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Deputada Federal Denise Pessôa e deputado estadual Pepe Vargas participam do anúncio da instalação da universidade federal em Caxias do Sul

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Um sonho coletivo se torna realidade na Serra Gaúcha com a confirmação da instalação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Caxias do Sul. O anúncio oficial foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana por volta das 10h40min da manhã desta segunda-feira (10), no Palácio do Planalto, em Brasília. Na ocasião foi detalhado o PAC Universidades. 

Uma das lideranças do movimento pela criação da instituição de ensino na região, a deputada federal Denise Pessôa e pré-candidata do PT à prefeitura de Caxias do Sul, acompanhou o anúncio ao lado do deputado estadual Pepe Vargas (PT), que também liderou o movimento. 

“Qual é a região que tem menos cursos superiores? É lá que nós vamos atender. É para as cidades vizinhas também, queremos interiorizar a possibilidade das pessoas estudarem.  Nós temos que fazer acontecer”, garantiu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o anúncio do PAC Universidades. 

A escolha das cidades para sediar os campi foi feita a partir da comparação entre a quantidade populacional e o número de matrículas públicas na educação superior. Conforme o MEC, inicialmente, serão seis cursos para iniciar o funcionamento dos campi. A decisão sobre o local e quais cursos estarão disponíveis aos estudantes na Serra, a princípio, será conduzida pelo ministério, mas será construída coletivamente. “Nós vamos acompanhar o assunto de perto, realizar audiências públicas para ouvir o que a comunidade quer, e considera melhor para a região e levar esses apontamentos e sugestões ao governo federal. Vamos construir a nossa universidade federal coletivamente”, afirma a deputada Denise.

Ela ressalta que a instalação do campi em Caxias é  “um daqueles desejos e sonhos coletivos nutridos há tempos, e que tiveram o empenho de muitas lideranças políticas e empresariais da nossa região. A educação é historicamente uma das bandeiras dos nossos mandatos. Tínhamos esse compromisso com os jovens, especialmente com os filhos dos trabalhadores de criar o acesso ao ensino superior. A nova universidade trará mais oportunidades de educação e desenvolvimento para nossa região”, emociona-se a parlamentar.

“Quando lançamos a proposta no debate do Plano Plurianual da União muitos acharam que não conseguiríamos nada. O campus é o primeiro passo para a Universidade Federal da Serra”, destaca o deputado estadual Pepe Vargas.

A deputada Denise ressalta ainda que há espaço para várias instituições em Caxias do Sul e na região. Ela também reforça que a UFRGS é uma das melhores universidades do Brasil e do mundo. “A Serra tem espaço para a convivência entre universidades públicas e privadas, assim como ocorre em outras cidades do estado e do Brasil. Um campus da UFRGS é uma baita conquista porque garante educação de excelência, gratuita e inclusiva aos nossos jovens. Estamos construindo o futuro porque o acesso à educação é isso planejar o futuro de Caxias e da Serra. A educação transforma a sociedade”, comemora Denise.                                                                                                                                                           

Investimentos

Serão investidos 600 milhões para a expansão do ensino superior. São 10 novos campi em cinco regiões do Brasil: Caxias do Sul (RS) São Gabriel da Cachoeira (AM) Cidade Ocidental (GO) Rurópolis (PA) Baturité (CE) Sertânia (PE) Jequié (BA) Ipatinga (MG) São José do Rio Preto (SP). 

Movimento em prol da Universidade Federal

O mandato da deputada Denise liderou diversos movimentos em prol da Universidade Federal da Serra Gaúcha. Em 26 de dezembro de 2023, uma comitiva com 19 líderes da Serra esteve no Ministério da Educação reafirmando o pleito, que era uma luta de ao menos três décadas. A deputada garantiu inclusive recursos para o estudo de viabilidade de áreas que podem receber a instalação da universidade federal na Serra.

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Como irão funcionar os serviços municipais neste feriadão de Páscoa

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Ponto da Safra, realizado às sextas, será antecipado para quinta (02.04) nesta semana.

Feiras

Ponto da Safra: será antecipado para quinta (02);

Feira do Agricultor: ocorre normalmente na quinta e no sábado. Na sexta não haverá feira;

Feira Ecológica: ocorre normalmente no sábado;

Codeca: não terá coleta na sexta-feira;

Samae: plantão pelo telefone 115 ou 0800 772.8600;

Trânsito: plantão pelo telefone 118;

Alô Caxias: não haverá atendimento por telefone. Solicitações de serviço devem ser feitas por meio do site sac.caxias.rs.gov.br, no link Alô Caxias;


Conselhos Tutelares Macrorregião Norte e Macrorregião Sul: o atendimento de denúncias é feito pelo telefone de plantão (54) 99620.7633;

Assistência Social: plantão pelo telefone (54) 98404.9921;

Guarda Municipal: plantão no telefone 153;

Centros de Atendimento ao Turista (CATS) Praça Dante Alighieri e Aeroporto: atendimento das 8h às 13h;

