Educação
Equipe da Secretaria Municipal de Educação desafia invisibilidade de questões étnico-raciais a partir da rede pública de ensino em Caxias do Sul
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Núcleo permanente com estrutura ainda pouco difundida no país insere temáticas de identificação e pertencimento no cotidiano das escolas. Abordagem inclui rede estadual
Como todos os 31,5 mil estudantes de Ensino Fundamental da rede pública de Caxias do Sul, Sophya Domingues Marcos deve se apresentar em sua escola – neste caso, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Ruben Bento Alves, no Loteamento Vila Ipê – todos os dias, a partir das 7h30. Como muitos desses estudantes, ela se dá ao trabalho de pedir para o pai acordá-la cerca de uma hora antes do necessário, porque, afinal, não é de qualquer jeito que se vai para a aula quando se tem 13 anos e se está no 7º ano. Como vários desses estudantes, Sophya tem o cabelo escuro e cacheado. Só que ao contrário de tantos colegas de traços físicos semelhantes, sua intenção com o tempo extra de camarim em casa não é de esconder ou disfarçar os fios, mas valorizá-los em tranças preparadas com todo o cuidado. Mais do que uma turbinada na autoestima, o senso estético apurado e a inspiração nas raízes africanas lhe renderam também o prêmio no concurso que escolheu a arte para a logomarca de um novo núcleo implementado pela Secretaria Municipal de Educação (SMED): o QuERER – Qualificar a Educação para as Relações Étnico-Raciais.
“Quando saiu o resultado, ela ficou nervosa, porque não é uma coisa que acontece todo dia. Ela tem um talento para desenho e pintura que tu não imaginas. No quarto, pintou até nas portas e nas paredes. Nessa figura do prêmio ela se baseou em imagens africanas que passaram na escola, porque tem essa descendência por parte de mãe. Nós incentivamos, para ver se os filhos vão para a frente, porque não tivemos tanta sorte”, revela orgulhoso o mecânico de máquinas e eletrodomésticos Jorge João Marcos, pai da estudante.
A efígie feminina negra, de cabeleira espessa adornada por um pente-garfo vermelho, no centro de uma mandala colorida criada por Sophya representa agora o trabalho da equipe pedgógica da SMED que percorre todas as 83 Escolas Municipais de Ensino Fundamental, as 48 Escolas de Educação Infantil de gestão compartilhada e ainda presta suporte para a rede estadual no desafio diário (e a manutenção desta frequência é a primeira lição) de remover o véu de invisibilidade que cobre diferentes formas de preconceito impregnadas na sociedade. O QuERER entrou em operação em 2021, logo na retomada das atividades escolares após a interrupção provocada pela pandemia de Covid-19, com a atribuição específica de promover, orientar, coordenar e monitorar a educação das relações étnico-raciais.
“É um projeto de combate ao racismo e à intolerância às diversidades na sociedade brasileira assumido como política de Estado em 2003. Desde o ano passado e até o momento, realizamos encontros de formação e provocamos as equipes diretivas e coordenações pedagógicas para que estes profissionais, em um primeiro momento, entendam que vivemos em uma sociedade estruturalmente racista, que cada um possa se enxergar nesta sociedade e comece a pensar em mudança de posturas, em observar seu vocabulário, as expressões que usa…”, descreve a assessora pedagógica Joelma Couto Rosa, especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional – ela própria professora da rede municipal desde 2010, ex-coordenadora e vice-diretora de escola.
Rodas de conversa, teatro, produção de revista, documentário e gastronomia indígena
O trabalho do QuERER avança em diversas frentes na rede municipal de Caxias do Sul. Inicialmente, em 2001, fez-se uma abordagem com os gestores das instituições de ensino, para que eles pudessem multiplicar a informação com seus professores, a fim de que prepará-los para trabalhar o tema de forma mais profunda e objetiva com o público escolar. A cada dois meses, aproximadamente, o núcleo pedagógico da SMED oferece às escolas propostas de abordagem em torno da temática étnico-racial, à história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. A metodologia utilizada é a da gamificação, por meio de desafios ou gincanas educativas.
Em outra frente, muitas escolas têm solicitado rodas de conversa e encontros de formação com os professores, porque muitos ainda manifestam receio em falar sobre racismo. É o caso, por exemplo, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Ítalo João Balen, que atende aproximadamente 600 crianças e adolescentes.
