Geral
Embaixatrizes da Festa da Uva 2024 recebem o título em evento que celebrou a imigração italiana e seus costumes.
Publicado em
3 anos atrásem
Com trajes e tiaras especialmente criados para a ocasião, candidatas a Rainha e Princesas receberam o título durante Filó.
O Filó das Embaixatrizes, realizado no dia 8 de julho, concedeu oficialmente esse título às 15 candidatas a Rainha e Princesas da Festa Nacional da Uva 2024. O evento, que reuniu cerca de 1 mil pessoas, contou com pratos típicos da gastronomia italiana e apresentação do Grupo Girotondo animando os participantes.
Na oportunidade, foram apresentados os trajes de vindimadoras desta edição da Festa, criados pela estilista Ana Dotto, com curadoria de Elisa Kuver, Eliana Cristina Buffon e Tatiana Totel da subcomissão de estilo da Festa da Uva. O modelo foi inspirado na roupa usada pela soberana Zila Turra em sua coroação como Rainha da Festa da Uva de 1958. Os vestidos foram confeccionados por Iraci Maria Thomé. Os tecidos, doados pela loja Magnabosco e a estamparia da saia foi doação do Grupo Pellin. A Malharia Gida contribuiu com as vestes em tricô e o Grupo Brisa presenteou as embaixatrizes com os calçados que complementam o traje. Já as novas tiaras que coroaram as embaixatrizes foram idealizadas pela designer de joias Camila Vieira e confeccionadas por Cristiano Borth, da Chic Line.
De acordo com Elisa Kuver, da Subcomissão de Estilo da Festa Nacional da Uva, o Filó das Embaixatrizes representa a alma desbravadora e festiva da colonização italiana, sendo um momento onde Caxias do Sul orgulhosamente honra suas origens, celebrando a colheita e o caráter comunitário da Festa da Uva. “Nossos antepassados se reuniam para colocar as conversas em dia e para comer. Seguindo e mantendo as tradições, o Filó é o segundo maior evento do calendário pré festa, onde a comunidade celebra as candidatas que recebem as faixas e tiaras de embaixatrizes.”
O presidente da Festa Nacional da Uva, Fernando Bertotto, ressaltou que o Filó é um encontro informal e divertido, que passa à comunidade a alegria que é fazer parte de um evento tão importante para a cidade e à região. “É nesse clima de celebração que convidamos a todos para participarem da escolha da Rainha e Princesas da Festa da Uva 2024, que será no dia 26 de agosto”, informa.
Saiba mais sobre o vestido das embaixatrizes
Na ocasião, as meninas desfilaram um novo traje, o vestido das vindimadoras, tradicional peça que remete à história das mulheres que colhem as uvas dos parreirais. Com design criado pela estilista Ana Dotto, a peça teve como inspiração o vestido usado por Zila Turra em sua coroação como Rainha da Festa da Uva de 1958, originalmente concebido pela costureira Corina Frigeri Wainstein, reconhecida por ser responsável pela confecção dos trajes das soberanas de 1958 até 2002. “Corina foi uma das costureiras que mais contribuiu para a Festa da Uva, e o vestido usado como referência foi o primeiro que ela fez nessa colaboração, de uma sequência impecável”, aponta Ana Dotto. A peça é uma homenagem especial à Zila, falecida em março de 2023, enquanto pessoa muito querida pela comunidade, além de uma forma de agradecimento ao seu envolvimento com a Festa ao longo dos anos.
Inspirado, ainda, pelas uvas e a natureza, o traje lembra o estilo campesino, bucólico e romântico, ao mesmo tempo em que apresenta uma estampa vibrante, alegre e festiva, com a mistura de cachos e rosas. “As rosas estão sempre ao lado das parreiras, de forma até poética. Ao proteger o parreiral das pestes, em caso de contaminação, as rosas são as primeiras a serem afetadas”, explica a estilista.
O vestido das vindimadoras, sem avental, com camisa branca e saia com barrado, é arrematado com um corpete, em tecido aveludado, fundamentado na Itália e nas vestes das imigrantes, aludindo à imagem das tendeiras de 1924. “Essa alegria é o que precisamos para celebrar o sucesso da nossa cidade. Criar esse traje foi minha forma de retribuir o apoio e o carinho da comunidade caxiense.” A costureira responsável pela confecção dos trajes foi Iraci Maria Thomé.
