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Semana Municipal da Adoção convida comunidadea ampliar o olhar sobre o tema

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Crédito da Foto: Vidal Balielo Jr. Fotografia


Palestras gratuitas nos dias 19 e 20 ocorrem na Câmara de
Vereadores de Caxias
Mais do que falar sobre processos legais, a Semana Municipal da
Adoção de Caxias do Sul propõe uma reflexão sobre pertencimento, vínculos
familiares e o direito de crianças e adolescentes crescerem em um ambiente de
afeto e proteção. A programação gratuita será realizada nos dias 19 e 20
(terça e quarta), na Câmara Municipal de Caxias do Sul, reunindo especialistas,
representantes da rede de proteção, famílias adotivas e comunidade.
No dia 19, das 19h30 às 21h30, no Plenário da Câmara Municipal, será
realizado o painel “Caminhos da Adoção: diálogos entre o direito e o afeto”. O
encontro vai reunir profissionais que atuam diretamente nos processos de
proteção à infância e juventude para discutir os desafios da adoção no
município, equilibrando os aspectos jurídicos e humanos envolvidos em cada
trajetória.
Participam como palestrantes o juiz de Direito Mário G. Pereira, Ana
Maria F. Pincolini, do COMDICA, Franciele Roso, da FAS – Fundação de
Assistência Social, o defensor público Raphael V. Coelho e a promotora de
Justiça Simone Martini.
Já na quarta, dia 20, também das 19h30 às 21h30, a Sala Geni Peteffi
recebe o encontro “Pós Adoção em Foco”, dedicado aos relatos e experiências
reais de famílias adotivas. A proposta é abrir espaço para conversas francas
sobre os desafios, descobertas e aprendizados que fazem parte da construção
dos vínculos familiares após a adoção.
As atividades integram as ações alusivas ao Dia Nacional da Adoção,
celebrado em 25 de maio. A data foi instituída para estimular a
conscientização sobre a adoção e ampliar o debate sobre convivência familiar,
afeto e os desafios enfrentados por crianças e adolescentes que aguardam
uma família e por pessoas que têm o desejo de adotar.
Promovida pelo Instituto Filhos, Câmara Municipal de Caxias do Sul,
SMASC – Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania e Prefeitura de
Caxias do Sul, a programação também busca incentivar a comunidade a
aprofundar o debate sobre o tema, ainda cercado por desinformação,
preconceitos e dúvidas.
“A adoção ainda é tratada, muitas vezes, de forma superficial ou
cercada de mitos. Precisamos falar mais sobre o tema, aproximar as pessoas
dessa realidade e mostrar que a adoção é afeto e também mais uma maneira
de ter filhos”, afirma o presidente do Instituto Filhos, José Otávio Carlomagno.
Para a cofundadora do Instituto Filhos, Shirlei Omizzolo, a participação
da comunidade nas atividades da Semana é essencial para ampliar o
entendimento sobre o tema. “A adoção não diz respeito apenas às famílias
adotivas. É uma pauta social, humana e coletiva. O Instituto Filhos oferece
atendimento gratuito e qualquer pessoa interessada pode procurar orientação,
apoio psicológico e orientações jurídicas. Quanto mais informação circula,
mais conseguimos combater preconceitos”, destaca.
A Semana Municipal da Adoção iniciou no dia 12, com a exibição do filme “Por
Todos Nós”, seguida de debate com a participação da atriz e produtora Suzy
Menegat, do ator e produtor executivo Fábio Vergani, da psicóloga e
psicanalista Camila Scheifler Lang e de Alessandra Squizzato, mãe por adoção,
cuja história inspirou o roteiro do longa.
O filme trata das temáticas das mães “tentantes” e da adoção. A obra aborda
o desgaste emocional das tentativas de fertilização, os desafios burocráticos e
os vínculos construídos ao longo do processo adotivo.
Também integra a programação da Semana da Adoção o Chá Doce
Outono, confraternização promovida com o objetivo de arrecadar recursos
para manutenção das atividades do Instituto Filhos, entidade mantida
financeiramente por seus voluntários e doações da comunidade.
Instituto Filhos: 19 anos de acolhimento, orientação e apoio
gratuito à comunidade
Fundado em 2007, o Instituto Filhos atua há 19 anos em Caxias do Sul
oferecendo acolhimento, orientação e suporte a famílias adotivas e pessoas
interessadas em adoção. A entidade é uma organização da sociedade civil
sem fins lucrativos e mantém suas atividades por meio do trabalho voluntário.
Desde 2009, o Instituto mantém parceria com a Vara da Infância e
Juventude do Fórum de Caxias do Sul, participando da preparação de
pretendentes à adoção no município.
Entre os serviços e ações desenvolvidos pelo Instituto Filhos, de Caxias do Sul
estão:
● grupos de apoio para famílias adotivas;
● encontros de preparação para pretendentes à adoção;
● palestras e rodas de conversa;
● orientação sobre adoção e convivência familiar;
● acolhimento e escuta para famílias;
● ações de conscientização sobre o direito à convivência familiar;
● atividades voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares;
● eventos comunitários e campanhas educativas.
O Instituto Filhos está localizado na Av. Rio Branco, 07, bairro São Pelegrino,
em Caxias do Sul. Instagram: @instituto.filhos
Site: Instituto Filhos

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Secretaria de Trânsito orienta condutores sobre placas veiculares perdidas durante chuva desta segunda

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Placas encontradas podem ser entregues na sede da SMTTM, no bairro Pio X, onde ficam à disposição dos proprietários.

