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Randoncorp passa a oferecer atendimento presencial para candidatos a vagas de emprego da companhia, em Caxias do Sul

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Alex Battistel

Iniciativa amplia acesso a oportunidades com apoio para cadastro e pré-entrevistas .

Para tornar os processos seletivos mais acessíveis à comunidade e fortalecer a sinergia entre candidatos e gestores, a Randoncorp anuncia uma iniciativa de atendimento presencial para recrutamento, em Caxias do Sul. A ação iniciou nesta quarta-feira (11) com o objetivo de aproximar os candidatos às vagas de emprego da companhia. Haverá um espaço em parceria com a Ravi Saúde Corporativa, para atender ao público, com funcionamento sempre às quartas-feiras, das 9h às 16h. 

As atividades propostas com a ação serão, basicamente: suporte para candidatar-se em vagas abertas e/ou cadastrar o profissional no Banco de Talentos; orientações e esclarecimento de dúvidas sobre vagas e etapas do processo seletivo, além do funcionamento da plataforma Gupy; esclarecimento de dúvidas sobre requisitos, prazos e status de candidaturas; apoio no envio de documentação; participação de pré-entrevistas, conforme disponibilidade e aderência às vagas do momento. Os espaços irão oferecer mais praticidade, acolhimento e organização para quem busca participar dos processos da Randoncorp.

A iniciativa vai realizar orientações personalizadas para identificação de vagas mais alinhadas a cada perfil e interesse, além de reforçar uma experiência mais próxima, humanizada e acessível. O atendimento é individual e o processo poderá ser mais ágil caso o interessado leve documento de identificação, carteira de trabalho e certificados sobre escolaridade ou cursos. Cada atendimento presencial será conduzido por um profissional de recrutamento que encaminhará os perfis para todas as empresas do grupo. 

Os canais oficiais de contato são: https://randoncorp.gupy.io/ e pelo telefone (54) 3239.2015 (opção 02 – Recursos Humanos). O atendimento será realizado por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento prévio.

Fonte: ANK Reputation

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Cultura

Acompanhe o cronograma dos blocos de Caxias do Sul neste carnaval

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Após as primeiras atividades realizadas entre os dias 06 e 08 de fevereiro, a agenda se intensifica a partir do próximo fim de semana. No dia 14 de fevereiro acontecem o Bloco da Ovelha, na Rua Tronca, das 11h às 23h, o CarnaPet, no Parque de Eventos da Festa da Uva, a partir das 14h, o bloco Acadêmicos do Luizinho, em frente ao Bar do Luizinho, das 14h às 22h, e o Bloquinho da Ovelha Negra, no estacionamento do CT Engenharia do Corpo – Santa Catarina, das 15h às 23h.

No dia 15 de fevereiro, a programação segue com o CarnaBirra, na La Birra, das 14h às 22h, e o Carnaval Comunitário da Associação Cultural e Recreativa Acadêmicos Filhos de Jardel, na Rua 13 de Maio, das 10h às 22h.

No dia 21 de fevereiro acontecem o Bloquinho do Téti, na Estação Férrea, das 14h às 18h, o Bailinho de Carnaval do Villagio, no Shopping Villagio, das 14h às 18h, e o Bloco da Farofada, na Praça de Galópolis, das 15h às 22h.
Encerrando a programação, o Carnaval das Famílias Samba Show será realizado no dia 15 de março, na Feira Maesa Cultural, com concentração às 14h.

Os blocos e eventos mencionados na programação são iniciativas privadas, organizadas por seus respectivos realizadores. A Secretaria Municipal da Cultura recebeu as informações em formato de calendário, com o objetivo de divulgar e organizar a agenda carnavalesca da cidade, facilitando o acesso do público às atividades.

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Instituto Elisabetha Randon inclui novos cursos e amplia turmas do Programa Iniciação Profissional

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Jovens atendidos passam a contar com formação em plásticos e logística.

O ano começa com novidades para os integrantes do programa Iniciação Profissional, do Instituto Elisabetha Randon (IER). A iniciativa amplia as oportunidades de formação com a oferta dos cursos de Moldador de Plásticos por Injeção e Operador de Processos Logísticos, que passam a contar com turmas realizadas na Frasle Mobility e na sede da Randoncorp, no bairro Interlagos, em Caxias do Sul. As aulas foram retomadas nesta semana.

A ampliação da oferta de cursos faz parte do movimento contínuo do Instituto para qualificar jovens ao mercado de trabalho ao alinhar formação técnica, desenvolvimento humano e novas demandas da indústria da mobilidade. O novo curso de Moldador de Plásticos por Injeção, por exemplo, surge a partir da necessidade de preparar os participantes para tendências tecnológicas do setor, conectando inovação, sustentabilidade e responsabilidade social.

“Essa atualização do programa reforça o nosso compromisso em oferecer uma formação conectada com a realidade da indústria e, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento integral dos jovens”, destaca a diretora-presidente do Instituto Elisabetha Randon, Maurien Randon Barbosa.

No ano passado, o programa realizou um projeto piloto em parceria com a Simplás, SENAI, Sebrae e Instituto Federal, que contribuiu para a estruturação do novo formato.

O Programa Iniciação Profissional tem como missão preparar jovens para a inserção no mercado de trabalho por meio de uma formação técnica e humanística, promovendo inclusão social e ampliação de perspectivas profissionais. A iniciativa é voltada a adolescentes entre 15 e 16 anos, que realizam a formação em parceria com o SENAI.

