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6° Edição Feira Maesa Cultural

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– Você tem visitas guiadas no interior da Maesa

– Show com dois palcos

– Chimarrão . Só levar sua cuia e bomba erva mate e água quente e por nossa conta

Água potável caminhão do Samae

– Banheiros químicos

– Serviço de asseio

– Espaço de diversão e produtos para crianças

– Artesanato para todos os gostos

– Antiguidades

– Brechó

– Gastronomia

– Produtos orgânicos

– Produtos veganos

– Agro indústria

– Cutelaria

– Pets

– Acao Social

E principalmente aqui na Feira da Maesa você e acolhido com carinho respeito e hospitalidade .

Sejam sempre bem vindos

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Prefeitura anuncia o 1º Concurso Regional de Queijos Artesanais em Caxias do Sul

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Inscrições estão abertas a produtores de toda região e podem ser efetuadas até o dia 15 de fevereiro

A Secretaria Municipal da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SMAPA) promove, em parceria com a Emater/RS – Ascar, o 1º Concurso Regional de Queijos Artesanais em Caxias do Sul. As inscrições estão abertas a produtores de queijo de toda região e podem ser realizadas até o dia 15 de fevereiro (veja detalhes abaixo).

O objetivo do Concurso é estimular a melhoria da qualidade dos queijos produzidos na região. “O que se busca é premiar produtos e seus produtores que se destacam, valorizando a produção artesanal de queijos, divulgando para a população o saber-fazer da Serra Gaúcha e dos Campos de Cima da Serra”, explica o titular da SMAPA, Rudimar Menegotto.

O julgamento dos queijos inscritos será no dia 24 de fevereiro no Cevitis (antiga Fepagro), em Fazenda Souza. Os avaliadores são técnicos e profissionais reconhecidos no mercado, especialmente convidados para a ocasião. Eles vão julgar as peças inscritas em três categorias: Queijos Artesanais Coloniais, Queijos Artesanais Serranos e Outros Queijos Artesanais e Queijos Artesanais Autorais.

Os vencedores de cada categoria serão premiados com troféus Ouro, Prata e Bronze. O melhor queijo entre os Ouros ganhará o Troféu Super Ouro. A premiação será entregue durante a Festa das Colheitas, no Seminário Regional “Valorização dos queijos artesanais e das agroindústrias familiares em Caxias do Sul”, que ocorrerá no dia 03 de março, no Bolicho dos Piardi, localizado nos Pavilhões da Festa da Uva.

Podem participar agroindústrias familiares de queijos artesanais da região Serrana e dos Campos de Cima da Serra do RS, desde que seus produtos estejam submetidos a algum tipo de inspeção oficial (federal, estadual e/ou municipal, bem como suas equivalências). As agroindústrias familiares poderão inscrever no máximo uma amostra de queijo por categoria.

As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas até o dia 15 de fevereiro, na Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SMAPA), localizada na Rua Moreira César, 1.686, bairro Pio X, ou nos Escritórios Municipais da Emater/RS – Ascar, mediante preenchimento de ficha de inscrição e retirada do regulamento. As amostras de queijos (peças inteiras de no mínimo 1 kg) precisam ser entregues na SMAPA nos dias 22 e 23 de fevereiro. Mais informações pelo telefone (54) 3290-3804.

O Concurso conta com patrocínio da Sicredi Pioneira.

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Funai: déficit é de 1,5 mil servidores, diz assessor especial do min. dos Povos Indígenas

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Cacique Marcos Xukuru, liderança nacional dos povos originários, será assessor especial da pasta

Além da criação do Ministério dos Povos Indígenas, chefiado por Sonia Guajajara, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entregou o comando da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) para Joenia Wapichana, confirmando o apoio do governo federal à causa indígena. Agora, o movimento se organiza para ocupar a administração pública, enquanto se prepara para brigar por estrutura e orçamento.

O cacique Marcos Xukuru, uma das principais lideranças indígenas do país, que será assessor especial do Ministério dos Povos Indígenas, estima que o déficit de servidores da Funai possa chegar a 1.500 cargos.

