Geral
Conhecida oficialmente a coroa da próxima rainha da Festa Nacional da Uva
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3 anos atrásem
De forma lúdica e teatral, também foram reveladas joias das princesas eleitas
Na noite de 15 de agosto, a Amendoeira Chocolaterie, no Pátio Eberle, em Caxias do Sul (RS), recebeu o evento de apresentação da coroa da rainha da Festa Nacional da Uva 2024, além das duas coroas para as princesas. Na ocasião, cerca de 150 convidados, entre autoridades, embaixatrizes e seus pais, organização da Festa, entidades e imprensa, participaram do coquetel e puderam apreciar em primeira mão a peça tão desejada.
Para mostrar oficialmente a joia icônica, foi realizada uma breve encenação com influência da commedia dell’arte, com os personagens Arlequim e Colombina, interpretados pelos atores Edu Seggabi e Andressa Formolo. Os famosos serviçais da corte trouxeram em sua encenação curiosidades e histórias sobre a nobreza ao apresentarem para o público as embaixatrizes e, em seguida, as coroas que serão utilizadas pela rainha e pelas princesas. Acompanhando a cena, a música autoral do trompetista Beto Scopel.
Jaqueline Martins, membro da Comissão Social da Festa Nacional da Uva 2024, foi a responsável pela curadoria das coroas: são três peças, sendo a principal e mais elaborada para a rainha eleita e as outras duas para as princesas. De acordo com a curadora, ela incumbiu a designer de joias Camila Vieira e Cristiano Borth, da Chic Line, de darem vida às coroas. “Uni a Camila, uma designer moderna e quem faz um trabalho muito autoral, interessante e orgânico, e o Cristiano, um artista muito experiente, respectivamente no desenho e na confecção das peças. Observamos sempre que nossos parceiros sejam daqui, da região, valorizando os profissionais locais”, destaca.
Design e detalhes das joias
Para Camila Vieira, o conceito para o desenvolvimento das coroas foi motivado pela herança da imigração italiana no Brasil, tendo como pontos fortes desta inspiração o resgate do legado italiano na sua cultura e tradições das videiras e os ciclos da uva. As três peças seguem a mesma inspiração, acentuando um design contínuo e crescente entre a joia da rainha e as das princesas.
A ideia foi representar os traços orgânicos das videiras e os ciclos da uva, utilizando esse processo de crescimento no design contínuo e crescente. Para enaltecer as realezas da Festa da Uva, foi utilizado o brilho único dos cristais preciosos Swarovski na tonalidade roxo profundo, representando a magia e a transformação da jornada da imigração italiana. Representando a nobreza, as coroas receberam acabamento em ouro 18k. O destaque da coroa está no design mais fluido e orgânico, com cristais cravejados representando as memórias ancestrais se entrelaçando como as videiras que emolduram destinos e os ciclos da uva representando a esperança, o trabalho e a colheita.
A designer comenta que fica feliz e honrada com o convite e também pela confiança depositada na trajetória do seu trabalho. “Sinto-me orgulhosa em estar representando o empreendedorismo feminino e o design autoral, neste ano que estou completando 10 anos de jornada e eternizando esse momento através do meu design, deixando impressa minha personalidade na história da Festa da Uva e enaltecendo ainda mais a beleza da rainha e das princesas. Iremos coroar, também, a força silenciosa das gerações que, como videiras resilientes, transformaram sonhos em realidade, imortalizando o passado em joias que brilham à luz do presente.” – afirma Camila Vieira.
A emoção de quem já recebeu uma joia como essa
“Emoção indescritível” foi o termo utilizado por Pricila Zanol, sobre ser a responsável por carregar a coroa enquanto atual rainha da Festa da Uva. “Não existem palavras suficientes no vocabulário para descrever a sensação de realizar o meu maior sonho de vida, que era ser a porta-voz máxima, a soberana da nossa maior festa. Junto com a coroa, senti que pousou sobre minha cabeça uma responsabilidade muito grande de bem representar, também, uma cidade referência”, afirma.
