Cultura
Cultura apresenta a exposição “Rio Grande do Sul – Rancho Sem Tramela”, do artista plástico Anilto Caureo
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4 anos atrásem
A mostra estará aberta para visitação do dia 02 a 30 de setembro
A Secretaria Municipal da Cultura (SMC) juntamente com a Unidade de Arte e Cultura Popular, apresenta a exposição “Rio Grande do Sul- Rancho Sem Tramela” do artista plástico Anilto Caureo. O lançamento acontece no dia 02 de setembro, às 19h, na Secretaria da Cultura – Largo da Estação Férrea.
“Rio Grande do Sul- Rancho Sem Tramela”, chega para enaltecer setembro que é o mês festivo da cultura gaúcha. Destaca-se nas obras do artista que utiliza múltiplas técnicas em seus trabalhos, o uso de carvão nas telas e para a confecção de esculturas, troncos e raízes extraídos da natureza.
Anilto Caureo desenha e faz quadros com pintura a óleo, lápis e carvão, suas obras ressaltam a cultura gaúcha, seus costumes e seus artistas. As telas a óleo ilustram diversos temas desde o abstrato até o realista. O artista da vida ao seu trabalho entregando aos apreciadores da sua arte a poesia em forma de pintura.
O gaiteiro Itamar Gomes e grupo farão a recepção dos convidados no dia do lançamento. Também haverá um fogo de chão, símbolo da cultura gaúcha, no qual a chama simboliza as comemorações da Semana Farroupilha.
A mostra estará aberta para visitação do dia 02 a 30 de setembro, das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira, na Secretaria Municipal da Cultura , prédio da Estação Férrea.
Informações: (54) 3901-1316 ou (54) 3901-1317 Ramais: 208 / 211
Cultura
Centro de Cultura Ordovás celebra 25 anos com semana de programação cultural
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14 horas atrásem
06/10/2026
De 6 a 10 de outubro, atividades gratuitas marcam o aniversário do espaço com cinema, exposições, música, oficinas, performances e feira.
O Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho completa 25 anos e celebra a data com uma programação especial de 6 a 10 de outubro. Durante cinco dias, diferentes espaços do Ordovás recebem atividades de cinema, artes visuais, literatura, música, oficinas e performances, além da Feira de Primavera. A programação é gratuita e reúne atrações que ajudam a contar a história do Centro de Cultura e mostram a diversidade artística que ocupa o espaço atualmente.
A programação começa nesta terça-feira (06/10), às 19h, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, com a exibição de documentários, entre eles Lanceiros Negros. Na sequência, haverá um bate-papo com Claudia Fin, Lucila Guedes de Oliveira e Cléver dos Santos, com mediação de Diego Lunelli.
Na quarta-feira (07/10), três exposições entram em cartaz: “FENDA: um manifesto polifônico”, do coletivo FENDA; “Território Comum”, com obras do AMARP; e “Cores, Luzes, Fantasmas”, de Isabelle Baiocco. A programação também inclui uma oficina de mixagem do LABMAIS SESC, a partir das 18h, com vagas para os 15 primeiros inscritos. Às 19h, o palco do Zarabatana recebe uma edição do Nosso Sarau.
Na quinta-feira (08/10), o AMARP de Portas Abertas possibilita ao público conhecer o acervo, com visitação gratuita e vagas limitadas por horário, mediante inscrição prévia. À noite, a música ganha espaço com a Noite dos Coros, às 18h30, na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto, reunindo o Coro Infanto-Juvenil, Coro Municipal, Coro Sênior e Ordovás (En)canto. Às 20h30, a Banda Merlot se apresenta no palco do Zarabatana.
Aniversário de 25 anos
A sexta-feira (09/10), data que marca os 25 anos da inauguração do Centro de Cultura, concentra parte da programação comemorativa. As atividades começam às 17h30, no palco do Zarabatana, com o protocolo de aniversário, momento de parabéns e apresentação da Escola Preparatória de Dança (EPD).
Às 18h começa o bate-papo “Memórias em movimento”, um encontro dedicado às histórias e experiências que atravessaram o Ordovás ao longo desses 25 anos. Participam Maysa Stedile, Natália Bianchi, Tadiane Tronca, Marcelo Mugnol e Rodrigo Lopes, trazendo diferentes olhares e momentos da trajetória do espaço. Às 20h a Oficina de Choro da Serra Gaúcha encerra a programação da noite.
