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Cultura

Acompanhe o cronograma dos blocos de Caxias do Sul neste carnaval

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Após as primeiras atividades realizadas entre os dias 06 e 08 de fevereiro, a agenda se intensifica a partir do próximo fim de semana. No dia 14 de fevereiro acontecem o Bloco da Ovelha, na Rua Tronca, das 11h às 23h, o CarnaPet, no Parque de Eventos da Festa da Uva, a partir das 14h, o bloco Acadêmicos do Luizinho, em frente ao Bar do Luizinho, das 14h às 22h, e o Bloquinho da Ovelha Negra, no estacionamento do CT Engenharia do Corpo – Santa Catarina, das 15h às 23h.

No dia 15 de fevereiro, a programação segue com o CarnaBirra, na La Birra, das 14h às 22h, e o Carnaval Comunitário da Associação Cultural e Recreativa Acadêmicos Filhos de Jardel, na Rua 13 de Maio, das 10h às 22h.

No dia 21 de fevereiro acontecem o Bloquinho do Téti, na Estação Férrea, das 14h às 18h, o Bailinho de Carnaval do Villagio, no Shopping Villagio, das 14h às 18h, e o Bloco da Farofada, na Praça de Galópolis, das 15h às 22h.
Encerrando a programação, o Carnaval das Famílias Samba Show será realizado no dia 15 de março, na Feira Maesa Cultural, com concentração às 14h.

Os blocos e eventos mencionados na programação são iniciativas privadas, organizadas por seus respectivos realizadores. A Secretaria Municipal da Cultura recebeu as informações em formato de calendário, com o objetivo de divulgar e organizar a agenda carnavalesca da cidade, facilitando o acesso do público às atividades.

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Cultura

Ritmo do bugio volta às escolas caxienses

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Nossa Música Entre Causos e Gaitas’ tem nova temporada em oito escolas municipais com os músicos Rafael De Boni e Gilney Bertussi.

A música serrana, em especial o ritmo do bugio, que é marca cultural da Serra e Patrimônio Cultural e Imaterial do Rio Grande do Sul, volta às salas de aulas de escolas municipais caxienses entre fevereiro e março. Nesse período, oito escolas de ensino fundamental recebem o projeto “Nossa Música Entre Causos e Gaitas”, com os acordeonistas Rafael De Boni e Gilney Bertussi. O projeto começa quinta-feira (19) pela manhã na Escola Padre Leonardo Murialdo, no bairro São Caetano, seguindo depois para as escolas Sete de Setembro, Santa Corona, São Victor, Santa Lúcia do Piaí, Padre Antônio Vieira, Abramo Pezzi e Manoel P. Dos Santos. Entre as atividades estão palestras musicadas e oficinas que propõem aos estudantes um aprendizado teórico e prático sobre a música criada pela dupla Irmãos Bertussi. A iniciativa tem apoio cultural da Fundação Marcopolo.

Em cada escola serão dois dias de atividades. O projeto começa com uma palestra musicada, com apresentação musical didática dos acordeonistas Rafael De Boni e Gilney Bertussi, que rememora a trajetória familiar e o legado artístico dos Irmãos Bertussi. Filho de Adelar, que com o irmão Honeyde gravou o primeiro bugio da história da música gaúcha e nacional, “O Casamento da Doralicia”, em 1956, Gilney compartilha o DNA musical com as novas gerações. A conversa com os estudantes é feita num bate-papo com Rafael De Boni, pesquisador musical dessa área em outros projetos de “Causos e Gaitas” já realizados com o mesmo mote.

No segundo dia cabe ao músico Rafael De Boni propor aos estudantes uma oficina de música em que eles são motivados a tocarem instrumentos e entenderem um pouco mais sobre o que é produção musical. Para tanto, será feito em sala de aula uma nova gravação daquele primeiro bugio dos Irmãos Bertussi, agora com novas interpretações. Essa gravação é compartilhada com a escola como registro da atividade e das habilidades artísticas e musicais dos alunos. 

O projeto “Nossa Música Entre Causos e Gaitas” já chegou a mais de cinco mil estudantes de Caxias do Sul. Além das escolas, também foi apresentado em instituições como a APAE e APADEV. A proposta é aproximar informações históricas e iniciação musical de forma dinâmica e simples, de modo a despertar nos estudantes o interesse pela cultura musical da Serra Gaúcha. No ano passado a proposta também foi apresentada em Lajeado e Estrela, cidades atingidas pelas enchentes de 2024 e, para este ano, deverá ter nova circulação por municípios que também sofreram o mesmo problema, desta vez com recursos da Lei Rouanet.

Produzido pela De Boni Produções, o “Nossa Música Entre Causos e Gaitas” tem financiamento da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul, com apoio cultural da Fundação Marcopolo.

