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Forqueta Cultural encerra temporada na Capela Menino Deus

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Última edição de 2026 do filó gratuito com música, dança e gastronomia é domingo, dia 06 de setembro.

O projeto Forqueta Cultural encerra a temporada de 2026 no próximo domingo (06), a partir das 15h, no salão da Capela Menino Deus, no interior de Forqueta. O filó cultural que reúne a comunidade e recebe o público caxiense e da região tem música, dança e gastronomia.  O encontro se tornou uma tradição entre as comunidades das diferentes capelas de Forqueta, tendo como atração o Grupo de Filó Felice Personne e o Grupo Nani. O público é convidado a compartilhar comidas ou bebidas para, como sempre, ter uma mesa farta e deliciosa. A realização é do Ponto de Cultura Costurando Sonhos e Varsóvia Educação e Cultura.

Renovando e afirmando a tradição dos filós realizados pelos imigrantes italianos na Serra, o Forqueta Cultural oferece música e descontração com as apresentações do Felice Personne, que tem um repertório composto por músicas populares italianas e brasileiras. Em parceria com o Grupo Nani, que é conhecido por suas intervenções animadas e brincadeiras, o clima é de descontração, confraternização, integração e alegria. Assim, os filós promovidos pelo Forqueta Cultural viraram uma tradição na cena cultural caxiense.

O projeto aposta na afirmação histórico-cultural de um dos bairros mais importantes de Caxias do Sul. Também está entre seus objetivos a formação de público para arte, democratização e descentralização do acesso à cultura. Nesse contexto, o Forqueta Cultural promove a ocupação de espaços da comunidade caxiense para a prática da convivência social através da arte e da valorização do patrimônio cultural.

Na edição de 2026 o Forqueta Cultural começou em abril, na comunidade de São Vigílio, passando também pelas comunidades de Santo Antônio do Cerro da Glória, São José da Linha Feijó, São João Batista e Nª Srª de Loreto.

O projeto é realizado com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul, com apoio cultural da Randoncorp e Instituto Elisabetha Randon, além da parceria da Fundação Marcopolo.

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Tatiéli Bueno estreia espetáculo inspirado na obra de Milton Nascimento

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A apresentação acontece no dia 3 de setembro, no Teatro do Sesc Caxias do Sul, visitando clássicos de Milton a partir de sua própria identidade artística.

A cantora Tatiéli Bueno estreia, no dia 3 de setembro, no Teatro do Sesc Caxias do Sul, o espetáculo Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento – Tudo o que eu posso ser. O novo trabalho propõe um encontro entre a obra de um dos maiores nomes da música brasileira e a identidade artística da cantora.

O repertório que reúne canções como “Travessia”, “Nada Será Como Antes”, “Maria, Maria”, “Encontros e Despedidas”, “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”, “Fé Cega, Faca Amolada”, “Paula e Bebeto”, “Nos Bailes da Vida”, “Certas Canções” e “Tudo o Que Você Podia Ser”.

Os arranjos, assinados por Éder Bergozza, partem da essência das canções sem buscar reproduzir suas versões originais. O resultado é uma sonoridade construída para destacar a voz e a personalidade de Tatiéli. Acompanhada por Éder Bergozza (piano), Gustavo Viegas (contrabaixo), Rodrigo Zorzi (bateria) e Mauro Caldart (guitarra) proposta é visitar esse repertório a partir do olhar, da voz e da personalidade de Tatiéli.

Em Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento, a obra de Milton funciona como ponto de partida para uma experiência que fala de identidade, memória e transformação. É um espetáculo sobre canções que permanecem vivas e sobre o que uma intérprete pode ser quando canta essas canções a partir de sua própria história.

Sobre Tatiéli Bueno

Tatiéli Bueno é cantora e intérprete com trajetória consolidada na música brasileira e latino-americana. Ao longo de sua carreira, desenvolveu uma linguagem própria marcada pela pesquisa, pela escuta e pela diversidade de repertórios.

Em 2025, lançou o EP Meu Lugar, indicado quatro vezes ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria MPB. Também apresenta há onze anos o espetáculo Tributo a Mercedes Sosa, projeto que integra sua trajetória na música latino-americana.

Em Tatiéli Bueno visita Milton Nascimento, a cantora inaugura uma nova etapa de seu trabalho artístico, colocando sua interpretação e sua identidade no centro do espetáculo.

Ficha técnica:

Tatiéli Bueno — voz e direção artística
Éder Bergozza — piano, produção musical e arranjos
Gustavo Viegas — contrabaixo
Rodrigo Zorzi — bateria
Mauro Caldart — guitarra

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Milton Corlati é o novo presidente da Festa da Uva

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Ricardo Rech

A nova comissão comunitária foi anunciada pelo prefeito Adiló nesta semana.

