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Cultura

Grupo Tholl abre quarta temporada do Teatro em Família com espetáculo inédito em Caxias do Sul

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“Bate pra tua patota que hoje tem circo!” terá sessão neste domingo

Com mais de 35 anos de celebração à magia do circo, o Grupo Tholl volta a Caxias do Sul com o espetáculo inédito “Bate pra tua patota que hoje tem circo!”. A apresentação será neste domingo (20), às 16h, no Teatro Murialdo, e marca a abertura da quarta temporada do projeto Téti – Teatro em Família. No espetáculo, a trupe de Pelotas conta a história da Sra. Mery Gisleyne, uma viúva que mantém viva a paixão por seu amor que partiu. Os ingressos custam R$ 30 (meia-entrada por R$15) e estão à venda pela plataforma Ingresso Digital, clicando aqui.

Expansão do Téti – Festival de Arte e Cultura para a Infância, o projeto Teatro em Família nasceu com o objetivo de contribuir com a formação de plateia e com o hábito de fruição artística e consumo de cultura. Idealizado pela produtora cultural Cali Troian, a iniciativa foi inovadora na Serra Gaúcha, ao colocar as artes cênicas na rotina mensal das famílias, com peças teatrais destinadas a todas as idades. Para esta temporada, que segue até outubro de 2025, já são seis espetáculos confirmados.

“Buscamos promover uma temporada com espetáculos inéditos por aqui ou que tiveram muito sucesso quando vieram, com grupos que são referência. O Tholl é uma oportunidade de reverenciar a produção artística do Rio Grande do Sul. O grupo é reconhecido como patrimônio artístico do RS e traz o circo para dentro do teatro. Além disso, neste período pós-enchente, a campanha ‘compre produtos gaúchos’ também se aplica ao Teatro em Família. Vamos enaltecer e prestigiar nossos espetáculos”, ressalta Cali Troian, idealizadora e curadora do projeto.

Acessibilidade cultural

Mais uma vez, um dos destaques do Teatro em Família está no campo da acessibilidade. Além de acesso arquitetônico nos locais de apresentação, todas as peças contarão com audiodescrição e tradução em libras. A organização também disponibilizará abafadores de ruídos para pessoas com autismo ou hipersensibilidade auditiva. Outra iniciativa será o ajuste da iluminação cênica – a plateia, por exemplo, não ficará totalmente no escuro, como é comum nos teatros. As medidas visam tornar a experiência inclusiva e acolhedora para todos os públicos.

“A acessibilidade cultural vai além da tradução em libras, é um exercício constante de empatia. Ao longo do tempo, justamente pela proximidade com nossas plateias, observei a necessidade de um ambiente acolhedor para que todos se sintam confortáveis, seguros e felizes no teatro, tendo uma experiência única”, enfatiza Cali.

O projeto Téti – Teatro em Família tem financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Patrocínio: Mebrafe, Braslux, Orquídea e Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho. Realização: Cali Gestão Cultural e Ministério da Cultura.

Ficha técnica do espetáculo

:: Elenco: Luana Wrague, Douglas Gaiola, Simone Lyrio, Eduardo Ferreira, Jeferson Costa, Clovis Hans e Simone Passos

:: Técnico de som e luz: Fabrício Álvaro

:: Ensaiador: Marvin Duarte

:: Idealização e produção: João Schmidt

:: Figurinos e direção artística: João Bachilli

Serviço

:: O que: espetáculo “Bate pra tua patota que hoje tem circo!”, do Grupo Tholl.

:: Quando: 20 de outubro (domingo), às 16h.

:: Onde: Teatro Murialdo (Rua Flôres da Cunha, 1740, Centro), em Caxias do Sul.

:: Quanto: ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada), pela plataforma Ingresso Digital, clicando aqui.

:: Duração: 50 minutos.

:: Classificação indicativa: livre.

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Cultura

Sonora Brasil traz Suraras do Tapajós ao palco do Sesc Caxias do Sul 

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Grupo paraense formado por mulheres indígenas apresenta repertório autoral e tradicional no dia 12/10 .

O Teatro do Sesc Caxias do Sul recebe, no dia 12 de outubro, às 20h, o show Suraras do Tapajós, atração do projeto Sonora Brasil. Formado por mulheres indígenas, o grupo paraense apresenta canções autorais e repertórios da música do Pará, combinando carimbó, dança e elementos visuais ligados à cultura de seus territórios. Os ingressos estão disponíveis no SAC da unidade e pelo site www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais, a partir de R$15. 

Considerado o primeiro grupo de carimbó formado por mulheres indígenas no Brasil, o coletivo utiliza a música para valorizar a natureza, a força feminina e a ancestralidade de seu povo. A presença das artistas também amplia a participação das mulheres indígenas em um gênero tradicionalmente marcado pela presença masculina. 