“Solicitamos a assessoria para entender melhor como abordar o tema. É muito delicado e é complexo. O núcleo nos estimula a inserir a questão no dia a dia da escola e não apenas em novembro [mês da Consciência Negra], detectar, debater e mudar as relações com a participação dos alunos”, explica a coordenadora pedagógica Aline Turela.
Conforme a servidora, a aprovação por parte dos professores só não foi total, porque faltou tempo para ampliar ainda mais a conversa.
“As crianças vêm sem preconceito. Nós, adultos, é que muitas vezes corrompemos este vínculo. As pessoas exibem comportamentos de que não se dão conta. Precisamos reconstruir as relações”, afirma Aline.
Outra via de acesso já consagrada com a garotada é o teatro. Na EMEF Machado de Assis, o responsável por facilitar a abordagem da temática étnico-racial entre os estudantes da educação infantil até o 5º ano do Ensino Fundamental foi o Projeto Mudamundo.
“O teatro abriu as portas para trabalharmos outros temas. Os estudantes participam bastante, percebem a problemática e reagem, cada um a sua forma. Aqui estamos atuando no estágio da aceitação da identidade e do senso de pertencimento. As próprias crianças e as famílias nos procuram para abordar a questão”, relata a diretora Tânia Malvina Maineri.
Já na EMEF Engenheiro Mansueto Serafini, pode-se dizer que o trabalho de estudantes e professores, com o apoio do QuERER, ganhou dimensões mais palpáveis. As turmas de 6º e 7º ano produziram uma revista, publicada em formato digital, esmiuçando o impacto de questões étnico-raciais e do bullying no ambiente escolar. Os Chromebooks fornecidos pela Secretaria Municipal de Educação (SMED) foram a ferramenta de pesquisa e produção fundamental para os jovens editores.
“Foi muito significativo para os alunos negros pela apropriação, a identificação e a possibilidade de compartilhar ideias com colegas de outras etnias. Eles ficaram muito orgulhosos com o resultado. O mais importante é que eles construíram todo o processo”, comenta a diretora Gláucia Honorato.
Segundo a servidora, os estudantes lançaram mão de recursos que já conheciam e dominavam, mas que até então não percebiam que estavam relacionados aos temas de interesse. Os reflexos puderam ser sentidos de imediato no convívio do ambiente escolar.
“Percebemos uma mudança. Mais respeito, maior valorização da cultura, mais consciência do que consideravam brincadeira e seria ou não aceitável. Um olhar mais apurado, uma maior sensibilidade. Eles estão numa idade em que precisam dessa orientação. Entender que há diferenças de cultura, de modo de vida e tipos de corpos”, acrescenta Gláucia.
No entendimento da diretora, é preciso que a instituição de ensino mantenha esta perspectiva constante, em tempo integral.
“Até porque é um privilégio vivenciar a continuidade deste trabalho”, arremata.
As propostas do núcleo de educação étnico-racial da SMED para abordagem da temática são variadas. Em uma primeira missão, por exemplo, as escolas tinham de realizar um diagnóstico do perfil étnico-racial da comunidade escolar como um todo. Já na segunda etapa, houve a distribuição de kits de artesanato indígena M’Bya Guarani para o desenvolvimento de atividade pedagógica com as crianças/estudantes. Na EMEF Marianinha de Queiroz, após a utilização dos materiais em atividades de produção textual, história e matemática, terminou tudo em piquenique para as turmas de 4º e 5º ano, na floresta da escola – sim, a escola tem uma floresta. Entraram em cena o artesanato e a culinária indígenas.
“As crianças adoraram. Elas sempre gostam do que é diferente. Por meio da comida, eles se envolveram com a questão étnico-racial, em particular, dos indígenas, desde os anos iniciais, até os mais avançados. Trabalhamos o respeito, a cultura, os jogos, a influência e as tecnologias”, comenta a coordenadora pedagógica Taís Griffante.
Interessados pela problemática envolvendo racismo, preconceito e a urgência do respeito, os mais velhos produziram um documentário em vídeo, chamado Isso É Macumba (2017).
