Geral
Projeto Arte no Moinho encerra com final de semana de espetáculos gratuitos do Grupo Ueba e da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Publicado em
10 meses atrásem
Iniciativa se estendeu por quatro meses, promovendo encontros artísticos entre companhias teatrais gaúchas convidadas com apresentações gratuitas ao público. Últimos espetáculos acontecem nos dias 31 de maio e 1º de junho, no Moinho da Cascata, em Caxias do Sul
O projeto Arte no Moinho, idealizado pelo Grupo Ueba Produtos Notáveis, segue para o seu último final de semana de programação gratuita no Centro Cultural Moinho da Cascata (Rua Henrique Riboldi, 69, bairro Marechal Floriano), em Caxias do Sul. O projeto teve início em fevereiro, mesclando exibições de peças do repertório do Grupo Ueba aos sábados e de companhias teatrais gaúchas convidadas aos domingos. No final de semana de encerramento, o público poderá conferir diferentes produções que trazem a linguagem, a magia e o encantamento do teatro de rua. No sábado (31/05), às 16h, será apresentada a peça As Aventuras do Fusca à Vela, do Grupo Ueba, voltada ao público de todas as idades; e no domingo (1º/06), às 18h, a atração será M.E.D.E.I.A, criação do grupo convidado Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, de Porto Alegre, com classificação indicativa a partir de 14 anos. A montagem de sábado acontecerá no espaço externo do Moinho da Cascata, podendo ser substituída por outro espetáculo do Ueba com exibição no espaço interno em caso de chuva, e a de domingo acontece no espaço do teatro com distribuição de ingressos por ordem de chegada. A entrada é gratuita nos dois dias.
A iniciativa Arte no Moinho busca promover encontros artísticos entre grupos de teatro de diversas regiões do Rio Grande do Sul e oferecer programação cultural acessível ao público, ao mesmo tempo em que incentiva a troca de experiências entre os grupos, explorando novas linguagens e formatos cênicos. O projeto é uma realização do Grupo Ueba e do Centro Cultural Moinho da Cascata, com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do RS (LIC Pró-Cultura RS) e patrocínio do Fort Atacadista, Central de Rações e Redemac Docasa.
Além das apresentações teatrais, o projeto promove, no turno inverso, encontros culturais entre os grupos participantes, proporcionando um espaço de pesquisa e troca de conhecimentos sobre diferentes abordagens artísticas e processos criativos. A cada nova edição, essa interação permite o desenvolvimento de novas possibilidades estéticas e a ampliação das experiências teatrais. Os resultados dos encontros serão compilados em uma cartilha, conduzida pelo pesquisador Márcio Silveira e que ficará disponível no site do Grupo Ueba. Ao longo do projeto, o Arte no Moinho recebeu como convidados o Grupo De Pernas Pro Ar, a Cia Teatro Lumbra, a Makki Produções e o Grupo Ritornelo de Teatro.
A TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ
A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz foi criada em 1978. Desde então, desenvolve pesquisas de linguagem em Teatro de Rua e na vertente intitulada Teatro de Vivência (encenação itinerante onde público e atores estão inseridos em um mesmo ambiente cenográfico para uma experiência partilhada, tornando o espectador participante da cena), além do trabalho artístico pedagógico desenvolvido em sua sede, a Terreira da Tribo, em Porto Alegre, e outros bairros populares junto à comunidade local. A história do coletivo sempre se pautou pela afirmação da diferença, da independência em relação ao mercado e às estruturas de poder, com encenações caracterizadas pela ousadia e liberdade criativa. Na busca de uma identidade, desenvolveu uma estética própria, fundada na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator, estabelecendo um novo modo de atuação. Com espetáculos diversas vezes premiados, a Tribo de Atuadores recebeu a Ordem do Mérito Cultural (2015), o Prêmio Milu Vilela/Itaú Cultural 35 anos (2022) e o Prêmio Shell (2025) pela sua trajetória.
SINOPSE DE AS AVENTURAS DO FUSCA À VELA – GRUPO UEBA
A peça As Aventuras do Fusca à Vela, que completa 10 anos em cartaz no repertório do Grupo Ueba em 2025, traz a narrativa de um jovem que encontra em um ferro velho uma figura muito interessante, um senhor que diz ser o sobrevivente do Pequod, o legendário navio baleeiro que tentou caçar Moby Dick. Ele acaba embarcando na imaginação do capitão e parte, junto com o público, a navegar em águas tempestuosas atrás da baleia. Com uma abordagem criativa e inovadora, o espetáculo utiliza figurinos e adereços que provocam o inusitado, levando o público a uma jornada imaginativa. No enredo, o Fusca, em sua transformação, deixa de ser um simples veículo terrestre e se transforma em um barco à vela, ou mais especificamente, um “fusca à vela”, tripulado por piratas. Essa metamorfose provoca uma experiência visual e emocional que instiga o público a embarcar em uma viagem simbólica com os marujos rumo ao mar, explorando a fantasia e o imaginário coletivo. Toda a narrativa acontece em torno do também icônico e legendário Fusca.
