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Cultura

O Grande Espetáculo de Natal 2023 consolida o propósito de resgatar tradições

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Com inspiração na região do Vêneto, o evento convida a comunidade a celebrar seus símbolos com união e pertencimento

A sétima edição de “O Grande Espetáculo de Natal” ocorre nos dias 25 e 26 de novembro, às 20h, em frente à Casa Magnabosco, em Caxias do Sul (RS). A inspiração para as apresentações de 2023 veio do Natal de Verona, cidade na região de Vêneto, na Itália, de onde vieram imigrantes que colonizaram o município.

O evento natalino promoveu uma renovação no seu formato a partir da edição de 2022 e, após o sucesso do ano passado, mantêm-se as duas sessões do espetáculo. De acordo com a diretora executiva e produtora cultural Cali Troian, esse modelo gera mais conforto para o público e amplia o acesso à comunidade.  O espetáculo envolve o reconhecido Grupo Tholl, de teatro circense, juntamente com o elenco local, que inclui bailarinos e artistas profissionais, como também artistas em formação pelo Projeto Impulso, de Akacio Camargo, que atende crianças em vulnerabilidade social no bairro Planalto. Ainda, terá a participação do Coro da Unimed, que nessa edição contará com a participação especial da cantora Paola Delazzeri como solista. 

Para o espetáculo, serão disponibilizados dois mil lugares para o público assistir sentado, entre cadeiras e uma arquibancada, que será a novidade deste ano. “Nós primamos por um espetáculo inesquecível no palco, mas pela experiência completa. Neste ano, vamos inserir, ainda que de forma modesta, as arquibancadas para ampliar o conforto do público. Por ser gratuito, de livre acesso, é importante que as pessoas cheguem cedo para escolher um bom lugar. Quem quiser, poderá levar sua cadeira também, pois terá um espaço reservado para isso”, explica a diretora executiva.

Esse conforto também está na atenção à acessibilidade, onde a produção prevê  acesso facilitado para pessoas com deficiência, com uma área de embarque e desembarque sugerida na Rua Marquês do Herval, dando acesso direto a um espaço reservado. O espetáculo, também, terá interpretação em Libras e audiodescrição, além de transmissão on-line ao vivo nas duas noites pelo YouTube do Grande Espetáculo, quebrando barreiras geográficas. Esse é um dos grandes legados do evento, onde a inclusão e a acessibilidade permitem que mais espectadores se aproximem da celebração natalina que é, em si, universal de tantas maneiras.

Inspiração em Verona

Na cidade italiana, as celebrações natalinas são tradicionalmente realizadas na Piazza della Repubblica, com a ocupação do local pelos moradores e turistas, fazendo uma alusão à nossa Praça Dante Alighieri e à festividade e reunião de pessoas promovidas pelo espetáculo. Ainda, as populares feiras nas ruas italianas, com intuito de vender produtos artesanais, serviram como referência para a implantação do Mercado de Natal, que estará localizado na Rua Montaury, junto à estrutura do espetáculo, divulgando o trabalho de artistas autorais de moda, arte e design, com produções feitas à mão, enaltecendo a economia criativa e novos empreendedores. O Mercado de Natal tem assinatura da Le Marché, com curadoria de Lulu Alberti.

A identidade visual do cartaz que divulgará o espetáculo também é muito significativa. Criada pela ilustradora Laura Sonego, a ilustração simula artisticamente a ocupação do Centro de Caxias do Sul, trazendo elementos natalinos, como presentes e Papai Noel, porém de uma maneira mais desconstruída. “Ainda, aparecem no cartaz barraquinhas, que fazem menção ao Mercado de Natal, além de outros elementos que representam as atrações artísticas, como a presença do Coro da Unimed e da plateia, por exemplo”, explica Laura.

Já as apresentações, realizadas por artistas do Grupo Tholl e por elenco local, retratarão uma lembrança, um sonho de um grande parreiral onde turistas viajarão nas belezas, aromas e sabores das uvas e seus derivados. Segundo o diretor artístico do espetáculo, João Bachilli, do Grupo Tholl, esse sonho se transforma em um portal de luz para as festividades do Natal, onde serão revelados todos seus significados. “Representaremos essa força nas gigantes e graciosas pernas de pau, com os artistas brilhantes, em seus trajes reluzentes, ao mesmo momento é a luz que faz surgir cores. Trajes em ouro refletem e expandem nossa riqueza interior e a cena da Natividade, estilizada e emocionante, evidencia nosso maior bem, aquele que habita o nosso coração e nos dá forças para acreditar que a bondade é essência e que o nascimento d’Ele reluz em vida”, afirma Bachilli.