“Sempre se trabalhou muito em cima das datas – Dia dos Povos Indígenas, Mês da Consciência Negra. Mas o que precisamos agora é explorar estes assuntos ao longo do ano todo”, ressalta a servidora.
A questão é particularmente sensível para a comunidade da Marianinha de Queiroz. Atualmente, dos mais de 600 estudantes, mais de 20 são estrangeiros. Venezuelanos, senegaleses e haitianos são os imigrantes mais numerosos.
“Num primeiro momento foi difícil. Usamos os notebooks para tradução. Hoje já temos o entendimento de que precisamos instrumentalizá-los para que tenham condições de se adaptar à realidade do Brasil. Mas veja que não é uma só etnia. Negros, indígenas, imigrantes, precisamos trabalhar e envolver todos, sempre”, conclui Taís.
Conexão com a UFRGS e apoio para rede pública do Estado
Até o momento, desde 2021, o Núcleo Qualificar a Educação para as Relações Étnico-Raciais (QuERER) já alcançou as equipes diretivas, coordenações pedagógicas e professores lotados nas bibliotecas de todas as 83 escolas municipais de Ensino Fundamental de Caxias do Sul. Também envolveu todas as coordenações pedagógicas das 48 escolas de educação infantil ligadas ao município, além de 98 da iniciativa privada. Mas não considera o suficiente. Assim, buscou multiplicar parcerias. Atualmente, estão conectados à assessoria pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (SMED) de Caxias do Sul profissionais da Rede de Promoção da Igualdade Racial, o Projeto Mudamundo, que oferece materiais pedagógicos e livros de literatura infantil em que o protagonista da narrativa é um menino negro, e a Fundação Marcopolo, com projeto coordenado pelo rapper e educador social Chiquinho Divilas.
E há, também, as parcerias que auxiliam com formações. É o caso do Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Com o apoio da instituição foram realizados recentemente dois ciclos de lives reunindo temáticas sugeridas pelos próprios professores da rede municipal de ensino, onde viam maior carência de estudo. Na ausência de programa similar, as lives foram abertas aos colegas servidores da rede estadual.
“Os professores estão buscando se apropriar mais. Muitos não tiveram essa formação sobre a educação das relações étnico-raciais em sua Licenciatura. Agora estão buscando, porque ainda têm muito receio de como abordar. E essa é uma tarefa do núcleo também: subsidiar os professores, auxiliá-los com materiais, propostas, metodologias, para que eles possam entender as diversas formas de trabalhar com essa temática – que não é só nas datas específicas [20/11 ou 19/04]. Deve ser ao longo do ano, a qualquer tempo com os estudantes. Deve estar no currículo durante todo ano letivo. Há muita coisa para se trabalhar, desde a história, a cultura, trazer todas as contribuições destes povos para a constituição do Brasil”, explica a assessora pedagógica Joelma Couto Rosa, que já possui a formação UNIAFRO/UFRGS: Política de Promoção da Igualdade Racial na Escola.
Em relação aos estudantes, ela observa, a conversa já é outra:
“Quando fazemos estes momentos de conversa, eles querem falar, muitas vezes, expor situações que já vivenciaram. Há uma abertura para esta temática. Principalmente com os maiores. Com os pequenos é outra abordagem. Sinto que estão sedentos para falar. Eles querem falar sobre isso, se posicionar”.
Uma experiência neste sentido foi proporcionada justamente pela ponte estabelecida entre as redes públicas de ensino de Caxias do Sul e do Estado, por meio da SMED e do Núcleo QuERER. No início de agosto, estudantes do 9º ano de quatro escolas estaduais de ensino médio, com idades entre 13 e 17 anos, tiveram um desejo realizado. Uma sessão de cinema no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Cidade Nova. Em cartaz, o sucesso oscarizado – e ainda mais com aura de lenda, após o falecimento do ator principal, Chadwick Boseman, vítima de câncer – Pantera Negra. A ansiedade da jovem plateia em seguir debatendo questões de raça, gênero, direitos humanos, conciliação e entendimento quase impediu que a atividade se encerrasse ao subirem os créditos do filme.
“Foi muito importante, muito significativo. O assunto não se esgotou. Todos os professores elogiaram e pediram mais oportunidades como esta. Os alunos querem mais espaço para dialogar sobre o tema. O pessoal da [Escola Estadual de Ensino Médio] Abramo Randon continuou debatendo ao chegar na escola. Eles pediram esse movimento após o filme. O debate pede passagem”, aponta a coordenadora regional da CIPAVE+4ªCRE, ligada à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (CIPAVE) da 4ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Marivane Aparecida Carvalho da Rosa.