Com uma trajetória que inclui apresentações em importantes festivais nacionais, como Rock in Rio 2024, Coala Festival e Rec-Beat, as Suraras do Tapajós levam ao palco uma experiência que reúne música, dança e elementos visuais tradicionais. O trabalho do grupo reforça a presença da cultura indígena contemporânea e mantém vivas expressões relacionadas à identidade, resistência e celebração do território. 

Os ingressos custam R$15 para trabalhadores do comércio e serviços, R$18 para empresários, R$20 para meia-entrada e R$40 para o público geral. Também há a opção de ingresso solidário por R$30, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, que deverá ser entregue no evento. 

Sobre o Sonora Brasil – O Sonora Brasil cumpre a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra não comercial. A formação de plateia é o que se busca por meio do contato do público com a qualidade e a diversidade da música, estimulando o olhar crítico sobre a produção e os mecanismos de difusão da música no País.  Promovido pelo Sesc nacionalmente, já alcançou 750 mil pessoas, com 6.098 concertos, de 85 grupos, em mais de 150 cidades brasileiras. Ao todo, 431 músicos já se apresentaram no circuito que, a cada biênio, aborda duas temáticas diferentes e promove a circulação dos artistas por todas as regiões brasileiras. 

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Cultura

Centro de Cultura Ordovás celebra 25 anos com semana de programação cultural

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De 6 a 10 de outubro, atividades gratuitas marcam o aniversário do espaço com cinema, exposições, música, oficinas, performances e feira.

O Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho completa 25 anos e celebra a data com uma programação especial de 6 a 10 de outubro. Durante cinco dias, diferentes espaços do Ordovás recebem atividades de cinema, artes visuais, literatura, música, oficinas e performances, além da Feira de Primavera. A programação é gratuita e reúne atrações que ajudam a contar a história do Centro de Cultura e mostram a diversidade artística que ocupa o espaço atualmente.

A programação começa nesta terça-feira (06/10), às 19h, na Sala de Cinema Ulysses Geremia, com a exibição de documentários, entre eles Lanceiros Negros. Na sequência, haverá um bate-papo com Claudia Fin, Lucila Guedes de Oliveira e Cléver dos Santos, com mediação de Diego Lunelli.

Na quarta-feira (07/10), três exposições entram em cartaz: “FENDA: um manifesto polifônico”, do coletivo FENDA; “Território Comum”, com obras do AMARP; e “Cores, Luzes, Fantasmas”, de Isabelle Baiocco. A programação também inclui uma oficina de mixagem do LABMAIS SESC, a partir das 18h, com vagas para os 15 primeiros inscritos. Às 19h, o palco do Zarabatana recebe uma edição do Nosso Sarau.

Na quinta-feira (08/10), o AMARP de Portas Abertas possibilita ao público conhecer o acervo, com visitação gratuita e vagas limitadas por horário, mediante inscrição prévia. À noite, a música ganha espaço com a Noite dos Coros, às 18h30, na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto, reunindo o Coro Infanto-Juvenil, Coro Municipal, Coro Sênior e Ordovás (En)canto. Às 20h30, a Banda Merlot se apresenta no palco do Zarabatana.

Aniversário de 25 anos

A sexta-feira (09/10), data que marca os 25 anos da inauguração do Centro de Cultura, concentra parte da programação comemorativa. As atividades começam às 17h30, no palco do Zarabatana, com o protocolo de aniversário, momento de parabéns e apresentação da Escola Preparatória de Dança (EPD).

Às 18h começa o bate-papo “Memórias em movimento”, um encontro dedicado às histórias e experiências que atravessaram o Ordovás ao longo desses 25 anos. Participam Maysa Stedile, Natália Bianchi, Tadiane Tronca, Marcelo Mugnol e Rodrigo Lopes, trazendo diferentes olhares e momentos da trajetória do espaço. Às 20h a Oficina de Choro da Serra Gaúcha encerra a programação da noite.

Também na sexta-feira ocorre a oficina “Na borda do imaginário feminino: colagem e bordado expandido”. As inscrições seguem até 8 de outubro pelo site artesvisuais.caxias.rs.gov.br.

Sábado de Feira de Primavera e música

A programação de aniversário continua no sábado (10/10) com a Feira de Primavera, das 14h às 19h, no pátio do Centro de Cultura. Às 16h a Desorkestra Montanhosa se apresenta acompanhada de uma intervenção circense com aéreos do Grupo GentEncena, coordenado por Roberty Flores. Às 16h30 a Fluência Casa Hip Hop apresenta Breaking com Vitória França Rodrigues e Leonardo Britto. Na sequência, às 17h30, sobem ao palco Os Guri da Catequese. A semana comemorativa termina às 20h, no palco do Zarabatana, com o show da Banda Kelvin – Especial 10 Anos.

