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Fundação Caxias realiza prestação de contas da Campanha do Agasalho e da Campanha Emergencial

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O evento de divulgação dos números foi realizado no Seminário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida e contou com a presença de voluntários e de entidades parceiras da Fundação Caxias

Crédito: Maiara Bachi

Líderes da Fundação Caxias, juntamente com entidades parceiras, promoveram na manhã deste sábado, 22 de junho, no Seminário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, um evento para a prestação de contas da Campanha do Agasalho 2024 e da Campanha Emergencial para as cidades que foram assoladas pelas chuvas. Além disso, o evento contou também com um momento de homenagem e agradecimento a todos os voluntários que desde o início de maio, trabalham incansavelmente para a separação e distribuição de donativos para os atingidos pelas chuvas.

Durante o evento, foram apresentados os números de arrecadação e distribuição dos donativos. Referente a Campanha do Agasalho, 320 mil peças de roupas foram distribuídas para 90 entidades cadastradas na Fundação Caxias. De acordo com o coordenador da Campanha do Agasalho, José Theodoro, este ano, em função da necessidade de atender as vítimas das enchentes, a triagem ocorreu com voluntários da Fundação Caxias e outras entidades.

“Esse número de peças foi distribuído para as entidades cadastradas, pois não poderíamos esquecer ou deixar de lado a essência da Campanha do Agasalho. O frio está chegando e a Campanha tem essa finalidade de acolher e ajudar quem mais precisa”, destaca José Theodoro.

Ainda, ao longo do evento, o presidente da Fundação Caxias Euclides Sirena, divulgou números expressivos referentes a campanha emergencial, onde até o momento, foram arrecadadas 930 toneladas de alimentos, 6 milhões de peças de roupas, 18 mil colchões, 17 toneladas de ração, 2 milhões e 300 mil de litros de água, 29 mil kits de materiais de limpeza e 30 mil kits de higiene pessoal.

Além disso, parte dos valores arrecadados via pix da Fundação Caxias também foram revertidos por motivos emergenciais em compras de donativos para as cidades atendidas. Ao todo, foram gastos mais de R$150mil em alimentos, R$199mil em combustíveis, não somente para transporte de doações, mas também para veículos que contribuíram na limpeza das entradas bloqueadas, R$27mil em medicamentos e R$120mil em ferramentas para ajudar o Corpo de Bombeiros.

Todas as doações estão sendo entregues em cidades da Serra Gaúcha, Vale do Taquari, grande Porto Alegre, entre outros locais que foram fortemente atingidos. A Campanha Emergencial segue ocorrendo e as doações ainda podem ser entregues na sede da Fundação Caxias, na rua Sarmento Leite, 2.189, Bairro Rio Branco, onde serão separadas e destinadas a todas as pessoas que necessitarem.

“O nosso trabalho ainda não acabou, muitas pessoas ainda estão em abrigos e as que retornaram para suas casa, precisam de ajuda para recomeçar. Sigam doando e ajudando a população gaúcha a se reerguer”, finaliza o presidente da Fundação Caxias, Euclides Sirena.

Para mais informações sobre como realizar as entregas é possível contatar a Fundação Caxias pelos telefones (54) 3223.0528 ou (54) 9.9112.9890.

Mais fotos no link.

Sobre a Fundação Caxias

A Fundação Caxias é uma entidade social sem fins lucrativos, fundada em 1969 pela iniciativa privada de Caxias do Sul, e tem como objetivo buscar a participação dos agentes locais no desenvolvimento de atividades que promovam a cidadania, bem como apoiar e articular programas permanentes de capacitação profissional e geração de renda. A Fundação Caxias realiza atividades em busca da inclusão social, com a promoção de ações sociais e acreditando que a solidariedade é uma das maneiras de promover as conquistas necessárias para o bem da comunidade.

Saiba mais: www.fundacaocaxias.org.br

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Revisão do Plano Diretor terá palestra sobre a transformação de Medellín

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Encontro aberto à comunidade será realizado no dia 4 de novembro, na Fundação Marcopolo.

A Comissão Organizadora da Revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) de Caxias do Sul, em parceria com a Fundação Marcopolo, promove no próximo dia 4 de novembro, às 8h30, um encontro sobre a experiência de transformação urbana de Medellín, na Colômbia.

A palestra “A transformação de Medellín: inovação social, resiliência, mobilidade e planejamento urbano” será conduzida por Santiago Uribe Rocha e Jean‑Edouard Tromme. Eles compartilharão aprendizados sobre planejamento territorial, mobilidade urbana, inclusão social, inovação e resiliência.

A experiência de Medellín oferece referências para o debate sobre o futuro das cidades e contribui para as discussões da revisão do Plano Diretor de Caxias do Sul.

O encontro será na Biblioteca Parque da Fundação Marcopolo, na Rua Pinheiro Machado, 410, bairro Nossa Senhora de Lourdes. É aberto à comunidade e não exige inscrição prévia.

Este é o quatro encontro sobre a Revisão do PDDI. O primeiro foi realizado na Câmara Municipal, o segundo no Ministério Público e o terceiro na OAB Caxias. Já foram explanadas experiências de Curitiba/PR, de Porto Alegre/RS e  sobre Instrumentos Jurídico-Urbanísticos.

