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35° Festa Nacional da Uva encerra com público de mais de 700 mil pessoas 

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Júlio Soares

Organização contabiliza visitantes do Parque de Exposições, participação nos Desfiles, Jogos Coloniais e atividades esportivas da Festa.

Neste domingo (08/03) se encerrou a 35ª Festa Nacional da Uva, sendo considerada um evento histórico, tanto pelo presidente da Comissão Comunitária, Fernando Bertotto, quanto pelo prefeito de Caxias do Sul, Adiló Didomenico. Os números finais serão consolidados ao longo desta semana, mas já é possível saber que a expectativa de 700 mil pessoas foi atingida e também ultrapassada. Ao longo de 18 dias, entre 19 de fevereiro e 8 de março, entraram no Parque de Eventos Mário Bernardino Ramos mais de 500 mil  visitantes. Os Desfiles Cênicos tiveram cerca de 110 mil espectadores e as etapas dos Jogos Coloniais atraíram outras milhares de pessoas.  

“Neste encerramento de Festa o sentimento que fica é o de dever cumprido” ressalta Bertotto que presidiu também as Festas de 2022 e 2024 e considera esta sua última Festa como presidente.

A dimensão do evento também se refletiu na circulação de visitantes. A Festa recebeu em torno de 440 excursões de diferentes Estados brasileiros e também contabilizou visitantes do exterior. Segundo a diretora de Hospitalidade e Receptivo da Comissão, Luciane Perez, há registros de grupos vindos de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, além de visitantes do Paraguai, Argentina, Uruguai, Equador, Cabo Verde, França e Estados Unidos.
            A distribuição de uvas atingiu números significativos. Segundo o Diretor de Agricultura da Comissão Comunitária, Rudimar Menegotto, até as 17h deste domingo haviam sido entregues aos visitantes 140 toneladas da fruta. O volume representa a soma das uvas que o público recebe na entrada do evento, o consumo no Palácio das Uvas — onde o visitante pôde degustar à vontade — e também a distribuição durante os Desfiles Cênicos.

Na cerimônia de encerramento a rainha Elisa dos Santos Pereira D’Mutti, as princesas Júlia Dalegrave Scopel e Letícia Comin da Silva, juntamente com as embaixatrizes agradeceram especialmente as famílias, a Comissão Social e a todos que de alguma forma fazem a Festa acontecer. A Rainha Elisa ressaltou ainda a importância que a Festa tem na vida do trio e que continuará tendo. “A Festa pode estar acabando hoje, mas o orgulho de pertencer a ela será eterno” – disse Elisa.
           

A emoção tomou conta da cerimônia quando o presidente Fernando Bertotto, após anunciar os resultados da Festa, foi agraciado com a Medalha Monumento Nacional ao Imigrante, pela Prefeitura de Caxias do Sul, maior condecoração do município às pessoas que prestam relevantes serviços à cidade.

O encerramento da 35ª Festa Nacional da Uva, neste domingo (8), também projetou o futuro: foram anunciadas as datas da 5ª Festa das Colheitas, programada para 2027, em três finais de semana — 26, 27 e 28 de fevereiro; 5, 6 e 7 de março; e 12, 13 e 14 de março. Além de já projetar as datas da Festa Nacional da Uva de 2028, prevista para ocorrer entre 24 de fevereiro e 12 de março.

A 35ª edição da Festa Nacional da Uva foi realizada com incentivo da Lei Rouanet do Ministério da Cultura do Brasil e financiamento do Pró Cultura Governo do Estado do Rio Grande do Sul. A Festa conta com o patrocínio de HDI Seguros, Banrisul, Marcopolo, RandonCorp, Sicredi Pioneira, Sulgás, Supermercados Andreazza, Vero, Unimed Serra Gaúcha, Vantajão Atacado, Sulcorte, Sebrae, Infraero e Caixa Econômica Federal.

O evento tem como apoiadores: FSG – Centro Universitário, Farmácias São João, Fusopar, CSG, Orquídea, Sanmartin, Biglia Advocacia, Eaton, Mebrafe, DRSUL Nissan, Susin Francescutti, Ou, Soprano, BRDE, Agrimar, PHD Guindastes, Global Prime, Guinchos Vanin, Weloze, Dallemole Estruturas Metálicas e Consevitis-RS. A realização da 35ª Festa Nacional da Uva é da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul e do Ministério da Cultura – Governo Federal – ao lado do povo brasileiro.