Pricila aposta que o momento de repassar a responsabilidade deste cargo e coroar a nova rainha será de grande emoção. “É o encerramento de um ciclo muito importante e o mais lindo da minha vida. Sempre admirei o trabalho comunitário realizado pelas soberanas, e poder coroar a próxima rainha também me permitirá fazer parte, mais uma vez, da história da Festa da Uva.”
A atual soberana cita, entre os principais conselhos para o próximo trio, ter sempre em mente o espírito de servir à comunidade e à Festa, além de carregar esses títulos com amor, carinho, orgulho e respeito. “Que elas carreguem a valorização do nosso povo colono. O agricultor precisa ser valorizado em todas as falas, discursos e momentos de divulgação. Acredito que a próxima rainha e as princesas devem agradecer e celebrar os antepassados, porque a festa é glamourosa, é uma vitrine e é maravilhosa, mas não pode deixar de valorizar o colono, que é quem produz a uva, símbolo máximo da nossa Festa”, reflete.
Ingressos:
A Escolha da Rainha e Princesas da Festa Nacional da Uva 2024 está com ingressos à venda, que podem ser adquiridos on-line pelo site Minha Entrada ou nos pontos de vendas físicos: Centro de Eventos do Parque da Festa da Uva (3° andar, com acesso pelo Portão 7), Associação RandonCorp Interlagos e Forqueta, Fras-le e RA Homem (lojas no Villaggio Caxias e Centro de Caxias do Sul). O valor individual para as arquibancadas é de R$ 75 (mais taxas, no caso da compra on-line) e para mesas, com cinco lugares, é de R$ 750 (mais taxas, no caso da compra on-line).
MAIS DESTAQUES
Geral
Vândalos que depredaram banheiros da praça de Ana Rech são identificados pelas câmeras de monitoramento
Publicado em
4 dias atrásem
10/02/2026
BM localizou os jovens no bairro; responsáveis irão pagar o conserto do local público.
Os banheiros da Praça Pedavena de Ana Rech recém reformados e entregues à comunidade pela Subprefeitura no dia 5 de dezembro foram alvo de depredação na noite do último dia 4 de fevereiro.
Segundo o boletim de ocorrência registrado pelo subprefeito Marcos Saccaro, quatro jovens foram flagrados saindo do local pela vizinhança. Com o auxílio das câmeras de monitoramento do Centro Integrado de Operações (CIOp) foi possível identificar os suspeitos (três deles menores de idade), todos moradores do bairro.
Na tarde do dia 09, o Policiamento Comunitário da Brigada Militar da região de Ana Rech recebeu as informações e imagens dos autores do vandalismo. Durante buscas, eles foram localizados e abordados. Dois foram identificados e seus dados repassados aos órgãos competentes para investigação.
Os responsáveis pelos jovens terão que arcar com o conserto do local público.
Fonte: Assessoria Prefeitura
Geral
Cármen Lúcia apresenta regras para atuação de juízes nas eleições
Publicado em
4 dias atrásem
10/02/2026
Uma das orientações é não participar de eventos com candidatos.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, apresentou nesta terça-feira (10) aos presidentes dos tribunais regionais eleitorais (TREs) dez recomendações que deverão ser seguidas pelos juízes eleitorais durante as eleições de outubro.

As orientações foram apresentadas em reunião realizada na tarde de hoje.
As regras deverão servir de parâmetro ético para disciplinar o comportamento dos magistrados da Justiça Eleitoral durante o pleito. Na semana passada, as orientações foram anunciadas pela ministra durante a sessão de abertura dos trabalhos de 2026.
Entre as principais regras, os juízes eleitorais devem divulgar a agenda de audiências com partes e advogados.
Os magistrados não podem fazer manifestações sobre os processos que tramitam na Justiça Eleitoral e também estão proibidos de participar de eventos com candidatos ou seus aliados.
Eles também não podem publicar suas escolhas políticas nas redes sociais.
