As 15 inscritas consideraram a tarde uma oportunidade de aprendizados, interação e trocas com voluntários da Fundação Caxias
Nesta terça-feira (31), a triagem das peças arrecadadas pela Campanha do Agasalho 2023, da Fundação Caxias, contou com uma ajuda especial em suas atividades. As 15 candidatas, que concorrem para rainha e princesas da Festa da Uva, participaram da separação dos agasalhos que serão destinados a mais de cem entidades cadastradas na Fundação Caxias.
Além das candidatas, estiveram presentes na ação o presidente da Fundação Caxias, Samuel Ribeiro de Avilla, a vice-presidente da Fundação Caxias, Kalinca Monteiro, o coordenador da Campanha do Agasalho, José Ademir Theodoro, e a diretora executiva da Festa da Uva, Carla Pezzi. O momento foi de muita troca e integração das candidatas com as ações da comunidade e fez parte do processo de escolha do novo trio.
Segundo a diretora executiva da Festa, Carla Pezzi, “as candidatas a rainha e princesas da Festa da Uva estão aprendendo sobre a cidade e a história do evento. O voluntariado é um dos pontos importantes para que elas conheçam a realidade da nossa cidade. O objetivo dessa participação é aproveitar a visibilidade que elas têm na comunidade, para dar o exemplo e fazer com que as pessoas se motivem a doar e se engajar com atos de solidariedade”. Carla destaca que esse é um aprendizado que as candidatas vão levar para a vida inteira. “Elas são exemplo para que outras pessoas também repensem, olhem seus armários e doem ajudando a aquecer o inverno de quem mais precisa.”
Para José Theodoro, coordenador da Campanha do Agasalho, “essa ação significa o engajamento da sociedade em seus vários setores, envolvidos na Campanha do Agasalho. É importante pois elas serão as representantes do nosso município na Festa da Uva. Aqui elas passam a ter um maior entendimento das necessidades da comunidade, além de conhecer a Campanha do Agasalho, que existe há mais de 20 anos.” Theodoro ainda complementa que “a Festa da Uva é da comunidade e, neste momento, as candidatas vivenciam uma experiência de solidariedade pura ao participar ativamente na separação dos agasalhos. “Ficamos felizes e agradecemos a presença delas na triagem, fizeram um ótimo trabalho”. Além disso, o presidente da Fundação Caxias, Samuel Ribeiro de Avilla, salienta a disposição das candidatas em colaborar na triagem e serem embaixatrizes da Campanha do Agasalho 2023.
A Campanha do Agasalho, promovida pela Fundação Caxias, tem o apoio de dezenas de voluntários, envolvendo ainda o Poder Público Municipal, e arrecadou até o dia 25 de maio, 27.445 peças, distribuindo 18 mil para 14 entidades cadastradas. A Campanha segue até o dia 25 de junho. As caixas de coleta estão distribuídas em mais de 300 pontos da cidade entre lojas, farmácias, supermercados e condomínios.
Prazo para eleitor regularizar o título vai até 3 de dezembro.
Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.
De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.
No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.
O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.
Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.
Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.
Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.
O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos.
Com a proximidade do primeiro turno das eleições, marcado para o dia 4 de outubro, cerca de 158,7 milhões de eleitores brasileiros vão às urnas para escolher deputados federais, estaduais (ou distritais), senadores, governadores e o presidente da República. Para garantir um processo eleitoral tranquilo e dentro das regras, confira abaixo as principais orientações sobre o que é permitido e o que é proibido na hora de votar.
Posso levar uma “colinha” em papel para a cabine de votação?
Sim. O eleitor pode levar um papel com os nomes e números de seus candidatos de preferência para consultar no momento do voto, evitando esquecimentos e o uso do celular.
É permitido entrar com o celular na cabine de votação?
Não. O uso de celular, máquinas fotográficas, filmadoras ou qualquer tipo de equipamento que permita registrar o voto é estritamente proibido dentro da cabine. Caso esteja portando algum desses aparelhos, o eleitor deve deixá-lo com os mesários antes de votar. A regra visa proteger o sigilo do voto e evitar coações ou a compra de votos por meio de comprovação em foto ou vídeo.
Posso usar camisetas, adesivos ou bandeiras de candidatos no dia da eleição?
Sim, desde que seja uma manifestação individual e silenciosa. O uso de broches, adesivos, camisetas e bandeiras políticas é permitido. O que não pode é haver aglomerações, manifestações coletivas ruidosas, abordagem a outros eleitores ou qualquer tentativa de aliciamento (boca de urna).
Qual é a ordem de votação na urna eletrônica?
No primeiro turno, o eleitor fará seis escolhas na urna eletrônica, na seguinte sequência:
Deputado federal (4 dígitos)
Deputado estadual ou distrital (5 dígitos)
Senador — primeira vaga (3 dígitos)
Senador — segunda vaga (3 dígitos)
Governador (2 dígitos)
Presidente da República (2 dígitos)
Trabalho no dia da eleição. Tenho direito de sair para votar?
Sim. A legislação garante a todo cidadão o direito de se ausentar do trabalho pelo tempo estritamente necessário para exercer o voto, sem sofrer nenhum desconto no salário.
Quem tem prioridade e direito a acompanhante na seção eleitoral?
Pessoas com mais de 80 anos têm preferência sobre todos os demais eleitores, independentemente da ordem de chegada. Já pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm o direito de entrar na cabine acompanhadas por uma pessoa de sua livre escolha para auxiliá-las no momento de votar.
Qual documento poso apresentar para votar?
É necessário apresentar à mesa receptora um documento oficial com foto.
São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital:
e-Título
carteira de identidade
identidade social
passaporte
carteira de categoria profissional reconhecida por lei
certificado de reservista
carteira de trabalho física
Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor.
Desde esta última terça-feira (29), nenhuma indústria do setor, instalada na abrangência do Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região, poderá instalar novas câmeras de vídeo nas linhas de produção. A medida faz parte de uma regulamentação sobre o videomonitoramento nas fábricas, assinada pelos presidentes da entidade sindical, Paulo Andrade; e das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs), Paulo Scopel.
A proibição de câmeras nas linhas de produção foi uma das reivindicações da categoria metalúrgica, na Convenção Coletiva 2026/2027. Conforme o acordo entre os sindicatos dos trabalhadores e patronal, as empresas têm até 90 dias para se adequarem à normatização.
No período de transição, as câmeras já instaladas poderão ser cadastradas e informadas para a avaliação da Comissão Paritária. Em caso de inconformidade, o grupo de trabalho terá 10 dias para deliberar sobre o caso.
Desta forma, a partir desta data, é vedada a instalação de câmeras e a adoção de quaisquer práticas de monitoramento destinadas ao constrangimento, intimidação, humilhação, discriminação, perseguição, assédio ou exposição indevida de metalúrgicos e metalúrgicas.
Permissões:
segurança patrimonial;
áreas de expedição e de recebimento;
pátios e estacionamentos.
Vedações:
linhas de produção, banheiros, vestiários e salas de amamentação;
refeitórios;
áreas de descanso e lazer ou destinadas à privacidade dos trabalhadores e trabalhadoras. OBS.: é nula e inadmissível qualquer consulta, termo individual ou autorização coletiva contra a vedação.
“A direção do Sindicato vai acompanhar de perto o período de transição. Estaremos vigilantes e fiscalizando o andamento do processo de readequação. Contamos com a colaboração da categoria metalúrgica, no sentido de nos ajudar a fiscalizar o cumprimento das novas normas. Em caso de qualquer irregularidade, nos comuniquem que adotaremos as medidas necessárias”, afirma o presidente Paulo Andrade.