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Cultura

Dilemas humanos e personagens arrebatadores na tela

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Temporada 2022 do Cinema na Estação encerra com exibições gratuitas de filmes do Chile, Dinamarca, Palestina e Austrália

Dilemas sobre o convívio de classes e a amizade em meio a contextos de intolerância política e social além de histórias com personagens arrebatadores marcam a o encerramento da temporada de 2022 do projeto Cinema na Estação. De quarta (09) a sábado (12), às 19h30min, na Biblioteca Parque, junto ao Largo da Estação, a programação gratuita prevê a exibição de filmes do Chile, Palestina, Austrália e Dinamarca. A realização é da Varsóvia Educação e Cultura, com a curadoria do produtor cultural e cineasta Robinson Cabral.

Na quarta-feira, abrindo a semana, o longa chileno “Machuca” mostra uma sociedade atravessada por diferenças sociais mas que, ao mesmo tempo, busca equacionar estas distâncias com gestos de inclusão. A trama mostra um padre determinado a fazer com que estudantes pobres freqüentem um colégio de elite em pleno contexto político do governo de esquerda de Salvador Allende. Nesse contexto, nasce a amizade entre dois meninos de mundos sociais muito distintos.

Em “O Grande Chefe”, a atração de quinta-feira, o cultuado e também polêmico diretor dinamarquês Lars Von Trier cria uma história na qual um personagem fictício que controla uma grande empresa de tecnologia precisa ser personificado por um ator. A partir desse contexto, a narrativa toma ares de uma comédia absurda que, entre intolerâncias e jogos de falsas verdades, vai expondo nuances do comportamento humano.

A amizade de uma vida inteira dilacerada pela guerra é o panorama de “Paradise Now”, filme de sexta-feira. Na história, dois amigos têm como missão um atentado suicida em Tel Aviv e passam o que seria a última noite de suas vidas com a família. Só que o golpe extremista não dá certo e os dois se separam, descortinando outros dramas entorno de suas vidas e suas convicções enquanto as bombas fatais estão presas aos seus corpos.

O filme da noite de sábado é o australiano “Shine”. Com atuação premiada de Geoffrey Rush, que ganhou o Oscar de Melhor Ator em 1997 pelo papel, a história baseada em fatos reais revela um pianista cuja capacidade de ser brilhante é perpassada pela relação nada estável com seu pai. Nesse contexto, as nuances de instabilidade mental do personagem podem – ou serão? – aplacadas por sentimentos arrebatadores como o amor.

A formação de público para cinema, a democratização de acesso à cultura, a ocupação do espaço público com arte e a ampliação de uso dos espaços de convivência social são objetivos centrais do projeto cineclubista Cinema na Estação. A iniciativa também é uma oportunidade de apreciar obras audiovisuais de diferentes países e que não estão presentes nas programações dos circuitos comerciais.

Socializando a arte e o uso dos espaços públicos, o projeto também acredita na oportunidade de desmitificar o preconceito para com determinadas linguagens audiovisuais, propondo ainda visões mais amplas de mundo através da apropriação plural de arte. Ainda há uma aposta na abertura de espaços e encontros para debater sobre formas poéticas de contextos sociais distintos, criando lugares comuns para a apreciação e discussão sobre arte e multiculturalismo. E, sobretudo, o Cinema na Estação festeja a oportunidade de encontros mediados pela paixão ao cinema mundial.

O projeto Cinema na Estação tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul, com Apoio Cultural das Empresas Randon e Focco Soluções em Gestão.

Contato para entrevistas:

Robinson Cabral (54) 9 9945 8519  – varsoviacultura@gmail.com

CINEMA NA ESTAÇÃO – PROGRAMAÇÃO NOVEMBRO –

Quarta-feira – 09/11 – 19h30 – Machuca – (Chile)

Quinta-feira – 10/11 – 19h30 – O Grande Chefe (Dinamarca)

Sexta-feira – 11/11 – 19h30 – Paradise Now (Palestina)

Sábado – 12/11 – 19h30 – Shine (Austrália)

CINEMA NA ESTAÇÃO – SINOPSES NOVEMBRO –

MACHUCA – Andrés Wood – Chile (2003) – 116 min. 