>> Confira as regras:
- Audiências: Garantir a publicidade das audiências com partes e advogados, candidatas ou candidatos e partidos políticos, divulgando previamente as agendas (que sejam realizadas dentro ou fora do ambiente institucional);
- Manifestações: Manter postura comedida em intervenções e manifestações públicas ou privadas, inclusive em agendas profissionais ou pessoais, sobre temas relacionados ao processo eleitoral, estejam ou não submetidos à sua jurisdição;
- Eventos: Evitar comparecer a eventos públicos ou privados que promovam confraternização com candidatas ou candidatos, seus representantes ou pessoas direta ou indiretamente interessadas na campanha, em razão do potencial conflito de interesses;
- Redes sociais: Abster-se de manifestações, em qualquer meio, inclusive mídias digitais e redes sociais, sobre escolhas políticas pessoais, para não gerar dúvidas quanto à imparcialidade das decisões judiciais;
- Presentes: Não receber ofertas, presentes ou favores que possam colocar em dúvida a imparcialidade no exercício da jurisdição;
- Escritórios de advocacia: Ficar afastado de atos ou processos nos quais escritórios de advocacia dos quais façam parte estejam representando interesses;
- Atividades privadas: Não assumir compromissos com atividades não judiciais que prejudiquem o cumprimento dos deveres funcionais;
- Sinalizações: Evitar quaisquer sinalizações favoráveis ou contrárias a candidatas ou candidatos, partidos políticos ou ideologias, sob pena de suscitar ilações de favorecimento ou perseguição em julgamentos;
- Divulgação: Assegurar que apenas a autoridade competente torne públicos atos judiciais e administrativos, evitando equívocos de interpretação ou divulgações precipitadas ou inadequadas sobre o processo eleitoral;
- Transparência: Reafirmar a transparência como princípio republicano essencial, garantindo ampla publicidade dos atos da Justiça Eleitoral, de forma a assegurar ao eleitor o direito à informação segura e baseada em fatos.
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STF
No Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia é relatora do Código de Ética da Corte.
A proposta de criação do código foi feita pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, na semana passada, após os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli serem criticados publicamente sobre as investigações envolvendo as fraudes no Banco Master.
No mês passado, Moraes negou ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, no primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
O suposto encontro foi noticiado pelo Portal Metrópoles e teria ocorrido em meio ao processo de tentativa de compra do Master pelo BRB. Em nota à imprensa, Moraes classificou a reportagem como “falsa e mentirosa”.
Antes da liquidação do Master pelo Banco Central, o escritório de advocacia Barci de Moraes, que pertence à família do ministro, prestou serviços ao banco de Vorcaro.
Toffoli passou a ser criticado por permanecer na condição de relator do caso após matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. O fundo comprou uma participação no resort Tayayá, localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro.
Fonte: EBC
Destaque
Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6×1
Publicado em
4 dias atrásem
10/02/2026
Impacto no custo atingiria menos de 1% em grandes setores.
Os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário mínimo no Brasil, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho. 

A conclusão é de estudo publicado nesta terça-feira (10) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que analisa os efeitos econômicos da eventual redução da jornada atualmente predominante de 44 horas semanais, associada à escala 6×1, que estabelece um dia de descanso a cada seis trabalhados.
A redução da jornada de trabalho teria um custo de menos de 1% em grandes setores, como indústria e comércio, mas alguns setores de serviços que dependem de mais mão de obra podem precisar de políticas públicas, avalia o Ipea.
Os pesquisadores citam, por exemplo, os reajustes históricos do salário mínimo, como os de 12%, em 2001, e 7,6% em 2012, que não reduziram o nível de empregos.
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A jornada geral de 40 horas semanais elevaria o custo do trabalhador celetista em 7,84%, mas, dentro do custo total da operação, o efeito é menor, diz o pesquisador Felipe Pateo.
“Quando a gente olha para a operação de grandes empresas na área de comércio, da indústria, a gente vê que o custo com trabalhadores representa às vezes menos que 10% do custo operacional da empresa. Ela tem custo grande de formação de estoques, custo de investimento em maquinário”, explica.
