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Presidente do TRT4 é recebido na CIC Caxias

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O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), desembargador Francisco Rossal de Araújo, esteve em visita institucional à Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC Caxias) nesta quinta-feira (31), quando foi recebido pelo presidente da entidade, Celestino Oscar Loro, pelo vice-presidente de Serviços, Eduardo Michelin, membros do Conselho do Trabalho (Contrab) da CIC Caxias, diretores, presidentes de sindicatos patronais e empresários. Araújo ressaltou que o encontro tinha por objetivo fortalecer as relações institucionais e facilitar o debate entre o Tribunal Regional do Trabalho e a comunidade. “A ideia é conhecer as características de cada cidade e estabelecer um diálogo institucional e imparcial com empresários, trabalhadores e Poder Público”, frisou Rossal, que, além de Caxias do Sul, deve visitar todos os municípios gaúchos que possuem Varas do Trabalho nos próximos dois anos. 

O presidente do TRT4 veio acompanhado do diretor da Escola Judicial do TRT4, desembargador João Paulo Lucena, supervisora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) no 2º Grau, juíza Aline Fagundes, ouvidor do TRT4, desembargador Clóvis Fernando Schuch dos Santos, titular da 4ª Vara do Trabalho de Caxias do Sul, juiz Rafael Marques, e a juíza do Trabalho Ana Julia Fazenda Nunes. 

Rossal, que é natural de Alegrete (RS)e ingressou na magistratura em 1990, falou sobre o papel da Justiça do Trabalho nas áreas de mediação e conciliação e ressaltou que a atuação da instituição ocorre tanto na conciliação de ações judiciais individuais como na mediação de conflitos coletivos. Ele também passou informações sobre o retorno das audiências presenciais após dois anos de pandemia e da força-tarefa para agilizar os processos represados neste período.

O presidente da CIC Caxias enalteceu a iniciativa do TRT4 e falou da importância desta aproximação da Justiça do Trabalho com a classe empresarial na busca de estabelecer um ambiente harmônico entre capital e trabalho. Celestino ressaltou que o tema da segurança jurídica nas relações de trabalho é de grande relevância para os empresários continuarem atundo na geração de empregos, renda e impostos.

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Negócios

RS Innovation Agro 2023 supera em público e negócios

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Evento já está consagrado no segmento de inovação

Esteio, 3 de setembro de 2023. A 2ª edição do ecossistema de inovação da 46ª Expointer, conseguiu oportunizar a geração de novos negócios, a troca de parcerias e know-how entre empresas expositoras, hubs e startups. Os mais de 70 mil visitantes que passaram pelo Espaço, nos nove dias da feira, puderam conferir as novidades das 70 startups participantes da edição desse ano.

Este ano, as agtechstrouxeram produtos, serviços e pesquisasque solucionamgaps no manejo, produção, criação de raças, gestão personalizada e aténutrição sustentável a partir de insetos. Foram nove Hubs que participaram como observadoras nos pitches escolheram novos negócios e projetos para investir, acelerar e alavancar. Além disso, as oito empresas expositoras informaram que conseguiram efetivar boas parcerias e vendas durante a feira.

Segundo o presidente da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Raça (FEBRAC), João Francisco Bade Wolf, a inovação que o agronegócio brasileiro vem promovendo nos últimos 10 anos é um exemplo para o mundo. “Somos referência em manejo sustentável, em criação de soluções de gestão e de máquinas e implementos.Temos um dos maiores parques de pesquisa biológica no melhoramento orgânico de grãos, mudas e de combate a pragas. E, por incrível que pareça, nem o próprio brasileiro sabe disso. Imagina a comunidade internacional”, afirma João. Para ele, é por esta razão que o RS INNOVATION AGRO na Expointer tem feito sucesso desde sua 1ª edição. “Precisamos comunicar de forma eficaz e abrangente os talentosdos pesquisadores e empreendedores, inovações e soluções sustentáveis que oBrasil possui, ressalta.  

Os valores dos investimentos realizados e dos produtos e serviços negociados na edição deste ano, serão contabilizados ao longo dos próximos meses. A expectativa é de superar os 3,5 milhões alcançados durante os 10 meses pós-Expointer de 2022. “Fomos surpreendidos com os números de negócios finalizados e de produtos e serviços vendidos dentro do espaço este ano, mas os valores devem ser contabilizados durantes nos próximos meses, revela o vice-presidente da Febrac, Eduardo Borges de Assis. Para o dirigente, o mais importante foram as conexões que o espaço oportunizou. “Conseguimos ‘plugar’ ideias e empresas, investidores a empreendedores”, explica Eduardo.

Além dos negócios, palestras, pitches e apresentação de projetos que levaram muito conhecimento e novas visões, foram as parcerias que tornaram o RS INNOVATION AGRO uma realidade.“A construçãodessa relevância devea ação direta da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS (SICT), o apoio da Secretaria de turismodo RS e o endosso do Banrisul e do SebraX, BRDE e BADESUL, que foram os patrocinadores, explica o presidente da Febrac. Para 2024, os realizadores do RS INNOVATION AGRO ainda mantêm mistério sobre as novidades, atrações e o número de empresas expositoras e startups já confirmadas.    