Programação – Nossa Música Entre Causos e Gaitas – 2026

Dias 19 e 20/02 – Manhã – Escola Padre Leonardo Murialdo
Dias 19 e 20/02  – Tarde – Escola Sete de Setembro   
Dias 26 e 27/02  – Manhã – Escola Santa Corona                        
Dias 26 e 27/02  – Tarde – Escola São Victor 
Dias 03 e 04/03  – Manhã – Escola Santa Lúcia do Piaí               
Dias 03 e 04/03  – Tarde – Escola Padre Antônio Vieira
Dias 05 e 06/03 – Manhã – Escola Abramo Pezzi
Dias 05 e 06/03  – Tarde – Escola Manoel P. Dos Santos

Fonte: Assessoria cultural Carlinhos Santos

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Cultura

Deputada gaúcha encerra presidência da Comissão de Cultura

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Ao deixar a presidência da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados (CCULT), a deputada federal Denise Pessôa (PT-RS) encerra um ciclo marcado por intensa produção legislativa, amplo debate público e fortalecimento das políticas culturais no Brasil. Denise será sucedida na presidência da Comissão de Cultura pela colega de bancada Carol Dartora (PT-PR).

Única parlamentar gaúcha a presidir a Comissão de Cultura, Denise conduziu os trabalhos ao longo de 2025 com foco na democracia cultural, na valorização dos trabalhadores do setor e na descentralização do acesso às políticas públicas.

“Encerrar a presidência da Comissão de Cultura é fechar um ciclo de trabalho intenso e coletivo. Ao longo de 2025, a comissão foi um espaço de debate, produção legislativa e fortalecimento das políticas culturais, com foco na democracia, na proteção dos direitos culturais e na valorização de quem vive da cultura no Brasil”, destaca a deputada.

Entre os projetos de maior relevância, destaca-se a alteração da Política Nacional Aldir Blanc, tornando-a permanente; a regulação do uso de imagem e dos direitos autorais frente à inteligência artificial generativa; o fortalecimento da Lei Rouanet, com ampliação de limites para regiões atingidas por tragédias e inclusão de mecanismos de democratização e descentralização do investimento cultural; além da criação do Programa Desenrola Cultura, voltado à renegociação de dívidas de trabalhadores do setor.

A Comissão de Cultura também iniciou os debates sobre o novo Plano Nacional de Cultura, projeto de lei encaminhado pelo governo do presidente Lula que irá nortear as políticas culturais brasileiras pelos próximos dez anos. As discussões colocaram a comissão no centro da formulação de uma política de Estado para a cultura, com foco na diversidade cultural, no fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura, na descentralização de recursos e na garantia de participação social.

“O Plano Nacional de Cultura é um marco para o país. Iniciamos na Comissão de Cultura um debate fundamental sobre um projeto do governo Lula que vai orientar as políticas culturais da próxima década, dando previsibilidade, planejamento e visão estratégica para o setor”, afirma a deputada Denise Pessôa.

A comissão também avançou em pautas de acessibilidade, inclusão social e valorização das expressões culturais brasileiras, com o reconhecimento do Hip Hop, Rock Nacional, Samba Reggae e Axé Music como manifestações da cultura nacional, a regulamentação da profissão de artista visual, a instituição da política “Mais Cultura nas Escolas”, e a criação do Dia Nacional de Defesa da Democracia e do Dia Nacional da Luta contra o Fascismo.

Outro eixo importante foi a valorização da memória e das personalidades brasileiras, com a inclusão de nomes como Malunguinho, Ajuricaba, Rubens Paiva, Milton Santos, Patativa do Assaré, Dorothy Stang e Patrícia Acioli no Livro dos Heróis e Heroínas Nacionais, além da declaração de Celso Furtado como Patrono da Economia Brasileira e de Elis Regina como Patrona dos Intérpretes da Música Brasileira.

Durante o ano, a CCULT realizou 55 reuniões, sendo 21 reuniões deliberativas, 16 audiências públicas, dois seminários e 15 eventos de outras naturezas, como os Expressos 168 e os Manifestos Culturais. Um dos momentos centrais foi a reunião de comparecimento da ministra da Cultura, Margareth Menezes, que apresentou as realizações do ministério e o planejamento da pasta para 2025. No campo legislativo, a comissão apreciou 286 proposições, entre 227 projetos de lei e 59 requerimentos, consolidando-se como um dos espaços mais ativos da Câmara no debate de temas estruturantes para a cultura brasileira.

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Cultura

Curta-metragem Elisete Tem Que Casar! tem pré-estreia nesta quinta-feira

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Drama burlesco rodado no interior de Caxias do Sul retrata a história de uma jovem rebelde que enfrenta a sina de escolher entre servir a Jesus ou a um marido, trazendo como reflexão central a difícil escolha de mulheres descendentes de imigrantes italianos nos anos 50.

O curta-metragem “Elisete Tem Que Casar!”, rodado no interior de Caxias do Sul, tem pré-estreia agendada para 5 de fevereiro (quinta-feira), a partir das 18h, na Villa Dei Troni (Rua José Fabro, 1661, bairro Ana Rech), maior parque temático da cultura italiana no Brasil, onde foram gravadas boa parte das cenas. A pré-estreia é para o elenco, equipe, figurantes, apoiadores, imprensa e convidados especiais, com receptivo às 18h e exibição do filme às 19h30min.