Com 25 anos de história, o Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho segue como ponto de encontro de artistas, produtores, coletivos e público. A programação comemorativa revisita essa trajetória e reúne diferentes gerações e linguagens que fizeram e continuam fazendo parte da vida do espaço.

A programação comemorativa dos 25 anos do Centro de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho conta com o apoio de Altus Dog Carol, Viking Gastronomia para Eventos, Vagão do Monge, Brechó e Lojinha Gaia, Sesc, Vinícola Pagliosa, Sicredi e Doceria Schmidt.

Inscrições:

Oficina de mixagem LABMAIS SESC: vagas limitadas a 15 inscritos. Formulário: forms.gle/SJ7oz5NBF1HxaB2w7

AMARP de Portas Abertas: vagas limitadas por horário. Inscrições até 7 de outubro em artesvisuais.caxias.rs.gov.br.

Oficina “Na borda do imaginário feminino: colagem e bordado expandido”: inscrições até 8 de outubro em artesvisuais.caxias.rs.gov.br.

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Cultura

Primeiro fim de semana da Feira vende 7.124 livros e teve público de 29 mil pessoas

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O primeiro fim de semana da 42ª Feira do Livro começou bem. 7.124 livros vendidos no primeiro final de semana da Feira do Livro de Caxias do Sul, que registrou um ótimo movimento na Praça Dante Alighieri com o registro da venda de 7.124 livros e um público circulante de 29 mil pessoas segundo a organização. A programação mobilizou o público a participar das atividades sexta-sábado e domingo.
Depois da abertura oficial na sexta, incluindo show da dupla Kleiton e Kledir com a Orquestra municipal de Sopros, no sábado teve muitas apresentações de dança, atrações musicais, contações de  e, no final da tarde, o bate-papo Praça em Prosa e Verso, com a poeta Angélica Freitas e a Patrona Adriane Antunes. O dia foi marcado pela realização da oficina de confecções de cartões da paz com a Amiga do Livro Alexandra Faccio, a Teca. Também foram lançados livros em Talian e filó na língua. Na Rua Montaury, teve apresentação do Grupo Ueba, com o espetáculo “O Cavaleiro e o Dragão”.
Já o domingo reservou dois bate-papos importantes como o “A arte de inventar histórias, com os escritores Jonas Picoli e Guilherme Karsten. Mas, antes disso, o público lotou a Praça Date para assistir às apresentações do Dança na Feira com o Conjunto de Projeções Folclóricas Tio Xico, que teve audiodescrição. O Palco Principal voltou a ser atração com a realização do bate-papo “A leitura como poética de uma revolução interior,  com o escritor Jéferson Tenório, mediado pela escritora Lilian Rocha, com linguagens de Libras.
Tenório destacou, dentre tantas reflexões, que precisamos acreditar na cultura, no livro e na ciência, que “foi isso que nos fez chegar até aqui”. Para as novas gerações, destacou que “se você tem 20 e poucos anos e chega no livro com essa perspectiva de aprender algo importante sobre a vida seria o ideal, mas que pena que a gente só se conta disso quando já passou a juventude e a isso você chega nos livros querendo algo”. A escritora Lilian Rocha destacou que “é importante ter uma preparação para a leitura nas idades dos sete aos dez anos feita nas escolas”. Mas depois na fase de adolescência, tem tantas outras mídias que encantad oras que atraem esses possíveis leitores.
Ela provocou Jeferson, que também é professor, a dar sugestões sobre a questão: “Eu tive a oportunidade de acompanhar duas turmas em oitos anos de professor, da terceira série até o Ensino Médio e fui vendo as transformações que foram acontecendo. Até o nono ano era uma maravilha. Trabalharam Livro, Literatura. Quando chegava o nono ano, não sei o que acontecia com eles, que pareciam outras pessoas. E eu até brincava, a partir da Metáfora da Caverna, do Platão, no primeiro ano eles estavam na Caverna, sem enxergar nada, que no segundo, eles começam a ver que tem algo ali, e no Terceiro, é quando saem da Caverna e, no Terceiro Ano, começam a pe rceber que tem algo diferente. É bastante desafiador, pra essa faixa etária, vai de Mangá a Dostoievski. O conselho que daria é que não ter fórmula para gostar de ler, mas você pode e deve dizer que os livros estão à disposição e a escola tem o dever de fazer isso. A luta com o livro digital é também um desafio pois, e fato, há um roubo de atenção dos adolescentes e nossa também. O livro pressupõe outras habilidades, que não é passiva, ela precisa da imaginação para que o mundo funcione. E tenho a impressão é de que estamos imaginando cada vez menos”.
Com o tema “Praça em Prosa e Verso”, homenageando os 120 anos de Mario Quintana, a Feira do Livro vai até 18 de outubro. Nesta edição, o público encontra 24 bancas, sendo 18 do setor geral e seis infanto-juvenis. O público poderá comprar livros contando com o tradicional desconto de 20% sobre o valor.

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