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Economia

Horti Serra Gaúcha retorna após 10 anos em novo formato

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Projeto do Horti Serra, em Fazenda Souza; área terá espaço para cultivos experimentais

O  7º Horti Serra Gaúcha voltará a movimentar o setor agrícola da região. O evento está marcado para ocorrer em 21 de março. A proposta inicial é que o Horti Serra ocorra de forma bienal, intercalado à Festa da Uva, na localidade de Fazenda Souza, interior de Caxias do Sul, onde está sendo preparada uma área especial para cultivos experimentais e futuras mostras de tecnologia e inovação. Para este ano, as atividades serão divididas em dois locais: Fazenda Souza pela manhã (abertura e estações demonstrativas) e Pavilhões da Festa da Uva à tarde (painéis e outras atividades).

Caxias do Sul é destaque na produção agrícola. Os carros-chefes são a produção de uva (68 mil toneladas/ano) e maçã (61,3 mil ton/ano), segundo último Censo Agropecuário do IBGE (2017). Também são itens destacados tomate (22,8 mil ton/ano), caqui (21,8 mil ton/ano) e cenoura (10 mil ton/ano), entre outros cultivos.

O Comitê Organizador do Horti Serra é formado pela Prefeitura de Caxias, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SMAPA), CIC Caxias (Diretoria de Agronegócios), Emater/RS, Embrapa, Escola Família Agrícola (AEFASERRA), Faculdade Ideau, Governo do RS, Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade Estadual do RS (Uergs), Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Caxias do Sul e Sindicato Rural de Caxias do Sul. O evento conta com patrocínio do Banrisul.

Confira a programação do Horti Serra 2025:

Data: 21/03/2025 (sexta-feira)

Local do Evento

Manhã: Área do Horti Serra – Estrada Municipal Luiza Arsego Meneguzzi,1.360, distrito de Fazenda Souza, localidade de São Roque, junto a antiga FEPAGRO.

*Em caso de chuva o evento será no Bolicho dos Piardi

Tarde: Bolicho dos Piardi – Rua Ivo Remo Comanduli, 1431, Portão 03, Parque da Festa Nacional da Uva.

8h30min – Recepção e cadastramento

9h às 10h – Abertura oficial e apresentação do projeto

10h às 11h45min – Estações

Estação I – Sistema Plantio Direto em Hortaliças – SPDH

Responsável: SEAPI e EFASERRA

Estação II – Qualidade e procedência de mudas de frutíferas

Responsável: UCS e EMBRAPA

Estação III – Utilização de drones na agricultura

Responsável: IDEAU

Estação IV – Herbicidas hormonais: legislação e medidas de mitigação de riscos na horticultura

Responsável: EMATER

12h às 14h – Intervalo para almoço

14h às 16h30min – Painéis

Painel I – Sistema Antigranizo com iodeto de prata

Palestrante: Meteorologista João Luis Walter Rolim

Painel II – Programa Antigranizo no Estado de Santa Catarina

Palestrante: Engenheiro Agrônomo Jean Carlo Ribeiro

Painel III – Incidência de granizo na Serra Gaúcha e Campos de Cima da Serra

Palestrante: Meteorologista Flávio Varone

16h30min às 17h – Lançamento das Estações Meteorológicas para Monitoramento Climático em Caxias do Sul – CIC Caxias do Sul

17h – Encerramento das atividades

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Destaque

Prévia da inflação fica em -0,40%, a menor desde agosto de 2022

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Bônus de Itaipu e alimentos ajudaram a derrubar o IPCA-15.

O desconto do Bônus de Itaipu na conta de luz e os preços dos alimentos ajudaram a jogar a prévia da inflação de agosto para baixo e fazer o índice fechar o mês em -0,40%, a menor desde agosto de 2022, quando marcou -0,73%.

Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em julho o indicador tinha marcado 0,06%. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula 4,24% em 12 meses.

Bônus na conta de luz

Dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE, cinco apresentaram deflação no mês:

Alimentação e bebidas: -0,57% (impacto de -0,12 ponto percentual)

Habitação: -1,41% (-0,22 p.p.)

Artigos de residência: 0,04% (0 p.p.)

Vestuário: -0,20% (-0,01 p.p.)

Transportes: -1% (-0,20 p.p.)

Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,05 p.p.)

Despesas pessoais: 0,66% (0,07 p.p.)