“Eu tenho conversado com a Sônia e hoje falei rapidamente, pela primeira vez, com a Joenia e ela me falava da preocupação com a paralisação de processos da Funai, a falta de recursos e a questão da reestruturação da Funai, que não atende às necessidades dos povos indígenas”, afirmou o cacique, em entrevista ao Brasil de Fato.

Em entrevista ao portal UOL, em 3 de janeiro, Joenia Wapichana, já havia comentado sobre a necessidade de ampliar os recursos do órgão, que deve ser de R$ 600 milhões em 2023. “Esse orçamento não é suficiente, mas o presidente Lula já sabe disso e, com isso, eu espero que a Funai tenha um apoio financeiro a mais por conta das necessidades do órgão que é tomar conta de 14% do território brasileiro.”

Na última segunda-feira (23), o governo federal anunciou a dispensa de 43 chefes regionais e nacionais da Funai. Marcos Xukuru afirmou que o órgão priorizará a nomeação de indígenas para os cargos.

“É preciso ter muita cautela, porque não é só ocupar o espaço por ocupar, é ocupar com critérios estabelecidos pelo próprio movimento. Faremos um processo de escuta ampliado. A intenção é que seja ocupado por nossos irmãos, os parentes indígenas, mas que não seja apenas a ocupação do espaço, mas dentro de um perfil estabelecido, para que as pessoas possam contribuir com a gestão, porque não temos o direito de errar.”

Leia Mais.:Do genocídio ao Ministério: o que muda no Brasil com os indígenas no poder?

O cacique celebrou o gesto de Lula, que foi à Terra Indígena Yanomami, em Roraima, observar de perto o agravamento do estado de saúde de milhares de indígenas, que sofrem com malária e desnutrição grave.

“Nosso presidente tem uma visão de sensibilidade com a causa indígena. A ida dele lá (Roraima) mostra o tamanho da importância que ele está dando para essa pauta, é algo histórico. Hoje, não estamos à margem da vida do país. Há uma compreensão da dimensão do papel dos povos indígenas, pois podemos contribuir para esse país”, comemorou.

Xukuru

Marcos Luidson de Araújo, o Cacique Marcos Xukuru, foi eleito prefeito eleito de Pesqueira, município de 68 mil habitantes na região agreste de Pernambuco, em 2020. Seria o primeiro indígena a comandar uma prefeitura no Nordeste. No entanto, foi barrado pela Lei da Ficha Limpa, que o impediu de tomar posse.

O cacique tem uma condenação por “crime contra o patrimônio privado”, por um incêndio que ele supostamente teria cometido contra uma residência em 2003, num contexto de conflito fundiário. Marcos negou ter participado do ato, mas acabou condenado em todas as instâncias. O Tribunal Eleitoral Superior (TSE) cassou sua chapa e impediu que ele governasse o município, que foi submetido a nova eleição em outubro de 2022.

Embora já tenha sido anunciado na função de assessor especial do Ministério dos Povos Originários e, inclusive tenha se reunido com Sônia Guajajara, Marcos Xukuru ainda aguarda a nomeação para o cargo.

Confira a entrevista na íntegra:


Brasil de Fato: Após a investigação da equipe de transição e os primeiros dias de governo, já é possível ter uma dimensão do trabalho que foi feito pela gestão anterior na Funai?

Marcos Xukuru: Evidentemente que houve um desmonte da política indigenista nesse país. Nunca houve interesse em se resolver nossos problemas. Há interesses econômicos que impactam diretamente nas pautas dos povos indígenas no país, com o agronegócio, o garimpo ilegal e os madeireiros. Por outro lado, há um grupo articulado para não permitir a resolução desses problemas. O Estado brasileiro precisa dar essa resposta, por isso eu digo que o governo tem que estar alinhado, inclusive nosso presidente, para dar uma resposta a esses grupos.

Esse é um momento muito importante. Evidentemente que assumindo esse protagonismo, assumimos também uma grande responsabilidade, pois saímos do espaço de cobrança e vamos entrar em outro contexto, que é a execução de ações que antes pautávamos. Esperamos também que nosso presidente dê as condições necessárias para que possamos desenvolver um excelente trabalho, para que nossas ações possa chegar em diversas regiões do país.

O que vocês encontraram na Funai e demais órgãos que incidem na vida dos povos indígenas?