Outras cores também estarão presentes, como vermelho e verde, trazendo as festividades do Natal, e o prateado, surgindo nas estrelas que despencam dos céus para brilhar perante os olhos dos espectadores. Para os solos circenses, verdadeiras joias estão sendo confeccionadas com preciosismo de bordados e formas que lembram enfeites de Natal, além de serem apresentadas alusões aos brinquedos que fazem a alegria das crianças, como bonecas e bichinhos de pelúcia, dando o brilho de alegria e de inocência na chegada do Papai Noel. “Essa é nossa grande festa, o ritual de todos os anos em que recarregamos nossos sentimentos para emanar a luz de cada um de nós. Baseado no brilho e na luz, procurei um sentido de comunhão e doação de nossas belezas interiores em formas, tons e cintilância, afinal, é Natal”, celebra o diretor artístico.

Para o idealizador d’O Grande Espetáculo de Natal, Pedro Horn Sehbe, a consolidação e o engrandecimento desse projeto enchem a todos os envolvidos de orgulho e satisfação. “O espetáculo desse ano foi pensado para reforçar o espírito comunitário e para engrandecer a importância dos múltiplos simbolismos do Natal: a fé, a renovação da esperança, o amor ao próximo. O roteiro de encantamento e magia deixa cada ano maior, mais vivo, mais alegre e mais iluminado o coração de nossa cidade.”

Essa edição de “O Grande Espetáculo de Natal” tem financiamento do Ministério da Cultura por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul. Possui patrocínio Diamante das Lojas Magnabosco, Unimed Nordeste/RS, Hyva e Andreazza, com apoio do Instituto Elisabetha Randon.

Ficha Técnica:

Idealização e Direção Geral: Pedro Horn Sehbe 

Direção artística: João Bachilli

Direção Musical: Ivan Montanha

Direção Executiva: Cali Troian

Elenco: Grupo Tholl + Coro Unimed + Projeto Impulso + Paola Delazzeri + Convidados

Sonorização e Iluminação: Progressiva Som e Luz

Mapping: Vita.art

Agência de Comunicação: Aeroplano

Assessoria de imprensa: Dinâmica Conteúdo Inteligente

Libras: Move

Audiodescrição: Imaginativa

Arquiteta responsável: Karina Dick

Planejamento e Gestão Cultural: Cali Gestão Cultural

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Cultura

Casa de comédia de Caxias do Sul promove show com humoristas locais para arrecadar fundos para as vítimas das enchentes

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Além da destinação de todo o valor da bilheteria, o espaço recebe donativos para os atingidos

Como forma de ajudar os gaúchos atingidos pelas enchentes no estado, o Polenta Comedy Club, primeira casa de comédia de Caxias do Sul, promove um show solidário com os artistas locais na noite da sexta-feira, dia 17 de maio. Todo o valor arrecadado na bilheteria do evento será destinado para as vítimas dos desastres. O espaço também estará recebendo donativos para repassar aos desabrigados.

“Trabalhar com o riso em um momento como esse não é nada fácil, mas queremos usar da nossa arte para ajudar a amenizar a dor dos nossos irmãos nesse momento, quer seja através das doações, quer seja por alguns instantes de sorriso”, expressa Diogo Severo, um dos idealizadores do projeto e um dos artistas que se apresentará no dia 17.

Além de Severo, fazem parte do elenco local do Polenta Comedy Club: Rui Barbosa, Ivangélica, Paulo Sérgio, Wellington Lescano, Gabriel Sampaio, Marlin Playhard, Edu Antunes, Dudu Vargas e Alan Hahn. Os ingressos, que são únicos e possuem diferentes valores (partindo de 10 reais + taxas), podem ser adquiridos pelo Sympla. Caso haja lotação máxima, a equipe pretende abrir mais sessões da apresentação.

Os shows nacionais que estavam programados para acontecer neste mês na casa de comédia foram adiados. As novas datas serão anunciadas nas redes sociais do Polenta Comedy Club (@polentacomedy).