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Aeroporto de Vila Oliva é pauta no Ministério de Portos e Aeroportos

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A construção do Aeroporto Regional da Serra Gaúcha (Vila Oliva) foi debatida hoje pelo ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, pela deputada federal Denise Pessôa (PT), pelo senador Luiz Carlos Heinze (PP), pelo prefeito de Farroupilha Fabiano Feltrin (PP) e pelo deputado federal Maurício Marcon (PODE). O ministro sugeriu o encaminhamento de um projeto de modelagem a ser feito pelos prefeitos da região.

POSICIONAMENTO ESTRATÉGICO PARA UM DOS PRINCIPAIS DESTINOS TURÍSTICOS DO PAÍS – GRAMADO

“Um relatório apontou que as condições climáticas de lá (de Vila Oliva) são muito mais favoráveis do que no aeroporto de Porto Alegre – ali tem muito menos incidência de neblina. Essa questão climática vai colocar esse aeroporto como sendo o principal do Rio Grande do Sul”, afirmou a deputada federal Denise Pessôa, que fez referência ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) publicado em 2020. De acordo com o documento, “Embora o Aeroporto Regional de Caxias do Sul – Hugo Cantergiani esteja distante aproximadamente 65 km de Gramado (o município mais procurado por turistas na Serra), costuma fechar com frequência devido às condições climáticas da região e tem voos cancelados ou transferidos para Porto Alegre. Sendo assim, a localização do novo Aeroporto Regional da Serra Gaúcha possui uma posição estratégica em relação aos municípios da Região das Hortênsias (Gramado, Canela e Nova Petrópolis)”.

A cidade de Gramado recebe aproximadamente 6,5 milhões de turistas por ano e superou a cidade do Rio de Janeiro nas buscas de viajantes brasileiros no site de hotelaria e hospedagem Booking.com para as férias de julho deste ano no Brasil, destacando-se como um dos principais destinos turísticos do país.

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA, INFRAERO E MODELAGEM

A possibilidade de uma Parceria Público Privada (PPP) que envolveria o aeroporto, a estrada de acesso, a ponte a ser construída, o terminal de carga e um eventual pedágio foi discutida. O ministro também manifestou a possibilidade de a administração ficar sob responsabilidade da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO) que, por ser pública, dispensa licitação. “Digamos que você me apresenta a modelagem. Como ela funciona aqui? Passa pelo tribunal de contas e depois passa pela agência – uma de aviação, por causa do aeroporto, e outra terrestre, por causa da pista. Depois é feita uma licitação, um leilão”, apontou o ministro França. Um estudo preliminar de viabilidade do empreendimento, apresentado em junho pela empresa Infra SA, apontou que o Aeroporto de Vila Oliva terá custo estimado de R$ 520 milhões e que a estimativa é de receber até 2,5 milhões de passageiros por ano.

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Em cerimônia histórica, Tarciana Medeiros toma posse como primeira presidenta do BB em 214 anos

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“É preciso ter a cabeça mais arejada”, diz Lula durante solenidade; nome da executiva é bem visto entre trabalhadores

Presente na posse de Tarciana Medeiros, Lula disse desejar que o BB se torne “campeão em crédito consignado” – Stuckert/Divulgação

Passaram-se mais dois séculos até que o Banco do Brasil (BB) pudesse, enfim, contar com uma mulher na presidência da empresa. Foi na noite desta segunda-feira (16), em meio a uma cerimônia festiva, que a instituição escreveu uma das páginas mais marcantes de sua trajetória, com a posse da executiva Tarciana Medeiros como nova dirigente máxima da companhia.

Empossada diretamente pelo presidente Lula (PT), Tarciana pertence aos quadros do próprio BB há mais de duas décadas, tem 44 anos, é negra, nordestina, defensora das causas do segmento LGBTQIA+ e ex-feirante. Em seu primeiro discurso à frente da empresa, ela destacou algumas dessas características, agradeceu ao petista pela indicação e fez menção à promoção da diversidade na companhia.

:: Mulheres vão ocupar presidência do BB e da Caixa pela primeira vez; veja quem são ::

“A diversidade estará presente como marca dessa gestão. E não vamos ficar apenas no aspecto simbólico da minha nomeação. Construiremos um diagnóstico preciso. Adotaremos medidas concretas para diversificar ainda mais os times e as lideranças, enriquecendo o debate de ideias, a proposição de soluções e a tomada de decisões. O Banco do Brasil vai vivenciar a diversidade plena, na prática”, entoou a nova presidenta da empresa.  


