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Cultura

Orquestra Acadêmica da UCS leva Concerto Clássico Solidário à Catedral Santa Teresa

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Apresentação ocorre nesta quarta-feira, dia 12, e o público é convidado a contribuir com doações de alimentos e fraldas

A Orquestra Acadêmica da UCS volta à cena nesta quarta-feira, dia 12 de junho, para mais uma edição do Concerto Clássico Solidário, desta vez na Catedral Diocesana Santa Teresa, no centro de Caxias do Sul. A apresentação começa às 19h e é gratuita, porém o público é convidado a levar alimentos não perecíveis e fraldas infantis e geriátricas, que serão encaminhadas à Casa Madre Teresa. A entidade beneficente fará a triagem e a distribuição dos donativos a famílias vitimadas pelas chuvas ocorridas no mês de maio.

O primeiro Concerto Clássico Solidário foi realizado dia 22 de maio na Igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro Cruzeiro, e emocionou o público. Com o mesmo propósito e formação, a Orquestra Acadêmica da UCS retorna ao palco dia 12 para interpretar peças de Bach, Händel, Beethoven, Bizet, Strauss, entre outros renomados compositores, sob regência do maestro Fábio Alves. O espetáculo é uma realização da Universidade de Caxias do Sul, com o apoio da Prefeitura de Caxias do Sul e da Catedral Diocesana Santa Teresa.

Orquestra Acadêmica da UCS

Formada por 40 músicos estudantes, a Orquestra Acadêmica da UCS, que tem o apoio da Secretaria da Cultura da Prefeitura de Caxias do Sul, visa fomentar a prática orquestral em grupo e propiciar o encontro dos participantes para explorar e ampliar suas capacidades, habilidades, conhecimentos e, assim, promover a aproximação das atividades de orquestras profissionais. É orientada por professores da Escola de Música da UCS e por músicos da UCS Orquestra e da Orquestra de Sopros da prefeitura caxiense.

Serviço
O quê: Concerto Clássico Solidário, com a Orquestra Acadêmica da UCS
Quando: dia 12 de junho, às 19h
Onde: Catedral Diocesana Santa Teresa, no centro de Caxias do Sul
Quanto: gratuito – sugere-se a doação de alimentos não perecíveis e fraldas infantis e geriátricas

Fotos: Pedro Giles

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Cultura

Patrona e Amigo do Livro da Feira do Livro 2024 são escolhidos

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Nomes ajudarão a promover a 40ª edição do evento

A Secretaria Municipal da Cultura (SMC), através da Diretoria do Livro, Literatura e Leitura, em um processo democrático, reuniu-se nesta segunda-feira (27/05), para a análise e escolha do Patrono e Amigo do Livro da 40ª Feira do Livro de Caxias do Sul. O colegiado composto pela Academia Caxiense de Letras, Associação dos Livreiros Caxienses (ALCA), Conselho Municipal de Políticas Culturais, Programa Permanente de Estímulo à Leitura, diretoria da Casa Cultura e a Secretária Municipal da Cultura, elegeu a Patrona Helô Bacichette e Roger Castro como Amigo do Livro para representarem o evento, auxiliando na visibilidade da Feira e na interlocução com a comunidade.

Ao receber a ligação da secretária Magali, emocionada, Heloisa agradeceu à SMC. “Eu aceito com louvores. Muito obrigada, que honra. Pra mim, é a coroação de um sonho, mas que eu devo muito à Secretaria de Cultura e a essa cidade, aos livreiros, e que fazem a história de Caxias e da Feira acontecerem todos os anos”.

Sobre as escolhas, a secretária da Cultura, Magali Quadros, destaca que “a Feira terá a honra de contar com o trabalho e a dedicação da Helô e do Roger, já costumeiros no evento, mas desta vez de forma ainda mais especial, para fazer essa feira cada vez melhor”.

Patrona: Helô Bacichette

Caxiense, é professora, com formação em Letras e Especialização em Educação do Movimento pela UCS. Pós-graduada em Literatura Infantil e Juvenil pela UCAM/RJ. Escreve, conta histórias, coordena cursos e realiza oficinas para professores e adolescentes. Foi coordenadora da Confraria Reinações Caxias, de 2009 a 2013. Fez parte da diretoria da AGES – Associação Gaúcha de Escritores (2012 a 2015). Foi coordenadora do PPEL – Programa Permanente de Estímulo à Leitura de Caxias do Sul, de 2017 a 2021. Integrou a Comissão Organizadora da Mostra Literária da Rede Recria – Rede de Atenção à Criança e ao Adolescente de Caxias do Sul, de 2008 a 2019. Idealizadora do Projeto “Elos do Conto – Elos da Palavra”, voltado a adolescentes e crianças em situação de vulnerabilidade social. Em 2021, realizou palestra (live) e exposição de suas obras na Frankfurter Buchmesse (Brazilian Literature and Authors). Recebeu o troféu “Sou de atitude”, da Associação Criança Feliz, segmento “Formação de políticas públicas para a Infância e a Juventude”, e em 2017 recebeu o troféu “Palavra Viva”, homenagem do Sintrajufe/RS pelo conjunto da obra e pelo trabalho em prol do livro e da leitura.

