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Cultura

Polvo colorido e criativo é mascote do Festival Téti, em Caxias do Sul

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Animal marinho foi escolhido por remeter à curiosidade e desejo de aprender das crianças

Polvo colorido e criativo é mascote do Festival Téti, em Caxias do Sul
Polvo colorido e criativo é mascote do Festival Téti, em Caxias do Sul. Créditos: Box 90 Laboratório Criativo/Vinícius Agliardi.
A partir desta, que é a 5ª edição do Téti – Festival de Arte e Cultura para a Infância, o evento conta com o Polvo do Téti como sua mascote oficial. A personagem foi inspirada pela proximidade com as crianças no início de suas descobertas e em seus primeiros passos no processo do aprender e do brincar. Assim como o polvo, as crianças também são curiosas, criativas, corajosas e desbravadoras, além de estarem no processo de construção de autonomia e visão de mundo próprio.
A concepção da mascote foi realizada pela união do trabalho da idealizadora do Festival, a produtora cultural Caliandra Troian, da Box 90 Laboratório Criativo e do ilustrador Vinícius Agliardi, que já desenvolveu obras para Disney, Marvel, Star Wars, Turma da Mônica e Galinha Pintadinha.
O distinto animal marinho foi eleito representante desta edição do festival por ser uma criatura peculiar e muito inteligente. O polvo é dono de uma percepção apurada de cores e sentidos de toque, com uma perspicácia invejável ao navegar por labirintos complexos ou na hora de resolver problemas. Outra característica dele é ser curioso, muito explorador e adora brincar com objetos. 
O polvo do Festival Téti é capaz de mudar de cor para se adaptar aos mais diversos ambientes, além de não ter gênero, conseguindo facilmente conectar-se com múltiplos públicos. Assim como uma criança, o polvo tem personalidade própria e, embora muito cauteloso, é um espírito livre e age de acordo com o seus sentimentos e sua intuição. Ele também é energético, comunicativo e amigável, adorando se conectar com outras pessoas e com novas formas de arte. Ele está sempre pronto para um mergulho profundo entre o teatro, a música, a dança, a pintura e a literatura se deixando transformar por elas.
Programação completa e ingressos podem ser acessados pelo site www.teti.art.br/programacao-e-ingressos. Informações pelo telefone (54) 98434-1531.
Sobre o Festival TétiO Téti – Festival de Arte e Cultura para a Infância será realizado entre os dias 6 a 16 de outubro, em Caxias do Sul (RS). É um festival multidisciplinar destinado às crianças e suas famílias em formato híbrido (presencial e on-line), com programação acessível e inclusiva. São 10 dias de atividades entre espetáculos e intervenções artísticas, oficinas criativas nas áreas de teatro, dança, circo, música, literatura e artes visuais, entre outras, com o objetivo de inserir a criança no universo artístico. O evento é destinado para crianças de 0 a 12 anos, e cada faixa etária terá atividades indicadas para a sua idade. As vagas das oficinas são limitadas e toda a programação estará integrada nos canais digitais do Téti. 
O 5º Téti – Festival de Arte e Cultura para a Infância é uma realização da Cali Gestão Cultural e Comunicação, com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul e Pró-cultura RS. Patrocínio de Cardan, Lojas Magnabosco, Orquídea Alimentos e Sorvetes Urca. Apoio cultural de Empresas Randon e Unimed Nordeste RS. Parceiros Eureka, Instituto Sérgio Lovato, Sesc Caxias do Sul e Villagio Caxias.

