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Noite das Sopas, do Projeto Mão Amiga, será realizada no dia 7 de agosto no Salão da Igreja dos Capuchinhos, em Caxias do Sul

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Evento busca arrecadar recursos para a inclusão de crianças em situação de vulnerabilidade social na educação infantil.

O Projeto Mão Amiga realiza, no dia 7 de agosto (sexta-feira), às 19h30, a oitava edição da Noite das Sopas. O evento será realizado no Salão da Igreja dos Capuchinhos, no bairro Rio Branco, em Caxias do Sul, com o objetivo de arrecadar recursos para auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade social no pagamento de mensalidades de crianças matriculadas em escolas particulares de educação infantil.

Nesta edição, serão disponibilizados 600 ingressos. Os valores são de R$ 85 para adultos e R$ 40 para crianças de quatro a sete anos. Os ingressos podem ser adquiridos na sede do Projeto Mão Amiga e nos demais pontos de venda parceiros (veja lista abaixo).

O cardápio será preparado por oito cozinhas formadas por entidades e empresas engajadas na causa social. O ingresso inclui sopa, pão, sobremesa, água e uma taça de vinho ou suco.

Entre as opções disponíveis estarão creme de queijos com crumble de alecrim, creme de aspargos, creme de mandioquinha com crispy de alho-poró e farofa de bacon, caldo verde, sopa de legumes com carnes, capeletti in brodo, creme de milho com frango defumado e chips de bacon e creme de batata-doce com linguicinha.

De acordo com a coordenadora do evento, Cintia Costamilan, a expectativa é arrecadar aproximadamente R$ 55 mil. O valor será destinado ao pagamento de mensalidades escolares de crianças em situação de vulnerabilidade social atendidas pelo Projeto Mão Amiga.

“A Noite das Sopas é um evento construído por muitas mãos e que transforma solidariedade em oportunidades reais para as famílias atendidas pelo Mão Amiga. Cada ingresso adquirido contribui diretamente para que essas crianças tenham acesso à educação infantil e para que seus pais possam permanecer no mercado de trabalho”, destaca Cintia.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 99142-8223.

COZINHAS PARTICIPANTES E CARDÁPIO
:: Cozinha SIM: creme de queijos com crumble de alecrim
:: Cozinha Expert: creme de aspargos
:: Cozinha Sica: creme de mandioquinha com crispy de alho-poró, acompanhado de farofa de bacon
:: Cozinha Ajuris: caldo verde
:: Cozinha Vulcano/MG Mangueiras: sopa de legumes com carnes
:: Cozinha Andreazza/Quanta: capeletti in brodo, do Di Paolo
:: Cozinha Sicredi Pioneira: creme de milho com frango defumado e chips de bacon
:: Cozinha ARH Serrana/Detella: creme de batata-doce com linguicinha

PONTOS DE VENDA
:: Sede do Projeto Mão Amiga: Rua General Mallet, 33 – Bairro Rio Branco
:: Banca Rio Branco: Rua General Sampaio, 33 – Bairro Rio Branco
:: Koala Concept: Avenida Rio Branco, 1107 – Bairro Rio Branco
:: Padaria Pão Quente: Rua Feijó Júnior, 360 – Bairro São Pelegrino

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Secretaria de Trânsito orienta condutores sobre placas veiculares perdidas durante chuva desta segunda

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Placas encontradas podem ser entregues na sede da SMTTM, no bairro Pio X, onde ficam à disposição dos proprietários.

Diversas placas encontradas em vias públicas, muitas pelas equipes da Secretaria Municipal de Obras (SMO), já foram encaminhadas à SMTTM e estão à disposição para retirada pelos proprietários.

A força da água e os alagamentos podem provocar o desprendimento desses acessórios dos veículos. Por isso, quem perceber a ausência do item pode procurar a SMTTM para verificar se a placa foi localizada e entregue por moradores ou pelas equipes do serviço público que atuam nas ruas.