Chile, 1973. Gonzalo Infante (Matías Quer) é um garoto que estuda no Colégio Saint Patrick, o mais conceituado de Santiago. Gonzalo é de uma família de classe alta, morando em um bairro na área nobre da cidade com seus pais e sua irmã. O padre McEnroe (Ernesto Malbran), o diretor do colégio, inspirado no governo de Salvador Allende, decide implementar uma política que faça com que alunos pobres também estudem no Saint Patrick. Um deles é Pedro Machuca (Ariel Mateluna) que, assim como os demais, fica deslocado em meio aos antigos alunos da escola. Provocado, Pedro é seguro por trás e um deles manda que Gonzalo o bata, que se recusa a fazer isto e ainda o ajuda a fugir. A partir de então nasce uma amizade entre os dois garotos, apesar do abismo de classe existente entre eles.


O GRANDE CHEFE – Lars Von Trier – Dinamarca (2006) – 100 min. 

O dono de uma empresa de tecnologia de informação decide vendê-la, mas tem um problema. Para respaldá-lo em decisões impopulares ele criou um chefe fictício, que sempre levava a culpa pelo que ocorria. Agora os futuros compradores exigem negociar com este chefe e, para resolver esta situação, o dono decide contratar um ator para se fazer passar por ele.


PARADISE NOW – Hany Abu-Assad – Palestina (2005) – 87 min. 

Amigos de infância, os palestinos Khaled (Ali Suliman) e Said (Kais Nashef) são recrutados para realizar um atentado suicida em Tel Aviv. Depois de passar com suas famílias o que teoricamente seria a última noite de suas vidas, sem poder revelar a sua missão, eles são levados à fronteira. A operação não ocorre como o planejado e eles acabam se separando. Distantes um do outro, com bombas escondidas em seus corpos, Khaled e Said devem enfrentar seus destinos e defender suas convicções.


SHINE – Scott Hicks – Austrália (1996) – 105 min. 

Desconhecido chega em um bar em uma noite de muita chuva, logo demonstrando ser extremamente excêntrico e estar totalmente perdido. Assim, a dona do estabelecimento o leva para casa e neste momento é descortinado um flashback da vida do desconhecido, que desde criança já dava indícios de ser um brilhante pianista.

Carlinhos Santos – Jornalismo Cultural – (54) 9 96971964

Segue entrevista no programa Cotidiano

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Cultura

Casa de comédia de Caxias do Sul promove show com humoristas locais para arrecadar fundos para as vítimas das enchentes

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Além da destinação de todo o valor da bilheteria, o espaço recebe donativos para os atingidos

Como forma de ajudar os gaúchos atingidos pelas enchentes no estado, o Polenta Comedy Club, primeira casa de comédia de Caxias do Sul, promove um show solidário com os artistas locais na noite da sexta-feira, dia 17 de maio. Todo o valor arrecadado na bilheteria do evento será destinado para as vítimas dos desastres. O espaço também estará recebendo donativos para repassar aos desabrigados.

“Trabalhar com o riso em um momento como esse não é nada fácil, mas queremos usar da nossa arte para ajudar a amenizar a dor dos nossos irmãos nesse momento, quer seja através das doações, quer seja por alguns instantes de sorriso”, expressa Diogo Severo, um dos idealizadores do projeto e um dos artistas que se apresentará no dia 17.

Além de Severo, fazem parte do elenco local do Polenta Comedy Club: Rui Barbosa, Ivangélica, Paulo Sérgio, Wellington Lescano, Gabriel Sampaio, Marlin Playhard, Edu Antunes, Dudu Vargas e Alan Hahn. Os ingressos, que são únicos e possuem diferentes valores (partindo de 10 reais + taxas), podem ser adquiridos pelo Sympla. Caso haja lotação máxima, a equipe pretende abrir mais sessões da apresentação.

Os shows nacionais que estavam programados para acontecer neste mês na casa de comédia foram adiados. As novas datas serão anunciadas nas redes sociais do Polenta Comedy Club (@polentacomedy).