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Cultura

Primeiro fim de semana da Feira vende 7.124 livros e teve público de 29 mil pessoas

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Divulgação

O primeiro fim de semana da 42ª Feira do Livro começou bem. 7.124 livros vendidos no primeiro final de semana da Feira do Livro de Caxias do Sul, que registrou um ótimo movimento na Praça Dante Alighieri com o registro da venda de 7.124 livros e um público circulante de 29 mil pessoas segundo a organização. A programação mobilizou o público a participar das atividades sexta-sábado e domingo.
Depois da abertura oficial na sexta, incluindo show da dupla Kleiton e Kledir com a Orquestra municipal de Sopros, no sábado teve muitas apresentações de dança, atrações musicais, contações de  e, no final da tarde, o bate-papo Praça em Prosa e Verso, com a poeta Angélica Freitas e a Patrona Adriane Antunes. O dia foi marcado pela realização da oficina de confecções de cartões da paz com a Amiga do Livro Alexandra Faccio, a Teca. Também foram lançados livros em Talian e filó na língua. Na Rua Montaury, teve apresentação do Grupo Ueba, com o espetáculo “O Cavaleiro e o Dragão”.
Já o domingo reservou dois bate-papos importantes como o “A arte de inventar histórias, com os escritores Jonas Picoli e Guilherme Karsten. Mas, antes disso, o público lotou a Praça Date para assistir às apresentações do Dança na Feira com o Conjunto de Projeções Folclóricas Tio Xico, que teve audiodescrição. O Palco Principal voltou a ser atração com a realização do bate-papo “A leitura como poética de uma revolução interior,  com o escritor Jéferson Tenório, mediado pela escritora Lilian Rocha, com linguagens de Libras.
Tenório destacou, dentre tantas reflexões, que precisamos acreditar na cultura, no livro e na ciência, que “foi isso que nos fez chegar até aqui”. Para as novas gerações, destacou que “se você tem 20 e poucos anos e chega no livro com essa perspectiva de aprender algo importante sobre a vida seria o ideal, mas que pena que a gente só se conta disso quando já passou a juventude e a isso você chega nos livros querendo algo”. A escritora Lilian Rocha destacou que “é importante ter uma preparação para a leitura nas idades dos sete aos dez anos feita nas escolas”. Mas depois na fase de adolescência, tem tantas outras mídias que encantad oras que atraem esses possíveis leitores.
Ela provocou Jeferson, que também é professor, a dar sugestões sobre a questão: “Eu tive a oportunidade de acompanhar duas turmas em oitos anos de professor, da terceira série até o Ensino Médio e fui vendo as transformações que foram acontecendo. Até o nono ano era uma maravilha. Trabalharam Livro, Literatura. Quando chegava o nono ano, não sei o que acontecia com eles, que pareciam outras pessoas. E eu até brincava, a partir da Metáfora da Caverna, do Platão, no primeiro ano eles estavam na Caverna, sem enxergar nada, que no segundo, eles começam a ver que tem algo ali, e no Terceiro, é quando saem da Caverna e, no Terceiro Ano, começam a pe rceber que tem algo diferente. É bastante desafiador, pra essa faixa etária, vai de Mangá a Dostoievski. O conselho que daria é que não ter fórmula para gostar de ler, mas você pode e deve dizer que os livros estão à disposição e a escola tem o dever de fazer isso. A luta com o livro digital é também um desafio pois, e fato, há um roubo de atenção dos adolescentes e nossa também. O livro pressupõe outras habilidades, que não é passiva, ela precisa da imaginação para que o mundo funcione. E tenho a impressão é de que estamos imaginando cada vez menos”.
Com o tema “Praça em Prosa e Verso”, homenageando os 120 anos de Mario Quintana, a Feira do Livro vai até 18 de outubro. Nesta edição, o público encontra 24 bancas, sendo 18 do setor geral e seis infanto-juvenis. O público poderá comprar livros contando com o tradicional desconto de 20% sobre o valor.

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Cultura

Exposição “Marcas: nossas vozes contam histórias” leva grafite de adolescentes do Centro Educativo Murialdo ao Museu Municipal de Caxias doSul

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Rô de Magalhães

Mostra reúne obras produzidas por 11 adolescentes e busca transformar experiências,
sentimentos e histórias em arte.

