, já os tipos A+ e O- encontram-se em estado de alerta na unidade.

O diretor-técnico do Hemocs, Roque Domingos Lorandi, reforça o pedido para que a comunidade se mobilize antes do feriadão, já que o Hemocs estará fechado para a coleta nos dois dias (segunda e terça), atendendo apenas hospitais em regime de plantão. “Venho fazer um convite a todos para que compareçam ao Hemocentro para fazer sua doação de sangue. Nós precisamos muito garantir que os estoques estejam adequados para esse feriado que está vindo. Então a gente vem fazer esse apelo para você vir fazer esse ato maravilhoso que é salvar vidas, que é doar sangue”, ressaltou.

A SMS salienta a importância da participação da comunidade nesse gesto solidário, visto que o Hemocentro de Caxias do Sul atende 100% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) na área de abrangência da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, que compreende 49 municípios da região Nordeste. O estoque é essencial para garantir o suporte aos hospitais e pacientes em situações de urgência e emergência, relembrando que cada doação de sangue pode salvar até quatro vidas.

Interessados podem realizar a doação de forma espontânea ou com agendamento prévio pelo WhatsApp (54) 98418-8487 ou telefone (54) 3290-4580. O Hemocs está localizado na Rua Ernesto Alves, nº 2.260, ao lado da UPA Central, e atende de segunda a sexta-feira, das 8h15 às 16h45 (sem fechar ao meio-dia) e aos sábados, das 8h às 12h.

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Secretaria da Saúde implementa Plano de Ação para Redução de faltas em consultas e exames especializados

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Absenteísmo chega a cerca de 20%, gerando desperdício, aumento de filas e atrasos no atendimento, mas usuários seguirão mantendo direito.

A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, está implementando Plano de Ação para Redução de faltas em consultas e exames especializados do SUS (absenteísmo). O problema é que, em alguns serviços, mais de 20% dos pacientes não comparecem aos atendimentos agendados, o que gera desperdício de vagas, aumento das filas e atraso no atendimento de quem realmente precisa.

“Além disso, essas faltas são prejudiciais para todo o fluxo da rede de saúde, pois desorganizam o planejamento dos serviços e impedem que outras pessoas sejam atendidas. E, nos casos de consultas e exames adquiridos pelo Município, isso também representa prejuízo direto ao erário, já que o serviço é disponibilizado e não utilizado”, destacou o secretário municipal da Saúde, Rafael Bueno.

Diante disso, a medida tem três objetivos principais:
• Aproveitar melhor as vagas disponíveis
• Reduzir o tempo de espera da população
• Garantir mais eficiência no uso dos recursos públicos

O plano não é punitivo. Ele organiza melhor o acesso. Quando o paciente falta, ele precisa retornar à unidade básica para reavaliação clínica e novo encaminhamento, entrando novamente na fila conforme critérios médicos.

A medida também busca fortalecer a comunicação com o usuário do SUS:
• A unidade de saúde fará pelo menos duas tentativas de contato, em dias e horários diferentes
• Caso não consiga contato, o agendamento poderá ser cancelado para liberar a vaga a outro paciente

Além disso, começam a ser monitorados os dados de forma mais rigorosa, identificando onde estão os maiores índices de faltas para atuar de forma mais eficiente.

“Outro ponto importante é que o usuário mantém seu direito ao atendimento, podendo procurar a unidade de saúde a qualquer momento, especialmente se houver mudança no seu quadro clínico. Em resumo, é uma medida de gestão responsável, que busca reduzir desperdícios, evitar prejuízo aos cofres públicos, organizar o fluxo da rede e melhorar o acesso à saúde para toda a população”, ressaltou Bueno.

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