PROGRAME-SE:
O quê: Show Solidário com comediantes locais
Quando: dia 17 de maio (sexta-feira), às 20h45min
Onde: no Polenta Comedy Club (Rua Marechal Floriano, 1083 – entrada pelo portão da garagem)
Ingressos: pelo Sympla (https://abre.ai/showsolidariopolenta)

CRÉDITOS DAS FOTOS: Polenta Comedy Club

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Cultura

Livro Lavradores de Enxada apresenta novo olhar sob os movimentos migratórios do RS

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Obra de José Bianchi será lançada no dia 3 de maio, no centro de Cultura Ordovás, em Caxias do Sul

Apaixonado por ouvir pessoas e querendo muito descobrir a própria história, o descendente de imigrantes italianos José Bianchi partiu de Caxias do Sul, em 2019, para uma viagem à Itália em busca de suas origens. Ele só não imaginava que a experiência transformaria por completo sua vida e seria o início de uma pesquisa que durou quatro anos e o fez percorrer muitos caminhos.

Foi durante a visita aos lugares de origem dos bisavós Ernesto Bianchi (Veneza) e Maria Centelleghe (San Gregório Nelle Alpi) que teve início o livro Lavradores de Enxada , que será lançado no dia 3 de maio, às 19h, no Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho, em Caxias do Sul. Na obra, que marca a estreia de Bianchi como escritor, ele apresenta um novo panorama sobre a vinda dos imigrantes ao Brasil, mais especificamente ao Rio Grande do Sul. O autor não fala apenas dos italianos, mas também conta histórias de espanhois, portugueses, holandeses, alemães, poloneses, suecos, franceses, suíços e indígenas.

A diversidade de etnias englobadas no livro teve em comum, na época da chegada ao Brasil, a mesma dificuldade no cultivo da terra devido aos terrenos extremamente íngremes e rochosos que lhes foram concedidos. Por isso “Lavradores de Enxada”, homens e mulheres que precisaram literalmente quebrar pedras para conseguir começar uma nova vida no país.

O que concluí com minha pesquisa é que a agricultura não sobreviveu nas comunidades onde os terrenos eram íngremes e não mecanizáveis. Os imigrantes que receberam esses espaços acabaram se mantendo apenas até a primeira geração. Depois, eles deixaram suas comunidades ou passaram a trabalhar na indústria. Isso fez com que muito da cultura desses imigrantes se perdesse.

Com uma linguagem simples e acessível, Bianchi, apresenta lugares, relata depoimentos e entrevistas com quase uma centena de personagens que, muitas vezes emocionados, falam sobre seus pais, avós e bisavós vindos da Europa. Relata ainda a realidade dos indígenas no início da colonização e alguns conflitos ocorridos. “Eu não procurei apenas contar o que já está nos livros, mas sim dar voz a quem ainda não havia sido ouvido. Contar o que as pessoas tinham a dizer sobre tudo o que ocorreu. Também registrei fatos descritos em jornais e depoimentos que ainda não estavam em livros” – conta Bianchi.

A obra é fruto de uma intensa pesquisa e uma escuta dedicada. O autor recorreu a diferentes estudos acadêmicos para embasar sua narrativa, mas o protagonismo de sua obra está na riqueza dos depoimentos e em seu olhar sem filtros ou preconceitos. “Algumas pessoas se emocionaram muito com a oportunidade de falar e eu também me emocionei ao ouvi-las. Fomos a lugares distantes, estradas de chão… era raro alguém negar um depoimento. Eles literalmente abriram suas casas e contaram suas histórias e é isso que relato no meu livro” – afirma o autor.

A coleta dos depoimentos começou na Itália, onde em muitos casos, Bianchi utilizou-se dos conhecimentos do ‘talian’ para ser compreendido. Além dos italianos, a pesquisa envolveu personagens residentes nos municípios de Veranópolis, Roca Salles, Coronel Pilar, Garibaldi, Bento Gonçalves, Monte Belo, Pinto Bandeira, Farroupilha, São Marcos, Caxias do Sul, Nova Petrópolis, São José do Hortêncio, Feliz, Vale Real, Alto Feliz, Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Sapiranga, Montenegro, São Vendelino, Tupandi, Picada Café, Carlos Barbosa, Barão, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Vila Flores, Santo Antônio do Palma, Flores da Cunha e Antônio Prado.