Também na sexta-feira ocorre a oficina “Na borda do imaginário feminino: colagem e bordado expandido”. As inscrições seguem até 8 de outubro pelo site artesvisuais.caxias.rs.gov.br.
Sábado de Feira de Primavera e música
A programação de aniversário continua no sábado (10/10) com a Feira de Primavera, das 14h às 19h, no pátio do Centro de Cultura. Às 16h a Desorkestra Montanhosa se apresenta acompanhada de uma intervenção circense com aéreos do Grupo GentEncena, coordenado por Roberty Flores. Às 16h30 a Fluência Casa Hip Hop apresenta Breaking com Vitória França Rodrigues e Leonardo Britto. Na sequência, às 17h30, sobem ao palco Os Guri da Catequese. A semana comemorativa termina às 20h, no palco do Zarabatana, com o show da Banda Kelvin – Especial 10 Anos.
Com 25 anos de história, o Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho segue como ponto de encontro de artistas, produtores, coletivos e público. A programação comemorativa revisita essa trajetória e reúne diferentes gerações e linguagens que fizeram e continuam fazendo parte da vida do espaço.
A programação comemorativa dos 25 anos do Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho conta com o apoio de Altus Dog Carol, Viking Gastronomia para Eventos, Vagão do Monge, Brechó e Lojinha Gaia, Sesc, Vinícola Pagliosa, Sicredi e Doceria Schmidt.
Inscrições:
Oficina de mixagem LABMAIS SESC: vagas limitadas a 15 inscritos. Formulário: forms.gle/SJ7oz5NBF1HxaB2w7
AMARP de Portas Abertas: vagas limitadas por horário. Inscrições até 7 de outubro em artesvisuais.caxias.rs.gov.br.
Oficina “Na borda do imaginário feminino: colagem e bordado expandido”: inscrições até 8 de outubro em artesvisuais.caxias.rs.gov.br.
Cultura
Primeiro fim de semana da Feira vende 7.124 livros e teve público de 29 mil pessoas
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2 dias atrásem
05/10/2026
O primeiro fim de semana da 42ª Feira do Livro começou bem. 7.124 livros vendidos no primeiro final de semana da Feira do Livro de Caxias do Sul, que registrou um ótimo movimento na Praça Dante Alighieri com o registro da venda de 7.124 livros e um público circulante de 29 mil pessoas segundo a organização. A programação mobilizou o público a participar das atividades sexta-sábado e domingo.
Depois da abertura oficial na sexta, incluindo show da dupla Kleiton e Kledir com a Orquestra municipal de Sopros, no sábado teve muitas apresentações de dança, atrações musicais, contações de e, no final da tarde, o bate-papo Praça em Prosa e Verso, com a poeta Angélica Freitas e a Patrona Adriane Antunes. O dia foi marcado pela realização da oficina de confecções de cartões da paz com a Amiga do Livro Alexandra Faccio, a Teca. Também foram lançados livros em Talian e filó na língua. Na Rua Montaury, teve apresentação do Grupo Ueba, com o espetáculo “O Cavaleiro e o Dragão”.
Já o domingo reservou dois bate-papos importantes como o “A arte de inventar histórias, com os escritores Jonas Picoli e Guilherme Karsten. Mas, antes disso, o público lotou a Praça Date para assistir às apresentações do Dança na Feira com o Conjunto de Projeções Folclóricas Tio Xico, que teve audiodescrição. O Palco Principal voltou a ser atração com a realização do bate-papo “A leitura como poética de uma revolução interior, com o escritor Jéferson Tenório, mediado pela escritora Lilian Rocha, com linguagens de Libras.
Tenório destacou, dentre tantas reflexões, que precisamos acreditar na cultura, no livro e na ciência, que “foi isso que nos fez chegar até aqui”. Para as novas gerações, destacou que “se você tem 20 e poucos anos e chega no livro com essa perspectiva de aprender algo importante sobre a vida seria o ideal, mas que pena que a gente só se conta disso quando já passou a juventude e a isso você chega nos livros querendo algo”. A escritora Lilian Rocha destacou que “é importante ter uma preparação para a leitura nas idades dos sete aos dez anos feita nas escolas”. Mas depois na fase de adolescência, tem tantas outras mídias que encantad oras que atraem esses possíveis leitores.
