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Sindicomerciários lança Campanha Salarial 2022 contra as perdas salariais causadas pela inflação

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https://youtu.be/N0xDdE9QDQs

O Sindicomerciários Caxias inicia nesta quarta-feira, 29 de junho, a Campanha Salarial 2022, com o slogan “Xô inflação, a resposta é a nossa união: 15% já”. A campanha deste ano além de lutar pela renovação das clausulas sócias da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), formada por mais de 80 direitos dos comerciários e comerciárias que as leis trabalhistas não garantem, como auxílio-creche, quinquênios e triênios, e do reajuste dos salários, busca fazer um alerta sobre os retrocessos sofridos nos últimos anos e o descontrole da economia e da inflação, que está corroendo o poder de compra dos trabalhadores.

LUTA PELAS PERDAS SALARIAIS E RENOVAÇÃO DOS DIREITOS

O presidente do Sindicomerciários Caxias, Nilvo Riboldi Filho, explica que “embora a data base da categoria seja 01 de julho, mesmo sem o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano fechado, iniciamos as reuniões com os trabalhadores e representantes dos patrões para debater sobre alternativas e explicar a situação dramática em que os trabalhadores e suas famílias se encontram”. Nilvo lembra que os trabalhadores estão perdendo seu poder de compra, deixando até de comer por causa dos aumentos descontrolados de todos os produtos, “De 2019 para 2022 o aumento de preços do grupo de alimentos essenciais para o brasileiro foi de 48,3%,o dobro da inflação oficial acumulada no mesmo período, que foi de 21,5%. O óleo de soja está 153% mais caro; o café aumentou 88%, a carne bovina, 75%; gasolina, 170%; diesel, 203%; gás de cozinha,119%”, exemplifica. “O Salário Mínimo não consegue comprar nem mesmo uma cesta básica!”, lamenta o presidente da entidade. “Vamos para rua sim, e para mesa de negociação pedir 15%, porque não podemos continuar desta maneira, os comerciários e comerciários foram uma das categorias que mais estiveram na frente de batalha durante a pandemia, merecemos respeito, valorização, dignidade!”.

A vice-presidente do Sindicomerciários, Ivanir Perrone, acrescenta que “além de lutarmos juntos por um salário digno, também defendemos a manutenção e ampliação dos nossos direitos da Convenção Coletiva de Trabalho. Direitos como o auxílio-creche, triênios e quinquênios, quebra de caixa, adicional de horas extras e bonificação pelo trabalho aos domingos e feriados não caíram do céu. Dependem na nossa luta e da nossa união”. Ivanir explica que, tudo isso que foi conquistado pelo Sindicato, ano após ano, precisa ser novamente negociado junto aos patrões. “No entanto, são direitos sobre os quais não abrimos mão. Podemos melhorá-los e ampliá-los, nunca perdê-los ou diminuí-los”, conclui.

TRABALHADORES CONTRA O RETROCESSO

Guiomar Vidor, presidente da Fecosul e CTB-RS, que fez um apanhado da situação política e econômica do país durante a última assembleia da categoria, realizada na noite da última quinta-feira, 23 de junho, destacou que “são várias frentes que estamos lutando para reverter os efeitos dos retrocessos gerados pelos efeitos da agenda regressiva implantada no país após o golpe que levou ao poder o Temer e o atual presidente. Uma agenda que incluiu a retirada de mais de 100 direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.  Uma das frentes destacadas por Guiomar é a campanha pela revogação da reforma Trabalhista (#REVOGAJÁ), outra é a luta pelo Salário Mínimo Regional e, as negociações das Convenções Coletivas para garantir os direitos e as perdas salariais”. Vidor lamenta que “em apenas três anos, triplicamos o número de brasileiros em situação de miséria, de 11, fomos pra 33 milhões”! As “ditas reformas, não geraram nenhum emprego como prometido, pelo contrário, o que vemos é desemprego record, subemprego, precarização  e a volta da fome! Precisamos dar um basta a essa situação. Reconstruir esse país, os trabalhadores não aguentam mais essa realidade onde um litro de leite custa mais de R$ 7 reais. O que fizeram foi tirar a comida, a esperança e a dignidade do trabalhador. Isso é revoltante!”

Nilvo, presidente da entidade, também destacou na assembleia com os comerciários e comerciárias que “não basta só sabermos o índice, precisamos que os trabalhadores tenham o entendimento de como é calculada a inflação. Quais os motivos que fazem irmos em tão pouco tempo, anos, de 2, 3, 9, a 11%? O que está acontecendo em nosso país!” O INPC oficial da categoria só sairá no início de julho mas, a Campanha Salarial “Xô inflação, a resposta é a nossa união: 15% já” já está nas ruas, com material sendo entregue aos trabalhadores. 

O Sindicomerciários Caxias representa quase 20 mil trabalhadores e trabalhadoras do comércio de Caxias do Sul, Flores da Cunha, São Marcos e Nova Pádua. Ao todo, são negociadas dez CCTs: mercados, lojas, farmácias, atacados, atacados de álcool e bebidas, atacados de madeiras, funerários, peças, siderúrgicas e concessionárias.

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Como irão funcionar os serviços municipais neste feriadão de Páscoa

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Ponto da Safra, realizado às sextas, será antecipado para quinta (02.04) nesta semana.

