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Educação

Guarda Municipal está visitando escolas na retomada do segundo período letivo do ano

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Os servidores também entregaram doações de mochilas e material escolar para o abrigo Estrela Guia

A Guarda Municipal, por meio do Centro de Ações Preventivas (CAP), reiniciou os acompanhamentos na volta às aulas das escolas municipais, no segundo semestre do ano, que iniciou na segunda-feira (01/08).

Dentro das diversas atividades desenvolvidas pela equipe do Centro de Ações Preventivas (CAP), estão as palestras para os adolescentes com temas como Valorização da Vida e para as crianças, com o Programa Cuida Caxias, o Cuca. Também, algumas das atividades são construídas pelo público, por meio do “Teatro da Vida”, onde as crianças são convidadas a fazerem parte do elenco, nas palestras.

Os servidores da Guarda Municipal também realizaram uma ação interna em que arrecadaram mochilas e material escolar para a Casa de Acolhimento Institucional Estrela Guia, no bairro Cinquentenário.

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Educação

Equipe da Secretaria Municipal de Educação desafia invisibilidade de questões étnico-raciais a partir da rede pública de ensino em Caxias do Sul

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Núcleo permanente com estrutura ainda pouco difundida no país insere temáticas de identificação e pertencimento no cotidiano das escolas. Abordagem inclui rede estadual

Como todos os 31,5 mil estudantes de Ensino Fundamental da rede pública de Caxias do Sul, Sophya Domingues Marcos deve se apresentar em sua escola – neste caso, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Ruben Bento Alves, no Loteamento Vila Ipê – todos os dias, a partir das 7h30. Como muitos desses estudantes, ela se dá ao trabalho de pedir para o pai acordá-la cerca de uma hora antes do necessário, porque, afinal, não é de qualquer jeito que se vai para a aula quando se tem 13 anos e se está no 7º ano. Como vários desses estudantes, Sophya tem o cabelo escuro e cacheado. Só que ao contrário de tantos colegas de traços físicos semelhantes, sua intenção com o tempo extra de camarim em casa não é de esconder ou disfarçar os fios, mas valorizá-los em tranças preparadas com todo o cuidado. Mais do que uma turbinada na autoestima, o senso estético apurado e a inspiração nas raízes africanas lhe renderam também o prêmio no concurso que escolheu a arte para a logomarca de um novo núcleo implementado pela Secretaria Municipal de Educação (SMED): o QuERER – Qualificar a Educação para as Relações Étnico-Raciais.

“Quando saiu o resultado, ela ficou nervosa, porque não é uma coisa que acontece todo dia. Ela tem um talento para desenho e pintura que tu não imaginas. No quarto, pintou até nas portas e nas paredes. Nessa figura do prêmio ela se baseou em imagens africanas que passaram na escola, porque tem essa descendência por parte de mãe. Nós incentivamos, para ver se os filhos vão para a frente, porque não tivemos tanta sorte”, revela orgulhoso o mecânico de máquinas e eletrodomésticos Jorge João Marcos, pai da estudante.

A efígie feminina negra, de cabeleira espessa adornada por um pente-garfo vermelho, no centro de uma mandala colorida criada por Sophya representa agora o trabalho da equipe pedgógica da SMED que percorre todas as 83 Escolas Municipais de Ensino Fundamental, as 48 Escolas de Educação Infantil de gestão compartilhada e ainda presta suporte para a rede estadual no desafio diário (e a manutenção desta frequência é a primeira lição) de remover o véu de invisibilidade que cobre diferentes formas de preconceito impregnadas na sociedade. O QuERER entrou em operação em 2021, logo na retomada das atividades escolares após a interrupção provocada pela pandemia de Covid-19, com a atribuição específica de promover, orientar, coordenar e monitorar a educação das relações étnico-raciais.

“É um projeto de combate ao racismo e à intolerância às diversidades na sociedade brasileira assumido como política de Estado em 2003. Desde o ano passado e até o momento, realizamos encontros de formação e provocamos as equipes diretivas e coordenações pedagógicas para que estes profissionais, em um primeiro momento, entendam que vivemos em uma sociedade estruturalmente racista, que cada um possa se enxergar nesta sociedade e comece a pensar em mudança de posturas, em observar seu vocabulário, as expressões que usa…”, descreve a assessora pedagógica Joelma Couto Rosa, especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional – ela própria professora da rede municipal desde 2010, ex-coordenadora e vice-diretora de escola.

Rodas de conversa, teatro, produção de revista, documentário e gastronomia indígena

O trabalho do QuERER avança em diversas frentes na rede municipal de Caxias do Sul. Inicialmente, em 2001, fez-se uma abordagem com os gestores das instituições de ensino, para que eles pudessem multiplicar a informação com seus professores, a fim de que prepará-los para trabalhar o tema de forma mais profunda e objetiva com o público escolar. A cada dois meses, aproximadamente, o núcleo pedagógico da SMED oferece às escolas propostas de abordagem em torno da temática étnico-racial, à história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. A metodologia utilizada é a da gamificação, por meio de desafios ou gincanas educativas.