Educação: 0,46% (0,03 p.p.)

Comunicação: -0,02% (0 p.p.)

O preço da energia elétrica residencial foi o subitem que mais puxou a prévia da inflação para baixo, recuando 6,25% (-0,26 p.p.). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto que consumidores receberam na conta de luz.

Alimentos

O grupo alimentação e bebidas (-0,57%) foi influenciado pela alimentação no domicílio, que ficou 0,97% mais barata.

Veja os alimentos que mais caíram de preço:

tomate: -27,38%

batata-inglesa: -25,14%

cenoura: -17,05%

café moído: -2,31%

Queda na gasolina

A deflação no grupo transportes foi puxada principalmente pelo preço da passagem aérea, que recuou 13,30% no mês. Os combustíveis também contribuíram (-1,43%). Foram registradas quedas no etanol (-3,63%), na gasolina (-1,23%) e no óleo diesel (-0,71%).

IPCA-15 e IPCA

O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de julho a 14 de agosto.

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.

O IPCA-15 coleta preços de 367 produtos e serviços (10 a menos que o IPCA) em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju).

O IPCA cheio de agosto será divulgado em 11 de setembro. O boletim Focus da última segunda-feira (24), sondagem do Banco Central (BC) com instituições do mercado financeiro, aponta que o mercado espera que a inflação de agosto fique em -0,18%. 

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Mercado mantém estáveis projeções para inflação, juros, PIB e dólar

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Boletim Focus projeta inflação de 5,02% e Selic de 13,75% em 2026.

As expectativas do mercado financeiro para a inflação, a taxa básica de juros, o crescimento da economia e câmbio permaneceram estáveis na comparação com a semana passada, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central.

Para 2026, a projeção para a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 5,02%. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) também permaneceu em 1,98%. As projeções para o dólar ao fim do ano e para a taxa básica de juros (Selic) seguiram em R$ 5,20 e 13,75% ao ano, respectivamente.

O cenário reflete estabilidade nas expectativas para os principais indicadores acompanhados pelo mercado financeiro.

A projeção para a inflação continua acima da meta contínua perseguida pelo Banco Central. Para alcançá-la, a autoridade monetária utiliza como principal instrumento a taxa Selic, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, medida que ajuda a reduzir a inflação porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Por outro lado, taxas elevadas podem dificultar a expansão da atividade econômica.

2027

Já a previsão de crescimento do PIB indica a expectativa do mercado para o desempenho da economia brasileira. O indicador representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

O boletim também mostrou pequenas alterações nas estimativas para 2027. A projeção para o IPCA passou de 4,22% para 4,24%, enquanto a previsão de crescimento do PIB recuou de 1,52% para 1,50%. A estimativa para o dólar subiu de R$ 5,28 para R$ 5,29. A expectativa para a Selic permaneceu em 12% ao ano.

Divulgado semanalmente pelo Banco Central, o Relatório Focus reúne projeções de instituições financeiras para os principais indicadores da economia brasileira.

IBGE

A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês consecutivo e ficou em 0,07% em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta contínua de inflação, fixada em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

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Divulgados o custo da Cesta Básica e o IPC de Caxias do Sul do mês de julho

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Dados são do Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais da Universidade de Caxias do Sul.

O Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais (IPES) da Universidade de Caxias do Sul divulgou nesta semana o custo da Cesta Básica no município referente ao mês de julho, que é de R$ 1.623,84. O resultado representa uma alta de 0,29% em relação ao mês anterior, quando custava R$ 1.619,14. No período, dos 47 produtos que compõem a cesta, 21 aumentaram de preço, 19 tiveram variação negativa e 7 permaneceram inalterados. Entre eles, os de maior alta no mês foram o mamão (26,78%), o apresuntado (17,24%), a alface (11,56%), a farinha de trigo (9,02%) e a banana (6,79%). Confira o levantamento completo.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Caxias do Sul, também apurado pelo IPES, indica uma elevação nos preços de 0,05% em julho, contra uma alta de 1,25% do mês anterior. Com esse resultado, a variação percentual acumulada do IPC-IPES nos últimos 12 meses alcançou 5,13%, correspondendo a um aumento médio mensal no período de 0,43%. Dos 320 subitens que compõem a estrutura do IPC, 112 aumentaram de preço, 105 tiveram os valores reduzidos e 103 permaneceram inalterados. Clique para acessar.

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