A Comissão Organizadora é composta pela Prefeitura de Caxias do Sul, Câmara de Vereadores, CIC, Sinduscon, Seaaq, OAB, UAB e Conseplan.

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Sala Lilás reforça rede de proteção e acolhimento a mulheres vítimas de violência

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Atendimentos na defesa dos direitos são realizados visando ao acolhimento e ao encaminhamento às políticas públicas.

A Sala Lilás, inaugurada há cinco meses no Centro Especializado de Saúde (CES), segue com os atendimentos encaminhando as mulheres para os serviços de saúde. O local foi inaugurado em 18 de maio de 2026, integrando o Ambulatório da Mulher Justina Onzi com uma estratégia de saúde para o atendimento de mulheres vítimas de violência, focando o cuidado de profissionais na área de psicologia e assistência social. O objetivo é garantir o acesso à política de saúde, em especial, à psicoterapia, com maior agilidade e discrição, priorizando as demandas em saúde e evitando a revitimização das usuárias.

Conforme ajuste inicial feito entre os responsáveis pela Rede de Proteção da Mulher do Município, o fluxo de atendimento na Sala Lilás iniciou com o encaminhamento de 39 usuárias referenciadas ao Centro de Referência da Mulher (CRM). Destas, 14 já estão recebendo o atendimento psicoterápico individual e outras 16 estão sendo atendidas pela assistente social. A ideia agora é, a partir do levantamento de demandas e estudo pormenorizado de cada caso, implementar um plano de cuidado individual em saúde contando com o suporte de serviços de Atenção Primária (UBS e e-Multi), Odontologia (CEO), Saúde Mental (CAIS Mental e CAPS), conforme a necessidade de cada uma.

Há também a ideia de formar, na Sala Lilás, Grupos de Apoio Mútuo e/ou Grupos Psicoeducativos e Informativos, abordando temas como ciclo da violência, autonomia, saúde da mulher e autocuidado.

“A relevância deste trabalho é reforçada por dados da rede de proteção local. Informações colhidas após recentes episódios de feminicídios no Município indicavam que, muitas vezes, as vítimas não haviam passado por serviços de suporte ou saúde antes dos eventos fatais. Este dado corrobora a importância da Sala Lilás: estratégias de amparo e intervenção precoce são, comprovadamente, ferramentas capazes de salvar vidas”, ressalta a médica Vanusa Prestes Perini, coordenadora-técnica do local.

O que é: a Sala Lilás é um espaço físico humanizado, reservado e seguro implantado em delegacias, institutos médico-legais (IMLs), defensorias públicas, unidades de saúde do SUS e órgãos de justiça, com o objetivo de acolher, orientar e proteger mulheres e meninas em situação de violência de gênero. Integra a politica do Ministério da Saúde desde 2024, como parte do Programa Mínimo das necessidades das UBSs e Atenção Especializada.

Encaminhamento pela Atenção Primária: a mulher que necessita do atendimento especializado deve passar inicialmente por uma das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Caxias do Sul. Os profissionais das UBSs realizam a identificação ou o primeiro acolhimento e fazem o encaminhamento oficial para o serviço especializado.

Ambiente reservado e protegido: ao chegar ao Ambulatório, a paciente é direcionada à Sala Lilás, um local planejado para garantir que ela não fique exposta em saguões ou corredores comuns.

Atendimento multiprofissional: a estrutura conta com uma equipe qualificada com médicos ginecologistas, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais para prestar suporte físico e emocional em momentos de extrema vulnerabilidade.

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Sindicato dos Metalúrgicos celebra primeira redução total de jornada em fábrica de Caxias do Sul

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A direção do Sindicato dos Metalúrgicos participou, na tarde desta terça-feira (20), de um momento histórico na garantia dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da metalurgia de Caxias do Sul. A Pana (antiga Panatlântica) é a pioneira no cumprimento antecipado da integralidade da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da redução da jornada de trabalho de 44h para 40h semanais, no setor na cidade.

O presidente do Sindicato, Paulo Andrade; e o diretor de Imprensa e Divulgação, Júnior Almeida, estiveram presentes à apresentação e votação da proposta pelos funcionários. A reunião ocorreu após contato da direção da empresa com a entidade sindical, propondo a adequação total imediata da jornada de trabalho.

Com a aprovação da maioria dos metalúrgicos e metalúrgicas da empresa, a partir do dia 03 de novembro, a nova jornada diurna que, atualmente, é das 07h30 às 17h18 vai encerrar às 16h20. Já a noturna, que vai das 17h18 às 02h33, passará para o período 16h20 às 0h45. Também foi aprovada a redução do intervalo de 1h para 50min.

Assim como estabelece a nova lei, a adequação não vai acarretar a redução dos salários dos funcionários. A direção do Sindicato celebra a iniciativa pioneira da direção da Pana. 

“Quando falamos na redução da jornada de trabalho, havia uma espécie de manipulação até mesmo pela mídia (fake news) de que a PEC traria prejuízo aos trabalhadores, principalmente, que haveria a redução dos salários. Entretanto, a lei foi aprovada e a Pana é a primeira empresa a cumprir a legislação sem reduzir os salários dos trabalhadores e trabalhadoras. Que o exemplo da Pana se estenda às demais metalúrgicas. O Sindicato dos Metalúrgicos, mais uma vez, fazendo história na luta pelos direitos da nossa categoria”, afirma Paulo Andrade.

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