Diversas placas encontradas em vias públicas, muitas pelas equipes da Secretaria Municipal de Obras (SMO), já foram encaminhadas à SMTTM e estão à disposição para retirada pelos proprietários.

A força da água e os alagamentos podem provocar o desprendimento desses acessórios dos veículos. Por isso, quem perceber a ausência do item pode procurar a SMTTM para verificar se a placa foi localizada e entregue por moradores ou pelas equipes do serviço público que atuam nas ruas.

A Secretaria de Trânsito também solicita a colaboração da comunidade. Quem encontrar uma placa veicular em via pública pode entregá-la na sede da SMTTM, permitindo que o proprietário tenha a possibilidade de recuperá-la.

As placas estão sendo recebidas e ficam disponíveis para retirada na SMTTM, na Rua Moreira César, 1666, bairro Pio X. O horário de expediente é das 8h às 16h, sem fechar ao meio-dia.

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PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

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A Polícia Federal (PF) está nas ruas na manhã desta quinta-feira (17) com a Operação Conexão Paralela, para combater a entrada clandestina de produtos eletrônicos no país.

Ao todo, estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá, no Grande Rio. 

O grupo responsável pelo ingresso destes produtos estrangeiros e posterior revenda dentro do Brasil seria comandado por um policial militar, de acordo com a PRF.

Os produtos, especialmente smartphones, eram introduzidos no país sem o pagamento de impostos de importação. A revenda de milhares destes produtos teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa. 

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Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras

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Pesquisa diz que 78% afirmam ter sofrido ao menos um tipo de violência.

Oito em cada dez mulheres no país (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estratégias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo.

Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. O levantamento será apresentado nesta quarta-feira (16), no painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, durante o 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Para a pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, por meio de entrevistas digitais de autopreenchimento. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados. Entre as entrevistadas, 94% afirmam se sentirem inseguras diante da violência no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos pela cidade, 94% das mulheres e 90% dos homens dizem sentir medo da violência.

Para a população em geral, as mulheres são percebidas como mais vulneráveis do que os homens em diversas formas de violência, principalmente doméstica, sexual, psicológica e física. A violência doméstica, por exemplo, é motivo de temor para seis em cada dez brasileiras.

Além disso, os espaços de lazer e o transporte público estão entre os locais em que as mulheres se sentem menos protegidas: 41% não se sentem nada segura em bares, festas e baladas e 42% não se sentem nada segura em pontos de ônibus e estações. Dentro dos transportes públicos, 33% dizem não se sentir nada segura.

“Na prática, mulheres e homens não vivem a cidade da mesma maneira já que, para as mulheres, o acesso aos espaços e às oportunidades é constantemente condicionado pela preocupação com a própria segurança”, mencionou Maíra.

Restrições por medo

O cenário de violência e insegurança leva quase a totalidade das mulheres (98%) a adotar no dia a dia ao menos uma das medidas pesquisadas para reduzir o risco de sofrer violência. Evitar determinados locais é a estratégia mais comum, citada por 90% das entrevistadas.

Outras medidas mostram o grau de vigilância incorporado à rotina: 88% evitam compartilhar informações pessoais ou sua localização nas redes sociais, 84% evitam usar o celular na rua, 83% avisam alguém sobre seus deslocamentos e horários, e 83% evitam sair à noite.

As mulheres também evitam o uso de aplicativos bancários no celular quando estão na rua (80%), compartilham sua localização com pessoas de confiança (77%), mudam trajetos habituais (69%), chamam carro ou moto por aplicativo para não precisar andar pelas ruas (66%) e pedem para alguém acompanhá-las quando saem de casa (66%).

Para evitar situações de violência, 62% das mulheres já mudaram hábitos de lazer, e 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam. Mais da metade (56%) já preferiu utilizar algum meio de transporte em vez de ir a pé, mesmo quando o destino era próximo. Além disso, 27% praticam ou já praticaram técnicas de defesa pessoal, e 26% carregam itens de proteção pessoal, como spray de pimenta ou alarme pessoal.

As decisões relacionadas à vida profissional e acadêmica também são afetadas. A pesquisa mostra que 45% das mulheres afirmam já ter deixado de aproveitar oportunidades de trabalho ou estudo por causa do medo da violência. Além disso, 44% já pensaram em mudar de bairro ou cidade para se sentirem mais seguras.

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