Feiras

Ponto da Safra: será antecipado para quinta (02);

Feira do Agricultor: ocorre normalmente na quinta e no sábado. Na sexta não haverá feira;

Feira Ecológica: ocorre normalmente no sábado;

Codeca: não terá coleta na sexta-feira;

Samae: plantão pelo telefone 115 ou 0800 772.8600;

Trânsito: plantão pelo telefone 118;

Alô Caxias: não haverá atendimento por telefone. Solicitações de serviço devem ser feitas por meio do site sac.caxias.rs.gov.br, no link Alô Caxias;


Conselhos Tutelares Macrorregião Norte e Macrorregião Sul: o atendimento de denúncias é feito pelo telefone de plantão (54) 99620.7633;

Assistência Social: plantão pelo telefone (54) 98404.9921;

Guarda Municipal: plantão no telefone 153;

Centros de Atendimento ao Turista (CATS) Praça Dante Alighieri e Aeroporto: atendimento das 8h às 13h;

Saúde:

Expediente normal nos serviços considerados essenciais como: Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA Central e UPA Zona Norte), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Central de Exames (regime de plantão para urgências e emergências), Central de Regulação de Leitos, Serviço Residencial Terapêutico, Unidade de Acolhimento Adulto e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Reviver;

Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centro Especializado de Saúde (CES) e Agenda+ não terão atendimento no feriado


Hemocs: fechado na sexta, atendendo apenas hospitais, em regime de plantão. Atendimento normal no sábado

Obras: plantão pelo whats (54) 98418-8477

SMEL: campo Municipal e demais espaços fechados de sexta a domingo

Sala do Empreendedor estará fechada

Procon – fechado, com atendimento pelo site www.proconcaxias.com.br;

Central de Vagas: fechada

Estação Férrea: fechada

Praça CEU aberta das 6h às 22h, porém, o administrativo e biblioteca fechados

Centro de Cultura Ordovás

Cinema Ulysses Geremia, Zarabatana Café, Acervo Municipal de Artes Plásticas – AMARP, Galeria e Sala de Exposições, Teatro Valentim Lazzarotto, estarão abertos das 14h às 22h.

Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima (Galeria Municipal Gerd Bornheim, Teatro Municipal Pedro Parenti e Biblioteca Municipal Dr. Demétrio Niederauer, fechados

Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, fechado

Museus Municipais

Casa de Pedra, Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn, fechados

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Comércio poderá abrir normalmente na sexta-feira santa

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Certificado que possibilita atender com presença de funcionários já pode ser emitido.

O comércio varejista de Caxias do Sul, Flores da Cunha, Nova Pádua e São Marcos têm permissão para atender os clientes com a presença de funcionários na Sexta-Feira Santa (03.04). Para atender regularmente, as empresas da categoria, associadas ou não, devem emitir certificado que pode ser impresso no site da entidade por associados em dia com o setor financeiro. O não cumprimento das exigências pode acarretar em multas de R$ 1 mil a R$ 20 mil, conforme a gravidade da infração.

Pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2025/2027, os funcionários podem cumprir jornada de trabalho máxima de seis horas em um único turno, com um prêmio de R$ 161,00 para os municípios de Caxias do Sul, Antônio Prado, Flores da Cunha e Nova Pádua, e de R$ 147,00 para São Marcos, aplicável apenas aos comerciários sindicalizados.

O Sindilojas Caxias destaca a importância de comunicar os clientes sobre o horário de expediente com antecedência. A Assessoria Jurídica da entidade está disponível para esclarecimentos pelos telefones (54) 4009.5517, (54) 99700.2555 e pelo e-mail juridico@sindilojascaxias.com.br.   

Certificado já disponível    

Para os associados categoria Comércio Varejista em dia com o setor financeiro, a emissão do certificado é gratuita e pode ser feita pela Central do Associado. Não associados devem fazer a solicitação pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br, até o dia 02/04 às 12h, com o pagamento do valor de R$ 99,00 por CNPJ. O certificado será enviado por e-mail após o pagamento, sendo necessário estar regularizado em relação à contribuição negocial/assistencial.Informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 4009.5519 (associado Sindilojas Caxias) e pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br (categoria).

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Aprovada a criminalização da misoginia e equiparação ao racismo pelo Senado Federal

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A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais.

O Senado aprovou o projeto de lei que criminaliza a misoginia, definida como ódio ou aversão às mulheres. A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais. Com a equiparação ao racismo, os crimes misóginos não prescrevem e não permitem fiança.

Os senadores rejeitaram um destaque do bolsonarista Carlos Portinho (PL-RJ), que queria colocar no texto direitos que já estavam assegurados na Constituição.

A senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), autora da proposta que segue à Câmara, destaca que a legislação penal já dispõe de normas protetoras como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal, mas não há uma resposta penal específica, mais severa, para a injúria praticada em razão da misoginia, crime cada vez mais frequente.

No projeto, a parlamentar também esclarece o conceito de misoginia: o sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres. “É uma forma extrema e repugnante de machismo, que deprecia as mulheres e tudo o que é considerado feminino, podendo manifestar-se de diversos modos”, conceitua.

Relatora da proposta, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ressaltou que o país viveu, nos últimos anos, uma escalada alarmante de feminicídios e agressões motivadas por desprezo às mulheres.

Apenas em 2025, houve 6.904 vítimas de tentativas e casos consumados de feminicídio, segundo levantamento do Laboratório de Estudos de Feminicídios da UEL.

Nesse contexto, a relatora defende que é impossível ignorar o papel nocivo dos chamados grupos red pill e comunidades que disseminam a falsa ideia de que as mulheres seriam manipuladoras ou inferiores e que encorajam comportamentos hostis contra as mulheres.

“Esses grupos surgiram em fóruns masculinistas e hoje se espalham pelas redes, promovendo violência, desprezo e desumanização das mulheres. Inclusive crianças já estão fazendo parte desses grupos”, lamenta.

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