Educação
Aberta a 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul
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Na Leitura nos Encontramos até o dia 15 de outubro, na Praça Dante Alighieri
A maior festa literária da região teve a sua solenidade de abertura nesta sexta-feira (29), na Praça Dante Alighieri. Com o tema “Na Leitura nos Encontramos”, o coração da cidade estará pulsando no clima da 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul até (15/10). No total, serão 17 dias com atividades gratuitas, nos espaços da Casa da Cultura, do Teatro Municipal Pedro Parenti, da Biblioteca Pública Municipal Dr. Demetrio Niederauer e da Galeria Municipal de Arte Gerd Bornheim.
A presidente da Associação dos Livreiros de Caxienses, Maria Helena Lacava, abriu os discursos da festa literária dizendo que o mais bonito é falar dos livros com o coração. “Eu, em 1988, na abertura da Feira daquele ano tentei fazer um discurso, mas eu fiquei tão nervosa e esqueci a metade do meu discurso. Desde lá então, agora eu não preparo nada, eu falo com meu coração e eu acho muito mais fácil, pois as palavras vem da alma e livros são isso, palavras da alma”, salientou Maria Helena que ao final da fala pediu uma salva de palmas ao livreiro Antônio Rossi, falecido no último dia (06/09) e que participou de 38 edições da Feira.
A Amiga do Livro 2023, a pedagoga e contadora de histórias, Aline Luz, fez de suas palavras uma contação de história. “Durante a pandemia que nós tivemos que ficar longe dos nossos entes queridos, eu criei um projeto chamado Contos ao Telefone. As pessoas me contavam histórias, me contavam um pouquinho dos seus amigos, dos seus entes queridos, e eu escolhia o conto, ligava pra pessoa e dizia: você foi presenteado com o conto ao telefone. E Eu já sabia o poder da palavra. Mas eu descobri que a palavra tem um poder muito leve. Então hoje, como a Amiga do Livro, eu reverencio todos os contadores de histórias, os contadores das histórias escritas e das histórias narradas, pois foi através deles que hoje eu sei o verdadeiro poder da palavra”, disse Aline.
O Patrono da 39ª Feira do Livro de Caxias do Sul, Francisco Michielin, falou em seu discurso da emoção em ser lembrado. “ Me sinto profundamente emocionado, intensamente grato. Mas essa homenagem eu tenho dito em outras ocasiões que para mim, sobretudo, é um prêmio à minha geração. Eu sou um fragmento da minha geração e, consequentemente, eles estão comigo”, disse o Patrono ao relembrar o início de sua carreira como escritor.
O cardiologista Dr. Michielin abriu seu coração, falou que foi na Praça Dante que sua vida literária iniciou e hoje ele abre a Festa da Literatura no coração da cidade. “ A Praça é pública é diversão e é do povo, e o livro tem que ser do povo. Querermos que todos venham para a praça, gostando ou não de livros, mas que venham ver, que venham absorver todo esse ambiente, pois a Festa já começou”, disse o Patrono.
Após a fala do Patrono, a secretária Municipal da Cultura, Cristina Nora Calcagnotto saudou a todos os presentes dizendo da imensa alegria de estar na abertura da Feira do Livro e do valor que ela tem para Caxias do Sul. “ Nosso objetivo principal é incentivar a leitura, dando protagonismo para o livro, para a literatura, para a leitura para todas as idades, para todas as pessoas e classes sociais, com muitas atividades culturais, de dança, música, teatro, artes visuais, com todas as suas formas de expressão. Fazer com que as pessoas tenham mais motivos para se aproximar da leitura”, disse a secretária.
Na sua fala, Cristina Nora Calcagnotto anunciou a campanha de arrecadação de livros para recompor as bibliotecas das cidades atingidas pelas enchentes. As doações podem ser entregues na Secretaria da Cultura e na própria Feira. A ação conta com o apoio da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).
Por fim, encerrando os discursos da noite, o prefeito Adiló Didomenico falou da importância da Feira do Livro, marco cultural do município. “A Feira nos transforma a cada ano que acontece, ela é mais que um simples encontro de leitores, autores e livreiros. Ela é um espaço de descoberta, de aprendizado e de compartilhamento de conhecimento. É um lembrete poderoso de que, independente das nossas histórias pessoais, a literatura tem o poder de nos unir, inspirar e enriquecer nossas vidas”, salientou o prefeito que completou ainda dizendo que os livros têm o poder de transportar para outras perspectivas e que neles encontramos respostas para perguntas e um convite à reflexão.
