Cultura
Espetáculo “Gromelôs e Garatujas” utiliza da experiência de vídeo para criar história envolvente
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3 anos atrásem
para a primeira infância
A próxima peça da programação do Téti – Teatro em Família recebe as famílias no Centro de Cultura Ordovás, no dia 12 de setembro
Crédito: Teca Teatro/Divulgação
O Téti – Teatro em Família traz, no dia 12 de setembro (terça-feira), uma experiência cativante para pais e filhos: o espetáculo “Gromelôs e Garatujas”, voltado para bebês e crianças pequenas. Produzido pelo Grupo Teca (Salvador/BA), o espetáculo explora a poética corporal de maneira lúdica e envolvente, harmonizando-se com a música clássica. A apresentação ocorrerá às 19h30 no Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho (R. Luiz Antunes, 312 – Panazzolo, Caxias do Sul – RS), na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto.
A história retrata as primeiras fases da vida de forma poética e imersiva: desde a gravidez até o desenvolvimento motor, os primeiros passos em direção à fala – o “gromelô” -, até a expressão e comunicação por meio das “garatujas” – os primeiros grafismos e expressões criativas das crianças. A narrativa é transmitida exclusivamente por recursos audiovisuais e pela atuação cênica dos artistas, que foram orientados em termos de movimento e coreografias, dispensando o uso da voz articulada.
Inspirado pela obra “Le Carnaval des Animaux” de Camille Saint-Saëns, o espetáculo une tecnologia, audiovisual, poesia, teatro e dança. A ambientação é enriquecida por iluminuras, que são trabalhadas com cores e texturas para evocar o universo dos bebês, ganhando vida e movimento por meio de computação gráfica e mapeamento de vídeo. A narrativa também é acompanhada por trilhas sonoras compostas especificamente para capturar as diferentes etapas do desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida.
Crédito: Teca Teatro/Divulgação
“Gromelôs e Garatujas” é um espetáculo concebido para ser a primeira imersão artística das crianças em primeira infância (0 a 6 anos de idade). Por isso, é uma experiência a ser vivenciada em família, especialmente com as crianças aconchegadas no colo, sobre o palco.
O projeto Téti – Teatro em Família é uma iniciativa da Cali Gestão Cultural, viabilizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul e com apoio cultural do Shopping Villagio Caxias e Orquídea Alimentos e apoio da RBS TV Caxias, Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Recreio da Juventude.
Ingressos antecipados estão disponíveis através do site do Téti e pelo WhatsApp (54) 9 8434.1531 pelo valor de R$30 e R$20 meia-entrada. No dia do espetáculo o valor é de R$40. Também está disponível o passaporte família, destinado a até quatro membros, pelo valor de R$ 80.
Fotos da peça neste link. Crédito: Teca Teatro/Divulgação
Sinopse: “Gromelôs e Garatujas” é um espetáculo no qual as projeções e a música dominam todo o espaço da encenação que é compartilhado com bebês e crianças da primeira infância e seus pais. Rico em movimentos e quase sem falas, reproduz possíveis lembranças e sensações, desde o período uterino. Não abre mão do humor das situações que envolvem o desenvolvimento dos bebês: a descoberta de sons relacionados à sucção, à excreção, sons inarticulados (gromelôs), a descoberta da locomoção, conversa entre bebês, brincadeiras imaginadas, os primeiros esboços gráficos de formas e cores (garatujas) até a chegada da fase pré-escolar. O diferencial deste espetáculo é o de ele ser voltado para um público que geralmente não é contemplado em eventos teatrais: a primeira infância. Esse que é o tema fundamental da obra que tem a imersão como principal característica, isto é, a participação das famílias absolutamente dentro do cenário do espetáculo, numa espécie de celebração. A dramaturgia do espetáculo foi criada para ser absorvida por camadas possibilitando o entendimento do público de acordo com as suas faixas etárias e experiências pessoais. Para as crianças, uma possibilidade de experienciar. Para os adultos, uma possibilidade de retorno à fase tenra da infância e de relacioná-la com o seu presente, experimentando, quase sempre, uma catarse.