Ela provocou Jeferson, que também é professor, a dar sugestões sobre a questão: “Eu tive a oportunidade de acompanhar duas turmas em oitos anos de professor, da terceira série até o Ensino Médio e fui vendo as transformações que foram acontecendo. Até o nono ano era uma maravilha. Trabalharam Livro, Literatura. Quando chegava o nono ano, não sei o que acontecia com eles, que pareciam outras pessoas. E eu até brincava, a partir da Metáfora da Caverna, do Platão, no primeiro ano eles estavam na Caverna, sem enxergar nada, que no segundo, eles começam a ver que tem algo ali, e no Terceiro, é quando saem da Caverna e, no Terceiro Ano, começam a pe rceber que tem algo diferente. É bastante desafiador, pra essa faixa etária, vai de Mangá a Dostoievski. O conselho que daria é que não ter fórmula para gostar de ler, mas você pode e deve dizer que os livros estão à disposição e a escola tem o dever de fazer isso. A luta com o livro digital é também um desafio pois, e fato, há um roubo de atenção dos adolescentes e nossa também. O livro pressupõe outras habilidades, que não é passiva, ela precisa da imaginação para que o mundo funcione. E tenho a impressão é de que estamos imaginando cada vez menos”.
Com o tema “Praça em Prosa e Verso”, homenageando os 120 anos de Mario Quintana, a Feira do Livro vai até 18 de outubro. Nesta edição, o público encontra 24 bancas, sendo 18 do setor geral e seis infanto-juvenis. O público poderá comprar livros contando com o tradicional desconto de 20% sobre o valor.
Cultura
Exposição “Marcas: nossas vozes contam histórias” leva grafite de adolescentes do Centro Educativo Murialdo ao Museu Municipal de Caxias doSul
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1 semana atrásem
29/09/2026
Mostra reúne obras produzidas por 11 adolescentes e busca transformar experiências,
sentimentos e histórias em arte.
Uma parede pode ser apenas uma parede, até que alguém encontre nela espaço para dizer
aquilo que, por muito tempo, não pôde ser dito. É a partir dessa perspectiva que nasce a
exposição “Marcas: nossas vozes contam histórias”, que será aberta no dia 9 de outubro, no
Museu Municipal de Caxias do Sul. Com entrada gratuita e aberta ao público de 13 de
outubro a 13 de novembro, a mostra reúne obras produzidas por 11 adolescentes, com
idades entre 12 e 15 anos, atendidos pelo Centro Educativo Murialdo (CEM).
Com curadoria de Amanda Lopes, educadora social do CEM, professora de dança e grafite, a
exposição apresenta trabalhos desenvolvidos pelos adolescentes ao longo de um projeto
que utiliza a arte como ferramenta de expressão, diálogo e protagonismo. Por meio de telas,
desenhos, latas e diferentes possibilidades do grafite, os jovens são convidados a
transformar vivências e sentimentos em criação artística.
Para a educanda Manuela Bachin de Quadros, 15 anos, a experiência já traz aprendizados
que ultrapassam o desenvolvimento das obras.
“Essa exposição de grafite está me ajudando a trabalhar mais em equipe,
desenvolvendo várias coisas, e eu consigo demonstrar sentimentos e dores
através de telas, desenhos, latas.”
Manuela conta que nunca havia participado de um projeto semelhante e que a proposta
apresentada pela educadora Amanda despertou seu interesse desde o início. Ao longo do
processo, ela também percebeu algo novo sobre si mesma. “Eu descobri que, se eu me
esforço muito, eu sou capaz de fazer tudo que eu quero. Tipo, tudo mesmo!”, enfatiza
Manuela.
Segundo Amanda, o envolvimento dos adolescentes com a proposta foi imediato. Mais do
que produzir as obras, eles passaram a encontrar na arte uma forma de compartilhar
sentimentos e aspectos de suas histórias que nem sempre conseguem expressar por meio
das palavras.
“Eles amaram! Eu nunca vi eles tão animados para fazer algo assim. Eles se
envolveram demais, se ajudam quando precisa, e a gente conseguiu tirar muita
coisa deles, coisas que às vezes a gente nem sabe. A exposição vai falar sobre essas dores deles também, e coisas que às vezes eles não conseguem falar.