Bem longe de Wakanda, no mundo real, ao contrário de ser um dom para realizar grandes façanhas, a invisibilidade ganha contornos de um inimigo amargo e cruel – daqueles difíceis de se derrotar. Exceto com a rara combinação de paciência, inteligência e persistência:
“Costumamos falar muito sobre a presença negra e indígena em Caxias do Sul. A contribuição destas etnias na construção do município. Temos muitas referências neste sentido na cidade e muitas vezes isso não se fala. Caxias é um município plural também. E isso fica invisível muitas vezes. Sempre houve aqui uma presença negra e indígena muito forte. E precisamos enxergar estes invisíveis”, finaliza Joelma.
Fotos: Elisabete Bianchi
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Educação
Mão Amiga Gourmet ocorre neste dia 14, em Caxias do Sul, e terá cozinha kids como novidade da 12ª edição
Publicado em
5 dias atrásem
02/11/2026
Jantar beneficente será realizado no Restaurante Tulipa, com expectativa de superar R$ 155 mil em arrecadação para apoiar a educação infantil.
Faltam poucos dias para mais uma noite de gastronomia e solidariedade em Caxias do Sul. No dia 14 de novembro (sábado), a partir das 19h30, o Restaurante Tulipa, junto aos Pavilhões da Festa da Uva, recebe a 12ª edição do Mão Amiga Gourmet. O tradicional jantar beneficente promovido pelo Projeto Mão Amiga reunirá empresas, voluntários e comunidade em torno de uma causa: contribuir para a permanência de crianças na educação infantil. A expectativa deste ano é superar os R$ 155 mil em arrecadação.
Entre os destaques desta edição está uma novidade que promete trazer ainda mais significado à noite: a estreia da Cozinha Kids – Os Chefinhos, que terá crianças participando da experiência gastronômica e solidária. Identificada como Cozinha K, a equipe preparará um cardápio composto por nhoque ao molho de nata e sálvia e filé de porco ao cartoccio com bacon e tomate seco. A iniciativa amplia a participação de diferentes gerações no evento e aproxima os pequenos da prática da solidariedade.
Ao todo, serão 13 cozinhas comandadas por representantes de empresas e entidades de diferentes segmentos da cidade, que assumem o desafio de preparar pratos especialmente elaborados para a ocasião. O público poderá experimentar uma variedade de sabores, com receitas inspiradas nas tradições italiana e alemã, além de diferentes preparações com carnes, peixes, risotos e acompanhamentos.
A sobremesa será assinada pela Sorvelândia, enquanto água, refrigerante, cerveja, vinhos tinto e branco e espumantes brut e moscatel estarão incluídos no ingresso. A programação também contará com show de Léo Gonsalves e banda.
Os ingressos custam R$ 250 por pessoa e podem ser adquiridos na secretaria do Projeto Mão Amiga ou diretamente com as cozinhas participantes. Informações estão disponíveis pelos telefones (54) 3223-5420 e (54) 99142-8223.
A arrecadação do Mão Amiga Gourmet é destinada às ações do Projeto Fortalecendo Famílias, iniciativa que auxilia famílias em situação de vulnerabilidade social com o acesso à educação infantil. O apoio contribui para que crianças permaneçam nas instituições de ensino e seus pais ou responsáveis possam continuar trabalhando.
“Quando uma criança tem acesso à educação infantil, toda a família ganha novas oportunidades. O Mão Amiga Gourmet representa essa união de pessoas que acreditam que a solidariedade pode transformar realidades. Cada ingresso, cada empresa participante e cada voluntário contribuem para que mais crianças tenham a oportunidade de aprender, crescer e construir um futuro melhor”, destaca Frei Jaime Bettega, fundador do Projeto Mão Amiga.
Desde sua primeira edição, em 2014, o Mão Amiga Gourmet já possibilitou a aplicação de mais de R$ 1 milhão na compra de vagas na educação infantil, contribuindo para o pagamento de mais de 2,8 mil mensalidades. Ao longo de sua trajetória, o Projeto Mão Amiga já atendeu mais de 11 mil crianças de zero a quatro anos.