PROGRAME-SE:
O quê: Show Solidário com comediantes locais
Quando: dia 17 de maio (sexta-feira), às 20h45min
Onde: no Polenta Comedy Club (Rua Marechal Floriano, 1083 – entrada pelo portão da garagem)
Ingressos: pelo Sympla (https://abre.ai/showsolidariopolenta)

CRÉDITOS DAS FOTOS: Polenta Comedy Club

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Cultura

Livro Lavradores de Enxada apresenta novo olhar sob os movimentos migratórios do RS

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Obra de José Bianchi será lançada no dia 3 de maio, no centro de Cultura Ordovás, em Caxias do Sul

Apaixonado por ouvir pessoas e querendo muito descobrir a própria história, o descendente de imigrantes italianos José Bianchi partiu de Caxias do Sul, em 2019, para uma viagem à Itália em busca de suas origens. Ele só não imaginava que a experiência transformaria por completo sua vida e seria o início de uma pesquisa que durou quatro anos e o fez percorrer muitos caminhos.

Foi durante a visita aos lugares de origem dos bisavós Ernesto Bianchi (Veneza) e Maria Centelleghe (San Gregório Nelle Alpi) que teve início o livro Lavradores de Enxada , que será lançado no dia 3 de maio, às 19h, no Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho, em Caxias do Sul. Na obra, que marca a estreia de Bianchi como escritor, ele apresenta um novo panorama sobre a vinda dos imigrantes ao Brasil, mais especificamente ao Rio Grande do Sul. O autor não fala apenas dos italianos, mas também conta histórias de espanhois, portugueses, holandeses, alemães, poloneses, suecos, franceses, suíços e indígenas.

A diversidade de etnias englobadas no livro teve em comum, na época da chegada ao Brasil, a mesma dificuldade no cultivo da terra devido aos terrenos extremamente íngremes e rochosos que lhes foram concedidos. Por isso “Lavradores de Enxada”, homens e mulheres que precisaram literalmente quebrar pedras para conseguir começar uma nova vida no país.

O que concluí com minha pesquisa é que a agricultura não sobreviveu nas comunidades onde os terrenos eram íngremes e não mecanizáveis. Os imigrantes que receberam esses espaços acabaram se mantendo apenas até a primeira geração. Depois, eles deixaram suas comunidades ou passaram a trabalhar na indústria. Isso fez com que muito da cultura desses imigrantes se perdesse.

Com uma linguagem simples e acessível, Bianchi, apresenta lugares, relata depoimentos e entrevistas com quase uma centena de personagens que, muitas vezes emocionados, falam sobre seus pais, avós e bisavós vindos da Europa. Relata ainda a realidade dos indígenas no início da colonização e alguns conflitos ocorridos. “Eu não procurei apenas contar o que já está nos livros, mas sim dar voz a quem ainda não havia sido ouvido. Contar o que as pessoas tinham a dizer sobre tudo o que ocorreu. Também registrei fatos descritos em jornais e depoimentos que ainda não estavam em livros” – conta Bianchi.

A obra é fruto de uma intensa pesquisa e uma escuta dedicada. O autor recorreu a diferentes estudos acadêmicos para embasar sua narrativa, mas o protagonismo de sua obra está na riqueza dos depoimentos e em seu olhar sem filtros ou preconceitos. “Algumas pessoas se emocionaram muito com a oportunidade de falar e eu também me emocionei ao ouvi-las. Fomos a lugares distantes, estradas de chão… era raro alguém negar um depoimento. Eles literalmente abriram suas casas e contaram suas histórias e é isso que relato no meu livro” – afirma o autor.

A coleta dos depoimentos começou na Itália, onde em muitos casos, Bianchi utilizou-se dos conhecimentos do ‘talian’ para ser compreendido. Além dos italianos, a pesquisa envolveu personagens residentes nos municípios de Veranópolis, Roca Salles, Coronel Pilar, Garibaldi, Bento Gonçalves, Monte Belo, Pinto Bandeira, Farroupilha, São Marcos, Caxias do Sul, Nova Petrópolis, São José do Hortêncio, Feliz, Vale Real, Alto Feliz, Morro Reuter, Santa Maria do Herval, Sapiranga, Montenegro, São Vendelino, Tupandi, Picada Café, Carlos Barbosa, Barão, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Vila Flores, Santo Antônio do Palma, Flores da Cunha e Antônio Prado.