Então, através da arte, eles conseguem se expressar muito”, relata a educadora.
Ela também destaca que o projeto contribui para que os adolescentes reconheçam seus
próprios talentos e percebam a arte como uma possibilidade para o futuro.
“Eu friso muito para eles que eles são o futuro. O que eles plantarem agora é a
oportunidade deles amanhã. A arte também é uma oportunidade e, quando
eles se envolvem mais, percebem que isso pode ser um futuro para eles.”
Arte que deixa marcas
O conceito da exposição parte justamente da ideia de que uma marca é muito mais do que
tinta, traço, cor ou grafite. É presença, identidade, memória e voz.
Cada obra nasce de uma vivência, de um olhar e de uma história que merece ser vista e
escutada. Nas cores e nos traços, os adolescentes transformam sentimentos em arte,
experiências em expressão e silêncios em palavras.
Assim, o grafite ultrapassa os muros e ocupa novos espaços, afirmando a presença de quem
cria, questiona, sonha e encontra na arte uma forma de existir, resistir e deixar sua marca no
mundo.
A exposição também representa uma oportunidade de dar visibilidade às vozes dos
adolescentes e reconhecê-los como protagonistas de suas próprias histórias.
“Marcas: nossas vozes contam histórias” foi realizada pelo Centro Educativo Murialdo e
contou com parcerias da Uniftec, do Projeto Favelar e apoio da Secretaria Municipal da
Cultura. O Projeto Favelar participou da produção e orientação de uma das obras da
exposição, incluindo o letreiro que dá nome à mostra. Já a Uniftec, por meio dos estudantes
do curso de Gastronomia, será responsável pelo coquetel da abertura, que reunirá
convidados, familiares e os jovens artistas.
A abertura da exposição ocorre no dia 9 de outubro, no Museu Municipal de Caxias do Sul,
em evento para convidados. A partir da abertura, a mostra será gratuita e aberta ao público.
Sobre o Centro Educativo Murialdo
Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – Centro Educativo Murialdo
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) é uma importante ação da
Política de Assistência Social que busca promover o desenvolvimento integral de crianças e
adolescentes por meio de atividades socioeducativas, culturais, esportivas e de convivência.
No Centro Educativo Murialdo, o trabalho desenvolvido vai muito além das oficinas. Nossa
equipe é composta por profissionais comprometidos com o acolhimento, a escuta, a
proteção e o desenvolvimento das potencialidades de cada participante. Por meio de um
acompanhamento contínuo, são promovidas ações que fortalecem os vínculos familiares e
comunitários, incentivam a participação social e contribuem para a construção de projetos
de vida.
As atividades são planejadas de acordo com as faixas etárias e com as necessidades
observadas nos grupos, abordando temas como convivência, cidadania, direitos humanos,
cultura, educação, saúde, meio ambiente, mundo do trabalho, protagonismo juvenil e
desenvolvimento de habilidades socioemocionais.
Através de rodas de conversa, projetos temáticos, oficinas, passeios educativos, momentos
de acolhida e ações comunitárias, buscamos proporcionar experiências significativas que
favoreçam o respeito, a cooperação, a autonomia, a responsabilidade e a valorização das
diferenças.
Nosso objetivo é oferecer um espaço seguro, acolhedor e estimulante, onde crianças e
adolescentes possam aprender, conviver, desenvolver seus talentos e fortalecer sua
confiança para enfrentar os desafios da vida, sempre em parceria com suas famílias e com a
comunidade.
Acreditamos que cada criança e adolescente possui potencialidades únicas e que, por meio
do cuidado, da convivência e das oportunidades oferecidas, é possível construir trajetórias
mais saudáveis, participativas e cheias de possibilidades para o futuro.
Sindicato dos Metalúrgicos e Simecs regulamentam proibição do uso de câmeras nas linhas de produção das fábricas
Eleições 2026: o que pode e o que não pode no dia da votação
Garantida a construção do novo telhado do Hemocentro Regional
Linha T2 do transporte coletivo inicia na segunda-feira
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Caxias do Sul migrará para o Ambiente Nacional de Emissão da NFS-e
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Eleitor que faltou ao primeiro turno pode votar no segundo