Ficha Técnica:
Concepção, criação e execução: Luciana Comin e Marconi Arap
Arte: Adélia D’Carlos
Desenho Digital: Gabriel Pimenta
Mapeamento de Vídeo e Iluminação: Allison Sá
Figurino e Make up: Leonardo Teles
Direção de Gravação: A Fábrica Audiovisual
Câmeras: Alex Souza e Biba
Som Direto: Joés Carlos Souza
Trilha Sonora: Camille Saint-Saëns “Le carnaval des animaux” executado pela Royal Philharmonic Orchestra, conduzido pelo maestro Andrea Licata.
Trilha incidental inspirada na obra de Saint-Saëns: Luciano Salvador Bahia
Coreografias e Direção de Movimento: Denise Torraca
Fotografia: Diney Araújo
Identidade Visual: Julia Mileo
Cenotécnica: Gringo Freitas
Serralheiro: Raimundo Serralheiro
Assistente de Cenotecnia: Horlando Bispo Santos
Assistente de Desenho Digital: Larissa Lopes
Costureiras: Ceomara Falcão e Francisca da Silva Duarte
Assistente de Costura: Sara da Silva
Técnica: Robertto Mezzottinno, Záza Ribeiro e Gabriel Nascimento
Coordenação de Produção: Marconi Arap
Realização: Grupo Teca Teatro
Serviço:
O quê: Espetáculo “Gromelôs e Garatujas”
Classificação: Livre. Indicação para público de primeira infância (0 a 6 anos).
Quando: 12 de setembro, terça-feira, às 19h30
Onde: Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho (R. Luiz Antunes, 312 – Panazzolo, Caxias do Sul – RS), na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto
Quanto: Ingressos antecipados por R$ 30 (inteira), R$ 20 (meia)
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Cultura
Sonora Brasil traz Suraras do Tapajós ao palco do Sesc Caxias do Sul
Publicado em
6 dias atrásem
08/10/2026
Grupo paraense formado por mulheres indígenas apresenta repertório autoral e tradicional no dia 12/10 .
O Teatro do Sesc Caxias do Sul recebe, no dia 12 de outubro, às 20h, o show Suraras do Tapajós, atração do projeto Sonora Brasil. Formado por mulheres indígenas, o grupo paraense apresenta canções autorais e repertórios da música do Pará, combinando carimbó, dança e elementos visuais ligados à cultura de seus territórios. Os ingressos estão disponíveis no SAC da unidade e pelo site www.sesc-rs.com.br/
Considerado o primeiro grupo de carimbó formado por mulheres indígenas no Brasil, o coletivo utiliza a música para valorizar a natureza, a força feminina e a ancestralidade de seu povo. A presença das artistas também amplia a participação das mulheres indígenas em um gênero tradicionalmente marcado pela presença masculina.
Com uma trajetória que inclui apresentações em importantes festivais nacionais, como Rock in Rio 2024, Coala Festival e Rec-Beat, as Suraras do Tapajós levam ao palco uma experiência que reúne música, dança e elementos visuais tradicionais. O trabalho do grupo reforça a presença da cultura indígena contemporânea e mantém vivas expressões relacionadas à identidade, resistência e celebração do território.
Os ingressos custam R$15 para trabalhadores do comércio e serviços, R$18 para empresários, R$20 para meia-entrada e R$40 para o público geral. Também há a opção de ingresso solidário por R$30, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, que deverá ser entregue no evento.
Sobre o Sonora Brasil – O Sonora Brasil cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no País. Promovido pelo Sesc nacionalmente, já alcançou 750 mil pessoas, com 6.098 concertos, de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras. Ao todo, 431 músicos já se apresentaram no circuito que, a cada biênio, aborda duas temáticas diferentes e promove a circulação dos artistas por todas as regiões brasileiras.
Cultura
Centro de Cultura Ordovás celebra 25 anos com semana de programação cultural
Publicado em
1 semana atrásem
06/10/2026
De 6 a 10 de outubro, atividades gratuitas marcam o aniversário do espaço com cinema, exposições, música, oficinas, performances e feira.
O Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho completa 25 anos e celebra a data com uma programação especial de 6 a 10 de outubro. Durante cinco dias, diferentes espaços do Ordovás recebem atividades de cinema, artes visuais, literatura, música, oficinas e performances, além da Feira de Primavera. A programação é gratuita e reúne atrações que ajudam a contar a história do Centro de Cultura e mostram a diversidade artística que ocupa o espaço atualmente.
A programação começa nesta terça-feira (06/10), às 19h, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, com a exibição de documentários, entre eles Lanceiros Negros. Na sequência, haverá um bate-papo com Claudia Fin, Lucila Guedes de Oliveira e Cléver dos Santos, com mediação de Diego Lunelli.
Na quarta-feira (07/10), três exposições entram em cartaz: “FENDA: um manifesto polifônico”, do coletivo FENDA; “Território Comum”, com obras do AMARP; e “Cores, Luzes, Fantasmas”, de Isabelle Baiocco. A programação também inclui uma oficina de mixagem do LABMAIS SESC, a partir das 18h, com vagas para os 15 primeiros inscritos. Às 19h, o palco do Zarabatana recebe uma edição do Nosso Sarau.
Na quinta-feira (08/10), o AMARP de Portas Abertas possibilita ao público conhecer o acervo, com visitação gratuita e vagas limitadas por horário, mediante inscrição prévia. À noite, a música ganha espaço com a Noite dos Coros, às 18h30, na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto, reunindo o Coro Infanto-Juvenil, Coro Municipal, Coro Sênior e Ordovás (En)canto. Às 20h30, a Banda Merlot se apresenta no palco do Zarabatana.
Aniversário de 25 anos
A sexta-feira (09/10), data que marca os 25 anos da inauguração do Centro de Cultura, concentra parte da programação comemorativa. As atividades começam às 17h30, no palco do Zarabatana, com o protocolo de aniversário, momento de parabéns e apresentação da Escola Preparatória de Dança (EPD).
Às 18h começa o bate-papo “Memórias em movimento”, um encontro dedicado às histórias e experiências que atravessaram o Ordovás ao longo desses 25 anos. Participam Maysa Stedile, Natália Bianchi, Tadiane Tronca, Marcelo Mugnol e Rodrigo Lopes, trazendo diferentes olhares e momentos da trajetória do espaço. Às 20h a Oficina de Choro da Serra Gaúcha encerra a programação da noite.
Também na sexta-feira ocorre a oficina “Na borda do imaginário feminino: colagem e bordado expandido”. As inscrições seguem até 8 de outubro pelo site artesvisuais.caxias.rs.gov.br.
Sábado de Feira de Primavera e música
A programação de aniversário continua no sábado (10/10) com a Feira de Primavera, das 14h às 19h, no pátio do Centro de Cultura. Às 16h a Desorkestra Montanhosa se apresenta acompanhada de uma intervenção circense com aéreos do Grupo GentEncena, coordenado por Roberty Flores. Às 16h30 a Fluência Casa Hip Hop apresenta Breaking com Vitória França Rodrigues e Leonardo Britto. Na sequência, às 17h30, sobem ao palco Os Guri da Catequese. A semana comemorativa termina às 20h, no palco do Zarabatana, com o show da Banda Kelvin – Especial 10 Anos.
Com 25 anos de história, o Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho segue como ponto de encontro de artistas, produtores, coletivos e público. A programação comemorativa revisita essa trajetória e reúne diferentes gerações e linguagens que fizeram e continuam fazendo parte da vida do espaço.
A programação comemorativa dos 25 anos do Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho conta com o apoio de Altus Dog Carol, Viking Gastronomia para Eventos, Vagão do Monge, Brechó e Lojinha Gaia, Sesc, Vinícola Pagliosa, Sicredi e Doceria Schmidt.
Inscrições:
Oficina de mixagem LABMAIS SESC: vagas limitadas a 15 inscritos. Formulário: forms.gle/SJ7oz5NBF1HxaB2w7
AMARP de Portas Abertas: vagas limitadas por horário. Inscrições até 7 de outubro em artesvisuais.caxias.rs.gov.br.