Uma parede pode ser apenas uma parede, até que alguém encontre nela espaço para dizer
aquilo que, por muito tempo, não pôde ser dito. É a partir dessa perspectiva que nasce a
exposição “Marcas: nossas vozes contam histórias”, que será aberta no dia 9 de outubro, no
Museu Municipal de Caxias do Sul. Com entrada gratuita e aberta ao público de 13 de
outubro a 13 de novembro, a mostra reúne obras produzidas por 11 adolescentes, com
idades entre 12 e 15 anos, atendidos pelo Centro Educativo Murialdo (CEM).
Com curadoria de Amanda Lopes, educadora social do CEM, professora de dança e grafite, a
exposição apresenta trabalhos desenvolvidos pelos adolescentes ao longo de um projeto
que utiliza a arte como ferramenta de expressão, diálogo e protagonismo. Por meio de telas,
desenhos, latas e diferentes possibilidades do grafite, os jovens são convidados a
transformar vivências e sentimentos em criação artística.
Para a educanda Manuela Bachin de Quadros, 15 anos, a experiência já traz aprendizados
que ultrapassam o desenvolvimento das obras.
“Essa exposição de grafite está me ajudando a trabalhar mais em equipe,
desenvolvendo várias coisas, e eu consigo demonstrar sentimentos e dores
através de telas, desenhos, latas.”
Manuela conta que nunca havia participado de um projeto semelhante e que a proposta
apresentada pela educadora Amanda despertou seu interesse desde o início. Ao longo do
processo, ela também percebeu algo novo sobre si mesma. “Eu descobri que, se eu me
esforço muito, eu sou capaz de fazer tudo que eu quero. Tipo, tudo mesmo!”, enfatiza
Manuela.
Segundo Amanda, o envolvimento dos adolescentes com a proposta foi imediato. Mais do
que produzir as obras, eles passaram a encontrar na arte uma forma de compartilhar
sentimentos e aspectos de suas histórias que nem sempre conseguem expressar por meio
das palavras.
“Eles amaram! Eu nunca vi eles tão animados para fazer algo assim. Eles se
envolveram demais, se ajudam quando precisa, e a gente conseguiu tirar muita
coisa deles, coisas que às vezes a gente nem sabe. A exposição vai falar sobre essas dores deles também, e coisas que às vezes eles não conseguem falar.
Então, através da arte, eles conseguem se expressar muito”, relata a educadora.
Ela também destaca que o projeto contribui para que os adolescentes reconheçam seus
próprios talentos e percebam a arte como uma possibilidade para o futuro.
“Eu friso muito para eles que eles são o futuro. O que eles plantarem agora é a
oportunidade deles amanhã. A arte também é uma oportunidade e, quando
eles se envolvem mais, percebem que isso pode ser um futuro para eles.”
Arte que deixa marcas
O conceito da exposição parte justamente da ideia de que uma marca é muito mais do que
tinta, traço, cor ou grafite. É presença, identidade, memória e voz.
Cada obra nasce de uma vivência, de um olhar e de uma história que merece ser vista e
escutada. Nas cores e nos traços, os adolescentes transformam sentimentos em arte,
experiências em expressão e silêncios em palavras.
Assim, o grafite ultrapassa os muros e ocupa novos espaços, afirmando a presença de quem
cria, questiona, sonha e encontra na arte uma forma de existir, resistir e deixar sua marca no
mundo.
A exposição também representa uma oportunidade de dar visibilidade às vozes dos
adolescentes e reconhecê-los como protagonistas de suas próprias histórias.
“Marcas: nossas vozes contam histórias” foi realizada pelo Centro Educativo Murialdo e
contou com parcerias da Uniftec, do Projeto Favelar e apoio da Secretaria Municipal da
Cultura. O Projeto Favelar participou da produção e orientação de uma das obras da
exposição, incluindo o letreiro que dá nome à mostra. Já a Uniftec, por meio dos estudantes
do curso de Gastronomia, será responsável pelo coquetel da abertura, que reunirá
convidados, familiares e os jovens artistas.
A abertura da exposição ocorre no dia 9 de outubro, no Museu Municipal de Caxias do Sul,
em evento para convidados. A partir da abertura, a mostra será gratuita e aberta ao público.