A admiração da roteirista, produtora, diretora e atriz Gabriela Buffon pelas mulheres descendentes de italianos que fazem parte da sua própria história – mãe, madrinhas, tias, avós, primas e amigas – inspiraram a jovem profissional de apenas 26 anos a escrever o roteiro do curta. A narrativa é um drama burlesco baseado na escolha que mulheres de famílias descendentes de imigrantes italianos possuíam antigamente: casar-se ou tornar-se freira. “Burlesco” é um termo que surgiu na Itália no século XVII para referir-se a obras literárias, teatrais e musicais de cunho paródico, com o objetivo de satirizar os costumes da época. A história se passa na Serra Gaúcha nos anos 50, em torno de Elisete, uma jovem rebelde que enfrenta a sina de escolher a quem servir: a Jesus ou a um marido.

“A ideia da narrativa surgiu como um pedido de socorro para todas as gerações de mulheres que nunca tiveram voz. O roteiro é uma carta de amor para acolher e reconhecer a sina das que foram e são a maior força da nossa região. E como inspiração para a criação da protagonista, tenho minha tia, Elisete Buffon, que com sua rebeldia quebrou o ciclo de dependência de todas as mulheres que vieram antes de nós”, conta Gabriela.

Quem dá vida à personagem Elisete é a própria Gabriela, que atua também como diretora e uma das produtoras do projeto em conjunto com Julia Zamboni. Com direção de fotografia de Liliane Giordano, direção de arte de Fran Hermoza e direção de elenco de Gutto Basso, “Elisete Tem Que Casar!” traz entre os destaques do elenco Odelta Simonetti e integrantes do grupo de teatro Miseri Coloni, entre os quais os atores Marco Antônio da Silva e Paulo Lazzaretti e as atrizes Cleri Pelizza e Cibele Tedesco – premiada com o Kikito no Festival de Cinema de Gramado, em 2024, pelo longa “Até que a Música Pare“, de Cristiane Oliveira.

Um detalhe curioso é que o curta traz boa parte das falas no Talian, língua que nasceu da mistura de vários dialetos trazidos pelos imigrantes italianos em conjunto com a Língua Portuguesa. As gravações têm como cenário a zona rural de Caxias do Sul, buscando resgatar a cultura, costumes, paisagens e arquitetura de lugares e sua importância para a cidade e a Serra Gaúcha. Em destaques, a Villa Dei Troni, em Ana Rech, e o Seminário Nossa Senhora da Divina Providência, em Santa Lúcia do Piaí.

Gabriela antecipa um pouco do que o público pode esperar de “Elisete Tem Que Casar!”: “O filme conta dificuldades atuais reimaginadas em um passado inexplorado e abafado, retratando a luta em busca do livre-arbítrio e independência das mulheres da colônia. Mesclado com a língua Talian e temperado com bom humor, acredito que irá arrancar boas risadas e trazer reflexões para todas as idades”, comenta.

O projeto foi viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, de 2023, e conta com apoio de empresas da região para alimentação, figurinos, cenografia, equipamentos e locações. Como contrapartida, o curta-metragem foi exibido gratuitamente para alunos das escolas EEEM Antônio Avelino Boff (de Fazenda Souza) e EEEM Irmão Guerini (de Ana Rech). Antes do lançamento oficial com sessões abertas ao público, “Elisete Tem Que Casar!” deverá participar de festivais de cinema no Brasil e no exterior.

FICHA TÉCNICA

Curta-metragem: Elisete Tem Que Casar!

Direção, Roteiro, Produção e Atriz: Gabriela Buffon

Codireção: Mariana Souza

Proponente, Produção e Atriz: Julia Zamboni

Direção de Fotografia: Liliane Giordano

Direção de Arte: Fran Hermoza

Direção de Elenco: Gutto Basso

Montagem e Edição: Juslei Paz Nunes

Mixagem e Finalização de Som: Carlos Balbinot

Assistentes de Produção: Rafaela Buffon e Luan Sonego

Operação de Câmera: Rafa Martha e Paulo Pretz

Captação de Áudio: Everton Severo

Elenco: Gabriela Buffon (Elisete), Odelta Simonetti (Rita), Cassandra Tomé (Madre Lorena), Tina Andrighetti (Irmã Terezinha), Luan Sonego (Juarez), Cleri Pelizza (Olinda), Marco Antônio da Silva (Antônio), Cibele Tedesco (Marisa), Paulo Lazzaretti (Romeu), Samir Tuffy (Padre Valter), Edu Seggabi (filho da Rita), Vinicius Vanin (filho da Rita), Julia Zamboni (noviça), Rafaela Buffon (noviça), Rafaela Turella (noviça), Luana Marasca (noviça), Manuela Czerniak (noviça)

Tradução para o Talian: Valter Francisco Buffon

Revisão da Língua Talian: Loremi Loregian Penkal e Juvenal Dal Castel

Design: Maria Klart

Legendas: Jéssica Demori

Audiodescrição: Milena Eich

Contadora: Márcia Pezzi

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