E às 18h45min, o momento mais esperado, o médico e escritor Francisco Michielin, Patrono da 39ª edição da Feira do Livro de Caxias do Sul e a Amiga do Livro, Aline Luz, tocaram a sineta abrindo a maior festa literária da Serra Gaúcha.
Após o encerramento do protocolo, o palco recebeu a cantora Tatiéli Bueno, que apresentou Tributo a Mercedes Sosa e emocionou o público presente. E às 20h, na Casa da Cultura, na Galeria Gerd Bornheim aconteceu a abertura da exposição “40 anos de Radicci”, de Carlos Henrique Iotti, que na oportunidade recebeu o prêmio Caxias do Sul, concedido pela Câmara Municipal de Vereadores. A exposição segue até (26/10).
A Feira vai promover mais de 300 atrações, como sessões de autógrafos, palestras, bate-papos, apresentações de música, teatro e dança, além da tradicional venda de livros a preços atrativos na Praça, em 17 dias. Ao todo, são 18 bancas neste ano: Livraria Clássica, Do Arco da Velha, Sebo só ler, Paulus Livraria, Livraria Rossi, Livraria da UCS, Editora da UCS (Educs), Fogaça Livraria, Cia do desenho – CLIP Caxias, Livraria Shalom, Mercado de Ideias, Livraria Correa e Bezerra de Menezes
Confira a programação da Feira do Livro pelo site
https://www.feiradolivrocaxias.com/programacao, ou acompanhe a Feira no Facebook (https://www.facebook.com/FeiradoLivrodeCaxiasdoSul/) e no Instagram https://www.instagram.com/feiradolivrocaxiasdosul/
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Destaque
UCS sedia IV Jornada de Geriatria e Gerontologia de Caxias do Sul
Publicado em
2 dias atrásem
24/04/2026
Temas ligados ao envelhecimento serão abordados nesta sexta e sábado, dias 24 e 25 de abril, no Campus-Sede.
A Universidade de Caxias do Sul promove nesta sexta e sábado, dias 24 e 25 de abril, a IV Jornada de Geriatria e Gerontologia de Caxias do Sul. O evento, realizado em conjunto com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), será no Bloco H, no Campus-Sede, e vai abordar temas contemporâneos ligados ao envelhecimento. A inscrição é gratuita e pode ser feita por este link. A programação será transmitida pelo canal UCS Educacional no YouTube
Integrante da equipe de organização do evento, o professor do curso de Medicina da UCS Roberto Bigarella reforça que o principal desafio do envelhecimento é acompanhar a velocidade com que ele acontece, e que uma parcela expressiva de brasileiros está nessa faixa etária de 60 anos ou mais – mais de 15%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O brasileiro está envelhecendo mais rápido do que enriquece, e isso pressiona o sistema de saúde e a organização social”, explica. O docente compreende que é urgente organizar serviços de saúde para um modelo centrado nos idosos, priorizando a funcionalidade e não apenas a doença. “Temos desafios sociais gigantescos, como o combate ao idadismo e à discriminação, o suporte aos cuidadores e a garantia de condições mínimas para viver a velhice com autonomia e dignidade”, destaca Bigarella.
A programação da IV Jornada conta com palestras de temas diversos, entre eles “Utilização das Tecnologias Digitais por Empresários 60 Mais”, “Novos Paradigmas do Envelhecimento” e “Enfermidades Mentais: Novos Critérios para diagnóstico da Doença de Alzheimer”.
Destaque no assunto
A UCS é uma das protagonistas na discussão do tema no Brasil. A disciplina de Geriatria foi incluída na graduação de Medicina na década de 70. A primeira jornada ocorreu em 1986, quando o assunto era pouco debatido no meio acadêmico. As edições seguintes ocorreram em 1998 e 2024. Além disso, a Instituição promove ações relevantes, como o UCS Sênior e o Núcleo de Estudos do Envelhecimento.
Destaque
Mais livros, mais futuro: novo PNLL quer ampliar leitores no Brasil para 55% da população até 2036
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3 dias atrásem
23/04/2026
O presidente Lula participa da cerimônia de assinatura da portaria que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o período de 2026 a 2036 nesta quinta (23). O PNLL democratiza o acesso e fortalece a soberania nacional através do conhecimento.
Neste dia 23 de abril, data em que o mundo celebra o poder transformador dos livros, o Brasil dá um novo passo para ampliar o acesso à leitura. Em uma ação conjunta, o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério da Educação (MEC) assinam a portaria interministerial que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) para o período de 2026 a 2036.
No novo ciclo que se inicia, a ambição é elevar o percentual de leitores de 47% para 55% da população até 2035, com foco na redução do custo do livro e na expansão de livrarias no interior do País.