Em outra frente, muitas escolas têm solicitado rodas de conversa e encontros de formação com os professores, porque muitos ainda manifestam receio em falar sobre racismo. É o caso, por exemplo, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Ítalo João Balen, que atende aproximadamente 600 crianças e adolescentes.

“Solicitamos a assessoria para entender melhor como abordar o tema. É muito delicado e é complexo. O núcleo nos estimula a inserir a questão no dia a dia da escola e não apenas em novembro [mês da Consciência Negra], detectar, debater e mudar as relações com a participação dos alunos”, explica a coordenadora pedagógica Aline Turela.

Conforme a servidora, a aprovação por parte dos professores só não foi total, porque faltou tempo para ampliar ainda mais a conversa.

“As crianças vêm sem preconceito. Nós, adultos, é que muitas vezes corrompemos este vínculo. As pessoas exibem comportamentos de que não se dão conta. Precisamos reconstruir as relações”, afirma Aline.

Outra via de acesso já consagrada com a garotada é o teatro. Na EMEF Machado de Assis, o responsável por facilitar a abordagem da temática étnico-racial entre os estudantes da educação infantil até o 5º ano do Ensino Fundamental foi o Projeto Mudamundo.

“O teatro abriu as portas para trabalharmos outros temas. Os estudantes participam bastante, percebem a problemática e reagem, cada um a sua forma. Aqui estamos atuando no estágio da aceitação da identidade e do senso de pertencimento. As próprias crianças e as famílias nos procuram para abordar a questão”, relata a diretora Tânia Malvina Maineri.

Já na EMEF Engenheiro Mansueto Serafini, pode-se dizer que o trabalho de estudantes e professores, com o apoio do QuERER, ganhou dimensões mais palpáveis. As turmas de 6º e 7º ano produziram uma revista, publicada em formato digital, esmiuçando o impacto de questões étnico-raciais e do bullying no ambiente escolar. Os Chromebooks fornecidos pela Secretaria Municipal de Educação (SMED) foram a ferramenta de pesquisa e produção fundamental para os jovens editores.

“Foi muito significativo para os alunos negros pela apropriação, a identificação e a possibilidade de compartilhar ideias com colegas de outras etnias. Eles ficaram muito orgulhosos com o resultado. O mais importante é que eles construíram todo o processo”, comenta a diretora Gláucia Honorato.

Segundo a servidora, os estudantes lançaram mão de recursos que já conheciam e dominavam, mas que até então não percebiam que estavam relacionados aos temas de interesse. Os reflexos puderam ser sentidos de imediato no convívio do ambiente escolar.

“Percebemos uma mudança. Mais respeito, maior valorização da cultura, mais consciência do que consideravam brincadeira e seria ou não aceitável. Um olhar mais apurado, uma maior sensibilidade. Eles estão numa idade em que precisam dessa orientação. Entender que há diferenças de cultura, de modo de vida e tipos de corpos”, acrescenta Gláucia.

No entendimento da diretora, é preciso que a instituição de ensino mantenha esta perspectiva constante, em tempo integral.

“Até porque é um privilégio vivenciar a continuidade deste trabalho”, arremata.

As propostas do núcleo de educação étnico-racial da SMED para abordagem da temática são variadas. Em uma primeira missão, por exemplo, as escolas tinham de realizar um diagnóstico do perfil étnico-racial da comunidade escolar como um todo. Já na segunda etapa, houve a distribuição de kits de artesanato indígena M’Bya Guarani para o desenvolvimento de atividade pedagógica com as crianças/estudantes. Na EMEF Marianinha de Queiroz, após a utilização dos materiais em atividades de produção textual, história e matemática, terminou tudo em piquenique para as turmas de 4º e 5º ano, na floresta da escola – sim, a escola tem uma floresta. Entraram em cena o artesanato e a culinária indígenas.

“As crianças adoraram. Elas sempre gostam do que é diferente. Por meio da comida, eles se envolveram com a questão étnico-racial, em particular, dos indígenas, desde os anos iniciais, até os mais avançados. Trabalhamos o respeito, a cultura, os jogos, a influência e as tecnologias”, comenta a coordenadora pedagógica Taís Griffante.

Interessados pela problemática envolvendo racismo, preconceito e a urgência do respeito, os mais velhos produziram um documentário em vídeo, chamado Isso É Macumba (2017).

“Sempre se trabalhou muito em cima das datas – Dia dos Povos Indígenas, Mês da Consciência Negra. Mas o que precisamos agora é explorar estes assuntos ao longo do ano todo”, ressalta a servidora.