O livro Lavradores de Enxada não se prende a uma ordem cronológica e, por vezes, aproveita fatos para fazer um contraponto com realidades atuais. É assim quando Bianchi apresenta um pouco da arquitetura deixada pelos imigrantes e faz um paralelo com escolas rurais abandonadas, nas mesmas localidades. Ao discorrer sobre diferentes etnias e suas culturas ele aborda curiosidades atuais como, por exemplo, a paixão das comunidades do interior pelo esporte amador, as festas de colônia, incluindo os “kerbs”, as bandas típicas e até a chegada da música eletrônica e os tradicionais conjuntos de baile.

E não poderia deixar de lançar seu olhar sobre temas atuais envolvendo a imigração recente. Em um trecho do livro, ele entrevistou um grupo de venezuelanos que veio para o Brasil em busca de trabalho e também abordou a vinda de haitianos e senegaleses.

O livro tem o financiamento da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e Prefeitura de Caxias do Sul, com apoio cultural de RandonCorp, Guinchos Vanin e Paris Administração e Participações.

O lançamento será em grande estilo, com um “mini filó” no Zarabatana Café, com a presença do Grupo Girotondo para alegrar o momento.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Lavradores de Enxada, de José Bianchi

Quando: 3 de maio, sexta-feira, a partir das 19h

Onde: Zarabatana Café – Centro de Cultura Henrique Ordovás Filho (Luiz Antunes, 312 – Panazzolo, Caxias do Sul – RS)

Quanto: entrada franca. O livro estará à venda por R$ 60 (preço promocional de lançamento, exclusivo para o dia)

Sobre o autor:

José Bianchi nasceu em São Valentim da Segunda Légua, interior de Caxias do Sul, e é neto de imigrantes italianos oriundos das regiões do Vêneto ( família paterna) e de Trento (família materna), passou sua infância entre a capela de São Valentim e o interior do município de Feliz-RS. Graduado em Ciências Econômicas e Ciências Contábeis pela UCS, cursou parcialmente a Faculdade de Estudos Sociais. Lavradores de Enxada é seu primeiro livro.

Ele tem pós-graduação em Administração Hospitalar pelo IAHCS (Instituto de Administração Hospitalar e Ciência da Saúde, através da UCS). Foi presidente do IPAM (Instituto de Previdência e Assistência Municipal de Caxias do Sul), Secretário Municipal de Administração do município de Caxias do Sul e Diretor Administrativo da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul. Aposentou-se no cargo de Oficial Legislativo, pertencente ao quadro de carreira da Câmara Municipal.

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Cultura

Ponto de Cultura NAV abre inscrições para oficinas gratuitas de audiovisual

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São 120 vagas para formação básica em cinema e vídeo

O Ponto de Cultura NAV – Núcleo Audiovisual FSG está com inscrições abertas para oficinas gratuitas de formação. Com foco na qualificação básica para cinema e vídeo, o projeto Ciclo de Oficinas Audiovisuais terá seis módulos, contemplando todas as fases que envolvem a realização de um filme: Elaboração de Projeto, Escrita Documental, Produção Audiovisual, Direção Cinematográfica, Direção de Áudio e Prestação de Contas.

Ao todo, são 120 vagas, voltadas especialmente para estudantes, artistas, produtores, agentes culturais e profissionais que já desenvolvem projetos na área ou queiram aprimorar conhecimentos para disputar editais, buscar parcerias ou captar recursos. As inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp (54) 99198-1008 ou pelo e-mail ciclodeoficinasaudiovisuais@gmail.com. Metade das vagas são reservadas para mulheres, comunidade LGBTQIAPN+, pessoas negras e pessoas de baixa renda.

A programação abre dia 27 de abril, sábado, com a oficina de Elaboração de Projeto, ministrada pela produtora cultural Bete Souza. “O objetivo é que os participantes passem pelas principais etapas da realização de um projeto audiovisual, do planejamento à prestação de contas. A ideia é que eles entendam o processo de produção, seja de um filme, de um curta, de um clipe musical ou de um vídeo para o YouTube. Ao final das oficinas, eles terão em mãos o ferramental para produzir um filme que chegue ao público, concorra em festivais e até mesmo recupere o investimento financeiro feito na produção”, antecipa a oficineira.