Considerado o principal evento de arrecadação financeira do Projeto Mão Amiga, o jantar mobiliza anualmente mais de 60 empresas e reúne um público superior a 800 pessoas. Nesta edição, a organização está sob a coordenação de Daniela Camargo, José Eduardo Berto, Geni Onzi Isoppo e Angélica Pulita.
Para os coordenadores, a proximidade de mais uma edição reforça o envolvimento da comunidade com a causa e a importância de manter viva essa corrente de solidariedade.
“Estamos preparando mais uma edição com muito carinho e dedicação. A estreia da Cozinha Kids torna este ano ainda mais especial, pois mostra que a solidariedade também pode ser aprendida e compartilhada desde cedo. Nossa expectativa é reunir novamente a comunidade em uma grande noite, superar a arrecadação do ano passado e, principalmente, ampliar o impacto positivo do projeto na vida das famílias atendidas”, destacam os organizadores.
Na véspera do evento, em 13 de novembro, às 18h30, será celebrada uma missa na Igreja dos Capuchinhos, marcando a abertura da programação da 12ª edição.
COZINHAS E CARDÁPIOS
Cozinha A – Metalúrgica Guarany
Cozinheiros: Jean Carlos Moreira, Vanderléa Ghisi Marangoni, Marcos Simon, Ricardo Alves e Rodrigo Salamon
Cardápio: focaccia artesanal com seleção de licores, como entrada; medalhão de filé mignon em crosta dourada de nozes, mousseline aveludada de mandioquinha e salada caprese rústica, como prato principal
Cozinha B – Gráfica Editora São Miguel e Rádio Maisnova 98.5
Cozinheiros: Joel Gubert, Paulo Benedetti, Eron Voesch, Álvaro Morés e Alceu Ferronato
Cardápio: costela suína marinada no moscato e ervas finas, acompanhada de purê de batata baroa e mix de folhas ao vinagrete moscato
Cozinha C – Prefeitura de Caxias do Sul
Cozinheiros: Daniel Santos, Edson Nespolo, Adriano Bressan, Tatiane Frizzo e Mauro Trojan
Cardápio: mix de folhas ao molho Dijon com mel, sobrecoxa de frango desossada assada ao molho de maracujá e fettuccine ao molho Alfredo com queijo Gran Formaggio RAR
Cozinha D – Sicredi Pioneira
Cozinheiros: chef Eduardo Costa, Luana Aline Wonsovicz, Pablo Felipe dos Santos e Braian Borges Brum
Cardápio: Sabor da Serra – filé mignon suíno ao mel, maçã e ervas, com gratin de batatas e queijo colonial, molho de vinho branco e crocante de castanhas
Cozinha E – Flávio Zanettini Advocacia, Paza e Reis Advogados Associados e Varaschin, Sgorla e Miotto Advogados
Cozinheiros: Volmir André Paza, Flávio Zanettini, César Augusto Tomé, Gilson Nunes e Márcio Devenz
Cardápio: ossobuco preparado à moda toscana, com polenta cremosa repousada em crostini de parmesão e salada caprese
Cozinha F – BT Fixo, Mitec e VLP Nobreaks
Cozinheiros: Ricardo Zilio, Neimar Tonin, Maicon Tonin e Vandro Luiz Pezzin
Cardápio: medalhões de filé mignon ao molho de mostarda, risoto de aspargos e mix de folhas e frutas
Cozinha G – Otimiza Consultoria
Cozinheiros: Claudia Betiol, Cissione Tiburi, Cíntia Martins e Maria Helena Zangali
Cardápio: focaccia, como entrada; tilápia em harmonia de sabores, salada tropical e farofa crocante, como prato principal
Cozinha H – Up Man, Toigourmet Assessoria, Everest Construtora e Hyto Sistemas Hidráulicos
Cozinheiros: Gustavo Luís Toigo, Sidimar Remussi, João Augusto Toigo, Eliandro Modesto da Silva e Adelar José Toigo
Cardápio: Menarosto Vicentina (assado de frango no espeto com toucinho), polenta bellunese e radicci trevisano
Cozinha I – ADCE, Sulvisual, Mercanet e Morlub