A Secretaria de Trânsito também solicita a colaboração da comunidade. Quem encontrar uma placa veicular em via pública pode entregá-la na sede da SMTTM, permitindo que o proprietário tenha a possibilidade de recuperá-la.

As placas estão sendo recebidas e ficam disponíveis para retirada na SMTTM, na Rua Moreira César, 1666, bairro Pio X. O horário de expediente é das 8h às 16h, sem fechar ao meio-dia.

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PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

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A Polícia Federal (PF) está nas ruas na manhã desta quinta-feira (17) com a Operação Conexão Paralela, para combater a entrada clandestina de produtos eletrônicos no país.

Ao todo, estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá, no Grande Rio. 

O grupo responsável pelo ingresso destes produtos estrangeiros e posterior revenda dentro do Brasil seria comandado por um policial militar, de acordo com a PRF.

Os produtos, especialmente smartphones, eram introduzidos no país sem o pagamento de impostos de importação. A revenda de milhares destes produtos teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa. 

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Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras

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Pesquisa diz que 78% afirmam ter sofrido ao menos um tipo de violência.

Oito em cada dez mulheres no país (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estratégias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo.

Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. O levantamento será apresentado nesta quarta-feira (16), no painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, durante o 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Para a pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, por meio de entrevistas digitais de autopreenchimento. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados. Entre as entrevistadas, 94% afirmam se sentirem inseguras diante da violência no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos pela cidade, 94% das mulheres e 90% dos homens dizem sentir medo da violência.

Para a população em geral, as mulheres são percebidas como mais vulneráveis do que os homens em diversas formas de violência, principalmente doméstica, sexual, psicológica e física. A violência doméstica, por exemplo, é motivo de temor para seis em cada dez brasileiras.

Além disso, os espaços de lazer e o transporte público estão entre os locais em que as mulheres se sentem menos protegidas: 41% não se sentem nada segura em bares, festas e baladas e 42% não se sentem nada segura em pontos de ônibus e estações. Dentro dos transportes públicos, 33% dizem não se sentir nada segura.

“Na prática, mulheres e homens não vivem a cidade da mesma maneira já que, para as mulheres, o acesso aos espaços e às oportunidades é constantemente condicionado pela preocupação com a própria segurança”, mencionou Maíra.

Restrições por medo

O cenário de violência e insegurança leva quase a totalidade das mulheres (98%) a adotar no dia a dia ao menos uma das medidas pesquisadas para reduzir o risco de sofrer violência. Evitar determinados locais é a estratégia mais comum, citada por 90% das entrevistadas.

Outras medidas mostram o grau de vigilância incorporado à rotina: 88% evitam compartilhar informações pessoais ou sua localização nas redes sociais, 84% evitam usar o celular na rua, 83% avisam alguém sobre seus deslocamentos e horários, e 83% evitam sair à noite.

As mulheres também evitam o uso de aplicativos bancários no celular quando estão na rua (80%), compartilham sua localização com pessoas de confiança (77%), mudam trajetos habituais (69%), chamam carro ou moto por aplicativo para não precisar andar pelas ruas (66%) e pedem para alguém acompanhá-las quando saem de casa (66%).

Para evitar situações de violência, 62% das mulheres já mudaram hábitos de lazer, e 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam. Mais da metade (56%) já preferiu utilizar algum meio de transporte em vez de ir a pé, mesmo quando o destino era próximo. Além disso, 27% praticam ou já praticaram técnicas de defesa pessoal, e 26% carregam itens de proteção pessoal, como spray de pimenta ou alarme pessoal.

As decisões relacionadas à vida profissional e acadêmica também são afetadas. A pesquisa mostra que 45% das mulheres afirmam já ter deixado de aproveitar oportunidades de trabalho ou estudo por causa do medo da violência. Além disso, 44% já pensaram em mudar de bairro ou cidade para se sentirem mais seguras.

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