Em maio, serão oferecidos os módulos de Escrita Documental (11/05), com Daniel Vargas, e Produção Audiovisual (25/05), com Nika Ferronato. Na sequência, em junho, os participantes terão as formações de Direção Cinematográfica (08/06), com Marcelo Rosa Costa, e Direção de Áudio (22/06), com Vitor Lemes. O projeto encerra com a oficina de Prestação de Contas (06/07), com Robinson Cabral. Todas as atividades serão realizadas aos sábados, de forma presencial, com duração de 8 horas.

“Quando a gente sabe onde quer chegar e tem o máximo de informações possíveis para a elaboração de um projeto, como objetivos, justificativa, personagens, planilha de custos, equipe e elenco, fica muito mais fácil vender nosso peixe. Seja para produtoras, investidores, patrocinadores ou mesmo para concorrer em editais. Um projeto bem estruturado é imprescindível para a realização audiovisual”, resume Bete.

O projeto Ciclo de Oficinas Audiovisuais conta com recursos do edital 2023 do Financiarte – Financiamento da Arte e Cultura Caxiense, com realização da produtora cultural Bete Souza, em parceria com o Ponto de Cultura NAV – Núcleo Audiovisual FSG.

Serviço

:: O que: inscrições para formações gratuitas do projeto Ciclo de Oficinas Audiovisuais.

:: Inscrições: WhatsApp (54) 99198-1008, com Bete Souza, ou pelo e-mail ciclodeoficinasaudiovisuais@gmail.com.

:: Vagas: 20 vagas por oficina, com 50% de reserva para mulheres, comunidade LGBTQIAPN+, pessoas negras e pessoas de baixa renda

:: Prazo: até preenchimento das vagas.

:: Quanto: inscrições gratuitas; necessário preencher formulário online.

:: Onde: oficinas presenciais no Ponto de Cultura NAV – Núcleo Audiovisual FSG (Rua Os Dezoito do Forte, nº 2366, prédio A, Sala 124). 

Programação de oficinas

Elaboração de Projeto Audiovisual, com Bete Souza

:: Quando: 27 de abril, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: Será desenvolvido um projeto audiovisual, desde a etapa da ideia e do planejamento até a organização da proposta num roteiro básico pronto para ser formatado, seja em proposta para edital, na busca de parcerias para a realização, ou na tão esperada hora da “Ação!”

Escrita Documental, com Daniel Vargas

:: Quando: 11 de maio, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: Contextualização do gênero documentário, dos primórdios aos tempos atuais. O documentário contemporâneo, de ensaio e de autor; roteiro para documentário autoral. A abordagem será teórica e prática, com exemplos de filmes e principais representantes. Ao final, terá espaço de perguntas e troca de ideias sobre projetos dos participantes, em forma de orientação.

Produção Audiovisual, com Nika Ferronato

:: Quando: 25 de maio, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: Conceitos básicos de produção de imagens, possibilitando o conhecimento das etapas necessárias para a realização audiovisual. Projeto e roteiro; decupagem e necessidades; cronograma de trabalho; planilhas e checklist; artefatos e profissionais. Pré-produção, produção, execução, finalização e entrega.  

Direção Cinematográfica, com Marcelo Rosa Costa

:: Quando: 8 de junho, das 9h às 12h e das 13h às 18h

:: O percurso da realização cinematográfica, desde a ideia original até a concretização do projeto. Debater os aspectos técnicos de cada etapa, ressaltando a importância de uma elaboração orgânica com os diferentes profissionais envolvidos. Discutir as necessidades de produção e as possibilidades oferecidas pela tecnologia, da captação à difusão, seja em festivais ou em plataformas específicas.

Direção de Áudio, com Vitor Lemes

:: Quando: 22 de junho, das 9h às 12 e das 13h às 18h

:: Definições, informações e técnicas iniciais para o domínio da direção de áudio. Na oficina serão trabalhados 40 tópicos, divididos nos módulos: fundamentos do som, fenômenos sonoros e audição humana, equipamentos de áudio, eletricidade e eletrônica em áudio, mesa de som e prática operacional.

Prestação de Contas, com Robinson Cabral

:: Quando: 6 de julho, das 9h às 12 e das 13h às 18h

:: Informar, de maneira clara e objetiva, os principais aspectos da prestação de contas, seu dever constitucional, a relação da execução e da prestação, aspectos físicos e financeiros, vedações, sanções e limitações, e a prática no preenchimento de formulários e relatórios. A oficina pretende trazer ferramentas e dicas para auxiliar produtores, gestores e profissionais que trabalham com projetos incentivados.

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