A questão é particularmente sensível para a comunidade da Marianinha de Queiroz. Atualmente, dos mais de 600 estudantes, mais de 20 são estrangeiros. Venezuelanos, senegaleses e haitianos são os imigrantes mais numerosos.

“Num primeiro momento foi difícil. Usamos os notebooks para tradução. Hoje já temos o entendimento de que precisamos instrumentalizá-los para que tenham condições de se adaptar à realidade do Brasil. Mas veja que não é uma só etnia. Negros, indígenas, imigrantes, precisamos trabalhar e envolver todos, sempre”, conclui Taís.

Conexão com a UFRGS e apoio para rede pública do Estado

Até o momento, desde 2021, o Núcleo Qualificar a Educação para as Relações Étnico-Raciais (QuERER) já alcançou as equipes diretivas, coordenações pedagógicas e professores lotados nas bibliotecas de todas as 83 escolas municipais de Ensino Fundamental de Caxias do Sul. Também envolveu todas as coordenações pedagógicas das 48 escolas de educação infantil ligadas ao município, além de 98 da iniciativa privada. Mas não considera o suficiente. Assim, buscou multiplicar parcerias. Atualmente, estão conectados à assessoria pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (SMED) de Caxias do Sul profissionais da Rede de Promoção da Igualdade Racial, o Projeto Mudamundo, que oferece materiais pedagógicos e livros de literatura infantil em que o protagonista da narrativa é um menino negro, e a Fundação Marcopolo, com projeto coordenado pelo rapper e educador social Chiquinho Divilas.

E há, também, as parcerias que auxiliam com formações. É o caso do Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Com o apoio da instituição foram realizados recentemente dois ciclos de lives reunindo temáticas sugeridas pelos próprios professores da rede municipal de ensino, onde viam maior carência de estudo. Na ausência de programa similar, as lives foram abertas aos colegas servidores da rede estadual.

“Os professores estão buscando se apropriar mais. Muitos não tiveram essa formação sobre a educação das relações étnico-raciais em sua Licenciatura. Agora estão buscando, porque ainda têm muito receio de como abordar. E essa é uma tarefa do núcleo também: subsidiar os professores, auxiliá-los com materiais, propostas, metodologias, para que eles possam entender as diversas formas de trabalhar com essa temática – que não é só nas datas específicas [20/11 ou 19/04]. Deve ser ao longo do ano, a qualquer tempo com os estudantes. Deve estar no currículo durante todo ano letivo. Há muita coisa para se trabalhar, desde a história, a cultura, trazer todas as contribuições destes povos para a constituição do Brasil”, explica a assessora pedagógica Joelma Couto Rosa, que já possui a formação UNIAFRO/UFRGS: Política de Promoção da Igualdade Racial na Escola.

Em relação aos estudantes, ela observa, a conversa já é outra:

“Quando fazemos estes momentos de conversa, eles querem falar, muitas vezes, expor situações que já vivenciaram. Há uma abertura para esta temática. Principalmente com os maiores. Com os pequenos é outra abordagem. Sinto que estão sedentos para falar. Eles querem falar sobre isso, se posicionar”.

Uma experiência neste sentido foi proporcionada justamente pela ponte estabelecida entre as redes públicas de ensino de Caxias do Sul e do Estado, por meio da SMED e do Núcleo QuERER. No início de agosto, estudantes do 9º ano de quatro escolas estaduais de ensino médio, com idades entre 13 e 17 anos, tiveram um desejo realizado. Uma sessão de cinema no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) Cidade Nova. Em cartaz, o sucesso oscarizado – e ainda mais com aura de lenda, após o falecimento do ator principal, Chadwick Boseman, vítima de câncer – Pantera Negra. A ansiedade da jovem plateia em seguir debatendo questões de raça, gênero, direitos humanos, conciliação e entendimento quase impediu que a atividade se encerrasse ao subirem os créditos do filme.

“Foi muito importante, muito significativo. O assunto não se esgotou. Todos os professores elogiaram e pediram mais oportunidades como esta. Os alunos querem mais espaço para dialogar sobre o tema. O pessoal da [Escola Estadual de Ensino Médio] Abramo Randon continuou debatendo ao chegar na escola. Eles pediram esse movimento após o filme. O debate pede passagem”, aponta a coordenadora regional da CIPAVE+4ªCRE, ligada à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar (CIPAVE) da 4ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Marivane Aparecida Carvalho da Rosa.

Bem longe de Wakanda, no mundo real, ao contrário de ser um dom para realizar grandes façanhas, a invisibilidade ganha contornos de um inimigo amargo e cruel – daqueles difíceis de se derrotar. Exceto com a rara combinação de paciência, inteligência e persistência:

“Costumamos falar muito sobre a presença negra e indígena em Caxias do Sul. A contribuição destas etnias na construção do município. Temos muitas referências neste sentido na cidade e muitas vezes isso não se fala. Caxias é um município plural também. E isso fica invisível muitas vezes. Sempre houve aqui uma presença negra e indígena muito forte. E precisamos enxergar estes invisíveis”, finaliza Joelma.