Com curadoria e pesquisa da Subcomissão de Estilo da Comissão Social da Festa Nacional da Uva, formada por Eliana Cristina Buffon, Elisa Kuver e Tatiana Totel, a confecção do traje de vindimadoras foi possível, ainda, por conta do apoio de diversos parceiros. Entre eles, do Grupo Pellin, por meio da diretora Thatiana Pellin, com a doação da estamparia da saia, desenvolvida por Ariely Scheid; das Lojas Magnabosco, por meio de Pedro Horn Sehbe, com doação total dos tecidos; da Malharia Gida, por meio de Nelso Giacomin, com a doação das vestes em tricô; e do Grupo Brisa, por meio de Gilmar Dal Pizzol, que presenteou as embaixatrizes com os calçados que finalizam a composição da vestimenta.
A tiara das embaixatrizes
A tiara que coroou cada uma das participantes como embaixatriz da Festa da Uva foi idealizada pela designer de joias Camila Vieira. De acordo com ela, o convite recebido para confeccionar essa peça surgiu da união da tradição e importância da Festa da Uva para a comunidade com sua identidade mais contemporânea e orgânica. “O conceito residiu em resgatar as raízes e a história do evento com sofisticação, proporcionando um formato mais fluido e com muito brilho. A tiara foi inspirada, ainda, na alta costura italiana e seus grandes nomes, de reconhecimento global, com formas desconstruídas que fazem referência às folhas dos parreirais”, explica.
Confeccionadas por Cristiano Borth, da Chic Line, as 15 peças uniram sua expertise na mão de obra, resultando em uma construção artesanal, muito rica em detalhes minuciosos. Para isso, foram utilizados cristais Swarovski com acabamentos em ouro 18K. “Foi um desafio fazer esta joia. Esperamos que os resultados das expectativas geradas sejam materializados. Essa foi uma oportunidade de valorizar a identidade e a força dos imigrantes com a união da sensibilidade artística de ambos os profissionais”, aponta Camila Vieira.
A designer Camila Vieira também será a responsável pela criação das coroas oficiais do trio de soberanas da Festa da Uva 2024.
Quem são as embaixatrizes:
Ana Carolina Pellicioli Catafesta
Idade: 20 anos
Profissão: estudante de Biomedicina
Entidade: Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul e Região (Simecs)
Eduarda Ruzzarin Menezes
Idade: 26 anos
Profissão: arquiteta e urbanista
Entidade: Recreio da Juventude
Gabriela Letícia Boff
Idade: 25 anos
Profissão: agricultora e chefe de cozinha
Entidade: Vinícola Gazzaro e AL Beauty e Clothes
Gabriela Fabíola Isoton
Idade: 28 anos
Profissão: farmacêutica hospitalar
Entidade: Orus Noivas e Festas, EuropaPerTe Consultoria de Cidadania e Instituto Novva Odontologia
Isadora Losekann Marcon
Idade: 27 anos
Profissão: médica veterinária
Entidade: Estação da Ração
Laysa Bettiato Poloni
Idade: 24 anos
Profissão: biomédica esteta
Entidade: M Blanc Gil Chiossi Noivas e H-Tech Mecânica Multimarcas Especializada em Honda
Letícia de Carvalho
Idade: 27 anos
Profissão: advogada
Entidade: União das Associações de Bairros (UAB) e Shaiane Paim Makeup
Letícia Nunes
Idade: 25 anos
Profissão: empreendedora do ramo da beleza
Entidade: Casa Viva Decorações, Commandos Segurança Monitorada e Travi Plásticos
Lizandra Mello Chinali
Idade: 24 anos
Profissão: empresária
Entidade: Esporte Clube Juventude
Luana Zurlo Ávila
Idade: 23 anos
Profissão: sommelier e estudante de Gastronomia
Entidade: Fenixport Comercial Exportadora e Zurlo Sistema Automotivos
Luísa Trott Miola
Idade: 23 anos
Profissão: estudante de Psicologia
Entidade: SER Caxias
Mahayana Torves Rodrigues
Idade: 20 anos
Profissão: estudante de Direito
Entidade: Menegat Leilões e Cassiane Borges Cabelo e Estética
Raele Garbin
Idade: 24 anos
Profissão: montadora eletricista
Entidade: Teknike Automação
Thayse Oliveira Cabral
Idade: 18 anos
Profissão: modelo
Entidade: CDL, Sindigêneros e Sindilojas Caxias
Vanise Saciloto Camassola
Idade: 27 anos
Profissão: advogada
Entidade: Samar, Villa Dei Troni e Lunar Imóveis
Destaque
Eleitor que faltou ao primeiro turno pode votar no segundo
Publicado em
2 dias atrásem
05/10/2026
Prazo para eleitor regularizar o título vai até 3 de dezembro.
Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.

De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.
No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.
O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.
Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.
Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.
Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.
O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos.