Já empresas de serviços para edifícios, como vigilância e limpeza, podem ter um impacto maior, de 6,5% no custo da operação. Nesses casos, seria necessária uma transição gradual para a nova jornada. O mesmo serviria para pequenas empresas, que podem ter até mais dificuldade para adaptar as escalas de trabalho, segundo Pateo.
“A gente vê que esse tempo de transição também é muito importante para as empresas menores. E você precisa abrir possibilidades de contratação de trabalhadores em meio período, por exemplo, que possam suprir eventualmente um tempo de funcionamento num fim de semana, caso a redução de jornada possa dificultar esse processo”, observa.
Combate a desigualdades
O estudo também aponta que jornadas de 44 horas concentram trabalhadores de menor renda e escolaridade. Para o pesquisador, a redução da jornada pode reduzir desigualdades.
“Quando a gente reduz a jornada máxima para 40 horas, a gente bota esses trabalhadores que estão nos empregos de menores salários, de menor duração do tempo de emprego, em pé de igualdade, pelo menos na quantidade de horas trabalhadas. E a gente acaba aumentando o valor da hora de trabalho desses trabalhadores. Então isso faz com que eles se aproximem das condições dos trabalhadores nas melhores situações trabalhistas”, argumenta.
Segundo a pesquisa, a remuneração média para quem trabalha até 40 horas por semana é de R$ 6,2 mil. Já os trabalhadores de 44 horas recebem, em média, menos da metade. Esses trabalhadores com jornada maior também têm menor escolaridade.
Segundo o estudo do Ipea, mais de 83% dos vínculos de pessoas com até o ensino médio completo estão nessa condição, proporção que cai para 53% entre aqueles com ensino superior completo. Diferentemente de outras características sociodemográficas, a incidência de jornadas estendidas mostra forte associação com o nível de escolaridade.
A grande maioria dos 44 milhões de trabalhadores celetistas registrados na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) em 2023 tinha jornada de 44 horas semanais. Ao todo, eles somam 31.779.457, o que equivale a 74% dos que tinham jornada informada. Em 31 dos 87 setores econômicos analisados, mais de 90% dos trabalhadores têm jornadas acima de 40 horas semanais.
A Rais é uma declaração obrigatória na qual empresas brasileiras informam ao Ministério do Trabalho dados sobre seus funcionários, vínculos empregatícios e salários.
Empresas menores
Um desafio apontado no estudo do Ipea é para as empresas de menor porte, pois elas têm, proporcionalmente, mais trabalhadores com jornadas superiores a 40 horas. Enquanto a média nacional indica que 79,7% dos trabalhadores têm jornadas superiores a 40 horas semanais, esse percentual sobe para 87,7% nas empresas com até quatro empregados e para 88,6% naquelas que empregam entre cinco e nove trabalhadores.
Os trabalhadores atualmente submetidos a jornadas superiores a 40 horas somam 3,39 milhões nas empresas com até quatro empregados e 6,64 milhões quando se consideram aquelas com até nove trabalhadores.
Esses setores incluem, por exemplo, segmentos da área de educação, atividades de organizações associativas e outros serviços pessoais, como lavanderias e cabeleireiros, nos quais predominam jornadas estendidas entre empresas com até quatro trabalhadores.
Debate
A redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas e o fim da escala 6×1 entraram de vez no radar político do país neste início de ano.
Nesta terça-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que uma das prioridades da Casa neste ano é justamente votar esses direitos trabalhistas. Em suas redes sociais, Motta escreveu que a análise pelos deputados pode se dar em maio.
Atualmente, duas propostas estão sendo discutidas na Casa sobre o assunto: uma da deputada Erika Hilton, a PEC 8/25, e outra pelo deputado Reginaldo Lopes, a PEC 221/19.
Na mensagem enviada ao Congresso Nacional, na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também colocou o tema entre as prioridades do governo para o semestre.
Fonte: EBC
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