Cozinheiros: Moacir Basso, Gilde Furlin, Liziane Fenner, Jaime Fenner e Ariane Belinot
Cardápio: salmão ao molho siciliano com arroz negro
Cozinha J – JOST
Cozinheiro: Chef Marving Carvajal
Cardápio: tábua de linguiça típica alemã, chucrute e bretzel, como entrada; Leberkäse com mini batatas assadas, mostarda preta, chucrute e salada Gurkensalat, como prato principal; strudel de maçã com sorvete de creme
Cozinha K – Os Chefinhos
Cozinheiros: Liliane Trentin, João Pedro Oss Emmer, Vicente Rogerio Oss Emmer, Jiancarlo Alves Bordim, Rodrigo Bordim e Lívia Costamilan Giasson
Cardápio: nhoque ao molho de nata e sálvia e filé de porco ao cartoccio com bacon e tomate seco
Cozinha L – Microempa
Cozinheiros: Jovenil Vitt Lima, Antonio Carlos Bressan, Leonardo Argenta, Juliano de Oliveira e Claudio Giaboinski
Cardápio: costelão à moda Microempa
Cozinha M – Senalba
Cozinheiros: Angela Maria Catarina, Andréia Visoná, Rosecler Gomes, Rita Martins e Daisy Souza
Cardápio: tábua de frios, como entrada; risoto de funghi, filé ao molho de manteiga e salada mista com molho de mostarda, como prato principal
Sobremesa: Delícia Sorvelândia
Bebidas inclusas no ingresso: água, refrigerante, cerveja, vinho tinto e branco e espumantes brut e moscatel
Destaque
Fundação Marcopolo traz a Caxias do Sul gestores com experiência na transformação urbana de Medellín
Publicado em
5 dias atrásem
02/11/2026
Jean-Edouard Tromme e Santiago Uribe participam do simpósio “O Futuro Que Queremos”, de 5 a 8 de novembro, na Biblioteca Parque.
O simpósio O Futuro Que Queremos, da Fundação Marcopolo, traz a Caxias do Sul Jean-Edouard Tromme e Santiago Uribe, gestores que participaram da transformação urbana que levou Medellín, na Colômbia, de epicentro do narcotráfico a uma das cidades mais inovadoras do mundo. Na quinta-feira (05/11), eles ministram o bate-papo “Próxima Estação: Esperança”, às 8h30 e às 14h30, para estudantes de escolas públicas e privadas. Já na sexta (06/11), a dupla volta a encontrar o público às 19h no bate-papo “Juntos no Futuro: Missão Esperança”, aberto à comunidade e com inscrições gratuitas pela plataforma Sympla.
Com mais de 20 anos de experiência e natural da Bélgica, Jean-Edouard Tromme atua na preparação e na gestão de projetos de cooperação internacional, desenvolvimento, inovação e responsabilidade social. Já o colombiano Santiago Uribe é pesquisador social e gestor de políticas urbanas e sociais, com trajetória de duas décadas no planejamento e na direção de programas de desenvolvimento humano.
A programação de sexta-feira (06/11) também contará com atividades voltadas à tecnologia e à formação profissional. Às 8h30 e às 14h30, Mariana Govões conduz o bate-papo “Mudanças no trabalho: IA e as novas profissões”. Já às 9h e às 16h, Gabriel Machado, da Campinho Digital, apresenta a palestra “Desenvolvimento na Era da IA: Menos código manual, mais Cloud Computing”. O encontro abordará as transformações no desenvolvimento de software impulsionadas pela inteligência artificial e a importância da computação em nuvem para viabilizar essas novas possibilidades.
Ainda na sexta, às 19h50, Fundação Marcopolo, Campinho Digital e Amazon Web Services (AWS) anunciarão uma parceria para oferecer, em 2027, o curso profissionalizante AWS re/Start, destinado a treinar jovens de Caxias do Sul em computação em nuvem, inteligência artificial e preparação para o mercado de trabalho em tecnologia. A iniciativa será pioneira no Sul do Brasil.