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UCS sedia IV Jornada de Geriatria e Gerontologia de Caxias do Sul

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Bruno Zulian

Temas ligados ao envelhecimento serão abordados nesta sexta e sábado, dias 24 e 25 de abril, no Campus-Sede.

A Universidade de Caxias do Sul promove nesta sexta e sábado, dias 24 e 25 de abril, a IV Jornada de Geriatria e Gerontologia de Caxias do Sul. O evento, realizado em conjunto com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), será no Bloco H, no Campus-Sede, e vai abordar temas contemporâneos ligados ao envelhecimento. A inscrição é gratuita e pode ser feita por este link. A programação será transmitida pelo canal UCS Educacional no YouTube

Integrante da equipe de organização do evento, o professor do curso de Medicina da UCS Roberto Bigarella reforça que o principal desafio do envelhecimento é acompanhar a velocidade com que ele acontece, e que uma parcela expressiva de brasileiros está nessa faixa etária de 60 anos ou mais – mais de 15%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O brasileiro está envelhecendo mais rápido do que enriquece, e isso pressiona o sistema de saúde e a organização social”, explica. O docente compreende que é urgente organizar serviços de saúde para um modelo centrado nos idosos, priorizando a funcionalidade e não apenas a doença. “Temos desafios sociais gigantescos, como o combate ao idadismo e à discriminação, o suporte aos cuidadores e a garantia de condições mínimas para viver a velhice com autonomia e dignidade”, destaca Bigarella. 

A programação da IV Jornada conta com palestras de temas diversos, entre eles “Utilização das Tecnologias Digitais por Empresários 60 Mais”, “Novos Paradigmas do Envelhecimento” e “Enfermidades Mentais: Novos Critérios para diagnóstico da Doença de Alzheimer”. 

Destaque no assunto

A UCS é uma das protagonistas na discussão do tema no Brasil. A disciplina de Geriatria foi incluída na graduação de Medicina na década de 70. A primeira jornada ocorreu em 1986, quando o assunto era pouco debatido no meio acadêmico. As edições seguintes ocorreram em 1998 e 2024. Além disso, a Instituição promove ações relevantes, como o UCS Sênior e o Núcleo de Estudos do Envelhecimento. 

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Mais livros, mais futuro: novo PNLL quer ampliar leitores no Brasil para 55% da população até 2036

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Agência Gov | Via MinC

O presidente Lula participa da cerimônia de assinatura da portaria que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o período de 2026 a 2036 nesta quinta (23). O PNLL democratiza o acesso e fortalece a soberania nacional através do conhecimento.

Neste dia 23 de abril, data em que o mundo celebra o poder transformador dos livros, o Brasil dá um novo passo para ampliar o acesso à leitura. Em uma ação conjunta, o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério da Educação (MEC) assinam a portaria interministerial que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o período de 2026 a 2036.

No novo ciclo que se inicia, a ambição é elevar o percentual de leitores de 47% para 55% da população até 2035, com foco na redução do custo do livro e na expansão de livrarias no interior do País.

O evento será às 17h desta quinta-feira, 23 de abril, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, e contará com a presença do presidente Lula, do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O gesto renova uma política pública iniciada em 2006, no governo do presidente Lula, e reafirma o compromisso do país com a formação de leitores e com o direito à palavra.

O PNLL ingressa em seu novo ciclo de 10 anos com o desafio renovado de consolidar o livro, a leitura e a escrita como bens essenciais da população brasileira. Ao longo de sua trajetória, o plano se estabeleceu como uma verdadeira Política de Estado, transcendendo gestões passageiras para se tornar um pacto social profundo, construído a muitas mãos por educadores, escritores, bibliotecários e sociedade civil desde sua gênese em 2004. Esta nova etapa reafirma a leitura não apenas como uma ferramenta funcional de alfabetização, mas como uma experiência de construção de sentidos e um pilar de sustentação para a própria democracia.

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Como bem define a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa política é o reflexo de um compromisso histórico com a emancipação do cidadão, pois, em suas palavras, a fundamental parceria entre o Ministério da Cultura e da Educação tem trazido resultados históricos. “Com o novo PNLL, estamos fortalecendo nosso Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas para que ele se nutra de acervos que respeitem e promovam nossa imensa bibliodiversidade. Nosso compromisso é garantir que o livro chegue a cada canto do país, reafirmando a leitura como um pilar de soberania e de combate às desigualdades”.