O livro Lavradores de Enxada não se prende a uma ordem cronológica e, por vezes, aproveita fatos para fazer um contraponto com realidades atuais. É assim quando Bianchi apresenta um pouco da arquitetura deixada pelos imigrantes e faz um paralelo com escolas rurais abandonadas, nas mesmas localidades. Ao discorrer sobre diferentes etnias e suas culturas ele aborda curiosidades atuais como, por exemplo, a paixão das comunidades do interior pelo esporte amador, as festas de colônia, incluindo os “kerbs”, as bandas típicas e até a chegada da música eletrônica e os tradicionais conjuntos de baile.

E não poderia deixar de lançar seu olhar sobre temas atuais envolvendo a imigração recente. Em um trecho do livro, ele entrevistou um grupo de venezuelanos que veio para o Brasil em busca de trabalho e também abordou a vinda de haitianos e senegaleses.

O livro tem o financiamento da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e Prefeitura de Caxias do Sul, com apoio cultural de RandonCorp, Guinchos Vanin e Paris Administração e Participações.

O lançamento será em grande estilo, com um “mini filó” no Zarabatana Café, com a presença do Grupo Girotondo para alegrar o momento.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Lavradores de Enxada, de José Bianchi

Quando: 3 de maio, sexta-feira, a partir das 19h

Onde: Zarabatana Café – Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho (Luiz Antunes, 312 – Panazzolo, Caxias do Sul – RS)

Quanto: entrada franca. O livro estará à venda por R$ 60 (preço promocional de lançamento, exclusivo para o dia)

Sobre o autor:

José Bianchi nasceu em São Valentim da Segunda Légua, interior de Caxias do Sul, e é neto de imigrantes italianos oriundos das regiões do Vêneto ( família paterna) e de Trento (família materna), passou sua infância entre a capela de São Valentim e o interior do município de Feliz-RS. Graduado em Ciências Econômicas e Ciências Contábeis pela UCS, cursou parcialmente a Faculdade de Estudos Sociais. Lavradores de Enxada é seu primeiro livro.

Ele tem pós-graduação em Administração Hospitalar pelo IAHCS (Instituto de Administração Hospitalar e Ciência da Saúde, através da UCS). Foi presidente do IPAM (Instituto de Previdência e Assistência Municipal de Caxias do Sul), Secretário Municipal de Administração do município de Caxias do Sul e Diretor Administrativo da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. Aposentou-se no cargo de Oficial Legislativo, pertencente ao quadro de carreira da Câmara Municipal.

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Cultura

Ponto de Cultura NAV abre inscrições para oficinas gratuitas de audiovisual

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São 120 vagas para formação básica em cinema e vídeo

O Ponto de Cultura NAV – Núcleo Audiovisual FSG está com inscrições abertas para oficinas gratuitas de formação. Com foco na qualificação básica para cinema e vídeo, o projeto Ciclo de Oficinas Audiovisuais terá seis módulos, contemplando todas as fases que envolvem a realização de um filme: Elaboração de Projeto, Escrita Documental, Produção Audiovisual, Direção Cinematográfica, Direção de Áudio e Prestação de Contas.

Ao todo, são 120 vagas, voltadas especialmente para estudantes, artistas, produtores, agentes culturais e profissionais que já desenvolvem projetos na área ou queiram aprimorar conhecimentos para disputar editais, buscar parcerias ou captar recursos. As inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp (54) 99198-1008 ou pelo e-mail ciclodeoficinasaudiovisuais@gmail.com. Metade das vagas são reservadas para mulheres, comunidade LGBTQIAPN+, pessoas negras e pessoas de baixa renda.

A programação abre dia 27 de abril, sábado, com a oficina de Elaboração de Projeto, ministrada pela produtora cultural Bete Souza. “O objetivo é que os participantes passem pelas principais etapas da realização de um projeto audiovisual, do planejamento à prestação de contas. A ideia é que eles entendam o processo de produção, seja de um filme, de um curta, de um clipe musical ou de um vídeo para o YouTube. Ao final das oficinas, eles terão em mãos o ferramental para produzir um filme que chegue ao público, concorra em festivais e até mesmo recupere o investimento financeiro feito na produção”, antecipa a oficineira.

Em maio, serão oferecidos os módulos de Escrita Documental (11/05), com Daniel Vargas, e Produção Audiovisual (25/05), com Nika Ferronato. Na sequência, em junho, os participantes terão as formações de Direção Cinematográfica (08/06), com Marcelo Rosa Costa, e Direção de Áudio (22/06), com Vitor Lemes. O projeto encerra com a oficina de Prestação de Contas (06/07), com Robinson Cabral. Todas as atividades serão realizadas aos sábados, de forma presencial, com duração de 8 horas.