Saúde:

Expediente normal nos serviços considerados essenciais como: Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA Central e UPA Zona Norte), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Central de Exames (regime de plantão para urgências e emergências), Central de Regulação de Leitos, Serviço Residencial Terapêutico, Unidade de Acolhimento Adulto e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Reviver;

Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centro Especializado de Saúde (CES) e Agenda+ não terão atendimento no feriado


Hemocs: fechado na sexta, atendendo apenas hospitais, em regime de plantão. Atendimento normal no sábado

Obras: plantão pelo whats (54) 98418-8477

SMEL: campo Municipal e demais espaços fechados de sexta a domingo

Sala do Empreendedor estará fechada

Procon – fechado, com atendimento pelo site www.proconcaxias.com.br;

Central de Vagas: fechada

Estação Férrea: fechada

Praça CEU aberta das 6h às 22h, porém, o administrativo e biblioteca fechados

Centro de Cultura Ordovás

Cinema Ulysses Geremia, Zarabatana Café, Acervo Municipal de Artes Plásticas – AMARP, Galeria e Sala de Exposições, Teatro Valentim Lazzarotto, estarão abertos das 14h às 22h.

Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima (Galeria Municipal Gerd Bornheim, Teatro Municipal Pedro Parenti e Biblioteca Municipal Dr. Demétrio Niederauer, fechados

Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, fechado

Museus Municipais

Casa de Pedra, Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn, fechados

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Comércio poderá abrir normalmente na sexta-feira santa

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Certificado que possibilita atender com presença de funcionários já pode ser emitido.

O comércio varejista de Caxias do Sul, Flores da Cunha, Nova Pádua e São Marcos têm permissão para atender os clientes com a presença de funcionários na Sexta-Feira Santa (03.04). Para atender regularmente, as empresas da categoria, associadas ou não, devem emitir certificado que pode ser impresso no site da entidade por associados em dia com o setor financeiro. O não cumprimento das exigências pode acarretar em multas de R$ 1 mil a R$ 20 mil, conforme a gravidade da infração.

Pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2025/2027, os funcionários podem cumprir jornada de trabalho máxima de seis horas em um único turno, com um prêmio de R$ 161,00 para os municípios de Caxias do Sul, Antônio Prado, Flores da Cunha e Nova Pádua, e de R$ 147,00 para São Marcos, aplicável apenas aos comerciários sindicalizados.

O Sindilojas Caxias destaca a importância de comunicar os clientes sobre o horário de expediente com antecedência. A Assessoria Jurídica da entidade está disponível para esclarecimentos pelos telefones (54) 4009.5517, (54) 99700.2555 e pelo e-mail juridico@sindilojascaxias.com.br.   

Certificado já disponível    

Para os associados categoria Comércio Varejista em dia com o setor financeiro, a emissão do certificado é gratuita e pode ser feita pela Central do Associado. Não associados devem fazer a solicitação pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br, até o dia 02/04 às 12h, com o pagamento do valor de R$ 99,00 por CNPJ. O certificado será enviado por e-mail após o pagamento, sendo necessário estar regularizado em relação à contribuição negocial/assistencial.Informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 4009.5519 (associado Sindilojas Caxias) e pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br (categoria).

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Aprovada a criminalização da misoginia e equiparação ao racismo pelo Senado Federal

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A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais.

O Senado aprovou o projeto de lei que criminaliza a misoginia, definida como ódio ou aversão às mulheres. A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais. Com a equiparação ao racismo, os crimes misóginos não prescrevem e não permitem fiança.

Os senadores rejeitaram um destaque do bolsonarista Carlos Portinho (PL-RJ), que queria colocar no texto direitos que já estavam assegurados na Constituição.

A senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), autora da proposta que segue à Câmara, destaca que a legislação penal já dispõe de normas protetoras como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal, mas não há uma resposta penal específica, mais severa, para a injúria praticada em razão da misoginia, crime cada vez mais frequente.

No projeto, a parlamentar também esclarece o conceito de misoginia: o sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres. “É uma forma extrema e repugnante de machismo, que deprecia as mulheres e tudo o que é considerado feminino, podendo manifestar-se de diversos modos”, conceitua.

Relatora da proposta, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ressaltou que o país viveu, nos últimos anos, uma escalada alarmante de feminicídios e agressões motivadas por desprezo às mulheres.

Apenas em 2025, houve 6.904 vítimas de tentativas e casos consumados de feminicídio, segundo levantamento do Laboratório de Estudos de Feminicídios da UEL.

Nesse contexto, a relatora defende que é impossível ignorar o papel nocivo dos chamados grupos red pill e comunidades que disseminam a falsa ideia de que as mulheres seriam manipuladoras ou inferiores e que encorajam comportamentos hostis contra as mulheres.

“Esses grupos surgiram em fóruns masculinistas e hoje se espalham pelas redes, promovendo violência, desprezo e desumanização das mulheres. Inclusive crianças já estão fazendo parte desses grupos”, lamenta.

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