No domingo (08/11), o público poderá participar da segunda edição do Viva Walk, iniciativa do projeto Vivacidade que propõe um percurso a pé entre a Estação Rodoviária de Caxias do Sul e a Biblioteca Parque Fundação Marcopolo. A saída será às 10h, com chegada prevista para 11h30. Ao longo do percurso, os participantes serão convidados a conhecer melhor a cidade, seus espaços e edifícios históricos, além de refletir sobre as relações entre as pessoas e o ambiente urbano. Aberta a adultos e crianças, a caminhada tem participação gratuita, mediante inscrição pelo Sympla. Após a atividade, o público poderá aproveitar os food trucks na Biblioteca Parque.
Entre as atrações já anunciadas para o simpósio O Futuro Que Queremos estão a jornalista Sônia Bridi, que participa do bate-papo “Emergência climática: O impacto das nossas escolhas no planeta”, na quinta-feira (05/11), às 20h, e a neurocientista Carla Tieppo, que conduz a conversa “Telas: tê-las ou não tê-las?”, sobre o sequestro da atenção pelas telas e seus impactos na saúde mental, na sexta-feira (06/11), também às 20h.
Com atividades que aproximam ciência, comunicação, sustentabilidade e desenvolvimento urbano, o simpósio O Futuro Que Queremos busca estimular o diálogo sobre os desafios contemporâneos e as possibilidades de transformação da vida nas cidades. A proposta é criar diálogos entre especialistas, estudantes e comunidade em torno de questões que impactam o presente para ajudar a construir o futuro.
Mais informações sobre a programação do simpósio e sobre as atividades realizadas pela Fundação Marcopolo são publicadas nos perfis @fundacao_marcopolo e @fundacao_biblioteca no Instagram.
Sobre a Fundação Marcopolo
A Fundação Marcopolo é uma entidade sem fins lucrativos dedicada à promoção do bem-estar social por meio de iniciativas que integram educação, cultura, inovação, esporte e desenvolvimento humano. Com atuação voltada à comunidade, desenvolve projetos que ampliam o acesso ao conhecimento, estimulam a criatividade, fortalecem a cidadania e promovem a inclusão social. Entre suas iniciativas estão a Biblioteca Parque, a Escola Marcopolo de Criatividade e o programa O Futuro Que Queremos.
Destaque
Inscrições para a chamada pública de ingresso e matrícula escolar 2027 começam dia 2 de outubro
Publicado em
1 mês atrásem
28/09/2026
Processo ocorre pela internet; matrícula será realizada em momento posterior, diretamente na escola designada.
Está chegando o período da chamada pública de ingresso e matrícula escolar para o ano letivo de 2027. A primeira etapa começa nesta sexta-feira (02/10) e segue até o dia 6 de novembro. O processo ocorre pela internet, por meio do site escola.rs.gov.br/matriculas (veja mais abaixo).
Inicialmente são realizadas as inscrições. Depois será divulgado, no mesmo site, o resultado com a escola designada. A matrícula ocorre em momento posterior, diretamente na escola designada.
Veja, abaixo, mais informações sobre cada etapa:
1ª etapa:
>> Inscrições: 02/10/2026 a 06/11/2026
>> Onde realizar a inscrição: escola.rs.gov.br/matriculas
Vagas para:
• 1º ano do Ensino Fundamental
• 1º ano do Ensino Médio
• 1º ano do Curso Normal (antigo magistério)
• Curso Normal – Aproveitamento de estudos
• 1º ano da Educação Profissional Subsequente (Cursos Técnicos)
• Educação Infantil (4 e 5 anos)
• EJA Fundamental e Médio
>> Divulgação dos resultados: 09/12, pelo site escola.rs.gov.br/matriculas
>> Matrículas: 09/12 a 18/12/2026, na escola que for designada
OBS: escolha de uniformes (escolas estaduais) ocorre no momento da inscrição, pelo mesmo site.
2ª etapa
>> Inscrições: 13/12/2026 a 06/01/2027
Vagas para:
• 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental
• 2º e 3º anos do Ensino Médio
• EJA Fundamental e Médio
• Candidatos que perderam o prazo da 1ª etapa
>> Onde realizar a inscrição: escola.rs.gov.br/matriculas
>> Divulgação dos resultados: 18/01/27, pelo site escola.rs.gov.br/matriculas
>> Matrículas: 18/01 a 22/01/2027
Vagas para:
• 2º e 3º Ano do Curso Normal
• 2º e 3º Ano dos Cursos Técnicos
Onde realizar a inscrição: diretamente nas escolas estaduais
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