Oficina “Na borda do imaginário feminino: colagem e bordado expandido”: inscrições até 8 de outubro em artesvisuais.caxias.rs.gov.br.
Cultura
Primeiro fim de semana da Feira vende 7.124 livros e teve público de 29 mil pessoas
Publicado em
1 semana atrásem
05/10/2026
O primeiro fim de semana da 42ª Feira do Livro começou bem. 7.124 livros vendidos no primeiro final de semana da Feira do Livro de Caxias do Sul, que registrou um ótimo movimento na Praça Dante Alighieri com o registro da venda de 7.124 livros e um público circulante de 29 mil pessoas segundo a organização. A programação mobilizou o público a participar das atividades sexta-sábado e domingo.
Depois da abertura oficial na sexta, incluindo show da dupla Kleiton e Kledir com a Orquestra municipal de Sopros, no sábado teve muitas apresentações de dança, atrações musicais, contações de e, no final da tarde, o bate-papo Praça em Prosa e Verso, com a poeta Angélica Freitas e a Patrona Adriane Antunes. O dia foi marcado pela realização da oficina de confecções de cartões da paz com a Amiga do Livro Alexandra Faccio, a Teca. Também foram lançados livros em Talian e filó na língua. Na Rua Montaury, teve apresentação do Grupo Ueba, com o espetáculo “O Cavaleiro e o Dragão”.
Já o domingo reservou dois bate-papos importantes como o “A arte de inventar histórias, com os escritores Jonas Picoli e Guilherme Karsten. Mas, antes disso, o público lotou a Praça Date para assistir às apresentações do Dança na Feira com o Conjunto de Projeções Folclóricas Tio Xico, que teve audiodescrição. O Palco Principal voltou a ser atração com a realização do bate-papo “A leitura como poética de uma revolução interior, com o escritor Jéferson Tenório, mediado pela escritora Lilian Rocha, com linguagens de Libras.
Tenório destacou, dentre tantas reflexões, que precisamos acreditar na cultura, no livro e na ciência, que “foi isso que nos fez chegar até aqui”. Para as novas gerações, destacou que “se você tem 20 e poucos anos e chega no livro com essa perspectiva de aprender algo importante sobre a vida seria o ideal, mas que pena que a gente só se conta disso quando já passou a juventude e a isso você chega nos livros querendo algo”. A escritora Lilian Rocha destacou que “é importante ter uma preparação para a leitura nas idades dos sete aos dez anos feita nas escolas”. Mas depois na fase de adolescência, tem tantas outras mídias que encantad oras que atraem esses possíveis leitores.
Ela provocou Jeferson, que também é professor, a dar sugestões sobre a questão: “Eu tive a oportunidade de acompanhar duas turmas em oitos anos de professor, da terceira série até o Ensino Médio e fui vendo as transformações que foram acontecendo. Até o nono ano era uma maravilha. Trabalharam Livro, Literatura. Quando chegava o nono ano, não sei o que acontecia com eles, que pareciam outras pessoas. E eu até brincava, a partir da Metáfora da Caverna, do Platão, no primeiro ano eles estavam na Caverna, sem enxergar nada, que no segundo, eles começam a ver que tem algo ali, e no Terceiro, é quando saem da Caverna e, no Terceiro Ano, começam a pe rceber que tem algo diferente. É bastante desafiador, pra essa faixa etária, vai de Mangá a Dostoievski. O conselho que daria é que não ter fórmula para gostar de ler, mas você pode e deve dizer que os livros estão à disposição e a escola tem o dever de fazer isso. A luta com o livro digital é também um desafio pois, e fato, há um roubo de atenção dos adolescentes e nossa também. O livro pressupõe outras habilidades, que não é passiva, ela precisa da imaginação para que o mundo funcione. E tenho a impressão é de que estamos imaginando cada vez menos”.
Com o tema “Praça em Prosa e Verso”, homenageando os 120 anos de Mario Quintana, a Feira do Livro vai até 18 de outubro. Nesta edição, o público encontra 24 bancas, sendo 18 do setor geral e seis infanto-juvenis. O público poderá comprar livros contando com o tradicional desconto de 20% sobre o valor.
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