O evento será às 17h desta quinta-feira, 23 de abril, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, e contará com a presença do presidente Lula, do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O gesto renova uma política pública iniciada em 2006, no governo do presidente Lula, e reafirma o compromisso do país com a formação de leitores e com o direito à palavra.
O PNLL ingressa em seu novo ciclo de 10 anos com o desafio renovado de consolidar o livro, a leitura e a escrita como bens essenciais da população brasileira. Ao longo de sua trajetória, o plano se estabeleceu como uma verdadeira Política de Estado, transcendendo gestões passageiras para se tornar um pacto social profundo, construído a muitas mãos por educadores, escritores, bibliotecários e sociedade civil desde sua gênese em 2004. Esta nova etapa reafirma a leitura não apenas como uma ferramenta funcional de alfabetização, mas como uma experiência de construção de sentidos e um pilar de sustentação para a própria democracia.
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Como bem define a ministra da Cultura, Margareth Menezes, essa política é o reflexo de um compromisso histórico com a emancipação do cidadão, pois, em suas palavras, a fundamental parceria entre o Ministério da Cultura e da Educação tem trazido resultados históricos. “Com o novo PNLL, estamos fortalecendo nosso Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas para que ele se nutra de acervos que respeitem e promovam nossa imensa bibliodiversidade. Nosso compromisso é garantir que o livro chegue a cada canto do país, reafirmando a leitura como um pilar de soberania e de combate às desigualdades”.
O impacto real do PNLL na vida dos brasileiros é mensurável através de transformações concretas no território nacional. Desde a instituição do plano, o Brasil empreendeu um esforço monumental para zerar o déficit de municípios sem bibliotecas públicas, convertendo o que antes eram depósitos de livros em centros vibrantes de convivência, inovação tecnológica e educação continuada.
Historicamente, as ações coordenadas permitiram que o índice nacional de leitura saltasse de modestos 1,8 livro por habitante ao ano para o patamar de 4,7 livros em seus ciclos iniciais de maior mobilização. No novo ciclo que se inicia, a ambição é elevar o percentual de leitores de 47% para 55% da população até 2035, com foco na redução do custo do livro e na expansão de livrarias no interior do país. A ministra Margareth Menezes reitera que o investimento no intelecto é a melhor defesa para o futuro. “O PNLL é uma realidade ativada pela sociedade e pelos governos. O livro e a leitura são vacinas contra a desinformação e contra a deterioração intelectual que o consumo superficial de conteúdos digitais pode causar. Ao investir em políticas públicas que protejam o acesso ao conhecimento, estamos construindo um Brasil com mais dignidade para todos e todas”.
Eixos programáticos
Estruturado em quatro eixos estratégicos — Democratização do acesso, Fomento à leitura e Formação de mediadores, Valorização institucional e Desenvolvimento da economia do livro — o PNLL 2026-2035 inova ao trazer o direito à escrita criativa como uma prática central. A ideia é que o cidadão seja um produtor de cultura, especialmente em territórios periféricos, quilombolas e indígenas.
O secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC, Fabiano Piúba, destaca que o plano funciona como um parâmetro fundamental para converter o desafio de formar uma nação leitora em metas palpáveis. “O PNLL é a nossa bússola estratégica. Ele estabelece diretrizes que nos permitem ocupar as praças, as escolas e as bibliotecas com uma agenda que coloca o livro na ‘cesta básica’ do brasileiro. A inclusão da escrita criativa e literária como um direito neste novo ciclo demonstra nossa maturidade em compreender o livro como um processo vital de produção de cidadania e de reinvenção do próprio mundo”.
Além do fortalecimento da cadeia produtiva, que visa apoiar pequenas editoras e livrarias independentes, o plano dedica atenção especial à acessibilidade plena. A meta é que todas as bibliotecas e espaços de leitura disponham de acervos em braille, libras e audiolivros, garantindo que neurodivergentes e pessoas com deficiência física ou sensorial exerçam plenamente seu direito à literatura.
Essa visão inclusiva também permite ao PNLL atuar em espaços não convencionais, como unidades prisionais e hospitais, onde a leitura atua como um instrumento de humanização e remição de pena. Encerrando sua reflexão sobre os desafios e o potencial da política, Fabiano Piúba pontua que a mobilização social é o que garante a perenidade dessas conquistas: “O futuro do PNLL está no presente e na nossa capacidade de mobilização permanente nas ruas e nas instâncias de poder. Precisamos tornar a leitura visível na agenda política e social, pois estaremos fadados ao fracasso econômico se não ampliarmos o domínio da escrita entre nossos cidadãos. O PNLL, institucionalizado por lei e fundos setoriais, é o que assegura que o Brasil siga sua rota rumo à cidadania plena”.