SINOPSE DE M.E.D.E.I.A – TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ
Em M.E.D.E.I.A, solo da atuadora Tânia Farias, estreado em 2022, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz retoma a personagem protagonista do seu espetáculo “Medeia Vozes“. A encenação traz para cena uma versão antiga e pouco conhecida do mito, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que Eurípides a acusa. Por mais de dois mil anos, Medeia, uma das mais poderosas mulheres da mitologia grega, é acusada de várias atrocidades, tais como fratricídio, infanticídio e envenenamento de Glauce, e é essa imagem que foi imposta à consciência ocidental que a Tribo vem negar. O mito é questionado e ressignificado de maneira original, para analisar o fundamento das ordens de poder e como estas se mantêm ou se destroem. Medeia é uma mulher que está na fronteira entre dois sistemas de valor, corporizados, respectivamente, pela sua terra natal e pela terra para a qual foge. Ambas as sociedades, Cólquida e Corinto, apresentam na sua história um sacrifício humano fundamental, que serviu para a estabilização do poder patriarcal. Medeia é uma mulher que enxerga seu tempo e sua sociedade como são. As forças que estão no poder manifestam-se contra ela, chegando mesmo à perseguição e ao banimento. Ela é bode expiatório numa sociedade de vítimas.
SERVIÇO
O QUÊ: Projeto Arte no Moinho
PROGRAMAÇÃO:
31 de maio, às 16h – As Aventuras do Fusca à Vela / Grupo Ueba
1º de junho, às 18h – M.E.D.E.I.A / Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz(convidado)
LOCAL: Centro Cultural Moinho da Cascata (Rua Henrique Riboldi, 69, bairro Marechal Floriano, Caxias do Sul)
ENTRADA: Gratuita
REALIZAÇÃO: Grupo Ueba Produtos Notáveis e Centro Cultural Moinho da Cascata
FINANCIAMENTO: Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (LIC Pró-Cultura RS)
PATROCÍNIO: Fort Atacadista, Central de Rações e Redemac Docasa
INFORMAÇÕES: Site do Grupo Ueba e redes sociais @grupoueba e @moinhodacascata
Em caso de chuva, o espetáculo de sábado terá alteração por outra peça exibida no espaço interno.
Sobre o Grupo UEBA Produtos Notáveis
Fundado há 20 anos por Aline Zilli e Jonas Piccoli, o Grupo Ueba Produtos Notáveis é reconhecido por suas produções teatrais inovadoras, contribuindo significativamente para a cena cultural da Serra Gaúcha e do Rio Grande do Sul. Além do teatro, o grupo atua na literatura e no cinema, ampliando seu impacto cultural. Há 10 anos, ocupa as instalações do Centro Cultural Moinho da Cascata, em Caxias do Sul, um espaço histórico revitalizado que abriga atividades culturais e de lazer acessíveis ao público
Destaque
Como irão funcionar os serviços municipais neste feriadão de Páscoa
Publicado em
3 dias atrásem
31/03/2026
Ponto da Safra, realizado às sextas, será antecipado para quinta (02.04) nesta semana.
Feiras
Ponto da Safra: será antecipado para quinta (02);
Feira do Agricultor: ocorre normalmente na quinta e no sábado. Na sexta não haverá feira;
Feira Ecológica: ocorre normalmente no sábado;
Codeca: não terá coleta na sexta-feira;
Samae: plantão pelo telefone 115 ou 0800 772.8600;
Trânsito: plantão pelo telefone 118;
Alô Caxias: não haverá atendimento por telefone. Solicitações de serviço devem ser feitas por meio do site sac.caxias.rs.gov.br, no link Alô Caxias;
Conselhos Tutelares Macrorregião Norte e Macrorregião Sul: o atendimento de denúncias é feito pelo telefone de plantão (54) 99620.7633;
Assistência Social: plantão pelo telefone (54) 98404.9921;
Guarda Municipal: plantão no telefone 153;
Centros de Atendimento ao Turista (CATS) Praça Dante Alighieri e Aeroporto: atendimento das 8h às 13h;
Saúde:
Expediente normal nos serviços considerados essenciais como: Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA Central e UPA Zona Norte), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Central de Exames (regime de plantão para urgências e emergências), Central de Regulação de Leitos, Serviço Residencial Terapêutico, Unidade de Acolhimento Adulto e Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Reviver;
Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Centro Especializado de Saúde (CES) e Agenda+ não terão atendimento no feriado
Hemocs: fechado na sexta, atendendo apenas hospitais, em regime de plantão. Atendimento normal no sábado
Obras: plantão pelo whats (54) 98418-8477
SMEL: campo Municipal e demais espaços fechados de sexta a domingo
Sala do Empreendedor estará fechada
Procon – fechado, com atendimento pelo site www.proconcaxias.com.br;
Central de Vagas: fechada
Estação Férrea: fechada
Praça CEU aberta das 6h às 22h, porém, o administrativo e biblioteca fechados
Centro de Cultura Ordovás
Cinema Ulysses Geremia, Zarabatana Café, Acervo Municipal de Artes Plásticas – AMARP, Galeria e Sala de Exposições, Teatro Valentim Lazzarotto, estarão abertos das 14h às 22h.