Amigo do Livro: Roger Castro

É contador de histórias no Grupo Vivandeiros da Alegria, Doutor e Mestre no Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade de Caxias do Sul/RS, pesquisador com ênfase no estudo da contação de histórias, dinâmicas literárias e ludicidade. Possui graduação em Licenciatura em Dança pela Universidade de Cruz Alta/RS e Licenciatura em Pedagogia pela UNINTER (Caxias do Sul/RS). Criador e diretor do Grupo Vivandeiros da Alegria, animador cultural e palestrante em diversos municípios do país. Já atuou em mais de 50 espetáculos teatrais e montagens literárias com a criação de personagens para dinamizar as ações lúdicas e literárias, como a Dona Literata, Tertulino Brandão, Dr. Paracetamol Verissimo, Zé do Cordel e pirata Sete Histórias.

Prestes a completar quarenta anos, a Feira do Livro de Caxias do Sul, instituída oficialmente pela Lei Nº 2.828 de 11 de outubro de 1983, teve a sua primeira edição em 1984. O evento é um dos maiores do estado, reunindo autores, editoras e livrarias, e oferecendo ao público uma ampla programação de atividades, como palestras, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, oficinas e apresentações culturais. A edição deste ano ocorrerá de 27 de setembro a 13 de outubro.

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Cultura

Casa de comédia de Caxias do Sul promove show com humoristas locais para arrecadar fundos para as vítimas das enchentes

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Além da destinação de todo o valor da bilheteria, o espaço recebe donativos para os atingidos

Como forma de ajudar os gaúchos atingidos pelas enchentes no estado, o Polenta Comedy Club, primeira casa de comédia de Caxias do Sul, promove um show solidário com os artistas locais na noite da sexta-feira, dia 17 de maio. Todo o valor arrecadado na bilheteria do evento será destinado para as vítimas dos desastres. O espaço também estará recebendo donativos para repassar aos desabrigados.

“Trabalhar com o riso em um momento como esse não é nada fácil, mas queremos usar da nossa arte para ajudar a amenizar a dor dos nossos irmãos nesse momento, quer seja através das doações, quer seja por alguns instantes de sorriso”, expressa Diogo Severo, um dos idealizadores do projeto e um dos artistas que se apresentará no dia 17.

Além de Severo, fazem parte do elenco local do Polenta Comedy Club: Rui Barbosa, Ivangélica, Paulo Sérgio, Wellington Lescano, Gabriel Sampaio, Marlin Playhard, Edu Antunes, Dudu Vargas e Alan Hahn. Os ingressos, que são únicos e possuem diferentes valores (partindo de 10 reais + taxas), podem ser adquiridos pelo Sympla. Caso haja lotação máxima, a equipe pretende abrir mais sessões da apresentação.

Os shows nacionais que estavam programados para acontecer neste mês na casa de comédia foram adiados. As novas datas serão anunciadas nas redes sociais do Polenta Comedy Club (@polentacomedy).

PROGRAME-SE:
O quê: Show Solidário com comediantes locais
Quando: dia 17 de maio (sexta-feira), às 20h45min
Onde: no Polenta Comedy Club (Rua Marechal Floriano, 1083 – entrada pelo portão da garagem)
Ingressos: pelo Sympla (https://abre.ai/showsolidariopolenta)

CRÉDITOS DAS FOTOS: Polenta Comedy Club

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Cultura

Livro Lavradores de Enxada apresenta novo olhar sob os movimentos migratórios do RS

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Obra de José Bianchi será lançada no dia 3 de maio, no centro de Cultura Ordovás, em Caxias do Sul

Apaixonado por ouvir pessoas e querendo muito descobrir a própria história, o descendente de imigrantes italianos José Bianchi partiu de Caxias do Sul, em 2019, para uma viagem à Itália em busca de suas origens. Ele só não imaginava que a experiência transformaria por completo sua vida e seria o início de uma pesquisa que durou quatro anos e o fez percorrer muitos caminhos.

Foi durante a visita aos lugares de origem dos bisavós Ernesto Bianchi (Veneza) e Maria Centelleghe (San Gregório Nelle Alpi) que teve início o livro Lavradores de Enxada , que será lançado no dia 3 de maio, às 19h, no Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho, em Caxias do Sul. Na obra, que marca a estreia de Bianchi como escritor, ele apresenta um novo panorama sobre a vinda dos imigrantes ao Brasil, mais especificamente ao Rio Grande do Sul. O autor não fala apenas dos italianos, mas também conta histórias de espanhois, portugueses, holandeses, alemães, poloneses, suecos, franceses, suíços e indígenas.

A diversidade de etnias englobadas no livro teve em comum, na época da chegada ao Brasil, a mesma dificuldade no cultivo da terra devido aos terrenos extremamente íngremes e rochosos que lhes foram concedidos. Por isso “Lavradores de Enxada”, homens e mulheres que precisaram literalmente quebrar pedras para conseguir começar uma nova vida no país.