Destaque
Eleições 2026: o que pode e o que não pode no dia da votação
Publicado em
6 dias atrásem
01/10/2026
Com a proximidade do primeiro turno das eleições, marcado para o dia 4 de outubro, cerca de 158,7 milhões de eleitores brasileiros vão às urnas para escolher deputados federais, estaduais (ou distritais), senadores, governadores e o presidente da República. Para garantir um processo eleitoral tranquilo e dentro das regras, confira abaixo as principais orientações sobre o que é permitido e o que é proibido na hora de votar.

Posso levar uma “colinha” em papel para a cabine de votação?
Sim. O eleitor pode levar um papel com os nomes e números de seus candidatos de preferência para consultar no momento do voto, evitando esquecimentos e o uso do celular.
É permitido entrar com o celular na cabine de votação?
Não. O uso de celular, máquinas fotográficas, filmadoras ou qualquer tipo de equipamento que permita registrar o voto é estritamente proibido dentro da cabine. Caso esteja portando algum desses aparelhos, o eleitor deve deixá-lo com os mesários antes de votar. A regra visa proteger o sigilo do voto e evitar coações ou a compra de votos por meio de comprovação em foto ou vídeo.
Posso usar camisetas, adesivos ou bandeiras de candidatos no dia da eleição?
Sim, desde que seja uma manifestação individual e silenciosa. O uso de broches, adesivos, camisetas e bandeiras políticas é permitido. O que não pode é haver aglomerações, manifestações coletivas ruidosas, abordagem a outros eleitores ou qualquer tentativa de aliciamento (boca de urna).
Qual é a ordem de votação na urna eletrônica?
No primeiro turno, o eleitor fará seis escolhas na urna eletrônica, na seguinte sequência:
- Deputado federal (4 dígitos)
- Deputado estadual ou distrital (5 dígitos)
- Senador — primeira vaga (3 dígitos)
- Senador — segunda vaga (3 dígitos)
- Governador (2 dígitos)
- Presidente da República (2 dígitos)
Trabalho no dia da eleição. Tenho direito de sair para votar?
Sim. A legislação garante a todo cidadão o direito de se ausentar do trabalho pelo tempo estritamente necessário para exercer o voto, sem sofrer nenhum desconto no salário.
Quem tem prioridade e direito a acompanhante na seção eleitoral?
Pessoas com mais de 80 anos têm preferência sobre todos os demais eleitores, independentemente da ordem de chegada. Já pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm o direito de entrar na cabine acompanhadas por uma pessoa de sua livre escolha para auxiliá-las no momento de votar.
Qual documento poso apresentar para votar?
É necessário apresentar à mesa receptora um documento oficial com foto.
São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital:
- e-Título
- carteira de identidade
- identidade social
- passaporte
- carteira de categoria profissional reconhecida por lei
- certificado de reservista
- carteira de trabalho física
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor.
Geral
Sindicato dos Metalúrgicos e Simecs regulamentam proibição do uso de câmeras nas linhas de produção das fábricas
Publicado em
7 dias atrásem
30/09/2026
Desde esta última terça-feira (29), nenhuma indústria do setor, instalada na abrangência do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região, poderá instalar novas câmeras de vídeo nas linhas de produção. A medida faz parte de uma regulamentação sobre o videomonitoramento nas fábricas, assinada pelos presidentes da entidade sindical, Paulo Andrade; e das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs), Paulo Scopel.
A proibição de câmeras nas linhas de produção foi uma das reivindicações da categoria metalúrgica, na Convenção Coletiva 2026/2027. Conforme o acordo entre os sindicatos dos trabalhadores e patronal, as empresas têm até 90 dias para se adequarem à normatização.
No período de transição, as câmeras já instaladas poderão ser cadastradas e informadas para a avaliação da Comissão Paritária. Em caso de inconformidade, o grupo de trabalho terá 10 dias para deliberar sobre o caso.
Desta forma, a partir desta data, é vedada a instalação de câmeras e a adoção de quaisquer práticas de monitoramento destinadas ao constrangimento, intimidação, humilhação, discriminação, perseguição, assédio ou exposição indevida de metalúrgicos e metalúrgicas.
Permissões:
- segurança patrimonial;
- áreas de expedição e de recebimento;
- pátios e estacionamentos.
Vedações:
- linhas de produção, banheiros, vestiários e salas de amamentação;
- refeitórios;
- áreas de descanso e lazer ou destinadas à privacidade dos trabalhadores e trabalhadoras.
OBS.: é nula e inadmissível qualquer consulta, termo individual ou autorização coletiva contra a vedação.
“A direção do Sindicato vai acompanhar de perto o período de transição. Estaremos vigilantes e fiscalizando o andamento do processo de readequação. Contamos com a colaboração da categoria metalúrgica, no sentido de nos ajudar a fiscalizar o cumprimento das novas normas. Em caso de qualquer irregularidade, nos comuniquem que adotaremos as medidas necessárias”, afirma o presidente Paulo Andrade.
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