Fotos: Elisabete Bianchi

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Mutirão de Arquitetura Social da FSG revitaliza ambientes em escola municipal de Caxias
Projeto leva qualidade de ensino para os espaços escolares do munícipio desde 2018. Neste ano, instituição contemplada foi a Tancredo Neves, no bairro Belo Horizonte
Mutirão de Arquitetura Social da FSG revitaliza ambientes em escola municipal de Caxias. Crédito da foto: MAS, Divulgação
O projeto Mutirão de Arquitetura Social (MAS), desenvolvido pelo curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), concluiu recentemente mais uma revitalização de ambientes escolares em Caxias do Sul, desta vez na Escola Municipal de Ensino Fundamental Tancredo Neves, no bairro Belo Horizonte.  
O MAS busca orientar os profissionais e estudantes para o exercício profissional da assistência social através de oficinas em forma de mutirão para melhoria de espaço de interesse social. “Com base no entendimento de que um espaço digno é condição essencial para o desenvolvimento pessoal e para uma vida íntegra, pretende-se causar um impacto positivo, amplo e de longo prazo na vida de comunidade em vulnerabilidade social, através de qualificação pela arquitetura”, explica a professora do curso de Arquitetura da FSG, Taísa Festugato. O MAS é formado por grupos de arquitetos egressos do FSG que desde 2018 trabalha com os alunos da disciplina de estágio em arquitetura para transformar espaços escolares. Os resultados alcançados desde então foram avaliados por meio da Avaliação Pós Ocupação (APO), que demonstrou a melhoria da qualidade de vida dos usuários. Neste semestre, o grupo desenvolveu o mutirão na Escola Municipal Tancredo Neves, e contou com o apoio da Fundação Marcopolo, CAU-RS, Caderode, Restaurante Imperador, Restaurante Giordani, Pincéis Roma e Rock Tintas.
A Escola Tancredo Neves conta com mais de 800 alunos, sendo 10% crianças e jovens com deficiência, o que motivou a escolha deste sítio para o projeto social. “Esperamos que o evento possa influenciar uma reflexão profissional sobre o papel social do arquiteto e urbanista e as responsabilidades das instituições que podem conferir qualidade e dignidade à moradia de interesse social e à construção de nossas cidades”, destaca Taísa Festugato.
Foram transformadas a Sala Mágica, o Pátio de convívio e o Pátio do canteiro. O evento contou com a participação de alunos da FSG e pessoas da comunidade que auxiliaram nas tarefas. Várias empresas colaboraram doando materiais que foram utilizados na obra. Além disso, os alunos fizeram uma rifa para arrecadar valores para os insumos.
Sobre a FSGA FSG é o Centro Universitário da Serra Gaúcha. Reconhecida há mais de 20 anos pelo seu protagonismo no desenvolvimento de propostas educacionais instigadoras, é referência no cenário da educação superior. Oferece centenas de cursos de Graduação, Pós-graduação e Extensão presenciais e a distância. A Instituição integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados. Visite: www.fsg.edu.br e conheçaNosso Jeito de Ensinar.
Foto Jaime Simon

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Educação

Prorrogadas as inscrições da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Serviço Social da Indústria (SESI) até 27 de agosto

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Convênio com oferta vagas para estudantes egressos da rede municipal de ensino

Está ampliado até 27 de agosto o prazo de inscrição na modalidade EJA, para quem deseja concluir a etapa de Ensino Fundamental no SESI. Inicialmente, o processo esta previsto para se encerrar no final do mês de julho. A Secretaria Municipal da Educação (SMED) firmou um convênio com o Serviço Social da Indústria (SESI), a fim de ofertar a modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) para estudantes egressos da rede municipal de ensino (RME). Há ofertas de vagas nos turnos da manhã, tarde e noite.

As inscrições ocorrem pelo link https://forms.gle/EpWtfitorbRaN3nz8, ou na Central de Matrículas.

O semestre letivo teve início no dia 27 de julho, com o Diálogo Motivacional, mediado pela psicóloga da Smed, Mônica Bergozza (foto).

Cabe destacar que, além do SESI, atendem a EJA, as Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Dolaimes Stedile Angeli (CAIC) e EMEF Caldas Júnior, para conclusão do Ensino Fundamental, com inscrições na Central de Matrículas, a qualquer momento. E o Núcleo Estadual de Educação de Jovens e Adultos (NEEJA), para conclusão do Ensino médio, com inscrições no próprio NEEJA, também a qualquer momento.

Fotos: SMED / Divulgação

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