Ao longo de seus 21 anos de existência, o programa já beneficiou cerca de 1,3 mil adolescentes, reforçando o papel do Instituto Elisabetha Randon como agente de transformação social por meio da educação e da qualificação profissional.

Foto: Bruno Rosa

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Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6×1

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Impacto no custo atingiria menos de 1% em grandes setores.

Os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário mínimo no Brasil, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho. 

A conclusão é de estudo publicado nesta terça-feira (10) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que analisa os efeitos econômicos da eventual redução da jornada atualmente predominante de 44 horas semanais, associada à escala 6×1, que estabelece um dia de descanso a cada seis trabalhados.

A redução da jornada de trabalho teria um custo de menos de 1% em grandes setores, como indústria e comércio, mas alguns setores de serviços que dependem de mais mão de obra podem precisar de políticas públicas, avalia o Ipea. 

Os pesquisadores citam, por exemplo, os reajustes históricos do salário mínimo, como os de 12%, em 2001, e 7,6% em 2012, que não reduziram o nível de empregos.

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A jornada geral de 40 horas semanais elevaria o custo do trabalhador celetista em 7,84%, mas, dentro do custo total da operação, o efeito é menor, diz o pesquisador Felipe Pateo.

“Quando a gente olha para a operação de grandes empresas na área de comércio, da indústria, a gente vê que o custo com trabalhadores representa às vezes menos que 10% do custo operacional da empresa. Ela tem custo grande de formação de estoques, custo de investimento em maquinário”, explica.

Já empresas de serviços para edifícios, como vigilância e limpeza, podem ter um impacto maior, de 6,5% no custo da operação. Nesses casos, seria necessária uma transição gradual para a nova jornada. O mesmo serviria para pequenas empresas, que podem ter até mais dificuldade para adaptar as escalas de trabalho, segundo Pateo.

“A gente vê que esse tempo de transição também é muito importante para as empresas menores. E você precisa abrir possibilidades de contratação de trabalhadores em meio período, por exemplo, que possam suprir eventualmente um tempo de funcionamento num fim de semana, caso a redução de jornada possa dificultar esse processo”, observa.

Combate a desigualdades

O estudo também aponta que jornadas de 44 horas concentram trabalhadores de menor renda e escolaridade. Para o pesquisador, a redução da jornada pode reduzir desigualdades.

“Quando a gente reduz a jornada máxima para 40 horas, a gente bota esses trabalhadores que estão nos empregos de menores salários, de menor duração do tempo de emprego, em pé de igualdade, pelo menos na quantidade de horas trabalhadas. E a gente acaba aumentando o valor da hora de trabalho desses trabalhadores. Então isso faz com que eles se aproximem das condições dos trabalhadores nas melhores situações trabalhistas”, argumenta.

Segundo a pesquisa, a remuneração média para quem trabalha até 40 horas por semana é de R$ 6,2 mil. Já os trabalhadores de 44 horas recebem, em média, menos da metade. Esses trabalhadores com jornada maior também têm menor escolaridade. 

Segundo o estudo do Ipea, mais de 83% dos vínculos de pessoas com até o ensino médio completo estão nessa condição, proporção que cai para 53% entre aqueles com ensino superior completo. Diferentemente de outras características sociodemográficas, a incidência de jornadas estendidas mostra forte associação com o nível de escolaridade.

A grande maioria dos 44 milhões de trabalhadores celetistas registrados na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) em 2023 tinha jornada de 44 horas semanais. Ao todo, eles somam 31.779.457, o que equivale a 74% dos que tinham jornada informada. Em 31 dos 87 setores econômicos analisados, mais de 90% dos trabalhadores têm jornadas acima de 40 horas semanais. 

A Rais é uma declaração obrigatória na qual empresas brasileiras informam ao Ministério do Trabalho dados sobre seus funcionários, vínculos empregatícios e salários.

Empresas menores

Um desafio apontado no estudo do Ipea é para as empresas de menor porte, pois elas têm, proporcionalmente, mais trabalhadores com jornadas superiores a 40 horas. Enquanto a média nacional indica que 79,7% dos trabalhadores têm jornadas superiores a 40 horas semanais, esse percentual sobe para 87,7% nas empresas com até quatro empregados e para 88,6% naquelas que empregam entre cinco e nove trabalhadores. 

Os trabalhadores atualmente submetidos a jornadas superiores a 40 horas somam 3,39 milhões nas empresas com até quatro empregados e 6,64 milhões quando se consideram aquelas com até nove trabalhadores.

Esses setores incluem, por exemplo, segmentos da área de educação, atividades de organizações associativas e outros serviços pessoais, como lavanderias e cabeleireiros, nos quais predominam jornadas estendidas entre empresas com até quatro trabalhadores.

Debate

A redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas e o fim da escala 6×1 entraram de vez no radar político do país neste início de ano

Nesta terça-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que uma das prioridades da Casa neste ano é justamente votar esses direitos trabalhistas. Em suas redes sociais, Motta escreveu que a análise pelos deputados pode se dar em maio. 

Atualmente, duas propostas estão sendo discutidas na Casa sobre o assunto: uma da deputada Erika Hilton, a PEC 8/25, e outra pelo deputado Reginaldo Lopes, a PEC 221/19

Na mensagem enviada ao Congresso Nacional, na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também colocou o tema entre as prioridades do governo para o semestre.

Fonte: EBC

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