O impacto real do PNLL na vida dos brasileiros é mensurável através de transformações concretas no território nacional. Desde a instituição do plano, o Brasil empreendeu um esforço monumental para zerar o déficit de municípios sem bibliotecas públicas, convertendo o que antes eram depósitos de livros em centros vibrantes de convivência, inovação tecnológica e educação continuada.

Historicamente, as ações coordenadas permitiram que o índice nacional de leitura saltasse de modestos 1,8 livro por habitante ao ano para o patamar de 4,7 livros em seus ciclos iniciais de maior mobilização. No novo ciclo que se inicia, a ambição é elevar o percentual de leitores de 47% para 55% da população até 2035, com foco na redução do custo do livro e na expansão de livrarias no interior do país. A ministra Margareth Menezes reitera que o investimento no intelecto é a melhor defesa para o futuro. “O PNLL é uma realidade ativada pela sociedade e pelos governos. O livro e a leitura são vacinas contra a desinformação e contra a deterioração intelectual que o consumo superficial de conteúdos digitais pode causar. Ao investir em políticas públicas que protejam o acesso ao conhecimento, estamos construindo um Brasil com mais dignidade para todos e todas”.

Eixos programáticos

Estruturado em quatro eixos estratégicos — Democratização do acesso, Fomento à leitura e Formação de mediadores, Valorização institucional e Desenvolvimento da economia do livro — o PNLL 2026-2035 inova ao trazer o direito à escrita criativa como uma prática central. A ideia é que o cidadão seja um produtor de cultura, especialmente em territórios periféricos, quilombolas e indígenas.

O secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, Fabiano Piúba, destaca que o plano funciona como um parâmetro fundamental para converter o desafio de formar uma nação leitora em metas palpáveis. “O PNLL é a nossa bússola estratégica. Ele estabelece diretrizes que nos permitem ocupar as praças, as escolas e as bibliotecas com uma agenda que coloca o livro na ‘cesta básica’ do brasileiro. A inclusão da escrita criativa e literária como um direito neste novo ciclo demonstra nossa maturidade em compreender o livro como um processo vital de produção de cidadania e de reinvenção do próprio mundo”.

Além do fortalecimento da cadeia produtiva, que visa apoiar pequenas editoras e livrarias independentes, o plano dedica atenção especial à acessibilidade plena. A meta é que todas as bibliotecas e espaços de leitura disponham de acervos em braille, libras e audiolivros, garantindo que neurodivergentes e pessoas com deficiência física ou sensorial exerçam plenamente seu direito à literatura.

Essa visão inclusiva também permite ao PNLL atuar em espaços não convencionais, como unidades prisionais e hospitais, onde a leitura atua como um instrumento de humanização e remição de pena. Encerrando sua reflexão sobre os desafios e o potencial da política, Fabiano Piúba pontua que a mobilização social é o que garante a perenidade dessas conquistas: “O futuro do PNLL está no presente e na nossa capacidade de mobilização permanente nas ruas e nas instâncias de poder. Precisamos tornar a leitura visível na agenda política e social, pois estaremos fadados ao fracasso econômico se não ampliarmos o domínio da escrita entre nossos cidadãos. O PNLL, institucionalizado por lei e fundos setoriais, é o que assegura que o Brasil siga sua rota rumo à cidadania plena”.

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Randoncorp realiza ação de recrutamento presencial para unidade de Caxias do Sul na nesta quarta-feira

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Hiago Fernandes

Oportunidades contemplam diferentes funções industriais e candidatos poderão entregar currículos diretamente na Ravi Saúde Corporativa


As vagas disponíveis incluem funções como montador soldador, montador instalador, montador de componentes, operador de produção e operador de máquinas. A ação é voltada a profissionais interessados em ingressar ou se desenvolver no setor industrial, em uma empresa que integra um grupo com presença global e atuação no segmento de mobilidade e transporte.
Os interessados devem comparecer presencialmente com currículo, das 9h às 17h, na Ravi Saúde Corporativa, localizada na Rua Bento Gonçalves, 2740, bairro São Pelegrino. O atendimento será realizado por ordem de chegada, sem necessidade de agendamento prévio.
A ação reforça o compromisso da companhia em conectar pessoas a oportunidades e fortalecer a geração de empregos na região, contribuindo para o desenvolvimento profissional e para o crescimento da indústria local.

Contato em caso de dúvidas: (54) 3239.2015 (opção 02 – Recursos Humanos)

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