O atual presidente da Festa da Uva S.A., Milton Corlatti, é o novo presidente da Comissão, acumulando as duas funções.

Os vice-presidentes serão o atual presidente da Câmara de Vereadores, Wagner Petrini, representando o Legislativo; o empresário Valter Minúscoli, pelo Comércio; e o presidente da Microempa, Tiago Fernando de Azevedo, por Serviços e Microempreendedores. O vice-presidente de Indústria será indicado em breve pela CIC. A Comissão Social segue sendo conduzida por Paula Viezzer.

A representação do Legislativo na vice-presidência acompanha a presidência da Câmara de Vereadores, sendo atualizada conforme a composição da Mesa Diretora do Legislativo.

Fernando Bertotto, que deixa o cargo de presidente da Comissão Comunitária, esteve presente na reunião e recebeu os agradecimentos do prefeito Adiló e do vice Néspolo. Eles ressaltaram o trabalho e a dedicação de Bertotto à frente das três edições da Festa da Uva que conduziu.

A próxima Festa da Uva ocorre em 2028. Antes disso, a Comissão também será responsável pela realização da Festa das Colheitas e pelo concurso de escolha da Rainha e das Princesas da Festa da Uva, ambos previstos para 2027.

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Sonora Brasil apresenta a música indígena contemporânea de Gean Ramos Pankararu em Caxias do Sul

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Artista pernambucano do povo Pankararu se apresenta neste dia 30, no Teatro do Sesc, com espetáculo que conecta ancestralidade, identidade e sonoridades.

A música indígena contemporânea ganha espaço na programação do Sonora Brasil em Caxias do Sul. No dia 30 de agosto, domingo, às 18h, o Teatro do Sesc Caxias do Sul (Rua Moreira César, 2462) recebe o músico, compositor e artista indígena Gean Ramos Pankararu, de Pernambuco. A apresentação integra a 28ª edição do projeto, que neste ano tem como tema “Reverberações Afro e Indígenas” e promove a circulação de artistas de diferentes regiões do País.

Natural de Jatobá e residente na Aldeia Bem Querer de Cima, no território indígena Pankararu, Gean Ramos iniciou sua trajetória musical aos oito anos. Seu trabalho é marcado pelo diálogo entre as ancestralidades indígena e negra e por uma sonoridade contemporânea, em uma produção que valoriza as tradições de seu povo e, ao mesmo tempo, amplia as possibilidades da música brasileira.

A apresentação em Caxias do Sul terá duração de 60 minutos e classificação indicativa livre, com acessibilidade em Libras. No espetáculo, Gean compartilha uma produção artística construída a partir de suas vivências e de sua relação com o território, a memória e a identidade Pankararu, apresentando uma perspectiva contemporânea sobre as culturas e as ancestralidades dos povos originários do Nordeste.

Com uma trajetória consolidada em festivais, mostras e projetos culturais no Brasil, o artista também possui experiências em diferentes linguagens. Em 2016, lançou de forma independente o álbum “Inversões”, indicado ao Grammy Awards e ao Indigenous Music Awards, no Canadá, na categoria de melhor disco produzido por indígenas. O trabalho posteriormente ganhou nova edição, com nova mixagem, masterização e capa.

Ao longo da carreira, Gean Ramos também participou de projetos como a Mostra Música Indígena Contemporânea, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, e criou a Mostra Pankararu de Música, realizada em seu próprio território, promovendo experiências de intercâmbio e valorização da cultura Pankararu. Em 2019, recebeu o prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Cinema de Triunfo pelo filme “Deus te dê Boa Sorte”. O artista também foi vencedor, em 2021, do Festival Edésio Santos da Canção, em Juazeiro, na Bahia.

A apresentação é a segunda atração do Sonora Brasil 2026 em Caxias do Sul. A programação teve início em agosto com o duo baiano Cabokaji, que apresentou o espetáculo “Salvaguarda”. A agenda seguirá nos próximos meses com outras expressões da diversidade musical brasileira: em outubro, o município recebe as Suraras do Tapajós, grupo paraense formado por mulheres indígenas, e, em novembro, dentro da programação da 13ª Aldeia Sesc Caxias do Sul, será a vez do grupo gaúcho Nderé Oblé.

Sobre o Sonora Brasil – O Sonora Brasil cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no País.  Promovido pelo Sesc nacionalmente, já alcançou 750 mil pessoas, com 6.098 concertos, de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras. Ao todo, 431 músicos já se apresentaram no circuito que, a cada biênio, aborda duas temáticas diferentes e promove a circulação dos artistas por todas as regiões brasileiras. 

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