Educação
Professores da Rede Municipal de ensino de Caxias do Sul, tem formação com palestras e oficinas nesta quinta-feira (16/04)
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2 semanas atrásem
15/04/2026
Iniciativa ocorre em 12 locais e vai reunir mais de 3 mil profissionais.
Com um conjunto de palestras e oficinas de temáticas variadas, a Secretaria Municipal da Educação (SMED) realiza, na noite de quinta-feira (16/04), o Dia E da Educação, direcionado aos professores da Rede Municipal de Ensino (RME). O evento ocorre de forma descentralizada em 12 locais parceiros.
Para participar, cada professor pôde escolher o tema de preferência. As palestras abordam diferentes temáticas ligadas ao fazer docente. O Dia E tem como objetivo oferecer fundamentos teóricos e práticos que incentivem a reflexão e orientem ações voltadas às concepções e à construção dos conhecimentos científicos e didáticos.
A formação é ofertada aos 3,2 mil professores da Rede. O Dia E da Educação tem a parceria de Secretaria da Cultura, EMEF Desvio Rizzo (Anhanguera), IEE Cristóvão de Mendoza, Colégio São José, SESI, Colégio Murialdo, Colégio São João Batista e Câmara de Vereadores, bem como a Escola de Gestão Pública (EGP).
Programação:EMEF Desvio Rizzo
Oficina teórico-prática Movimento que educa: potencializando o tempo na Educação Física escolar
com Edelvan de Lima Borelli
Auditório do IEE Cristóvão de Mendoza
Palestra 1: Equidade na Educação: um assunto para todos
com Fernanda Oliveira
Palestra 2: De boa com a diferença
com Karla Fernanda Wunder da Silva
Auditório do Colégio São José
Palestra 1: Planejamento da alfabetização: estratégias didáticas para garantir os direitos de aprendizagem dos estudantes
com Luciana Piccoli
Palestra 2: Educar em tempos digitais: quem é responsável pelas nossas crianças online?
com Gabriela Howes Langer
Auditório do SESI
Palestra 1: Infância migrante: entre raízes e horizontes na Rede de Ensino
com Cristiane Scopel de Sene
Palestra 2: A arte de falhar: como ajudar adolescentes a lidar com frustrações e pressão por desempenho e construir resiliência?
com Lucas Ballardin Colombo
Auditório SMED
Palestra 1: A dimensão do cuidado na educação: acolher para ensinar, escutar para proteger
com Sônia Rossetti
Palestra 2: Ser professor no século XXI
com Gisele Belusso
Auditório do Centro Administrativo (Prefeitura)
Palestra 1: Gestão Democrática: o elo entre escola, família e comunidade
com Marcia Coiro
Palestra 2: O Professor do Futuro: Aliado ou Refém da IA?
com Scheila de Ávila e Silva
Salão de Artes Ordovás
Oficina teórico-prática Por uma arte pluriversal: superando o eurocentrismo no ensino de Arte
com Lucila Guedes de Oliveira
Auditório do Colégio Murialdo
Palestra 1: De boa com a diferença
com Karla Fernanda Wunder da Silva
Palestra 2: Equidade na Educação: um assunto para todos
com Fernanda Oliveira
Auditório do Colégio São João Batista
Palestra 1: Educar em tempos digitais: quem é responsável pelas nossas crianças online?
com Gabriela Howes Langer
Palestra 2: Planejamento da alfabetização: estratégias didáticas para garantir os direitos de aprendizagem de todos
com Luciana Piccoli
Sala de Teatro Prof. Valentim Lazzarotto (Ordovás)
Palestra 1: A arte de falhar: como ajudar adolescentes a lidar com frustrações e pressão por desempenho e construir resiliência?
com Lucas Ballardin Colombo
Palestra 2: Infância migrante: entre raízes e horizontes na Rede de Ensino
com Cristiane Scopel de Sene
Anfiteatro Marino Kury (Plenarinho da Câmara de Vereadores)
Palestra 1: Ser professor no século XXI
com Gisele Belusso
Palestra 2: A dimensão do cuidado na educação: acolher para ensinar, escutar para proteger
com Sônia Rossetti
Plenário da Câmara de Vereadores
Palestra 1: O Professor do Futuro: Aliado ou Refém da IA?
com Scheila de Ávila e Silva
Palestra 2: Gestão Democrática: o elo entre escola, família e comunidade
com Marcia Coiro
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Sala de Cinema Ulysses Geremia recebe 2º Festival de Cinema Europeu Imovision
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11ª Copa de Saltos Hípica da Serra será nos dias 25 e 26 de abril