“Quando a gente sabe onde quer chegar e tem o máximo de informações possíveis para a elaboração de um projeto, como objetivos, justificativa, personagens, planilha de custos, equipe e elenco, fica muito mais fácil vender nosso peixe. Seja para produtoras, investidores, patrocinadores ou mesmo para concorrer em editais. Um projeto bem estruturado é imprescindível para a realização audiovisual”, resume Bete.

O projeto Ciclo de Oficinas Audiovisuais conta com recursos do edital 2023 do Financiarte – Financiamento da Arte e Cultura Caxiense, com realização da produtora cultural Bete Souza, em parceria com o Ponto de Cultura NAV – Núcleo Audiovisual FSG.

Serviço

:: O que: inscrições para formações gratuitas do projeto Ciclo de Oficinas Audiovisuais.

:: Inscrições: WhatsApp (54) 99198-1008, com Bete Souza, ou pelo e-mail ciclodeoficinasaudiovisuais@gmail.com.

:: Vagas: 20 vagas por oficina, com 50% de reserva para mulheres, comunidade LGBTQIAPN+, pessoas negras e pessoas de baixa renda

:: Prazo: até preenchimento das vagas.

:: Quanto: inscrições gratuitas; necessário preencher formulário online.

:: Onde: oficinas presenciais no Ponto de Cultura NAV – Núcleo Audiovisual FSG (Rua Os Dezoito do Forte, nº 2366, prédio A, Sala 124). 

Programação de oficinas

Elaboração de Projeto Audiovisual, com Bete Souza

:: Quando: 27 de abril, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: Será desenvolvido um projeto audiovisual, desde a etapa da ideia e do planejamento até a organização da proposta num roteiro básico pronto para ser formatado, seja em proposta para edital, na busca de parcerias para a realização, ou na tão esperada hora da “Ação!”

Escrita Documental, com Daniel Vargas

:: Quando: 11 de maio, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: Contextualização do gênero documentário, dos primórdios aos tempos atuais. O documentário contemporâneo, de ensaio e de autor; roteiro para documentário autoral. A abordagem será teórica e prática, com exemplos de filmes e principais representantes. Ao final, terá espaço de perguntas e troca de ideias sobre projetos dos participantes, em forma de orientação.

Produção Audiovisual, com Nika Ferronato

:: Quando: 25 de maio, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: Conceitos básicos de produção de imagens, possibilitando o conhecimento das etapas necessárias para a realização audiovisual. Projeto e roteiro; decupagem e necessidades; cronograma de trabalho; planilhas e checklist; artefatos e profissionais. Pré-produção, produção, execução, finalização e entrega.  

Direção Cinematográfica, com Marcelo Rosa Costa

:: Quando: 8 de junho, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: O percurso da realização cinematográfica, desde a ideia original até a concretização do projeto. Debater os aspectos técnicos de cada etapa, ressaltando a importância de uma elaboração orgânica com os diferentes profissionais envolvidos. Discutir as necessidades de produção e as possibilidades oferecidas pela tecnologia, da captação à difusão, seja em festivais ou em plataformas específicas.

Direção de Áudio, com Vitor Lemes

:: Quando: 22 de junho, das 9h às 12 e das 13h às 18h

:: Definições, informações e técnicas iniciais para o domínio da direção de áudio. Na oficina serão trabalhados 40 tópicos, divididos nos módulos: fundamentos do som, fenômenos sonoros e audição humana, equipamentos de áudio, eletricidade e eletrônica em áudio, mesa de som e prática operacional.

Prestação de Contas, com Robinson Cabral

:: Quando: 6 de julho, das 9h às 12 e das 13h às 18h

:: Informar, de maneira clara e objetiva, os principais aspectos da prestação de contas, seu dever constitucional, a relação da execução e da prestação, aspectos físicos e financeiros, vedações, sanções e limitações, e a prática no preenchimento de formulários e relatórios. A oficina pretende trazer ferramentas e dicas para auxiliar produtores, gestores e profissionais que trabalham com projetos incentivados.

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