“Não vamos ficar apenas no aspecto simbólico da minha nomeação”, disse Tarciana Medeiros, ao falar da relevância da diversidade na gestão / Stuckert/Divulgação

Pelo valor simbólico e inédito da escolha de uma mulher para chefiar a instituição, o recorte de gênero foi lembrado pelos diferentes presentes que prestigiaram a cerimônia. “Não basta [o banco] ser público. É preciso que as pessoas que dirigem tenham a cabeça mais aberta, tenham a cabeça um pouco mais arejada para entender que determinadas coisas vão acontecer como novidade porque nunca tinham acontecido. Eu fico estarrecido de estar aqui hoje na sua frente sabendo que você é a primeira mulher a chegar à presidência”, disse Lula, ao se dirigir a Medeiros.

”O fato de ela ser negra diz mais ainda sobre o valor histórico deste momento”, acrescentou a ministra da Cultura, Margareth Menezes, que também discursou no evento. “É uma conquista dos funcionários, uma conquista do povo”, emendou.

Mudança

O nome de Tarciana Medeiros é bem aceito entre entidades que representam trabalhadores do sistema bancário. O segmento comemora, por exemplo, o fato de a nova presidenta ser uma funcionária de carreira. A executiva não veio exatamente de base trabalhista, mas é bem vista entre os colegas. Entre outras coisas, Tarciana é administradora e pós-graduada em Marketing e Liderança, Inovação e Gestão. Ela ocupou diferentes funções de gerência e passou por unidades do BB em pontos distintos do país, do Nordeste ao Norte e com passagem pelo Distrito Federal (DF), por exemplo.  

“Quando é assim, a pessoa que está na presidência tende a ter uma preocupação maior com a empresa do que alguém que não é do banco. O que a gente enxerga de melhor nisso tudo é a quebra de paradigma, pelo fato de o Lula confiar a uma mulher a chefia da maior empresa pública financeira da América Latina. Este momento é muito importante para a gente e a gente bota fé que ela fará um grande mandato à frente do banco”, disse ao Brasil de Fato o secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Gustavo Tabatinga, que é funcionário de carreira da empresa há 22 anos.

A mudança de governo no âmbito da gestão federal amplia os horizontes das entidades trabalhistas do ramo. “É que agora temos uma perspectiva de reconstrução para o BB”, exemplifica Tabatinga.  

Cenário

Tarciana Medeiros assume o cargo no momento em que o BB comemora as cifras colhidas no último período. No terceiro trimestre de 2022, a empresa teve o maior lucro nominal da história, com R$ 8,1 bilhões, considerando os bancos de capital aberto do país. O montante representa uma alta de mais de 70% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Paralelamente, o BB também conviveu com o fantasma da privatização, pauta que se destacou no governo Bolsonaro (2019-2022) em relação a diferentes estatais de importância nacional. O banco foi alvo ainda de duras críticas nos últimos anos por conta da forma como vinha conduzindo a sua cartilha de atuação.  

Sob a gestão de Bolsonaro, a empresa recebeu queixas pela imposição de metas abusivas e que adoecem os trabalhadores, praticou juros altos e, entre outras coisas, fechou uma série de agências. Dados do Banco Central mostram que foram mais de 380 unidades com funcionamento encerrado em 2021, ano em que foi lançado um “plano de reestruturação”.

O diretor-executivo do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, João Fukunaga, aponta que isso está entre os principais desafios que a gestão de Tarciana Medeiros deverá enfrentar à frente do banco para fazer com que ele volte a ser indutor do desenvolvimento nacional.

“Nas cidades, se a gente observar, você vai ver que o BB fechou agências no entorno das periferias. Hoje você tem inúmeras filas de pessoas que precisam de crédito. Muitos microempreendedores individuais estão endividados e estão atrás de crédito sustentável, diferenciado ou simplesmente um crédito normal. Então, o banco pode atuar nesse segmento”, cita.

Economia

Função amplamente proclamada pelo segmento dos trabalhadores do BB e outros atores políticos e sociais, bem como pelo próprio presidente Lula, o papel de gerador do desenvolvimento tende a ser fortalecido na nova gestão do BB. Com visão progressista, o chefe do Executivo tem defendido essas e outras medidas, com destaque para ações que incluam a população menos favorecida entre as políticas do banco.

“Quero que a gente seja o campeão em crédito consignado. E eu quero mostrar para vocês uma coisa que eu dizia em 2003 e vou dizer agora: o pobre neste país não é o problema. Ele é a solução na medida em que é incluído na economia. E nós vamos outra vez incluir o povo pobre na economia e queremos que o BB cumpra a sua parte”, disse Lula.

Com 214 anos de existência, o BB é uma das maiores instituições financeiras do país, opera como sociedade de economia mista e tem o governo federal como detentor de 50% das ações. “Temos 1 milhão de acionistas e continuaremos gerando o retorno adequado ao capital que investiram na empresa. O BB continuará a ser um banco rentável e sólido, criando valor para a sociedade. Podemos, sim, conciliar nossa atuação comercial com uma atuação pública”, disse Medeiros, ao citar ainda a intenção de ampliar a oferta de crédito “de forma criteriosa”.

Edição: Vivian Virissimo

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