Casa da Cultura Percy Vargas de Abreu e Lima (Galeria Municipal Gerd Bornheim, Teatro Municipal Pedro Parenti e Biblioteca Municipal Dr. Demétrio Niederauer, fechados
Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, fechado
Museus Municipais
Casa de Pedra, Museu Municipal Maria Clary Frigeri Horn, fechados
Geral
Comércio poderá abrir normalmente na sexta-feira santa
Publicado em
4 dias atrásem
30/03/2026
Certificado que possibilita atender com presença de funcionários já pode ser emitido.
O comércio varejista de Caxias do Sul, Flores da Cunha, Nova Pádua e São Marcos têm permissão para atender os clientes com a presença de funcionários na Sexta-Feira Santa (03.04). Para atender regularmente, as empresas da categoria, associadas ou não, devem emitir certificado que pode ser impresso no site da entidade por associados em dia com o setor financeiro. O não cumprimento das exigências pode acarretar em multas de R$ 1 mil a R$ 20 mil, conforme a gravidade da infração.
Pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2025/2027, os funcionários podem cumprir jornada de trabalho máxima de seis horas em um único turno, com um prêmio de R$ 161,00 para os municípios de Caxias do Sul, Antônio Prado, Flores da Cunha e Nova Pádua, e de R$ 147,00 para São Marcos, aplicável apenas aos comerciários sindicalizados.
O Sindilojas Caxias destaca a importância de comunicar os clientes sobre o horário de expediente com antecedência. A Assessoria Jurídica da entidade está disponível para esclarecimentos pelos telefones (54) 4009.5517, (54) 99700.2555 e pelo e-mail juridico@sindilojascaxias.com.br.
Certificado já disponível
Para os associados categoria Comércio Varejista em dia com o setor financeiro, a emissão do certificado é gratuita e pode ser feita pela Central do Associado. Não associados devem fazer a solicitação pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br, até o dia 02/04 às 12h, com o pagamento do valor de R$ 99,00 por CNPJ. O certificado será enviado por e-mail após o pagamento, sendo necessário estar regularizado em relação à contribuição negocial/assistencial.Informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 4009.5519 (associado Sindilojas Caxias) e pelo e-mail contasareceber@sindilojascaxias.com.br (categoria).
Destaque
Aprovada a criminalização da misoginia e equiparação ao racismo pelo Senado Federal
Publicado em
1 semana atrásem
25/03/2026
A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais.
O Senado aprovou o projeto de lei que criminaliza a misoginia, definida como ódio ou aversão às mulheres. A proposta, que altera a Lei do Racismo, prevê pena mínima de dois anos de prisão para a injúria e de um ano para a discriminação ou incitação à misoginia, inclusive em redes sociais. Com a equiparação ao racismo, os crimes misóginos não prescrevem e não permitem fiança.
Os senadores rejeitaram um destaque do bolsonarista Carlos Portinho (PL-RJ), que queria colocar no texto direitos que já estavam assegurados na Constituição.
A senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), autora da proposta que segue à Câmara, destaca que a legislação penal já dispõe de normas protetoras como a Lei Maria da Penha e a tipificação do feminicídio no Código Penal, mas não há uma resposta penal específica, mais severa, para a injúria praticada em razão da misoginia, crime cada vez mais frequente.
No projeto, a parlamentar também esclarece o conceito de misoginia: o sentimento de ódio, repulsa ou aversão às mulheres. “É uma forma extrema e repugnante de machismo, que deprecia as mulheres e tudo o que é considerado feminino, podendo manifestar-se de diversos modos”, conceitua.
Relatora da proposta, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ressaltou que o país viveu, nos últimos anos, uma escalada alarmante de feminicídios e agressões motivadas por desprezo às mulheres.
Apenas em 2025, houve 6.904 vítimas de tentativas e casos consumados de feminicídio, segundo levantamento do Laboratório de Estudos de Feminicídios da UEL.
Nesse contexto, a relatora defende que é impossível ignorar o papel nocivo dos chamados grupos red pill e comunidades que disseminam a falsa ideia de que as mulheres seriam manipuladoras ou inferiores e que encorajam comportamentos hostis contra as mulheres.
“Esses grupos surgiram em fóruns masculinistas e hoje se espalham pelas redes, promovendo violência, desprezo e desumanização das mulheres. Inclusive crianças já estão fazendo parte desses grupos”, lamenta.
Projeto DICA de oficinas gratuitas para criação de projetos culturais começa dia 7 de abril
Comércio poderá abrir normalmente na sexta-feira santa
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