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Vacinação contra covid-19 será retomada no final da próxima semana em Caxias do Sul

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Município ficou sem doses em função da data de validade. A vacina contra a covid-19 passará a ser ofertada nas segundas e sextas-feiras a partir de 12/07

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informa que a vacinação contra covid-19 será retomada no final da próxima semana em Caxias do Sul. O Município ficou sem doses em função da data de validade.

O novo lote para vacinação do público prioritário adulto estará disponível no dia 12/07 (sexta-feira) em todas UBSs (exceto Centenário, Mariani e Vila Cristina). Para as crianças a vacina estará disponível nas UBSs Cinquentenário, Cruzeiro, Desvio Rizzo, Eldorado, Esplanada, Reolon e Vila Ipê. O imunizante para crianças será ofertado em mais UBSs à medida que houver estoque.

A vacina contra a covid-19 passará a ser ofertada nas segundas e sextas-feiras a partir de 12/07. O público contemplado é o citado abaixo:

PÚBLICOS CONTEMPLADOS:

Crianças (6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias): vacina faz parte do calendário vacinal

• Se nunca vacinadas: tomam 2 doses

• Se vacinadas anteriormente com 3 doses de Pfizer: tomam 1 dose da Moderna

• Outros casos: procurar UBS para orientações

Grupo prioritário (a partir de 5 anos de idade nos seguintes casos):

• trabalhadores de saúde

• pessoas de 60 anos ou mais

• pessoas vivendo em instituições de longa permanência e seus trabalhadores

• imunocomprometidos

• indígenas

• gestantes e puérperas

• pessoas com deficiência permanente

• pessoas com comorbidades

• pessoas privadas de liberdade maiores de 18 anos

• funcionários do sistema de privação de liberdade

• adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas

• pessoas em situação de rua

Como fica para o grupo prioritário:

• Se nunca tomou nenhuma vacina da covid-19 (de qualquer laboratório): toma 1 dose da Moderna.

• Se tomou 1 dose ou mais de outras vacinas da covid-19 (qualquer laboratório que não seja Moderna): toma 1 dose da Moderna (intervalo mínimo de 3 meses).

REFORÇOS PARA GRUPOS PRIORITÁRIOS:

– Pessoas de 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, imunocomprometidos: reforço com 1 dose de Moderna a cada 6 meses.

– Demais grupos prioritários mencionados acima: reforço com 1 dose de Moderna a cada ano.

Obs.: a população de 5 anos a 59 anos que não faz parte de nenhum grupo prioritário não tem recomendação de vacinação rotineira, conforme o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

Foto por Rodrigo Rossi

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PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

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A Polícia Federal (PF) está nas ruas na manhã desta quinta-feira (17) com a Operação Conexão Paralela, para combater a entrada clandestina de produtos eletrônicos no país.

Ao todo, estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Maricá, no Grande Rio. 

O grupo responsável pelo ingresso destes produtos estrangeiros e posterior revenda dentro do Brasil seria comandado por um policial militar, de acordo com a PRF.

Os produtos, especialmente smartphones, eram introduzidos no país sem o pagamento de impostos de importação. A revenda de milhares destes produtos teria movimentado cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho e associação criminosa. 

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Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras

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Pesquisa diz que 78% afirmam ter sofrido ao menos um tipo de violência.

Oito em cada dez mulheres no país (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estratégias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo.

Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. O levantamento será apresentado nesta quarta-feira (16), no painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, durante o 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Para a pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, por meio de entrevistas digitais de autopreenchimento. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados. Entre as entrevistadas, 94% afirmam se sentirem inseguras diante da violência no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos pela cidade, 94% das mulheres e 90% dos homens dizem sentir medo da violência.

Para a população em geral, as mulheres são percebidas como mais vulneráveis do que os homens em diversas formas de violência, principalmente doméstica, sexual, psicológica e física. A violência doméstica, por exemplo, é motivo de temor para seis em cada dez brasileiras.

Além disso, os espaços de lazer e o transporte público estão entre os locais em que as mulheres se sentem menos protegidas: 41% não se sentem nada segura em bares, festas e baladas e 42% não se sentem nada segura em pontos de ônibus e estações. Dentro dos transportes públicos, 33% dizem não se sentir nada segura.

“Na prática, mulheres e homens não vivem a cidade da mesma maneira já que, para as mulheres, o acesso aos espaços e às oportunidades é constantemente condicionado pela preocupação com a própria segurança”, mencionou Maíra.

Restrições por medo

O cenário de violência e insegurança leva quase a totalidade das mulheres (98%) a adotar no dia a dia ao menos uma das medidas pesquisadas para reduzir o risco de sofrer violência. Evitar determinados locais é a estratégia mais comum, citada por 90% das entrevistadas.

Outras medidas mostram o grau de vigilância incorporado à rotina: 88% evitam compartilhar informações pessoais ou sua localização nas redes sociais, 84% evitam usar o celular na rua, 83% avisam alguém sobre seus deslocamentos e horários, e 83% evitam sair à noite.

As mulheres também evitam o uso de aplicativos bancários no celular quando estão na rua (80%), compartilham sua localização com pessoas de confiança (77%), mudam trajetos habituais (69%), chamam carro ou moto por aplicativo para não precisar andar pelas ruas (66%) e pedem para alguém acompanhá-las quando saem de casa (66%).

Para evitar situações de violência, 62% das mulheres já mudaram hábitos de lazer, e 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam. Mais da metade (56%) já preferiu utilizar algum meio de transporte em vez de ir a pé, mesmo quando o destino era próximo. Além disso, 27% praticam ou já praticaram técnicas de defesa pessoal, e 26% carregam itens de proteção pessoal, como spray de pimenta ou alarme pessoal.

As decisões relacionadas à vida profissional e acadêmica também são afetadas. A pesquisa mostra que 45% das mulheres afirmam já ter deixado de aproveitar oportunidades de trabalho ou estudo por causa do medo da violência. Além disso, 44% já pensaram em mudar de bairro ou cidade para se sentirem mais seguras.

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Secretaria de Trânsito tomará providências sobre caminhões de grande porte na Avenida Júlio

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Motoristas que desrespeitam sinalização para esses veículos estão sujeitos a multa e 4 pontos na CNH, e pagamento pelo dano ao patrimônio público.

Na manhã desta terça (15/9), houve o terceiro caso neste ano. Em função disso, a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMTTM) tomará providências para minimizar o risco de caminhões danificarem o túnel de led da Avenida Júlio de Castilhos.

Embora haja sinalização vertical proibindo trânsito de caminhões de grande porte (acima de 7 toneladas) naquele trecho da avenida, a SMTTM reforçará a sinalização.

Será feito um estudo técnico para instalação de dispositivos limitadores de altura. Nesses casos, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina tráfego de veículos de até 4m40 de altura.

Os motoristas que desrespeitarem as normas estarão infringindo o artigo 187 do CTB, que pune o condutor que transita em locais e horários proibidos pela sinalização ou por regras oficiais de trânsito. O valor da multa é de R$ 130,16 e prevê 4 pontos na CNH. Além da multa, irá indenizar o município pelo dano ao patrimônio.

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