O que concluí com minha pesquisa é que a agricultura não sobreviveu nas comunidades onde os terrenos eram íngremes e não mecanizáveis. Os imigrantes que receberam esses espaços acabaram se mantendo apenas até a primeira geração. Depois, eles deixaram suas comunidades ou passaram a trabalhar na indústria. Isso fez com que muito da cultura desses imigrantes se perdesse.

Com uma linguagem simples e acessível, Bianchi, apresenta lugares, relata depoimentos e entrevistas com quase uma centena de personagens que, muitas vezes emocionados, falam sobre seus pais, avós e bisavós vindos da Europa. Relata ainda a realidade dos indígenas no início da colonização e alguns conflitos ocorridos. “Eu não procurei apenas contar o que já está nos livros, mas sim dar voz a quem ainda não havia sido ouvido. Contar o que as pessoas tinham a dizer sobre tudo o que ocorreu. Também registrei fatos descritos em jornais e depoimentos que ainda não estavam em livros” – conta Bianchi.

A obra é fruto de uma intensa pesquisa e uma escuta dedicada. O autor recorreu a diferentes estudos acadêmicos para embasar sua narrativa, mas o protagonismo de sua obra está na riqueza dos depoimentos e em seu olhar sem filtros ou preconceitos. “Algumas pessoas se emocionaram muito com a oportunidade de falar e eu também me emocionei ao ouvi-las. Fomos a lugares distantes, estradas de chão… era raro alguém negar um depoimento. Eles literalmente abriram suas casas e contaram suas histórias e é isso que relato no meu livro” – afirma o autor.

A coleta dos depoimentos começou na Itália, onde em muitos casos, Bianchi utilizou-se dos conhecimentos do ‘talian’ para ser compreendido. Além dos italianos, a pesquisa envolveu personagens residentes nos municípios de Veranópolis, Roca Salles, Coronel Pilar, Garibaldi, Bento Gonçalves, Monte Belo, Pinto Bandeira, Farroupilha, São Marcos, Caxias do Sul, Nova Petrópolis, São José do Hortêncio, Feliz, Vale Real, Alto Feliz, Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Sapiranga, Montenegro, São Vendelino, Tupandi, Picada Café, Carlos Barbosa, Barão, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Vila Flores, Santo Antônio do Palma, Flores da Cunha e Antônio Prado.

O livro Lavradores de Enxada não se prende a uma ordem cronológica e, por vezes, aproveita fatos para fazer um contraponto com realidades atuais. É assim quando Bianchi apresenta um pouco da arquitetura deixada pelos imigrantes e faz um paralelo com escolas rurais abandonadas, nas mesmas localidades. Ao discorrer sobre diferentes etnias e suas culturas ele aborda curiosidades atuais como, por exemplo, a paixão das comunidades do interior pelo esporte amador, as festas de colônia, incluindo os “kerbs”, as bandas típicas e até a chegada da música eletrônica e os tradicionais conjuntos de baile.

E não poderia deixar de lançar seu olhar sobre temas atuais envolvendo a imigração recente. Em um trecho do livro, ele entrevistou um grupo de venezuelanos que veio para o Brasil em busca de trabalho e também abordou a vinda de haitianos e senegaleses.

O livro tem o financiamento da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e Prefeitura de Caxias do Sul, com apoio cultural de RandonCorp, Guinchos Vanin e Paris Administração e Participações.

O lançamento será em grande estilo, com um “mini filó” no Zarabatana Café, com a presença do Grupo Girotondo para alegrar o momento.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Lavradores de Enxada, de José Bianchi

Quando: 3 de maio, sexta-feira, a partir das 19h

Onde: Zarabatana Café – Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho (Luiz Antunes, 312 – Panazzolo, Caxias do Sul – RS)

Quanto: entrada franca. O livro estará à venda por R$ 60 (preço promocional de lançamento, exclusivo para o dia)

Sobre o autor:

José Bianchi nasceu em São Valentim da Segunda Légua, interior de Caxias do Sul, e é neto de imigrantes italianos oriundos das regiões do Vêneto ( família paterna) e de Trento (família materna), passou sua infância entre a capela de São Valentim e o interior do município de Feliz-RS. Graduado em Ciências Econômicas e Ciências Contábeis pela UCS, cursou parcialmente a Faculdade de Estudos Sociais. Lavradores de Enxada é seu primeiro livro.

Ele tem pós-graduação em Administração Hospitalar pelo IAHCS (Instituto de Administração Hospitalar e Ciência da Saúde, através da UCS). Foi presidente do IPAM (Instituto de Previdência e Assistência Municipal de Caxias do Sul), Secretário Municipal de Administração do município de Caxias do Sul e Diretor Administrativo da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. Aposentou-se no cargo de Oficial Legislativo, pertencente ao quadro de carreira da Câmara Municipal.

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