Precisamos reestruturar esses espaços que foram sucateados, porque encontramos uma terra arrasada. Tratando-se da Funai, principalmente, que tem uma missão importante de demarcação e proteção dos territórios indígenas, é preciso que haja um olhar cuidadoso do governo, que possamos trabalhar orçamento e força de trabalho, para que essa missão possa ser cumprida. É um desafio imenso…

… Mas que não cabe nesse orçamento, como já foi dito por diversas lideranças indígenas que estão no governo.

Exato. Eu tenho conversado com a Sônia e hoje estive rapidamente, pela primeira vez, com a Joenia e ela me falava da preocupação com a paralisação de processos da Funai, a falta de recursos e a questão da reestruturação da Funai, que não atende às necessidades dos povos indígenas. Evidentemente a presença dos militares na Funai sempre foi um problema, isso travava os processos e não deixava chegar as demandas da população na ponta. Sem falar na falta de pessoal, um déficit enorme de servidores que precisamos ter.

Não temos ainda a informação de quantos precisam. Os rumores, ouvindo outras pessoas também, é de que precisaremos de mil a 1.500 servidores para suprir toda a necessidade da Funai.

O governo federal anunciou a dispensa de 43 chefes regionais e nacionais da Funai. Como será feita essa substituição? Indígenas serão priorizados na ocupação dos cargos?

É uma discussão que o movimento está fazendo. É preciso ter muita cautela, porque não é só ocupar o espaço por ocupar, é ocupar com critérios estabelecidos pelo próprio movimento. Faremos um processo de escuta ampliado. A intenção é que seja ocupado por nossos irmãos, os parentes indígenas, mas que não seja apenas a ocupação do espaço, mas dentro de um perfil estabelecido, para que as pessoas possam contribuir com a gestão, porque não temos o direito de errar. É preciso tomar muito cuidado, o movimento tem pautado essa discussão em nível regional e nacional. Vamos identificar os indígenas que têm o conhecimento técnico e as especificações para os cargos.

Como foi recebido o gesto de Lula, que foi até a Terra Indígena (T.I.) Yanomami?

Nosso presidente tem uma visão de sensibilidade com a causa indígena. A ida dele lá (Roraima) mostra o tamanho da importância que ele está dando para essa pauta, é algo histórico. Hoje, não estamos à margem da vida do país. Há uma compreensão da dimensão do papel dos povos indígenas, pois podemos contribuir para esse país. A demarcação das terras dos povos indígenas, que incidem nos biomas, na Mata Atlântica e na Amazônia, é fundamental para a questão climática. A ida dele ao território do povo Yanomami mostra a importância que temos na reconstrução desse país.

Na última semana, tivemos a deflagração da crise na T.I. Yanomami e também a morte de dois indígenas na Bahia…

A responsabilidade não é só do governo federal, é preciso cobrar os governos estaduais, para que haja uma parceria no monitoramento dos conflitos fundiários. A Funai terá um papel importante, mas os governos estaduais precisam estar alinhados. Na medida que avançarmos com as demarcações, os conflitos serão amenizados. Identificando o processo de regularização dos territórios, não tenho dúvida, haverá uma redução nos conflitos.

Vocês estão otimistas sobre o crescimento no número de terras indígenas demarcadas?

Na parte administrativa, haverá as condições necessárias para que possamos avançar. Mas não podemos esquecer que há entraves jurídicos, nossos oponentes travam os processos na Justiça. Vai depender também do poder judiciário, como ele se comportará. É preciso que tudo seja feito com muito cuidado dentro do governo, na parte administrativa, para que os processos não sejam levados à Justiça.

Há um cenário favorável. Porém, o governo é formado por vários partidos e tem gente que discorda. Evidentemente, se há vontade do presidente, é um avanço. Porém, haverá pressão do outro lado. É preciso que o movimento indígena esteja coeso e que façamos muito debate e o movimento indígena terá que ir para a rua e pressionar o governo também.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

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O santuário de nossa senhora de Caravaggio recebe os fiéis no dia 2 de fevereiro para mais uma edição da Romaria Votiva que já ocorre a 123 anos.

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O reitor, padre Ricardo Fontana explica os detalhes de mais este festejo.

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