Sobre o Centro Educativo Murialdo


Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – Centro Educativo Murialdo
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) é uma importante ação da
Política de Assistência Social que busca promover o desenvolvimento integral de crianças e
adolescentes por meio de atividades socioeducativas, culturais, esportivas e de convivência.
No Centro Educativo Murialdo, o trabalho desenvolvido vai muito além das oficinas. Nossa
equipe é composta por profissionais comprometidos com o acolhimento, a escuta, a
proteção e o desenvolvimento das potencialidades de cada participante. Por meio de um
acompanhamento contínuo, são promovidas ações que fortalecem os vínculos familiares e
comunitários, incentivam a participação social e contribuem para a construção de projetos
de vida.
As atividades são planejadas de acordo com as faixas etárias e com as necessidades
observadas nos grupos, abordando temas como convivência, cidadania, direitos humanos,
cultura, educação, saúde, meio ambiente, mundo do trabalho, protagonismo juvenil e
desenvolvimento de habilidades socioemocionais.
Através de rodas de conversa, projetos temáticos, oficinas, passeios educativos, momentos
de acolhida e ações comunitárias, buscamos proporcionar experiências significativas que
favoreçam o respeito, a cooperação, a autonomia, a responsabilidade e a valorização das
diferenças.
Nosso objetivo é oferecer um espaço seguro, acolhedor e estimulante, onde crianças e
adolescentes possam aprender, conviver, desenvolver seus talentos e fortalecer sua
confiança para enfrentar os desafios da vida, sempre em parceria com suas famílias e com a
comunidade.
Acreditamos que cada criança e adolescente possui potencialidades únicas e que, por meio
do cuidado, da convivência e das oportunidades oferecidas, é possível construir trajetórias
mais saudáveis, participativas e cheias de possibilidades para o futuro.

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Cultura

Celebrando as mulheres, 13ª Aldeia Sesc Caxias do Sul confirma apresentações de Sandra Sá e Grace Gianoukas

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Divulgação SESC

Edição terá o tema “Mulheres do Tempo: vozes e legados” e acontecerá de 11 a 15/11.

Caxias do Sul recebe, de 11 a 15 de novembro, a 13ª Aldeia Sesc Caxias do Sul, que neste ano coloca as mulheres no centro da programação cultural. Com o tema “Mulheres do Tempo: vozes e legados”, a edição reconhecerá trajetórias femininas que contribuíram para a construção, preservação e transformação da cultura em diferentes territórios e gerações.

A abertura do evento terá uma atração de destaque nacional. Sandra Sá retorna a Caxias do Sul no dia 11 de novembro, para um show no Teatro Murialdo, às 20h. A cantora já esteve na cidade durante a edição Reexistências da Aldeia Sesc, em 2022, e volta agora para uma noite de música e celebração. Outra atração confirmada é o espetáculo “Nasci pra Ser Dercy”, com Grace Gianouka. A montagem leva ao palco uma interpretação bem-humorada e marcante de Dercy Gonçalves, uma das grandes personalidades da cultura brasileira. 

A programação completa da 13ª Aldeia Sesc Caxias do Sul será divulgada a partir de 12 de outubro. Os ingressos para a apresentação de Sandra Sá já estão disponíveis no site www.sesc-rs.com.br/espetaculosculturais. Além das atrações nacionais já anunciadas, o evento reunirá diferentes linguagens e manifestações culturais, com atividades voltadas ao encontro, à reflexão e à valorização da arte, com espaço de destaque para talentos locais da região.

Arte Sesc – É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

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